Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
O deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, presidente do Solidariedade, é alvo de operação da Polícia Federal nesta terça-feira. Os agentes cumprem sete mandados de busca e apreensão em São Paulo e Brasília. Denominada Dark Side, a operação foi deflagrada pela Justiça Eleitoral de São Paulo, que investiga crimes ligados a campanhas eleitorais.
A primeira eleição municipal após a ascensão do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) terá um cenário com partidos de esquerda divididos, candidatos bolsonaristas isolados e um novo xadrez de alianças nas capitais brasileiras. Faltando quatro meses para o pleito, que neste ano terá o primeiro turno em 15 de novembro por causa da pandemia do novo coronavírus, os principais partidos do país já lançaram pelo menos 220 pré-candidaturas a prefeito nas 26 capitais.
O sinal vermelho mostrando o mapa do Mato Grosso Sul no do Brasil diariamente, depois que o Jornal Nacional, da Globo, tornou mais didáticos os gráficos da cobertura da Covid-19, pode extrapolar a pandemia e servir de alerta para outras situações, não menos sensíveis. Notícias ruins, também para o mesmo JN. Notícias que podem mudar a história política do estado e transformar num pandemônio o processo eleitoral municipal deste ano. Oremos.
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) nomeou o pastor e professor universitário Milton Ribeiro para comandar o MEC (Ministério da Educação). O anúncio foi feito em uma rede social. Em seguida, a decisão foi publicada no Diário Oficial da União, em edição extra. Ribeiro é ex-vice-reitor do Mackenzie, em São Paulo. Ele também é pastor da Igreja Presbiteriana de Santos, litoral de São Paulo.
O vereador Maurício Lemes Soares é a mais nova peça no xadrez da sucessão municipal. Lançado pelo PSB, além do apoio do todo-poderoso Ricardo Ayache, presidente da Cassems e pré-candidato a governador em 2022, tem o apoio indireto de Murilo Zauith, já que o sogro, Luiz Roberto Martins de Araújo, é o presidente da Agesul e homem forte na vice-governadoria. Sem contar a tradição familiar, como filho e neto de ex-presidentes da Câmara – Archimedes Ferrinho e Renato Lemes Soares.
Uma decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, acirrou o clima de disputa no Ministério Público Federal (MPF). O ministro determinou que as forças-tarefas da Lava-Jato no Paraná, no Rio de Janeiro e em São Paulo repassem à Procuradoria-Geral da República (PGR) todos os dados colhidos durante a operação, que está em andamento desde 2014. O magistrado acatou um pedido do procurador-geral da República, Augusto Aras. Ele informou à Corte ter “dificuldades” de acesso às informações.
...que rima com Barbosinha! Mas, param por aí os diminutivos. Como em Dourados a campanha na telona da TV é praticamente nula, já que os eleitores da cidade têm que engolir a programação da TV Morena, na verdade, TV Ponta Porã, o deputado Barbosinha está mandando ver nas telinhas de celulares e computadores. Com programa de governo e tudo, em produções de quem entende do riscado. Também seus candidatos a vereador. É aquela velha história, boi chega primeiro bebe água limpa.
Era para ser um dia de festa, com noite de autógrafos e tudo mais. Mas, infelizmente, veio o coronavírus e, assim, a comemoração dos 50 de jornalismo do blogueiro vai ficar restrita à publicação do primeiro capítulo do livro 'Assim se Vira Jornalista', cujo pano de fundo é a censura à imprensa no interior do Brasil nos anos de chumbo da ditadura militar. O livro vai relatar a passagem de Valfrido Silva por veículos como O Progresso, TV Morena, Folha de Londrina e Folha de S. Paulo.
09/07/2020 - 16h17O procedimento é uma orientação da Sociedade Brasileira de CardiologiaApesar de garantir que está "perfeitamente bem" no tratamento contra a covid-19, por...
Não fosse risco que corre de ter seu currículo reprovado pela ABIN (Agência Nacional de Informações), pelas lambanças como prefeita de Três Lagoas, e a professora senadora Simone Tebet seria um bom nome para o Ministério da Educação de Bolsonaro. Melhor, ainda, a chance de Dourados ter, efetivamente, seu primeiro senador – o primeiro suplente Celso Dal Lago. Lembrando que Celsão espera para assumir, como prometido, desde que foi também primeiro suplente de Juvêncio da Fonseca.
