Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
O presidente Jair Bolsonaro saiu em defesa do senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ), suspeito de ser chefe de organização criminosa que desviava dinheiro pelo Ministério Público do Rio de Janeiro. O chefe do Executivo federal defendeu o negócio que o filho tem como sócio de uma famosa franquia de chocolates e disse que 'ninguém lava dinheiro em franquia'.
Nem Rodolfo Nogueira, o homem da cozinha do presidente Jair Bolsonaro, nem Aristeu Carbonaro, o cerealista itaporanense já lançado pré-candidato pela senadora Soraya Thronicke, muito menos o ex-comandante da 4ª. Brigada, general William Ribeiro. O nome do establishment para substituir Délia Razuk é o do coronel Paulo Nogueira, recentemente defenestrado da secretaria de fazenda do município porque entendia que já estava podendo dar ordem unida na prefeitura.
O Ministério Público do Rio de Janeiro afirma que o senador Flávio Bolsonaro lavou até R$ 2,3 milhões com transações imobiliárias e com sua loja de chocolates em um shopping da Barra da Tijuca, zona oeste da cidade. As operações tiveram como semelhança o uso de grande quantidade de dinheiro vivo. Para a Promotoria, a origem desses recursos em espécie é o esquema de 'rachadinha' no antigo gabinete do senador na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), operado por Fabrício Queiroz, seu ex-assessor e amigo do presidente Jair Bolsonaro.
19/12/2019 - 10h56Ao encerrar as atividades do primeiro ano do segundo mandato na Assembleia Legislativa, o deputado Barbosinha (DEM) afirmou nesta quarta-feira (18) que...
Como não poderia ser diferente para um presidente eleito após uma campanha baseada principalmente nas redes sociais, o primeiro ano de mandato de Jair Bolsonaro foi repleto de anúncios, debates e polêmicas no meio virtual. E a atenção dos internautas não se voltou apenas para o chefe do Executivo. Em vários momentos, ministros também se tornaram o centro das atenções.
Presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado e, como tal, precisando correr o mundo atrás de Bolsonaro, o senador Nelsinho Trad vive uma situação pra lá de esdrúxula. Tanto que por muito pouco não teve seu passaporte, CNH e cartões de créditos bloqueados, por conta de um calote dado na produtora de vídeo que fez sua campanha de governador em 2014. Encalacrado em processos de improbidade administrativa e corrupção, o senador está com suas contas bancárias bloqueadas.
O Ministério Público do Rio cumpre na manhã desta quarta-feira diversos mandados de busca e apreensão em endereços de ex-assessores do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) tanto na capital como em Resende, no Sul do Estado do Rio. As medidas cautelares foram pedidas na investigação sobre lavagem de dinheiro e peculato (desvio de dinheiro público) no âmbito do antigo gabinete do senador quando era deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio. São alvo das medidas cautelares os endereços de Fabrício Queiroz, ex-chefe da segurança de Flávio, seus familiares e ainda parentes de Ana Cristina Siqueira Valle, ex-mulher do presidente Jair Bolsonaro.
O governo não abandonou a ideia de recriar um tributo nos moldes da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). O presidente Jair Bolsonaro admitiu, nesta segunda-feira (16/12), que o imposto do cheque pode voltar a ser cobrado no âmbito de uma reformulação do sistema tributário. “Todas as alternativas estão na mesa”, disse o chefe do Executivo, ao ser questionado sobre o assunto após deixar uma reunião com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas. O governo, no entanto, só aceitaria criar um imposto se outro fosse extinto, disse o presidente.
Em público André Puccinelli garante que o MDB vai fazer das tripas coração para tirar a prefeitura de Campo Grande das mãos dos Trad. Dizendo-se candidato a governador em 2022, só não admite que é, ele próprio, o candidato que reúne essas condições. Mas a coisa muda de figura quando Delcídio do Amaral atalha o discurso emedebista para se colocar, também, como candidato a governador. Como o namoro de ambos começou em 2010, pode ser que o casamento aconteça, mesmo, em 2022.
