Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
Por 3 votos a zero, a 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) condenou, nesta quarta-feira (27/11), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no processo relacionado ao Sítio Santa Bárbara, em Atibaia. O relator do caso, João Pedro Gebran Neto, votou para manter a condenação da primeira instância e pelo aumento da pena de 12 anos e 11 meses para 17 anos. O entendimento dele foi seguido pelos desembargadores Leandro Paulsen e Thompson Flores.
27/11/2019 - 15h31Presidente falou aos fiéis e reforçou que pretende indicar, para o Supremo Tribunal Federal (STF), um ministro ''terrivelmente evangélico''Ovacionado por um público...
A Procuradoria Regional da República voltou atrás na semana passada e pediu que não seja anulado o processo em que Luiz Inácio Lula da Silva é acusado de corrupção e lavagem de dinheiro no caso do sítio de Atibaia. O Tribunal Regional Federal da 4ª Região, a segunda instância da Operação Lava-Jato de Curitiba, vota, nesta quarta (27/11), se anula a sentença ou se mantém a condenação de 12 anos e 11 meses de prisão contra o petista.
O Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4), a segunda instância da Operação Lava-Jato de Curitiba, decide, nesta quarta-feira (27/11), se anula a sentença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no caso do sítio de Atibaia ou se mantém a condenação de 12 anos e 11 meses de prisão. Os desembargadores João Pedro Gebran Neto, Thompson Flores e Leandro Paulsen, da Oitava Turma Penal, julgarão a apelação criminal em que o petista, condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, contesta a sentença da 13.ª Vara Federal de Curitiba e pede a nulidade do processo.
27/11/2019 - 07h42Arbitrário e irresponsável, Supremo erra até quando acertaO Supremo Tribunal Federal é a vitrine mais reluzente da irresponsabilidade judicial brasileira. Da arbitrariedade...
Com apoio da maioria dos líderes partidários, os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre, (DEM-AP), firmaram nesta terça-feira (26) um acordo para levar adiante a proposta de tramitação mais demorada para retomar a prisão logo após condenação em segunda instância. Uma eventual decisão, assim, fica para 2020.
Em reação à recente declaração do ministro Paulo Guedes (Economia), o presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, disse nesta terça-feira (26) que o AI-5 é incompatível com a democracia. 'O AI-5 é incompatível com a democracia. Não se constrói o futuro com experiências fracassadas do passado', afirmou Toffoli, na manhã desta terça-feira (26), durante o Encontro Nacional do Poder Judiciário em Maceió (AL).
Só podem ser os eflúvios do Natal, e, assim mesmo, para quem acredita em papai Noel. O governador Reinaldo Azambuja falando em consenso para a eleição municipal do ano que vem em Dourados, no que foi endossado pela prefeita Délia Razuk. Nem é preciso fazer muitas conjecturas: basta imaginar a mesma Délia Razuk no palanque do figadal adversário Geraldo Resende que, pelo jeito, voltou a se assanhar com a cadeira dela.
O governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), disse nesta segunda-feira (25) que o partido vai cumprir o acordo e apoiar a candidatura à reeleição do prefeito de Campo Grande, Marcos Trad (PSD). Hoje, o Correio do Estado noticiou que uma resolução da executiva nacional do PSDB 'deve apresentar candidato próprio a prefeito nas eleições de 2020, nos municípios com mais de 100 mil eleitores, naqueles que tenham geração de programa de televisão e nos considerados estratégicos pela Executiva Nacional'.
Sob pressão, o presidente Jair Bolsonaro tenta reforçar a política de combate à pobreza e reduzir as críticas à área social, considerada um gargalo na gestão. Mesmo em um cenário de restrição fiscal, o Palácio do Planalto mobilizou a equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, para ampliar benefícios às famílias de baixa renda. Na ofensiva em busca da conquista do eleitorado do Bolsa Família, o governo apelou ainda ao economista Ricardo Paes de Barros, um dos criadores do programa no mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A decisão do presidente Jair Bolsonaro de criar seu próprio partido, a Aliança pelo Brasil, estimulou um movimento de reposicionamento do PSL no cenário político. Assim que o presidente oficializou seu desembarque, os dirigentes da sigla deram início a uma articulação para atrair nomes que não dialogam com o que chamam de 'direita autoritária' do clã Bolsonaro.
