Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
Discretamente, e com a ajuda do chefe político André Puccinelli, o deputado Renato Câmara tenta recuperar o apoio que perdeu à última hora nas eleições de 2016, do então prefeito Murilo Zauith, para tentar chegar, chegando, em 2020. Naquela ocasião, para evitar a eleição de Geraldo Resende, o time do agora vice-governador recebeu ordens para soltar Renato Câmara ladeira abaixo e concentrar todo peso das máquinas municipal e empresarial em Délia Razuk. Barbosinha que se cuide.
O presidente Donald Trump ordenou o Secretário da Agricultura, Sonny Perdue, a dispensar as restrições de desmatamento impostas, há quase 20 anos, aos 16,7 milhões de acres da Floresta Nacional de Tongass no Alasca, de acordo com três pessoas com informações sobre o assunto, depois de discutir o assunto em particular com o governador do estado a bordo do Air Force One. A medida afetaria mais da metade da maior floresta temperada intacta do mundo, abrindo-a para possíveis projetos de extração de madeira, energia e mineração. Isso prejudicaria uma política abrangente da administração Clinton, conhecida como a 'regra sem estradas' (em inglês, roadless rule), que sobreviveu a décadas de ataques jurídicos.
Com base em apanhado de algumas agências de notícias o Correio do Estado destaca hoje o início do processo de fritura do ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta. Pelo apurado, pior que o indisfarçado interesse de Osmar Terra, que também é médico, de trocar a pasta da Cidadania pela da Saúde é a empreita dos sempre zelosos filhos do presidente, só porque Mandetta estaria se refestelando demais para o governador paulista João Doria, provável adversário de Bolsonaro em 2022.
A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, tem 15 dias para decidir se apresentará denúncia ou pedirá novas investigações contra o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o pai dele, Cesar Maia, vereador pelo mesmo partido e ex-prefeito da capital carioca. Pai e filho são acusados pela Polícia Federal (PF) de corrupção passiva, falsidade ideológica eleitoral, crime também conhecido como Caixa 3, e lavagem de dinheiro. Segundo a PF, eles teriam recebido R$ 1,6 milhão de forma ilegal do grupo Odebrecht entre 2008 e 2014. Parte do repasse declarado como sendo do grupo Petrópolis, da cervejaria Itaipava, e de duas distribuidoras de bebidas. O presidente da Câmara negou as acusações, que afirma esterem baseadas apenas em palavras de delatores, e disse confiar no arquivamento do inquérito.
O presidente francês, Emmanuel Macron, voltou a subir o tom contra Jair Bolsonaro nesta segunda-feira (26), dizendo esperar que 'os brasileiros tenham logo um presidente que se comporte à altura' do cargo. Em entrevista ao lado do presidente chileno Sebastián Piñera, no âmbito da cúpula do G7 (clube dos países ricos), o chefe de Estado francês afirmou que 'é triste' ver ministros brasileiros insultarem líderes estrangeiros.
As eleições municipais ainda nem começaram, mas os dirigentes políticos já estão pensando no pleito de 2022, em que será escolhido o sucessor de Jair Bolsonaro (PSL). Para isso, os partidos de Campo Grande devem usar candidatos “fantoches”, aqueles que não devem se sair bem na urnas a ponto de irem para um possível segundo turno ou mesmo vencerem as eleições, mas podem divulgar os nomes dos seus presidenciáveis, como ocorreu com o Coronel Davi (PSL) nas eleições de 2016, quando ele apareceu em horário eleitoral ao lado de Bolsonaro – na época, apenas um deputado federal polêmico.
'Administrar a crise e ajustar as finanças têm sido um desafio que a maioria das pessoas não imagina a complexidade, mas mesmo com muita gente contra a prefeita tem governado com austeridade'. Deputado Neno Razuk, na Folha de Dourados, informando ter convidado a mãe, prefeita Délia Razuk, para se filiar ao PTB para sair candidata a reeleição. Segundo o site, este é também o desejo do patriarca da família, Roberto Razuk.
Líderes das maiores potências mundiais, reunidos no encontro do G7 em Biarritz, na França, concordaram em ajudar os países atingidos pelas queimadas na Amazônia, anunciou ontem o presidente Emmanuel Macron, anfitrião do evento. Ele ressaltou a necessidade de recuperação das áreas afetadas, “respeitando a soberania” e na busca do reflorestamento. “Há uma convergência real para dizer que todos concordamos em ajudar os países afetados por esses incêndios o mais rápido possível”, disse o francês, autor da proposta de inclusão da Amazônia na pauta do G7, ao lado de assuntos comerciais e de segurança. A reunião termina hoje.
Com seu desprezo pela contribuição dos principais doadores, o governo de Bolsonaro está simplesmente decretando a falência do Fundo Amazônia. E mais, está mostrando que, na prática, realiza sua intenção de retirar o Brasil do Acordo de Paris. Será impossível honrar o compromisso de diminuição das emissões de gases do efeito estufa, que estão ligadas à redução de 80% da taxa de desmatamento da Amazônia.