O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou, nesta terça-feira (16/12), que o Congresso Nacional não pode mudar o entendimento da Corte sobre a prisão em segundo grau de Justiça. De acordo com o ministro, a liberdade até trânsito em julgado é garantia prevista em cláusula pétrea, ou seja, que não pode ser alterada, nem mesmo por meio de emendas à Constituição. 'Por meio de PEC, não poderia, pois é cláusula pétrea', declarou o magistrado.
O cumprimento da promessa eleitoral de “mais Brasil, menos Brasília” vai impor desafios à articulação política do governo em 2020. A descentralização de recursos geridos pela União para os estados e municípios pode enfraquecer a tinta das canetas no Palácio do Planalto e requerer novas estratégias para a barganha com deputados e senadores. No próximo ano, as emendas parlamentares individuais serão transferidas diretamente para as prefeituras das respectivas bases dos congressistas, sem a vinculação com programas do governo. As emendas de bancada, que, até então, eram negociadas pelo Executivo, passarão a ser impositivas, ou seja, de execução obrigatória.
15/12/2019 - 08h30Em convenção estadual lideranças alegam que nome de indicado pelo partido só deverá sair no próximo anoO MDB empurrou para fevereiro a...
“Estou voltando! Fui absolvido, inocentado na Justiça. Quero comandar esse Estado por um mandato só. Vou fazer uma gestão que ninguém vai se esquecer”. Delcídio do Amaral, senador cassado depois de preso flagrado planejando a fuga de Nestor Cerveró, uma das estrelas da Lava Jato e guru de Lula e do próprio Delcídio no esquemão de Passadena, sobre o quê, aliás, o agora petebista tem, ainda, muito a explicar, em sendo verdadeiro seu prometido retorno, ops!, à lida política.
15/12/2019 - 09h26Em busca de veneração, presidente só admite existência de informações que o favoreçamNão surpreende ninguém que Jair Bolsonaro esteja em conflito com...
15/12/2019 - 06h46Uns defendem que a volta tem de ser imediata, outros, que a lei não pode retroagir para prejudicarEnquanto o Legislativo empurra para...
A prefeita Délia Razuk assinou na manhã deste sábado (14) a ficha de filiação ao PTB no encontro regional do partido em Dourados, que reuniu mais de 500 pessoas e lideranças políticas de 14 municípios. E saiu de lá como pré-candidata à reeleição lançada pelo presidente regional da legenda, o ex-senador Delcídio do Amaral.
2020
O presidente Jair Bolsonaro imitou uma fala do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao comentar veto dado a projeto de lei que passa a autorizar que menores de 18 anos sejam representados pelo Ministério Público em casos de violência doméstica. Hoje, é preciso que o responsável legal faça a representação. De acordo com o presidente, o projeto foi inspirado por uma fala de Lula em que ele teria dito: “Só porque o moleque está roubando um celular vai a policia para cima dele. Deixa o moleque roubar em paz”, imitou a voz do ex-presidente.
O médico Renato Vidigal, ex-secretário municipal de saúde, pode entrar para a história do sistema prisional brasileiro como o único interno a ficar sem celular. Detalhe: nada de aleatório nessa situação. O celular de Vidigal não caiu de nenhum drone, entrando pela janelinha da capela da PED. Quem mandou entregar o aparelho certamente mandou dar uma “última forma”. Por trás de tudo isso, no mínimo, a sucessão da chefa Délia Razuk. Coisa de quem manda, e não pede!
Em resposta ao ministro Sergio Moro (Justiça), o ministro Marco Aurélio Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal), defendeu nesta quinta-feira (12) o fim da prisão de condenados em segunda instância. Em entrevista à Folha de S. Paulo, Moro disse que a recente decisão da corte aumentou a percepção dos brasileiros de que o governo federal não atua como deve no combate à corrupção.