Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
Ex-senador, ex-ministro e um dos fundadores do PT, Aloizio Mercadante, 65, diz que uma autocrítica sincera do partido na política e na economia é necessária, mas não pode ser autoflagelante nem autocomplacente. 'A obra que nós construímos é muito maior do que os erros, que não foram poucos, nem pequenos, que nós cometemos', diz ele, ao comentar os 40 anos do partido, a serem celebrados na segunda (10).
O ministro Edson Fachin, relator da Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu homologar o acordo de colaboração firmado entre o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral com a Polícia Federal. O tratado foi oficializado no Supremo pelo fato de autoridades com foro privilegiado serem citadas. Cabral se comprometeu, para ter acesso a benefícios, como a redução de pena, a devolver R$ 380 milhões recebidos por meio de propina quando ele ocupava o cargo de governador. No entanto, ao contrário do que faz o Ministério Público, a PF não decidiu, no momento da assinatura, quais benefícios seriam concedidos a Cabral. O acordo segue em segredo de Justiça.
O presidente Jair Bolsonaro fez uma provocação aos governadores para que eles acabem com o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) dos combustíveis. O chefe do Executivo disse que, se o fizerem, a União seguirá o exemplo. 'Eu zero federal, se eles zerarem o ICMS. Está feito o desafio aqui, agora. Eu zero o federal hoje, eles zeram o ICMS. Se topar, eu aceito', ressaltou o presidente, nesta quarta-feira (5/2), em entrevista a jornalistas.
06/02/2020 - 09h18O deputado Barbosinha (DEM-MS) usou a tribuna na Assembleia Legislativa para criticar a proposta apresentada pela CCR MSVia na Agência Nacional de...
05/02/2020 - 17h52Na primeira sessão ordinária de 2020, o deputado estadual Renato Câmara (MDB) apresentou nesta quarta-feira (5) cinco indicações na Assembleia Legislativa. Ao...
CARTAGENA | DW Para a ex-presidente Dilma Rousseff (PT), a esquerda brasileira tem uma tarefa pela frente: se aproximar do povo e daqueles que apoiaram a eleição de Jair Bolsonaro. 'Nós temos de olhar para os evangélicos que votaram no Bolsonaro. Nós temos de discutir com aqueles que o defenderam porque acham e acreditam que a questão da segurança no Brasil é a questão central. E nós temos de tratar essa questão', afirma.
Mais discreto que Pedro Pedrossian, mas se colocando, também, como forjador de lideranças, o governador Reinaldo Azambuja prepara, já, o terreno para fazer seu sucessor seu secretário de governo Eduardo Riedel. Isto, depois de tentar fazer senador seu ex-secretário de Obras Marcelo Miglioli. Detalhe: picado pela mosca azul, Miglioli faz agora campanha para ser prefeito de Campo Grande. Se der certo, lucro para Azambuja, que, oficialmente, apoia a reeleição de Marquinhos Trad.
Além de uma resposta ao presidente Jair Bolsonaro, a carta divulgada na segunda-feira por governadores sobre a cobrança de ICMS dos combustíveis nos estados foi um recado ao Planalto de que as relações entre governos estaduais e federal estão se desgastando. A atitude de Bolsonaro de culpar os governadores pelos altos preços dos combustíveis foi considerada pelo grupo a gota d’água em meio a outras insatisfações acumuladas em 14 meses de gestão.
No discurso de abertura dos trabalhos do ano legislativo aos deputados estaduais, o governador Reinaldo Azambuja ressaltou o trabalho feito com os parlamentares para superar os anos de crise, exaltou alguns índices positivos que Mato Grosso do Sul obteve nos últimos quatro anos, e falou em otimismo com a retomada do crescimento a partir deste ano. “Temos convicção de que o pior já passou. Graças a Deus!” afirmou governador.
Rivais até o segundo turno das eleições de 2016, o prefeito Marcos Trad (PSD) e a deputada federal, Rose Modesto (PSDB) devem se unir para disputar a Prefeitura Municipal de Campo Grande. A possibilidade vem sendo especulada há um tempo nos bastidores políticos, porém os rumores aumentaram com a solicitação do PSD de Trad ter uma vice-prefeita na chapa de reeleição.
