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segunda-feira, agosto 10, 2026

Últimas Notícias

Carnaval na pandemia seria desfilar por cima de cadáveres, diz Neguinho da Beija-Flor

Não tem Carnaval, mas tem sorriso. Neguinho da Beija-Flor, um dos maiores intérpretes do Carnaval brasileiro, está fazendo de conta que este ano sem folia é só 'outro 7 a 1'. Desligou a televisão e 'só volta depois da Quarta-Feira de Cinzas'. Com a voz rouca e potente, em frente à parede cravada de prêmios no apartamento com vista para o mar em Copacabana (zona sul do Rio), ele fala sobre os dias que passou internado, os amigos que perdeu para a Covid-19 e a impossibilidade de desfilar 'por cima de cadáveres'.

Desembargador manda Youtube reativar canais de blogueiro bolsonarista

14/02/2021 - 16h42O pedido para restaurar os canais foi negado em primeira instância, o que levou o blogueiro a apresentar recurso perante o TJ/SPO...

Bolsonaro avança por filiação ao Patriota, que resiste a entregar partido de ‘porteira fechada’

Sem constar na agenda oficial, o presidente Jair Bolsonaro recebeu ontem um grupo de representantes do Patriota para discutir sua possível filiação à legenda. Na conversa, o chefe do Executivo prometeu que nos próximos dias delegará dois auxiliares para conduzir as negociações com a diretoria da legenda. No encontro, Bolsonaro teria reafirmando o interesse em ingressar no Patriota para disputar a reeleição de 2022, mas não pediu diretamente o controle do partido.

Morre Paulo Egydio, ex-governador de SP, aos 92 anos

13/02/2021 - 09h17Governou o Estado durante o regime militar, entre 1975 e 1979, nomeado pelo então presidente Ernesto GeiselO ex-governador de São Paulo e...

Livro de general Villas Bôas é um histórico lixo golpista

O general Mark Milley, chefe do Estado-Maior Conjunto dos EUA, militar mais poderoso da Terra, enfrentou as delinquências de Donald Trump recorrendo à Constituição americana. Por aqui, um general da reserva resolve narrar, em tom que aspira ao pudoroso, a ameaça golpista que fez para intimidar o Supremo. No dia 3 de abril de 2018, véspera do julgamento de um habeas corpus impetrado pela defesa de Lula, o então comandante do Exército, Eduardo Villas Bôas, escreveu no Twitter: 'Asseguro à Nação que o Exército Brasileiro julga compartilhar o anseio de todos os cidadãos de bem d e repúdio à impunidade e de respeito à Constituição, à paz social e à Democracia, bem como se mantém atento às suas missões institucionais'.

STF forma maioria para declarar que não existe direito ao esquecimento no Brasil

O STF (Supremo Tribunal Federal) formou maioria nesta quinta-feira (11) para rejeitar a existência do direito ao esquecimento no Brasil. Os ministros entenderam que a criação do instituto jurídico no país poderia botar em risco a liberdade de expressão. Até o momento, os ministros Dias Toffoli, Kassio Nunes Marques, Alexandre de Moraes, Rosa Weber, Cármen Lúcia e Ricardo Lewandowski votaram contra o direito ao esquecimento, enquanto o ministro Edson Fachin se posicionou favoravelmente. Luís Roberto Barroso se declarou impedido para analisar o tema e não votará.

‘Não misturei meu sobrenome ao de Bolsonaro’, diz governador gaúcho em recado a Doria

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, vem sendo incentivado pela ala do PSDB adversária de João Doria a entrar na disputa pelo posto de presidenciável em 2022. Pivô involuntário do racha tucano, ele dá alfinetadas no governador paulista ao lembrar do voto 'BolsoDoria' em 2018 e ao dizer que a Presidência não deve ser uma 'aspiração pessoal'.

Fogo amigo

Começaram os burburinhos a respeito dos famigerados dossiês. É o primeiro teste de fogo do prefeito Alan Guedes. Embora circulando debaixo do braço de aliado oculto com muito poder de barganha, há quem garanta que o prefeito Alan Guedes – no melhor estilo Luiz Antônio Gonçalves, com paciência e diplomacia oceânicas – não vai dar nem tchum. Aí é esperar para ver o direcionamento da coisa, se ao MP, conforme a ameaça, ou se interceptados por cacique mais paciencioso ainda.

Com Bolsonaro, DEM busca respaldo federal para disputas centrais de 2022

O movimento do DEM em direção ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que implodiu a sigla internamente com rusgas públicas entre seus principais caciques, tem como pano de fundo os planos do partido para reeleger sua bancada e disputar governos estaduais em 2022. A aproximação foi consolidada na última semana com o apoio de parcela expressiva dos deputados do partido à candidatura do deputado federal Arthur Lira, do PP de Alagoas, para presidência da Câmara dos Deputados, candidato também apoiado por Bolsonaro.

Representação

Um dos maiores bairros de Dourados, o Jardim Flórida tem dado sorte com seus vereadores. Depois de Joaquim Soares, que chegou à presidência da Casa, de Zezinho da Farmácia, que, mesmo caindo na Uragano continuou como homem forte do governador Azambuja, agora Jânio Miguel, o mais votado nas últimas eleições. Coincidência ou não foi por lá que Alan Guedes começou sua operação tapa-buracos, aliás, bem tímida perto do recapeamento que o governo vem fazendo no quadrilátero central.

