Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
03/08/2019 - 08h48Agosto teve início com uma agenda movimentada do governador Reinaldo Azambuja que lançou com o prefeito Marquinhos Trad um extenso calendário em...
O vice-governador Murilo Zauith não é de dar murro na mesa, mas seu enigmático silêncio às vezes vale mais que muitos gritos entre tolos, conforme ensina Salomão lá em Eclesiastes. O mais recente exemplo disso foi uma velada ameaça de rebelião na Câmara Municipal, na tentativa de um pedido de impeachment da prefeita Délia Razuk. Discretamente, Zauith é, hoje, o maior aliado da administração municipal. Tanto pelo muito que vem fazendo quanto pelo que não deixa fazerem em seu nome.
A vigorosa reação da sociedade do Paraguai ao acordo assinado pela Chancelaria do país com a do Brasil em maio, com a imediata ameaça de impeachment do presidente Mario Abdo Martínez, a posição deste de ouvir a insatisfação popular e rever o documento e a subsequente concessão brasileira a Assunção constituem uma antecipação da renegociação do Tratado de Itaipu, prevista para 2023.
02/08/2019 - 18h53Durante entrevista, presidente liga para presidente da Caixa e pede respostaO governo negou qualquer pretensa sinalização de discriminação com o Nordeste, que...
Eleita como prioridade da primeira administração Braz Melo (1989-92) a obra de drenagem do córrego Rego D’Água ficou conhecida como xodozinho do prefeito. Agora, como vice-governador e secretário de Infraestrutura, Murilo Zauith pegou de empreita o término das obras do Aquário do Pantanal, na capital do estado, abandonadas desde o final do governo André Puccinelli. Entre as outras de suas prioridades, claro, está o inadiável recapeamento asfáltico das ruas de Dourados.
O novo chanceler paraguaio, Antonio Rivas Palacios , anunciou nesta quinta-feira o cancelamento da ata diplomática que deflagrou uma grave crise política em Assunção e pôs o presidente Mario Abdo Benítez sob ameaça de impeachment . A decisão foi comunicada formalmente ao embaixador brasileiro em Assunção, Carlos Simas Magalhães, que a referendou em nome do governo Bolsonaro. Na ata, o governo paraguaio havia concordado em pagar mais pela energia da hidrelétrica binacional de Itaipu.
01/08/2019 - 09h19Ex-ministro do STJ vê motivos para enquadrar Bolsonaro em crime de responsabilidade, mas diz que falta clima político e social capaz de...
Impedida de gastar com comunicação já há um ano e meio, por conta dos entraves burocráticos, mas muito provavelmente se espelhando em Jair Bolsonaro, a prefeita Délia Razuk, que andava meio jururu, voltou a mostrar fôlego nas redes sociais. Pelo tanto que tem gastado suas rasteirinhas na periferia, com um new look que inclui uma escova no cabelo, e o alegre discurso à base do “valeu a pena”, dá toda pinta que pode, sim, rever o projeto de reeleição.
O presidente Jair Bolsonaro tem um recado claro: ele não vai mudar. A repercussão negativa, e até críticas de aliados, a suas declarações nos últimos dias, com ataques a governadores do Nordeste e contestação de dados históricos da ditadura militar , estão longe de fazê-lo repensar o próprio comportamento. Em conversa com a jornalista Jussara Soares, do jornal O Globo, Bolsonaro confirma que continuará falando à parcela mais conservadora da população, a primeira a aderir à sua candidatura.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump , elogiou a indicação do filho do presidente Jair Bolsonaro e deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) para a embaixada brasileira em Washington. Questionado pela correspondente da Globonews Raquel Krahenbühl sobre a indicação, Trump foi ao mesmo tempo efusivo e vago, dizendo três vezes que Eduardo era 'fantástico', mas sem explicar o motivo.
Durante mais de três décadas os militares disseram ao país que não tinham documentos, não sabiam dizer onde estavam os desaparecidos políticos, não souberam como morreram os que foram assassinados nos quartéis durante a ditadura militar. Hoje, o presidente Jair Bolsonaro disse o oposto. Primeiro, decidiu brincar com mais um drama humano e dizer ao presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, que sabia como o pai do advogado havia morrido. Depois, criou a sua versão que culpa a esquerda.
