Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
Uma semana depois de anunciar que iria 'despetizar' a Casa Civil, o ministro Onyx Lorenzoni afirmou que o governo deverá fazer um 'revogaço'. Ao chegar para uma reunião com o ministro Paulo Guedes (Economia), ele afirmou que o presidente Jair Bolsonaro pediu aos 22 ministros que eles apresentem uma lista de leis que devem ser revistas.
Com o presidente Bolsonaro falando a todo instante em viés ideológico, não tem como não notar o pendor petista do criador da logomarca do IPTU 2019 da prefeitura comandada pela republicana Délia Razuk. É bater o olho e ver um ‘PT’ em meio a traços que fazem a imaginação do contribuinte ir do que poderia ser um Anel Viário circundando a “metrópole” ao côncavo e ao convexo das cúpulas do Congresso Nacional. Nada mal, para quem está há um ano sem agência de publicidade.
Antonio Hamilton Rossell Mourão, filho do vice-presidente Hamilton Mourão, será assessor especial do presidente do Banco do Brasil. A promoção foi confirmada pela assessoria do banco. Com o novo cargo, ele mais que triplicará seu salário, passando a ganhar R$ 36,3 mil por mês. A nova função equivale a um cargo de executivo.
Em mais um recuo após a má repercussão da ideia, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) fez chegar aos comandantes militares e oficiais generais da cúpula das Forças Armadas a informação de que não haverá nenhuma base americana instalada no Brasil durante seu mandato.
08/01/2019 - 07h19Objetivo é levar a disputa para segundo turno e pleitear espaços em comissões e relatorias de projetos. Apoio do PSL complicou Maia...
08/01/2019 - 07h15Levantamento feito pela Tendências Consultoria Integrada mostra que somente Mato Grosso do Sul e outros cinco estados (Pará, Roraima, Mato Grosso, Santa...
Depois de dizer, durante a campanha eleitoral, que Jair Bolsonaro não tinha condições de governar nem a cidade de Jaraguari, o deputado Dagoberto Nogueira começa a mudar de ideia. Já admite que o novo presidente não terá problemas em governar, pelo menos nos primeiros seis meses. Mas, notável adepto do toma lá, dá cá, adianta que tudo vai depender da conversa com os partidos, garantindo que o seu, o PDT, por ele visto como de esquerda, não vai fazer oposição raivosa.
Pouco mais de uma semana após tomar posse, o presidente Jair Bolsonaro convoca a segunda reunião ministerial de seu governo. Na pauta, estão os passos que serão dados pela equipe nas próximas semanas. Cada ministro presente ao encontro vai apresentar uma série de medidas que podem ser tomadas de imediato. O foco principal é a reforma da Previdência, que envolve o Ministério da Economia e a articulação da Casa Civil com o Congresso Nacional. São esperadas, no entanto, outras pautas econômicas e de segurança pública. Ao fim da reunião, deve ser apresentada uma lista com 50 prioridades a serem seguidas.
O presidente Jair Bolsonaro disse que a transparência será marca de seu governo e reforçou a missão aos novos dirigentes de bancos estatais que assumiram hoje (7) o comando do Banco do Brasil, da Caixa Econômica e do BNDES. Segundo ele, essa tarefa terá que abranger inclusive atos do passado promovidos pelos 'amigos do rei' dentro destas instituições.
A quem o apresentador Fausto Silva, da TV Globo, se referia quando disse a seguinte frase em seu programa nesse domingo: 'O imbecil que ‘tá’ lá e não devia ‘tá’, pode ser até honesto, mas é um idiota que ‘tá’ ferrando todo mundo. Você paga imposto, e o que recebe? Vamos ver se estes novos ares vão mudar. Vamos ver. Tem de rezar para dar certo, não adianta rezar para dar errado'?
