Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
O presidente Jair Bolsonaro enviou nesta sexta-feira, para contatos pessoais em um aplicativo de mensagens, um texto de autoria desconhecida que diz que o Brasil é 'ingovernável fora de 'conchavos' O texto, que já circulava nas redes sociais pelo menos desde segunda-feira, remete a pressões sofridas pelo governo.
Aproveitando o desgaste do sistema presidencialista, parlamentares tentam lucrar com a crise e instituir um modelo de governo que empodera ainda mais o Congresso Nacional. O parlamentarismo, sistema rejeitado pela população duas vezes e discutido durante a reforma política proposta pelo ex-presidente Michel Temer, voltou a tomar os corredores do Legislativo. Com as derrotas do governo, o PSDB ressuscitou o tema.
'Sou candidato a reeleição. Meu maior concorrente é Deus. Se Deus avaliar e aprovar minhas atitudes, ele vai me reconduzir”. Prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad, ao Correio do Estado, num perigoso salto alto, falando de sua candidatura a reeleição. Isto, depois de se insinuar para o Democratas e outros partidos, e não obter retorno, ops! A estratégia dos irmãos Trad é espalhar tentáculos por várias siglas visando o monopólio do poder político no estado
O presidente Jair Bolsonaro afirmou na manhã desta quinta-feira que seu filho, o senador Flávio Bolsonaro, está sendo perseguido pelo Ministério Público (MP) através das investigações que apuram possíveis irregularidades financeiras a partir de pistas apontadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf. Para Bolsonaro, o objetivo das investigações e da quebra de sigilo é derrubá-lo.
A bancada da prefeita Délia Razuk na Câmara Municipal acaba de inocentar o vereador Pedro Pepa, xodó do deputado Zé Teixeira, das acusações de envolvimento com a turma da Cifra Negra. Com isso, vai se desenhando um grande abraço de afogados para a sucessão de 2020, com Délia Razuk tentando a reeleição, aliada ao todo encrencado, mas sempre mão aberta Zé Teixeira. Na câmara, com o apoio da bancada que, nesse processo, ficou conhecida como o “bando do Pepa”.
Análise de 600 mil tuítes relacionados aos protestos contra os cortes na educação publicados nesta quarta-feira mostra que as redes sociais 'acordaram' depois que o presidente Jair Bolsonaro , durante viagem aos Estados Unidos, chamou os manifestantes de 'massa de manobra' e ' idiotas úteis, uns imbecis' . Foram registrados atos contra o governo em mais de 200 cidades de todos os estados do país.
O que menos importa no julgamento político que a Câmara Municipal de Dourados está fazendo esta semana é se os vereadores são culpados ou inocentes. Importa o lado dos julgadores. Ontem a bancada de Délia Razuk salvou o pastor Cirilo Ramão. Agora, a bancada majoritária, que condenou Cirilo, deve salvar Idenor Machado e Pedro Pepa. É só uma inversão de placar. O pano de fundo, já, sucessão da própria Délia, ano que vem. E a opinião pública, e o eleitor? Que se lixem!
O decreto que flexibiliza o porte e a posse de armas no Brasil, assinado pelo presidente Jair Bolsonaro, entrou na mira do Ministério Público Federal (MPF). Por meio de uma ação ajuizada na terça-feira (14/5), na 17ª Vara de Justiça Federal, o órgão judiciário pede a suspensão imediata e integral da medida. A ação também solicita da União explicações sobre os fundamentos do decreto.
Ao chegar aos Estados Unidos nesta quarta-feira (15) Jair Bolsonaro afirmou que as manifestações que estão ocorrendo no país em defesa de recursos para a educação são feitas por 'idiotas úteis', classificados pelo presidente como 'militantes' e 'massa de manobra'. Indagado sobre os protestos que acontecem nas capitais e grandes cidades do Brasil, o presidente disse que os alunos que estão nas ruas 'não sabem nem a fórmula da água' e servem de instrumento político para 'uma minoria espertalhona que compõe o núcleo das universidades federais'.
A senadora andrezista Simone Tebet foi eleita a melhor representante da população no Senado em 2018, por um júri do portal Congresso em Foco. Só se for pelo tanto que espinafrou Dilma Rousseff no período do impeachment. Em Dourados, por exemplo, terra de seu suplente Celso Dal Lago, ela nunca pôs os pés depois de eleita, mais ausente, até, que Marisa Serrano, famosa por ter visitado a cidade apenas uma vez quando senadora, e só para tomar um cafezinho numa padaria.
