Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, colocou em dúvida, nesta segunda-feira (30), a lisura do processo eleitoral de outubro. 'As eleições, de qualquer forma, estão sob suspeição', disse ele, durante entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura. O argumento, segundo ele, é que o sistema eletrônico de votação é suscetível a fraudes. Ele criticou decisão do STF de anular dispositivo da lei eleitoral que previa a impressão do voto, após pedido da procuradora-geral da República, Raquel Dodge.
No auge de seu poder André Puccinelli sempre usou a família para despistar sobre seus projetos políticos, dizendo que preferia cuidar dos netos a disputar o Senado ou, depois, voltar ao governo. Agora, preso, em companhia do filho, a família sai em seu socorro. Primeiro a filha, numa rede social, pedindo fé aos eleitores. Depois uma netinha, dizendo que não quer ficar sem o avô e desejando que ela seja muito feliz. Falta mandar um alôzinho às suas excelências, os juízes.
O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, foi nesta manhã (30), visitar o ex-governador André Puccinelli (MDB), que está preso no Centro de Triagem Anísio Lima desde o dia 20 de julho. Ele contou que o ex-governador resolveu deixar a candidatura, por entender que este era o 'fator preponderante' para continuar preso, ter seu pedido de habeas corpus aceito pela Justiça. Após dois pedidos frustrados, no Tribunal Regional Federal da 3ª Região, sediado em São Paulo, e no STJ (Superior Tribunal de Justiça), a defesa estuda outros caminhos, como a ida ao STF (Supremo Tribunal Federal), para tentar a liberdade de Puccinelli e do filho dele, o advogado André Puccinelli Junior, além do advogado João Paulo Calves.
Para o deputado estadual George Takimoto, agora candidato a federal, nada muda com a substituição de André Puccinelli por Simone Tebet como candidata a governadora pelo MDB, mesmo diante da possibilidade de o ex-governador também disputar uma vaga para deputado federal. Se antes sua previsão era de ser o mais votado da legenda, com este plano B ele ficaria com a segunda vaga emedebista, ante a estratégia de vitimização de Puccinelli para ser o grande puxador de votos.
Dos 27 senadores que ainda têm mandato a cumprir até 2023, mais da metade (14) pretende disputar o governo de seus respectivos estados, deixando o cargo no meio do caminho na hipótese de sucesso nas urnas. Este é um dos dados do levantamento que o site Congresso em Foco tem levado a público nos últimos dias, com base em consultas aos próprios parlamentares e a comandos de campanha de partidos com representação no Senado.
A candidatura, agora, da senadora Simone Tebet ao governo do Estado em substituição a André Puccinelli reacende a chama da esperança douradense por uma representação no Senado da República. Fato que, aliás, pode ter sido levado em consideração pelo próprio André na hora da escolha de sua substituta, já que a possibilidade – nunca antes tão concreta – de o empresário Celso Dal Lago virar senador pode agregar eleitoralmente para a candidata emedebista.
A senadora Simone Tebet (MDB) disse que o pedido para substituir o ex-governador André Puccinelli (MDB) nas urnas, na disputa pelo Executivo Estadual, partiu dele próprio, no sábado (28), durante uma visita da parlamentar ao Centro de Triagem, localizado em Campo Grande. Segundo Tebet, André fez um apelo pessoal.
29/07/2018 - 13h25Dizem que estão se unindo contra Bolsonaro, mas isso não é verdade. Estão se unindo contra as nossas ideias"Coautora da peça jurídica...
A ordem saiu de dentro do presídio, na manhã deste domingo. Vendo diminuírem suas chances de voltar ao governo depois de uma semana encarcerado, André Puccinelli teria aceitado jogar a toalha, mas impondo uma condição: a de que a senadora Simone Tebet seja a sua substituta. É a única chance que ele vê de, pelo menos, dar uma sobrevida ao MDB, elegendo quem sabe um ou dois deputados federais e uma bancada na Assembleia Legislativa.
“Impressionante: À esquerda, ao centro e à direita, nunca vi tanta gente que se diz honesta, anunciando voto em presidiário, ladrão e corrupto”. Antônio Carlos Nantes de Oliveira, em sua página no Facebook. Um dos mais combativos representantes que o estado já teve no Congresso Nacional, Antônio Carlos foi demitido da SUDECO, pelo ministro Carlos Marun (andrezista de carteirinha e maior defensor de Eduardo Cunha) só porque ousou falar em ser candidato a presidente pelo MDB.
No comando da Presidência da República desde 2016, com a ascensão de Michel Temer ao Planalto, o MDB deve perder força nos estados nas eleições deste ano e pode eleger o menor número de governadores de sua história. Ao todo, o partido terá 11 candidatos a governador —número mais baixo desde 1982. Mas apenas dois deles entram na disputa como favoritos, amparados por grandes alianças: Renan Filho (AL) e Helder Barbalho (PA).
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Assim que apresentar o registro de candidatura ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), previsto para 15 de agosto, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai encontrar uma Corte mais rígida para analisar o caso. Isso porque o atual presidente do TSE, ministro Luiz Fux, deixa a presidência um dia antes. No lugar dele, assume a ministra Rosa Weber, que já votou contra um habeas corpus apresentado pela defesa do petista no Supremo Tribunal Federal. Mas esta não é a única mudança na Corte eleitoral. O ministro Edson Fachin vai ocupar uma cadeira entre os titulares.
A edição desta semana da revista digital Crusoé afirma que o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), recebe uma mesada de R$ 100 mil de sua mulher, a advogada Roberta Maria Rangel. Os repasses, segundo a reportagem, saem de uma conta de Roberta no banco Itaú com destino a outra mantida em nome do casal no banco Mercantil do Brasil.
“O governo foi truculento ao aprovar essa reforma. No meu governo vamos minimizar o impacto dessa reforma, conversando com os servidores, será nossa prioridade”, Humberto Amaducci, cricitando a reforma da previdência de Reinaldo Azambuja, ao oficializar sua candidatura ao governo do estado pelo PT, na manhã deste sábado em Campo Grande. O petista afirmou que os baixos números nas primeiras pesquisas de intenção de votos começarão a ser revertidos a partir de agora.
O ministro Humberto Martins, vice-presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), negou nesta sexta-feira (27) pedido de liminar para liberação do ex-governador André Puccinelli (MDB) e dos advogados André Puccinelli Junior e João Paulo Calves. A negativa atende a pedido a defesa dos três, que já havia sido rejeitado, também liminarmente, pelo desembargador Maurício Kato, do TRF-3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região).
O MPF (Ministério Público Federal) acusa o pré-candidato ao Governo de Mato Grosso do Sul, Odilon de Oliveira (PDT) de campanha antecipada e foi à Justiça contra ele e o partido pedindo multa de R$ 750 mil. Para a Procuradoria, a instalação de 33 outdoors na cidade configura crime eleitoral. A acusação cita a peça publicitária na qual a imagem do candidato está em destaque junto ao texto 'Vem Comigo! 11 de Novembro – Filiação do Juiz Odilon', veiculada em outubro e novembro do ano passado.
Não é porque o demo Murilo Zauith jogou a toalha que os douradenses vão perder a esperança de, enfim, elegerem seu senador, já em 2018. Com um belo currículo, incluindo MBA em Direito Empresarial na Fundação Getúlio Vargas e passagem por Harvard, a advogada Soraya Thronicke é candidata senadora. Pelo PSL, com Jair Bolsonaro. Em suas apresentações nas emissoras de rádio ela, que mora e trabalha em Campo Grande, faz questão de informar que nasceu em Dourados.