Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
O ministro-chefe da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, projeta para 2020 um ano de amadurecimento na articulação política. “Primeira semana do ano, estamos muito motivados para fazer o nosso melhor em 2020! Buscar cada vez mais um relacionamento institucional e fraterno com o Parlamento, nas pessoas de seus presidentes (da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre), dos líderes dos partidos políticos! Democracia nos impõe diálogo e conciliação”, destacou, em mensagem publicada nesta terça-feira (7/1) no Twitter.
A lista dos prefeitáveis douradenses está igual a coração de mãe, e espichou ainda mais na virada do ano. Além das figurinhas carimbadas que abasteceram as colunas políticas o ano todo, como Alan Guedes, Barbosinha, Geraldo Resende, Marçal Filho, Renato Câmara, Racib Harb, dos bolsonarianos e da própria Délia Razuk, acrescente-se, agora, Braz Melo, Daniela Hall e Oswaldinho Duarte. Mas, isto, só até a hora em que Murilo Zauith tirar o nome do ungido do bolso do colete.
Em novo ataque à imprensa, o presidente Jair Bolsonaro disse, nesta segunda-feira (6/1), que jornalistas são uma 'raça em extinção' e que ler jornal 'envenena'. Bolsonaro afirmou que vincularia os repórteres ao Ibama, órgão que, entre outras atribuições, defende animais ameaçados. 'Vocês são uma espécie em extinção. Eu acho que vou botar os jornalistas do Brasil vinculados ao Ibama. Vocês são uma raça em extinção.'
A senadora eleita pelo então partido do presidente Jair Bolsonaro, PSL, Soraya Thronicke realizou reforma em seu gabinete, porém o valor não consta no Portal da Transparência do Senado Federal. De acordo com a coluna do jornalista Cláudio Humberto, foram realizadas duas adequações, sendo uma de R$ 12.944 e outra de R$43.550.
Em 1º de novembro deste ano, o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), deixará os trabalhos na Corte e abrirá uma vaga que deve ser preenchida por um jurista indicado pelo presidente Jair Bolsonaro. O cargo é um dos que provocam intensa cobiça no chefe do Executivo. A depender do nome que indicar, pode aumentar sua força no Poder Judiciário.
'Na minha opinião, a gravidade resulta dos precedentes que isso pode gerar. Imagina se ele [Trump] decide atacar uma instalação do PCC [Primeiro Comando da Capital] que refina drogas para os EUA por aqui?'. General Sérgio Etchegoyen, ex-comandante da 4ª. Brigada Guaicurus, de Dourados, sobre o assassinato de seu colega iraniano Qassem Soleimani pelos EUA. Detalhe, ele foi ministro do Gabinete de Segurança Institucional do recentíssimo governo Michel Temer.
A nova crise no Oriente Médio pode afetar indiretamente as exportações brasileiras para o Irã, pois muito do que o país exporta para lá, segue por meio de outras nações do Golfo Pérsico ou da Ásia. 'O Irã chegou a ser o maior importador de carne bovina do Brasil mas, por conta das sanções dos Estados Unidos, os produtos brasileiros não seguem diretamente para lá e acabam indo via algum país que não obedece às sanções norte-americanas', destacou o especialista em relações internacionais Welber Barral, ex-secretário de Comércio Exterior do Brasil entre 2007 e 2011 e sócio da BMJ Consultores Associados.
04/01/2020 - 09h28Segundo especialistas, a mudança de comportamento foi eficaz para alguns novatos, mas matou a ''nova política''Grande parte dos deputados e senadores que...
Jair Bolsonaro é a manifestação brasileira da onda mundial do nacionalismo populista de direita. Bolsonaro é o 'nosso' Trump —o 'nosso' Orbán, Salvini ou Erdogan. O diagnóstico anterior tem grãos de verdade, mas erra no que é essencial. Ele não serve como bússola para delinear os rumos do governo e, sobretudo, identificar os riscos potenciais que pesam sobre a democracia brasileira.
O líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, alertou que uma 'retaliação severa está aguardando' Washington após o ataque aéreo que resultou na morte do general iraniano Qasem Soleimani. Comandante da Força Al-Quds, unidade especial da Guarda Revolucionária do Irã, ele foi morto em um bombardeio no aeroporto de Bagdá, conforme anunciou a televisão pública iraquiana.
Com a proximidade das eleições municipais, em outubro, e o jogo político se desenhando para 2022, a relação do presidente Jair Bolsonaro com governadores e prefeitos pode sofrer desgastes ainda maiores dos que os vistos em 2019, dizem especialistas. A tendência, na visão deles, é o aprofundamento de desavenças que ainda não foram resolvidas, como as corriqueiras brigas com chefes de Executivos do Nordeste e o afastamento de nomes que, até pouco tempo, eram aliados.
O ano de 2019 começou do jeito que eles sonharam: com recorde de novatos eleitos e a promessa de ambiente favorável a inovações. Desde então, grupos que pregam renovação na vida pública e ajudaram a impulsionar a oxigenação se depararam com a política da vida real —e vêm lidando com muita cara feia.
Depois de encarar nove horas de canoa Floresta Amazônica adentro, dezenas de pessoas de várias partes do mundo dançam dentro de um shiru (uma grande tenda), de mãos dadas com indígenas da etnia yawanawá. A cena é parte do 16º Festival Yawá, que anualmente e durante uma semana apresenta a cultura e os rituais daquela aldeia, situada no alto Rio Gregório, no município de Tarauacá, no Acre. Em dado momento, surge uma mulher com um gigantesco cocar branco, que lhe desce pela cabeça, acompanhando a silhueta do corpo. E ela subverte a tradicional dança de roda indígena.
Os tópicos da chamada agenda 2030, documento elaborado em 2015 pela Organização das Nações Unidas (ONU), que estabeleceu os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) para serem implementados por todos os países do mundo até 2030, foram alvo de críticas do presidente Jair Bolsonaro. Pelas redes sociais, ao comentar uma reportagem sobre o seu veto ao trecho do projeto de lei do Plano Plurianual (PPA) da União para o período de 2020 a 2023, que definia como uma das diretrizes do documento a persecução das metas dos ODS, o chefe do Palácio do Planalto colocou entre aspas a palavra 'metas' e reclamou que o documento defende temas como aborto e ideologia de gênero, à qual chamou de 'nefasta'.
O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados teve um dos anos mais tumultuados da sua história em 2019. É que o clima de polarização política vivido pelo Brasil ampliou as discussões entre os deputados e, consequentemente, o número de processos levados ao conselho que tem como missão preservar a ética e o decoro parlamentar.
O escritor, influenciador e 'guru' bolsonarista Olavo de Carvalho disse nesta segunda-feira, 30, que o governo de Jair Bolsonaro e seus apoiadores não fazem ideia de como 'desarmar inimigos' e reclamou de ataques que alega estar sofrendo.
A constante tensão entre o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional foi uma das principais marcas do primeiro ano do governo Jair Bolsonaro (sem partido). Diante de sucessivas crises geradas pelo próprio Executivo, chegou-se a se discutir uma mudança de sistema político. A ideia foi abandonada, mas deputados e senadores dizem que, em 2019, o Brasil viveu uma espécie de parlamentarismo branco.
Urubu quando está de azar o de baixo caga no de cima. Esta, a situação vivida pelo ex-secretário municipal de saúde Renato Vidigal. Depois de flagrado com um celular na famosa capelinha da PED, foi para uma solitária, saindo para passar o Natal numa cela comum, com outros delinquentes. Agora, não bastasse perder um habeas corpus atrás do outro, nova denúncia, como responsável pela morte da adolescente indígena Joice Quevedo Arce por falta de socorro do SAMU, sob seu comando.