Depois de três dias com seu governo presente, em Dourados, o governador Reinaldo Azambuja está de volta hoje. Na semana passada veio para demarcar o território que os tucanos estão perdendo para os demos, sob forte influência da liderança do vice-governador Murilo Zauith. Hoje, bate ponto de novo na Golden city, na dupla condição de associado de uma cooperativa que inaugura um grande graneleiro e comandante em chefe de tucanos e agregados.
Com a bênção do ex-presidente Lula, a deputada Gleisi Hoffmann (PR) foi reeleita com 71,5% dos votos petistas para mais quatro anos na presidência do PT. Ao avaliar as prioridades do partido, ela reconheceu que é preciso fortalecer a comunicação digital, dominada pela direita. Gleisi admitiu que a comunicação do PT está 'aquém daquilo que nós precisamos'. 'A direita está na nossa frente. Precisamos nos armar nas redes sociais, organizá-las, juntá-las, potencializar os nossos canais', afirmou.
Rompida com Jair Bolsonaro há cerca de um mês, a deputada de primeiro mandato Joice Hasselmann (PSL-SP) e ex-líder do governo no Congresso, agora, descreve o presidente da República que tanto defendeu como alguém que não está à altura do cargo que ocupa. 'Ele é o homem mais importante do país. Mas, às vezes, tem agido como se fosse um vereador. Quando pega o telefone para dizer ao deputado: ‘vem aqui que vou te dar um carguinho para você votar no meu filho na lista de líderes’. Caramba! É para negociar o cargo de líder de um partido, uma coisa pequena quando se compara com um presidente da República eleito com 57 milhões de votos'.
Duas semanas depois de deixar a carceragem da Polícia Federal em Curitiba, onde passou um ano e meio preso, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um longo discurso na abertura do 7.º Congresso Nacional do PT em São Paulo, no qual defendeu a polarização com o governo Jair Bolsonaro, defendeu os feitos dos governos petistas e se recusou a fazer autocrítica em relação aos erros cometidos pelo partido. Segundo Lula, 'um pouco de radicalismo faz bem à nossa alma', embora tenha afirmado que não considera o PT um partido 'radical'.
A maior parte dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) pretende retirar a Unidade de Inteligência Financeira (UIF), ex-Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), do julgamento da Corte que avalia se é necessária autorização judicial para o compartilhamento de dados sigilosos de órgãos de controle com entidades de investigação.
22/11/2019 - 14h54Segundo ex-secretário de Estado que negociou reaproximação entre Washington e Pequim, países estão à beira de guerra fria, mas ainda é possível...
22/11/2019 - 14h33Para o professor Pasquale Cirpo Neto, professor de gramática e colunista da CBN e do sistema Globo, Bolsonaro e Weintraub causam um...
Engana-se quem pensa que é aleatória a constante presença do secretário de Governo Eduardo Riedel, sempre como papagaio de pirata, nas fotos ao lado de Reinaldo Azambuja. Ele estaria na forja, desde já, de olho na cadeira do chefe, ante a possibilidade de Azambuja se desentender com seu vice, Murilo Zauith, que deverá estar governador e candidato à reeleição, quando chegar a hora H. Isto, depois da frustrada tentativa de emplacar Marcelo Miglioli senador, ano passado.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva abre nesta sexta-feira (22) o 7º Congresso Nacional do PT, em São Paulo. Com a bênção do petista, a deputada Gleisi Hoffmann (PR), 54, deve ser reconduzida à presidência do partido para um mandato de quatro anos. Em entrevista à Folha de S.Paulo, a deputada defendeu um discurso radical contra a retirada de direitos e ao que classificou como 'destruição monumental do Estado' sob o governo Jair Bolsonaro.