Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
Ao contrário de líderes internacionais e até locais, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) adotou tom mais discreto no combate à epidemia do coronavírus. Ele terceirizou praticamente toda a comunicação a auxiliares. Quem lidera o enfrentamento à nova doença e à crise no Brasil é o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.
O PSDB-MS define em março apoio à candidatura à reeleição do prefeito de Campo Grande, Marcos Trad (PSD). A informação é do presidente regional do partido, Sergio de Paula. Apesar de contar com quatro nomes fortes para a disputa municipal – dos deputados federais Beto Pereira e Rose Modesto; vereador e presidente do Legislativo municipal João Rocha e do secretário especial de governo Carlos Alberto de Assis –, o partido deve seguir o governador, Reinaldo Azambuja, e deixar o caminho livre para apoiar Trad em retribuição a aliança de 2018.
Não bastasse a exposição natural em mídia nacional por sua condição de ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta se consolida agora como um dos expoentes do ministério Bolsonaro, por conta do coronavírus. E, com isso, cria um baita 'problema' para o DEM do Mato Grosso do Sul, que já tem a ministra Tereza Cristina como uma das conselheiras preferenciais do presidente. Ela é tida como imbatível para o senado em 22. Será que ele se arrisca para o governo do estado?
Em sua live semanal, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) cobrou do Congresso a aprovação de projetos enviados pelo governo, mas negou que tenha incitado a população a ir às ruas em manifestação contra o Legislativo. Sob críticas de congressistas e do Judiciário, o presidente tem sido pressionado a tentar aplacar uma crise política que ele mesmo criou ao ter compartilhado um vídeo em apoio a ato convocado para 15 março contra o Congresso.
O Congresso segue em recesso de carnaval e só volta aos trabalhos na próxima semana, mas deputados começaram a se mobilizar para dar uma resposta à iniciativa do presidente Jair Bolsonaro de compartilhar vídeo que convoca manifestação, em 15 de março, de apoio ao governo e contra o parlamento e o Supremo Tribunal Federal (STF). Uma reunião está marcada para terça-feira, entre o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e líderes partidários, com o objetivo de definir uma ação conjunta e enérgica. Embora muitos vejam crime de responsabilidade na atitude do chefe do Executivo, lideranças de partidos, mesmo as de oposição, não mencionam a possibilidade de impeachment.
Líderes políticos como os ex-presidentes Lula e Fernando Henrique Cardoso e o presidente da OAB manifestaram repúdio na noite desta terça-feira (25) à iniciativa do presidente Jair Bolsonaro de compartilhar vídeos que convocam manifestações para o próximo dia 15 a seu favor e contra o Congresso. A manifestação é uma reação à fala do ministro-chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), general Augusto Heleno, que chamou o Congresso de 'chantagista' na semana passada.
O presidente Jair Bolsonaro usou as redes sociais nesta terça-feira (25/2) para dar destaque ao Carnaval em Olinda (PE), onde foliões produziram bonecos gigantes dele e de outros membros do governo federal para levar às ruas durante as comemorações do feriado. Na foto divulgada na sua conta oficial do Twitter, ele é o primeiro de uma fila de pelo menos dez bonecões que teriam feito parte dos desfiles na cidade pernambucana na segunda-feira (24/2). Além de Bolsonaro, o vice-presidente Hamilton Mourão e o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, foram transformados em bonecos.
'Esse negócio de ficar no PSL e falar que apoia o presidente é uma balela, porque quem realmente quer demonstrar esse apoio ao presidente tem que vir para o Aliança. Ele [Jair Bolsonaro] já fez essa declaração, que só apoia candidato do Aliança'. Deputado Coronel David (PSL). Em Dourados são pelo menos três os pré-candidatos a prefeito que disputam o apoio do presidente da Repúbica, por enquanto, pelo PSL.
A discussão que provocou a morte do ex-prefeito de Amambai, Dirceu Lanzarini, de 62 anos, nesta segunda-feira (24), teria ocorrido devido ao atraso no plantio da soja. Conforme o secretário de Justiça e Segurança Pública do Estado, Antonio Carlos Videira, Lanzarini e o genro, Hesley Aparecido Vieira Matricardi, de 33 anos, andavam pela propriedade na caminhonete S10 de Dirceu, quando houve a briga entre ele e o funcionário, Luiz Fernandes, o 'Paraguai', que há dez anos trabalhava com a família.