Muito mais como jornalista do que como vereadora, já nos estertores de seu breve mandato, faltou à suplente Lia Nogueira seguir a regrinha básica de sua profissão – a do quem? quando? como? onde? e por quê? – na denúncia que fez ontem da tribuna da câmara municipal sobre a nomeação de parentes de vereador aliado na prefeitura de Dourados. “São filhos e até o genro nomeados em cargos de confiança, pagos com dinheiro público, com salários de R$ 2 a R$ 8 mil”. Mas, de quem?
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse na tarde desta segunda (29) que não foram os militares quem desapareceram com o pai do presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Felipe Santa Cruz, durante a ditadura militar (1964-1985). Segundo ele, foram integrantes da própria Ação Popular, grupo de esquerda do qual Fernando Augusto Santa Cruz de Oliveira fazia parte, que desapareceram com ele.
Ao comentar as investigações sobre seu agressor Adélio Bispo de Oliveira, nesta segunda-feira, o presidente Jair Bolsonaro voltou a atacar o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz , com acusações de que seu pai, Fernando Santa Cruz, desaparecido durante a ditadura militar, fazia parte do grupo 'mais sanguinário' do movimento Ação Popular. Bolsonaro questionou a ação da OAB durante o processo para apurar o atentado sofrido em Juiz de Fora (MG), no ano passado, e afirmou que se o presidente da entidade quiser saber sobre a 'verdadeira história' do que aconteceu com seu pai, ele pode contar o que ocorreu.
A decisão do ex-juiz Sergio Moro de divulgar parte da delação do ex-ministro da Fazenda do Governo Lula, Antonio Palocci, dias antes da eleição presidencial teve influência política, segundo mensagens trocadas por procuradores da Operação Lava-Jato. As conversas obtidas pelo Intercept Brasil mostram que o então juiz duvidava de algumas provas apresentadas por Palocci, mas apesar disso, considerava a colaboração do ex-ministro relevante por representar uma quebra dos vínculos entre os petistas.
A um ano do início da campanha para as eleições municipais, o PSL — partido do presidente Jair Bolsonaro — começa a discutir medidas para evitar novos constrangimentos, como as denúncias de uso de candidaturas laranjas e as disputas internas, com integrantes da legenda atacando o próprio governo e votando contra a orientação do Planalto. O presidente Jair Bolsonaro agendou uma reunião com Luciano Bivar, que comanda o PSL nacional, para a próxima quinta-feira, no Palácio do Planalto, para tratar desses temas.
Sem nehuma explicação, militares filmaram palestra de um cientista na Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, SBPC. A palestra era sobre as ações do governo Bolsonaro na área de ciência e tecnologia. Também sem nenhuma explicação, uma reunião do sindicato dos professores de Manaus foi invadida por policiais rodoviários, que sentaram à mesa portando metralhadoras e iniciaram um interrogatório. A ordem veio do Exército brasileiro, disseram os policiais. A reunião tratava dos preparos para as manifestações contra Bolsonaro durante sua visita à cidade.
Presidente da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado, Simone Tebet (MDB-MS), 49, avalia que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) não tem respeitado a Constituição e governou nestes seis primeiros meses como um autocrata. 'Numa democracia não se governa por decreto', disse Tebet em entrevista à Folha de S. Paulo nesta sexta-feira. 'O presidente não tem demonstrado respeito à Constituição, não só quando extrapola estas medidas, mas, principalmente, quando joga a sociedade, através das redes sociais, contra o Congresso.
Não bastasse seu microfone particular, famoso, o que mais usa o da Assembleia Legislativa, Marçal Filho diz que só quer discutir sucessão municipal ano que vem. Concordando com ele, Geraldo Resende, montado na máquina da Saúde, diz que discutir isso agora é um desserviço. Sem microfone e sem máquina, os outros dois pretendentes assembleianos, Barbosinha e Renato Câmara, gastam sola de sapato na periferia, enquanto Délia Razuk fica à espreita, auscultando, nas redes sociais.
A líder do governo no Congresso, deputada Joice Hasselman (PSL-SP), anunciou nesta quinta-feira (25), em seu perfil no Instagram, que o Palácio do Planalto 'estuda aplicar a Lei de Segurança Nacional (LSN)' — da época da ditadura militar — para punir os responsáveis pela invasão de celulares de várias autoridades dos Três Poderes. No post, a parlamentar afirma que 'os criminosos hackearam' o presidente Jair Bolsonaro, os chefes das duas Casas do Congresso, ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ), além da procuradora-geral da República, Raquel Dodge. Em caso de aplicação da Lei 7.170/1983, os quatro presos pela Polícia Federal na terça-feira como suspeitos dos ataques cibernéticos poderão ser enquadrados como terroristas.