O presidente Jair Bolsonaro decidiu partir para o contra-ataque, após o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), abandonar a articulação política do governo. Bolsonaro usou as redes sociais para pressionar o Congresso a aprovar as reformas governistas. A estratégia é devolver a pressão imposta pelo Centrão ao Palácio do Planalto, entornando o caldo sobre o parlamento e jogando sobre os congressistas a responsabilidade pela geração de emprego e renda.
A Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado aprovou, nesta terça-feira, projeto de lei que obriga presos a pagarem por suas despesas na prisão. O texto segue para a análise do plenário da Casa. De autoria do ex-senador Waldemir Moka (MDB-MS), a proposta altera a Lei de Execução Penal, acrescentando a obrigatoriedade de o peso ressarcir o Estado pelos gastos com a sua 'manutenção no estabelecimento prisional'.
Com três votos até o momento, a Sexta Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) concedeu habeas corpus ao ex-presidente Michel Temer (MDB), que está preso preventivamente em São Paulo desde quinta-feira (9), e determinou sua soltura. Os ministros também mandaram soltar o coronel João Baptista Lima Filho, amigo de Temer desde os anos 1980 apontado como operador de propina do ex-presidente. Falta apenas o voto do ministro Nefi Cordeiro, que não deve alterar o resultado.
Sobre a mesa do presidente da Câmara, Alan Guedes, um calhamaço com a defesa dos vereadores Cirilo Ramão e Pedro Pepa contém uma interrogação que pode fazer toda a diferença na hora do julgamento dos acusados na operação Cifra Negra. Na relação dos retornos de uma das empresas envolvidas, R$ 8 mil para a mesa, sem especificar datas. Só que numa das mesas de legislaturas recentes, quando Idenor Machado era presidente, a vice era ninguém mais ninguém menos que Délia Razuk.
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), foi citado no acordo de colaboração premiada de um dos donos da Gol Linhas Aéreas, Henrique Constantino, como recebedor de 'benefício financeiro' por meio da Associação Brasileira de Empresas Aéreas (Abear). São citados, também como recebedores de valores da Abear, o ex-senador Romero Jucá (MDB-RR), o ex-deputado Vicente Cândido (PT-SP), o senador Ciro Nogueira (PP-PI), além de Marco Maia, Edinho Araújo, Otávio Leite, Bruno Araújo e outros.
Na linha de seu colega de Diário MS Marcos Santos, o colunista social Alfredo Barbara volta a dar uma mãozinha ao Ministério Público hoje, falando da mala preta que viria de Caarapó para socorrer os vereadores encalacrados na operação Cifra Negra, de Dourados. Só faltou dizer que, na verdade, as garoupas seriam pescadas nas águas turvas de uma lagoa de fazenda com nome de santa, mas nada a ver com o famoso padre de Caarapó, cujos feitos não são tão milagrosos assim.
O colunista social Alfredo Barbara dá uma pista interessante hoje a respeito da famosa mala preta que costuma circular em momentos decisivos da política local. A propósito das já não tão iminentes cassações previstas para o Jaguaribe, garante que “tem edil também aguardando algum acontecimento que está para ser tomado (sic) em Caarapó. É de lá que deve vir o argumento final para que os integrantes do bando tomem a decisão”. Nem é preciso ser Sherlock Holmes para sacar.
Para a professora Jamile Borges, o 13 de Maio é resultado de uma historiografia oficial contada a partir da perspectiva dos vencedores, a oligarquia e a classe média brancas, que preferem creditar à princesa Isabel o resultado pela abolição, enquanto o 20 de Novembro, Dia da Consciência Negra, é uma conquista das populações ex-escravizadas, dos libertos. No Brasil, segundo ela, que estudou o comportamento de frequentadores de museus dedicados à diáspora negra no país e nos Estados Unidos, ao lidar com a memória da escravidão há uma tendência a se fazer a musealização da dor, em vez de evocar a resistência.
12/05/2019 - 19h24Na semana passada, a comissão especial da Câmara dos Deputados aprovou a retirada do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) das...