General Villas Bôas revela atuação política do Exército que culminou na eleição de Bolsonaro

Comandante do Exército Brasileiro entre 2015 e 2019, o general Villas Bôas revelou, em entrevista publicada pela editora da Fundação Getúlio Vargas (FGV), alguns episódios que levaram as Forças Armadas brasileiras a atuarem na vida política do país, processo que resultou na eleição de Jair Bolsonaro (sem partido) e na presença massiva de oficiais em todos os escalões do atual governo.

Azambuja entrega obras e anuncia mais investimentos em quatro municípios

10/02/2021 - 07h01'Governo Presente' investe cerca de R$ 360 milhões na região da rota BioceânicaO governador Reinaldo Azambuja visita os municípios de Costa Rica,...

STF libera acesso de diálogos entre Moro e procuradores da Lava-Jato a Lula

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira manter a liminar que deu à defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva acesso a mensagens trocadas entre o ex-juiz Sergio Moro e procuradores da Lava-Jato de Curitiba. Votaram nesse sentido o relator, Ricardo Lewandowski, e os ministros Nunes Marques, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes. O ministro Edson Fachin foi o único a se posicionar contra.

Bolsonaro exclui Mourão de reunião ministerial

09/02/2021 - 14h59Além de atritos com vice, presidente já disse acreditar que general vaza à imprensa informações desses encontrosEm mais um episódio de desgaste,...

A nova vida de Trump: rixas com atores, um julgamento no horizonte e dinheiro, muito dinheiro

Por anos, Donald Trump personificou a imagem do jovem tubarão de Manhattan dos anos 1980 e 1990, um ambicioso construtor que queria encher a cidade de arranha-céus com o seu nome, um conquistador do Studio 54 e de outros clubes da época, um personagem de 'A Fogueira das Vaidades'. Hoje, aos 74 anos, depois de deixar a Casa Branca, se tornou um daqueles aposentados ricos da Flórida, para onde transferiu sua residência fiscal para economizar impostos e onde mantém a mansão de Mar-a-Lago, seu refúgio favorito durante sua conturbada Presidência. De lá, ele aguarda o julgamento de impeachment que começa nesta terça-feira no Senado. Ele é acusado de incitar seus apoiadores a invadir o Capitólio, no dia 6 de janeiro, em um ataque que deixou cinco mortos e abalou o cenário político do país.

Centrão mira Ministério da Agricultura e quer deslocar Tereza Cristina para o Itamaraty

Apesar de o presidente Jair Bolsonaro negar repetidamente que vai repartir a Esplanada dos Ministérios entre partidos da base aliada no Congresso, políticos do Centrão seguem articulando nos bastidores para tentar abocanhar mais espaço no governo. Aliados do Executivo passaram a sugerir que a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, assuma o Ministério das Relações Exteriores. O movimento atendaria a dois desejos: substituir o chanceler Ernesto Araújo e liberar a Agricultura para indicações de parlamentares.

Doria faz ofensiva para unir PSDB, expulsar Aécio e receber parte do DEM

Preocupado com o racha no PSDB apresentado na eleição da Câmara dos Deputados, quando boa parte do partido apoiou o candidato de Jair Bolsonaro à presidência da Casa, o governador João Doria (SP) decidiu apresentar um ultimato à cúpula tucana. Em jantar na noite desta segunda (8) no Palácio dos Bandeirantes, Doria irá colocar na mesa a proposta de expurgar o partido do grupo de Aécio Neves (MG) e de absorver dissidentes do DEM ligados ao ex-presidente da Câmara, Rodrigo Maia.

Com apoio no Congresso, Bolsonaro deve investir em pautas mais radicais

Com a eleição dos aliados Arthur Lira (PP-AL) e Rodrigo Pacheco (DEM-MG) nas presidências da Câmara e do Senado, respectivamente, e em meio ao avanço da pandemia e do fim do auxílio emergencial — que sustentava a popularidade do presidente Jair Bolsonaro —, o chefe do Executivo retoma a bandeira da segurança pública como principal trunfo para manter o apoio do eleitorado e deve apostar em outros acenos ao apoiador mais ideológico. O presidente promete colocar em prática, esta semana, novas alterações na legislação que trata da ampliação do acesso às armas. “É um direito de vocês, arma evita que um governador de plantão queira ser um ditador”, afirmou na sexta-feira.

A dança das cadeiras

Presidente da Câmara nos tempos uragânicos, Délia Razuk virou prefeita por uns meses, depois elegendo-se para quatro anos. Agora, Alan Guedes, direto cadeira de presidente para a de prefeito. Não à toa, a vereadora Lia Nogueira, do mesmo PP de Alan Guedes, já tratou de aprochegar-se da cadeira por ora de Laudir Munaretto, ocupando a segunda secretaria. Lia já era cogitada para sair candidata a prefeita na eleição passada. Se acreditasse mais, a história hoje poderia ser outra.

Bolsonaro reforça rede de blindagem com eleição de Lira e Pacheco

Em pouco mais de dois anos como presidente, Jair Bolsonaro conseguiu tecer uma rede de aliados na cúpula das principais instituições do país. O resultado das eleições para os comandos das duas Casas do Congresso, vencidas por parlamentares apoiados pelo Palácio do Planalto, foi a costura mais importante de um presidente constantemente preocupado em construir uma blindagem em torno de si.
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