O vice-governador Murilo Zauith pode acabar pagando um preço muito alto pela insistência em manter em sua assessoria figurinhas que “se acham”, mas que, na verdade, só põem o chefe em enrascadas, uma atrás da outra. Numa dessas, pode estar indo para o beleléu o projeto maior, que seria o governo do estado, já a partir de 2022. Esta, pelo menos, é a leitura que se faz das últimas metáforas da felpuda jornalista Ester Figueiredo, do Correio do Estado.
Apesar da expectativa elevada para a mensagem que o Poder Executivo iria apresentar ao Congresso Nacional com as prioridades para 2020, o governo federal teve uma aparição apagada durante a sessão que marcou a abertura do ano legislativo. Com o presidente Jair Bolsonaro em viagem a São Paulo e o vice Hamilton Mourão em compromisso no Palácio do Planalto, coube a quatro ministros a responsabilidade de representar a Presidência da República no plenário da Câmara.
O governador Reinaldo Azambuja determinou ao superintendente do Procon, Marcelo Salomão, que investigue a possível formação de cartel (combinação de preços) na confecção da nova placa de veículo, padrão Mercosul, que a partir de hoje passa a ser usada no Mato Grosso do Sul. Os preços cobrados pelas empresas credenciadas estão sendo considerados abusivos.
Saudosistas dos militares, conservadores desde criancinha, tias do zap e até fãs do criticado ministro Abraham Weintraub (Educação) saíram de casa na manhã cinzenta de sábado (1°) para dar sua assinatura em prol da criação do Aliança Pelo Brasil. Todos atendiam ao chamado nas redes sociais do Movimento Conservador, que organizou um mutirão para coletar apoios ao novo partido do presidente Jair Bolsonaro.
Muita expectativa para a volta ao trabalho de suas excelências os nobres edis douradense na noite de hoje. É que, em ano eleitoral, chegou a hora de ver quem tem garrafa vazia pra vender. São pelo menos três os pretendentes declarados à cadeira de Délia Razuk – o presidente Alan Guedes, Braz Melo e Lia Nogueira, que garante ser candidata apenas em caso de a atual prefeita tentar a reeleição. Além, claro, do eterno plantonista do PT, Elias Ishi.
Após um mês e meio de recesso, os líderes partidários da Câmara vão se reunir pela primeira vez no ano, nesta terça-feira, para discutir as pautas que devem ser tocadas no início de 2020. Nem tudo o que tem sido defendido pelo governo, no entanto, deve ser levado adiante por agora. Os principais motivos são a proximidade das eleições municipais, que afeta a disposição dos parlamentares em tocar em temas sensíveis, e o fato de que algumas propostas ainda não estão nem prontas.
Com o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, na corda bamba, o Palácio do Planalto se vê no centro de uma disputa de forças entre DEM e MDB. O Democratas, partido do titular da pasta, vai pressionar para mantê-lo no cargo, por intermédio dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). Os emedebistas, por sua vez, juram, nos bastidores, que não cobiçam o posto, mas não fariam objeção a um convite ao senador Eduardo Gomes (MDB-TO), líder do governo no Congresso, um dos cotados à função.
A proposta de reforma administrativa do governo vai chegar ao Congresso em, no máximo, duas semanas. O envio foi confirmado, ontem, pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. Ele, no entanto, se mostrou insatisfeito com o texto final. Reclamou que a decisão de não mexer na estabilidade dos atuais servidores públicos, confirmada recentemente pelo presidente Jair Bolsonaro, criou uma 'restrição política' que reduz a potência fiscal das mudanças.
Em coletiva de imprensa na manhã desta quinta-feira (30/1), o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), criticou duramente o ministro da Educação do governo Bolsonaro, Abraham Weintraub. Foi direto ao ponto falar que o chefe da pasta 'atrapalha o Brasil', que ele está 'comprometendo o futuro de gerações', e chamou de 'péssima' a qualidade de administração do discípulo do astrólogo e guru do Executivo, Olavo de Carvalho. Falou ainda de Ricardo Salles, do Meio Ambiente, que chamou de 'um bom quadro', mas destacou que, por conta do radicalismo, terá dificuldades em sua gestão em 2020.