Horas antes de dar posse hoje (7), em solenidade no Palácio do Planalto, aos dirigentes do Banco do Brasil, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Caixa Econômica Federal, o presidente Jair Bolsonaro disse que a caixa-preta de diversos órgãos começou a ser aberta. Na sua conta pessoal do Twitter, Bolsonaro afirmou que 'muitos contratos foram desfeitos e serão expostos'.
07/01/2019 - 08h32Integrantes da área protelaram parecer sobre prorrogação de subsídios e agravaram bate-cabeça sobre IOFO anúncio feito pelo ministro da Casa Civil, Onyx...
[RESUMO] Para autor, novo governo se estrutura a partir de uma linguagem, dotada de formas próprias de classificação das coisas, com quatro núcleos: rejeição ao contraditório, horror à mediação, atitude antiglobalista e desprezo pela liberdade política e cultural experimentada pelo país nos últimos 30 anos.
“A semana termina com as primeiras perplexidades do novo governo. E sobraram perplexidades. A começar pela farra dos suplentes assumindo 30 dias de mandato em pleno recesso, passando pelas lições de figurino infantil da ministra, chegando ao anúncio e desanúncio de medidas econômicas”. Guilherme Filho, jornalista das antigas, com a visão privilegiada de quem sempre viu governos por dentro, tentando recomeçar, no Face, depois da desgraceira que abateu o chefe André Puccinelli.
“Retransmissoras de TVs seguem como trampolim para quem deseja atingir objetivos pessoais. A partir desta segunda-feira, às 17h50, a TVi abre espaço para Keliana Fernandes à frente do ‘Brasil Urgente’, segunda edição. Com tiques policialescos do baixo clero da audiência”. Da coluna “De olho na TV”, do jornalista Reinaldo Rosa, no Campo Grande News. Será que vai ter um link da TV Interativa para um “alô você” especial ao plenário da Assembleia Legislativa?
04/01/2019 - 14h49Secretário especial de Assuntos Fundiários afirmou que a Justiça pode ter sido induzida a errosO governo do presidente Jair Bolsonaro prepara uma...
Após declarar apoio à candidatura de Rodrigo Maia (DEM-RJ) à presidência da Câmara dos Deputados, o PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, tenta construir uma estratégia para evitar que Renan Calheiros (MDB-AL) volte a presidir o Senado. O emedebista, que apoiou Fernando Haddad (PT) na eleição presidencial, é considerado nome 'hostil' ao novo governo por aliados de Bolsonaro. Renan tem o apoio de parte da bancada petista na Casa. O governo precisará do apoio dos comandos da Câmara e do Senado para aprovar medidas como a reforma da Previdência.
Bolsonaro nem esquentou o banco do Planalto, Reinaldo Azambuja a mesma coisa no segundo mandato, mas, dependendo do que fizerem nos próximos dois anos, já são quatro os potenciais candidatos ao governo do MS em 22. Além de Marquinhos Trad, desde que reeleito prefeito em Campo Grande, o vice-governador Murilo Zauith, que poderá estar governador, buscando a reeleição, e os ministros bolsonarianos Henrique Mandetta e Tereza Cristina. Isto, se o PT não ressuscitar até lá, claro.
O ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou nesta quinta-feira (3) que o governo identificou 'uma movimentação incomum de exonerações e nomeações e recursos destinados a ministérios' no apagar das luzes da gestão Michel Temer (MDB) e quer a revisão delas. Após o encontro de Bolsonaro e do vice-presidente, general Hamilton Mourão, com os 22 novos ministros, nenhuma medida concreta foi anunciada.
Alçado ao comando do ministério da Justiça nesta quarta-feira, o ex-juiz Sergio Moro quer contar com a expertise de procuradores e promotores dos Ministérios Públicos estaduais no combate ao crime organizado e a facções criminosas que atuam de dentro dos presídios. Para isto, o ministro e representantes do MP já articulam formas de integrar a pasta da Justiça aos procuradores e promotores por meio de 'canais eficientes' de troca de inteligência e informações.