O comportamento agressivo de Jair Bolsonaro (PSL) ao lidar com a escalada de notícias acerca do desmate e de queimadas na Amazônia gerou um princípio de crise no governo nesta quinta (22). Caberá ao Exército, que se considera guardião da região, dar a principal resposta à opinião pública na crise. Mas foi a ministra Teresa Cristina (Agricultura) que soou o alarme: a rota estabelecida pelo presidente, que chegou a acusar ONGs pelos incêndios e fez piada sobre ser o 'capitão motosserra', levaria o Brasil inexoravelmente à condição de vilão ambiental mundial, e teria implicações econômicas sérias.
Com as queimadas na Amazônia e a forte repercussão internacional para proteger a floresta, países europeus já ameaçam retaliar o Brasil. O presidente francês, Emmanuel Macron, disse que o presidente Jair Bolsonaro mentiu sobre compromissos climáticos e afirmou que será contrário ao acordo entre União Europeia (UE) e Mercosul.
“Podemos ter o nome do Mandetta (Luiz Henrique, ministro da Saúde) governador”. Deputado Barbosinha, pretenso candidato a prefeito de Dourados dos demos, de Murilo Zauith, que também sonha ser candidato a reeleição, a governador, já que até lá terá assumido em definitivo no lugar de Reinaldo Azambuja, que deverá se desincompatibilizar para disputar o Senado. Isto, se o governador não sair antes, dependendo do andamento dos processos da JBS.
O presidente da França, Emannuel Macron, convocou via Twitter os países membros do G7 para discutir as queimadas na Amazônia na cúpula que acontece neste final de semana, em Biarritz, na França. Em postagem na rede social, acompanhada de imagem da floresta em chamas, na tarde desta quinta-feira, Macron lembrou que a Amazônia produz 20% do oxigênio do planeta: 'Nossa casa está queimando. Literalmente. A Floresta Amazônica - os pulmões que produzem 20% do oxigênio do nosso planeta - está em chamas. É uma crise internacional. Membros da Cúpula do G7, vamos discutir em dois dias este tema emergencial!' - diz a postagem.
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) voltou a defender nesta quinta-feira (22) seu direito de intervir na Polícia Federal e disse que, se não puder trocar um superintendente do órgão, pode mudar o diretor-geral. 'Agora há uma onda terrível sobre superintendência. Onze [superintendentes] foram trocados e ninguém falou nada. Sugiro o cara de um estado para ir para lá: 'Está interferindo'. Espera aí. Se eu não posso trocar o superintendente, eu vou trocar o diretor-geral', afirmou.
“É melhor entender as coisas como elas são. O governo extinguiu o Coaf. Não foi uma mera transferência de área. O presidente Bolsonaro está intervindo na Receita. A demissão do chefe da Polícia Federal do Rio não foi por falta de produtividade. O que está acontecendo não é uma afirmação da autoridade, ou do estilo, do presidente, mas sim ingerência em órgãos técnicos por interesses políticos”. Jornalista Míriam Leitão, em O Globo.
O Embraer Phenon 100, adquirido em 2011 pela Itel Informática, atualmente em nome da Mil Tec, e conhecido carinhosamente pelos políticos e empresários investigados na Operação Lama Asfáltica pelo apelido 'Cheio de Charme', é um dos aviões que estão na lista dos jatinhos financiados a juros módicos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) nesta década. O aparelho custou R$ 6,4 milhões, financiado a uma taxa anual fixa de 6,5% ao ano. A informação está em destaque no Portal do jornal Correio do Estado desta quarta-feira.
Deputados do Partido Democrata enviaram nesta terça-feira (20) uma carta ao Departamento de Justiça dos Estados Unidos questionando a colaboração do órgão com o Ministério da Justiça brasileiro, por causa de possíveis abusos da Operação Lava Jato. No documento, endereçado ao secretário de Justiça, William Barr, os 12 deputados se dizem 'preocupados com o envolvimento do Departamento de Justiça em procedimentos jurídicos brasileiros recentes que geraram controvérsia significativa e podem desestabilizar a democracia do país'.
Respeitado por sua implacável perseguição ao crime organizado, o ex-juiz federal Odilon de Oliveira virou joguete nas mãos de políticos inescrupulosos e maquiavélicos. Primeiro, João Leite Schimidt, que usou a fama dele para garantir a reeleição de seu pupilo Dagoberto Nogueira deputado federal. Agora, a família Trad, que tem aversão a douradenses, querendo despachá-lo para aqui ser candidato a prefeito, com isso facilitando a reeleição do caçula Marquinhos em Campo Grande.
Num texto publicado em 2014 em uma revista de direito, o subprocurador da República Antonio Carlos Simões Martins Soares, 68, chamou a democracia de 'um verdadeiro embuste' e disse que a maioria dos meios de comunicação só a defende 'mais por interesses próprios do que por convicção ideológica'. Soares passou a ser apontado nos últimos dias como novo favorito a ser indicado pelo presidente Jair Bolsonaro para ocupar a PGR (Procuradoria Geral da República). Integrantes da categoria dizem que ele é apadrinhado por Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e pelo advogado do senador, Frederick Wassef, mas o subprocurador nega.