24/02/2020 - 11h37Humorista fala de fake news e sobre seu primeiro samba-enredoA São Clemente entra na Sapucaí nesta segunda (24) pontualmente às 21h30 com...
A disputa entre parlamentares para largar com vantagem rumo às eleições à presidência da Câmara e do Senado, dois dos cargos mais poderosos da República, começou um ano antes do pleito. Isso ocorre porque, nos próximos 12 meses, o Legislativo terá a agenda dividida por reformas econômicas e eleições municipais. Com isso, interessados em ganhar tempo, potenciais candidatos testam a própria capacidade e a de colegas, em busca das possibilidades para ascender aos postos mais importantes do Congresso.
As votações das reformas tributária e administrativa, do Novo Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) e da prisão após condenação em 2ª instância são os temas que vão dominar as votações da Câmara dos Deputados pós Carnaval, de acordo com a bancada federal sul-mato-grossense.
A deputada federal e presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Gleisi Hoffmann (PR), que está em Campo Grande para o encontro estadual da sigla, acredita no resgate da legenda em Mato Grosso do Sul. Até o momento a agremiação tem pelo menos 16 pré-candidatos e quer eleger 10 prefeitos nas eleições municipais deste ano e também dobrar o número de vereadores eleitos - atualmente são 40 e a meta é de chegar entre 80 e 100 parlamentares.
O ministro Bruno Dantas, do Tribunal de Contas da União (TCU), alertou, nesta sexta-feira (21/2), que o Supremo Tribunal Federal vai ter de avaliar aumentos salariais de servidores estaduais. 'Considero inevitável que o STF venha a apreciar a recente leva de reajustes salariais de servidores públicos estaduais, sob a perspectiva da Lei de Responsabilidade Fiscal', publicou no Twitter. 'Não custa lembrar que as leis federais, estaduais e municipais devem observância à LRF, que é lei nacional.'
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin determinou que a delação premiada do ex-governador Sérgio Cabral, assinada com a Polícia Federal (PF), não deve beneficiá-lo nas ações penais nas quais ele já foi condenado a um total de 282 anos de prisão, o que na prática inviabiliza sua saída da prisão a curto prazo.
Coincidência ou não, nem bem refeito do susto pelo suposto atentado em Sidrolândia, o deputado federal bolsonarista Tio Trutis fez ontem uma visita ao DOF (Departamento de Operações de Fronteira), em Dourados. Bem ao estilo do chefe-presidente, aproveitou para mandar uma live direto da sede órgão, diante de um dos rotineiros flagrantes de apreensão de drogas para mostrar ao “querido amigo” ministro Sérgio Moro a importância de uma atenção especial ao Mato Grosso do Sul.
A partir desta sexta-feira (21/2), militares das Forças Armadas vão se integrar às tropas da Força Nacional no Ceará para tentar conter a onda de protestos e manifestações de policiais militares do estado. Durante toda a semana, eles têm promovido uma série de atos contra o governo local em reivindicação por aumento salarial. Nesta quinta-feira (20/2), o presidente Jair Bolsonaro assinou decreto que autorizou o uso do Exército, principalmente em Fortaleza e na região metropolitana, por meio da Garantia da Lei e da Ordem (GLO).
Tudo bem que o Brasil vive, já, o reinado de Momo, mas que diacho é esse de um secretário estadual de Saúde fazer tanto carnaval com obras de pavimentação asfáltica na periferia de seu reduto eleitoral? Tudo bem, também, que são obras conseguidas quando ele era deputado, mas, pelo jeito, o tucano Geraldo Resende só aguarda mais uma amarelada do colega tucano Marçal Filho, líder das pesquisas, para anunciar que vai, sim, brigar mais uma vez para ser prefeito de Dourados.
A grita do general Augusto Heleno, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, contra o Orçamento impositivo mostra que entramos em um novo capítulo do jogo político. O governo reconheceu a sua vulnerabilidade: 'Eita, estamos em apuros' é o recado.