Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, publicou uma nota em sua conta na rede social nesta quinta-feira (13/9) divulgando a intenção da empresa de “evitar a interferência eleitoral' e combater a desinformação advinda de contas falsas. A postagem 'Preparando-se para as eleições' é a primeira declaração de uma série que o CEO prepara para publicar nos próximos dias.
O governador Reinaldo Azambuja escapou, por ora, da prisão, mas está proibido pelo ministro Felix Fischer, do STJ, de se comunicar com os demais envolvidos na Operação Vostok por um período de trinta dias. Além de não poder visitar o filho Rodrigo na cadeia, não poderá participar da campanha (se é que vai ter campanha, ainda) de um de seus maiores aliados, o candidato a reeleição Zé Teixeira, também preso na mesma operação, acusado de fornecimento de notas frias à JBS.
A Policia Federal pretende abrir uma nova frente de investigação sobre as circunstâncias em que ocorreu o atentado contra o candidato a presidente da República Jair Bolsonaro, que foi esfaqueado quinta-feira (6/7), durante um ato de campanha, em Juiz de Fora (Zona da Mata). Conforme o Jornal O Globo, a nova linha de investigação tem como subsídios a localização pela PF de cartão de crédito internacional e extratos de contas bancárias de Adelio Bispo de Oliveira, de 40 anos, autor confesso do atentado contra o presidenciável do PSL e que está preso preventivamente em um presídio federal no Mato Grosso do Sul.
O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) disse estranhar o fato da Operação Vostok, que apura denúncia de pagamento de propinas por meio de notas frias, ter sido deflagrada há cerca de 20 dias das eleições. Além disso, considerou que a ação ocorreu 'de forma intempestiva e midiática' e 'sem a ocorrência de nenhum fato novo'.
Em meio à tensão da operação Vostok, apertado pela jornalista Bruna Mendes, na série de entrevistas da TV Morena com os candidatos ao governo do estado, o juiz Odilon de Oliveira tentou explicar suas relações com contraventores. Candidamente, mas sem conseguir disfarçar o nervosismo, disse que conhece, sim, o chefão Jamil Namme, mas que é apenas vizinho do bicheiro há 25 anos. O jornalista Laureano Secundo, piadista de plantão do Facebook, perdeu a melhor do dia.
A lista dos 14 alvos da operação Vostok, deflagrada nesta quarta-feira (dia 12), tem Rodrigo Souza e Silva (filho do governador Reinaldo Azambuja); o deputado estadual José Roberto Teixeira, o Zé Teixeira (DEM); o conselheiro do TCE (Tribunal de Contas do Estado), Márcio Monteiro; o pecuarista Ivanildo Miranda, conhecido por ser delator do ex-governador André Puccinelli na Lama Asfáltica; além de ex-prefeitos e pecuarista.
O deputado Zé Teixeira, preso na manhã de hoje pela PF por envolvimento num grande esquema de sonegação fiscal, faz parte da coligação “Avançar com responsabilidade I”, que deveria eleger o maior número de deputados estaduais nessas eleições. Ele disputava uma vaga com Barbosinha, Dione Hashioka, Enelvo Feline, Felipe Orro, Mara Caseiro, Maurício Picarelli, Onevan de Matos, Paulo Corrêa, Professor Rinaldo e Marçal Filho, que, assim, vê aumentarem suas chances de eleição.
A Polícia Federal prendeu, na manhã desta quarta-feira (12), o deputado estadual Zé Teixeira (DEM), em um hotel em Campo Grande. Ele é investigado na Operação Vostok, deflagrada com o objetivo de combater um esquema de pagamento de propina para políticos de Mato Grosso do Sul.
12/09/2018 - 7h11Governador é investigado por esquema de corrupção, com base em delações da JBSA Polícia Federal deflagrou nesta quarta (12) operação contra suposto...
O PT oficializou na tarde desta terça-feira (11/9) a candidatura do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad na disputa ao Planalto, em substituição ao nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva — impedido de concorrer pela Lei da Ficha Limpa. A chapa conta agora com Manuela D'ávila (PCdoB) como vice. O partido tinha até 17h para fazer a troca ou ficaria sem postulante à Presidência da República nas eleições de outubro, depois de decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O ex-deputado cassado Eduardo Cunha (MDB-RJ) perdeu a liberdade, mas não o poder. Pelo menos em seu partido. Preso desde outubro de 2016 em Curitiba, o ex-presidente da Câmara prepara da cadeia a sua sucessora em Brasília, a publicitária Danielle Dytz Cunha, sua filha mais velha. Estreante nas urnas, Danielle lidera a disputa pelos recursos públicos do fundo eleitoral entre os 19 candidatos a deputado federal pelo partido no Rio de Janeiro (veja lista de repasses ao final da reportagem).
O ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB) foi preso nesta terça-feira, em Curitiba, em novas ações da Operação Lava-Jato e do Ministério Público do estado. A mulher do tucano, Fernanda Richa, e seu ex-chefe de gabinete no estado Deonlison Roldo, também foram detidos. Candidato ao Senado pelo PSDB no Paraná, Richa foi alvo de duas operações nesta terça-feira. Como parte da 53ª fase da Lava-Jato, que investiga o suposto pagamento de propina da Odebrecht em obras viárias do Paraná, policiais federais cumpriram um mandado de busca e apreensão no apartamento do ex-governador, mas não pediram sua prisão.
A prisão, na manhã desta terça-feira, do ex-governador e candidato a senador do Paraná, Beto Richa, volta a preocupar os tucanos Brasil afora. Começando por Geraldo Alckmin, o presidenciável que patina nas pesquisas eleitorais, passando por Reinaldo Azambuja, tido como praticamente reeleito para o governo do Mato Grosso do Sul. Vingança maligna de André Puccinelli? Pelo sim, pelo não, a luz amarela voltou a acender no Parque dos Poderes, em Campo Grande.
A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Rosa Weber, enviou o recurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Supremo Tribunal Federal (STF). A defesa do político questiona a decisão do tribunal eleitoral de barrar o petista nas eleições com base na Lei da Ficha Limpa. Lula foi considerado inelegível em razão da condenação em segunda instância no caso do tríplex do Guarujá. Rosa Weber manteve a validade do veto à candidatura até o STF deliberar a respeito. A ministra negou o pedido do PT para estender o prazo para a substituição de Lula na chapa que concorre à Presidência.
A ex-secretária de Educação Denise Portolan assume esta semana a cadeira deixada pelo vereador Braz Melo na Câmara Municipal. O ex-prefeito foi defenestrado por conta da perda dos direitos políticos, consequência da condenação transitada em julgado no processo do famoso escândalo do leite da administração de seu antecessor Humberto Teixeira. Ruim para a prefeita Délia Razuk, que vê uma desafeta assumindo o lugar de um aliado.
Aos 55 anos, João Dionísio Filgueira Barreto Amoêdo é um homem de números e cálculos. R$ 425.066.485,46 de bens, dois cursos universitários — incluindo engenharia civil, que tem a matemática como princípio —, mais de dois milhões de likes e seis ironmans, a modalidade de triatlo com 3,8km de natação, 180km de ciclismo e 42km de corrida. Pode-se elencar outras cifras ou contas, a partir de patrimônio, gastos financeiros de campanha, milhas acumuladas, impulsionamentos nas redes sociais ou tempos de provas, mas o mais importante para Amoêdo, neste momento, são os votos que terá no primeiro turno da eleição presidencial como candidato do Partido Novo.
Os candidatos à Presidência têm dividido os holofotes com seus assessores econômicos, de uma maneira incomum pelo menos desde 2002. O grupo tem pouco apelo popular e abusa de uma linguagem incompreensível ao eleitor comum, mas é visto sobretudo por empresários e pelo mercado financeiro como a chave para entender a forma como o nó econômico será desatado pelo próximo governo.
Após um dia de interrupção nas campanhas em solidariedade a Jair Bolsonaro, os demais candidatos à Presidência retomam neste sábado suas atividades com discurso de necessidade de paz e diálogo para o resto da campanha. Alguns, como o tucano Geraldo Alckmin, farão referências diretas ao episódio com o candidato do PSL.
O atentado contra Jair Bolsonaro (PSL) desarranjou a estratégia de campanha presidencial de Geraldo Alckmin (PSDB). Agora, o partido terá de fazer aposta de risco para o mês final da campanha do primeiro turno. A questão central é: a presença de Bolsonaro no segundo turno é uma certeza, como vários caciques do partido já diziam na noite de quinta (6)?
07/09/2018 - 14h24Jungmann diz que candidato foi alertado e se expôs a riscos em ato de campanhaEsvaziada politicamente, a parada do Sete de Setembro...