Traumatizado com a algazarra até altas horas de uma jogatina de truco de uma antiga vizinha de muro, que não aguentou minha chatice e se mudou; pior, um muro adiante chegando, agora, outra turma ainda mais barulhenta, não tive dúvidas: para não ter que brigar de novo vou aprender a jogar esse troço, lembrando, de imediato, de um velho amigo da política, recém-aposentado, também chegado numa trucada. Coitado. Já escaldado, porque não era minha primeira tentativa, aguardava-me com uma nova didática, mais ao meu gosto, na vã ilusão de que, desta vez, se livraria de mim.
O presidente Jair Bolsonaro, 65, anunciou nesta terça-feira (7) que contraiu o novo coronavírus, após realizar um novo exame para detectar o vírus na segunda-feira (6). 'Estou perfeitamente bem', afirmou Bolsonaro, ao anunciar o resultado positivo para Covid-19 em entrevista para CNN Brasil, Record e TV Brasil. De máscara, o presidente fez o anúncio, mas não chegou a mostrar o exame. Ele decidiu realizou o teste após sentir sintomas leves: febre baixa e tosse. Em nota, o Ministério das Comunicações disse que 'o presidente mantém bom estado de saúde'.
O indiciamento, “puro e simples”, pela Polícia Federal, de Reinaldo Azambuja e alguns de seus aliados – gente do mais alto coturno da política estadual –, deixa em polvorosa alguns comitês eleitorais da campanha deste ano que já estão a todo vapor. São aqueles candidatos do dito establishment, que contam não apenas com a presença do governador em palanque, como do carro forte que costuma vir na frente com malotes recheados das tão providenciais e cobiçadas garoupas.
Há dias o secretário de Saúde do Estado Geraldo Resende vem cutucando a administração municipal pelo que considera falta de medidas mais drásticas para o combate ao coronavírus no município cuja prefeita, Délia Razuk, é sua figadal adversária. Como água mole em pedra dura tanto bate até que fura a crítica parece ter surtido efeito e lá se vai a cabeça da secretária municipal Berenice de Oliveira Machado para a guilhotina. Pelo menos é o que ela admite hoje na imprensa local.
Bastou o deputado Marçal Filho sair da moita para desanuviar o quadro sucessório da terra de seu Marcelino. Como o também tucano Geraldo Resende havia se antecipado, jogando a toalha fazia poucos dias, tendo como desculpa o coronavírus, eis que o ex-deputado Valdenir Machado resolveu empunhar a bandeira (tá na moda, agora, né) da combalida social democracia brasileira.
O padre Edson Adélio Tagliaferro, da Igreja Matriz Nossa Senhora das Dores, na cidade de Artur Nogueira, interior de São Paulo, passou um sermão em sua homilia e disse aos fiéis que votaram em Jair Bolsonaro que eles deveriam se confessar. “Vocês querem que eu fale aquilo que todo mundo fala, que não deixam ele trabalhar? Não! Bolsonaro não presta. Bolsonaro não vale nada.E quem votou nele devia se confessar, pedir perdão a Deus pelo pecado que cometeu, porque elegeu um bandido para presidente”, pregou o pároco.
Para o ex-ministro da Justiça Sérgio Moro, seu colega de infortúnio no ministério Bolsonaro, o ex-ministro da saúde Luiz Henrique Mandetta, é um dos bons nomes para a sucessão presidencial em 2022. Além de Mandetta, Moro citou o apresentador global Luciano Huck e o governador de São Paulo, João Dória. Em entrevista à Globonews, Moro desconversou sobre sua possível candidatura e se esquivou de citar nomes da esquerda, mas disse que pretende continuar atuante no debate público.
Acabou. O Brasil decidiu mostrar a cara, sem proteção alguma, ao inimigo que matou 63 mil pessoas em pouco mais de três meses. Essas vidas perdidas para o novo coronavírus já superam em muito o total de brasileiros vítimas de mortes violentas por ano — em torno de 41 mil, segundo estudos mais recentes. De nada adiantou o sofrimento das famílias e amigos que perderam pessoas queridas e nem puderam se despedir. Tornou-se inglória a luta constante dos profissionais de saúde, que põem a vida em risco, enfrentam jornadas extenuantes, muitas vezes em condições dificílimas, para atender a doentes que exigem tratamento por horas, dias, semanas a fio.