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sexta-feira, junho 19, 2026

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O alto custo que o Brasil paga para manter Temer

Quanto custa ao país manter o presidente Michel Temer no cargo? A conta está ficando imensa pela soma da paralisia decisória em questões-chave, o abandono das reformas econômicas, os gastos aprovados, e as medidas que o governo tem adotado para fazer a vontade dos grupos de interesse e assim vencer uma a uma as denúncias que pesam contra ele.

Caça-fantasmas

Olha só que interessante a operação pente-fino que o prefeito Marquinhos Trad está fazendo em Campo Grande para, por meio de um programa de computador, corrigir distorções na folha de pagamento do funcionalismo. Tudo bem que um servicinho caro – R$ 5,1 milhões, por noves meses – mas se conseguir rastrear também apaniguados como os que alguns secretários agora resolveram ‘esconder’, até da prefeita Délia Razuk!, em Dourados, pode ser um grande negócio.

Tasso Jereissati diz que Aécio ‘não tem condições’ de presidir PSDB

O senador Tasso Jereissati (CE), defendeu nesta quarta-feira (18) a renúncia definitiva de Aécio Neves à presidência do partido. Ao chegar ao Congresso, ele disse que o mineiro 'não tem condições' de permanecer no posto.

Governo avalia que vitória de Aécio dará força a Temer na Câmara

BRASÍLIA — Após a maioria do Senado decidir que Aécio Neves poderá retomar o mandato, contrariando decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), interlocutores do Palácio do Planalto avaliaram que a vitória do tucano dará força ao presidente Michel Temer no plenário da Câmara, onde enfrentará a denúncia por obstrução de Justiça e organização criminosa. Segundo essas avaliações, o placar pró-Aécio mostra que a ala do PSDB que ele controla ainda é forte, e que o apoio do PMDB para que o senador voltasse ao mandato, muito evidente nos discursos feitos no Senado, 'será retribuído'.

Corporativismo

Os três senadores de Mato Grosso do Sul fizeram valer o corporativismo e votaram pela restauração do mandato do colega mineiro Aécio Neves, suspenso pelo STF depois do escandaloso empréstimo de R$ 2 milhões na ‘lojinha’ dos irmãos Batista, do JBS. Com mandato até 2022, Simone Tebet é a que tem menos a perder, embora pesquisa do Ipems divulgada hoje mostre que fazendo ou não média com o eleitor as vaquinhas de Pedro Chaves e Waldemir Moka já foram pro brejo.

Randolfe chama Marun de ‘lambe botas’ de Temer

BRASÍLIA - O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) chamou o relator da CPI da JBS, deputado Carlos Marun (PMDB-MS), de 'lambe botas' do presidente Michel Temer e foi chamado pelo peemedebista de 'vira-lata da banda podre do Ministério Público. O bate-boca entre os dois ocorreu nesta terça-feira, durante o depoimento do procurador Ângelo Goulart Villela, que chegou a ser preso durante a delação dos executivos do grupo da JBS.

Missão a Garcia

A missão que a prefeita Délia Razuk deu ontem a seu vice, Marisvaldo Zeuli, para compor a comissão (toc, toc, toc!) criada para discutir os detalhes do tão decantado ramal ferroviário para o Paraná lembra a nomeação do então vice-governador Braz Melo, pelo governador Wilson Martins, para cuidar do Mercosul. Claro que os motivos de Délia devem ser outros, até porque não se têm notícias, ainda, de nenhum tipo de conspiração por parte de seu discretíssimo vice.

Ferrovia ligando Dourados ao Paraná ganha fortes aliados após Consulta

17/10/2017 - 11h52Após a última Consulta Pública da série, organizada pela Ferroeste, em conjunto com o Governo do Paraná, na noite desta segunda-feira (16),...

PSDB tenta manobra jurídica para livrar Aécio

BRASÍLIA — Com quórum prejudicado e incerteza de maioria pró-Aécio Neves, o PSDB vai recorrer a estratégias jurídicas para questionar, na sessão prevista para esta terça-feira, a validade da decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que decretou o afastamento do mandato e a reclusão noturna do senador tucano. Há um entendimento entre aliados de Aécio de que ficariam nulas ações tomadas antes de o plenário do STF ter decidido que medidas cautelares contra parlamentares devem ser submetidas ao aval do Congresso.

Cavalo paraguaio

Tá certo que é só um aperitivo do Ipems, que tudo pode virar de cabeça para baixo, pelo menos no que diz respeito a Reinaldo Azambuja e seu antecessor André Puccinelli (o mais assanhado por um retorno, ops! ao Parque dos Poderes). Mas foi posar ao lado de figuras como o ex-petista Biffi e o dilmista Dagoberto Nogueira e o Juiz Federal Odilon de Oliveira já começa a experimentar índices decrescentes nas intenções de votos. Os números estão no CE desta terça-feira.

Temer usa Cunha ao se defender em carta de ‘conspiração’ para tirá-lo do cargo

BRASÍLIA - O presidente Michel Temer encaminhou, nesta segunda-feira, uma carta aos deputados e senadores do Legislativo na qual diz ser vítima, desde maio, de 'torpezas e vilezas' e que, apesar de 'jamais' ter acreditado haver uma conspiração para o retirar do cargo de presidente da República, agora enxerga esses fatos como 'incontestáveis'. Um dos argumentos utilizados pelo presidente é uma entrevista concedida pelo ex-deputado Eduardo Cunha à revista Época.

Delação de Lúcio Funaro complica Temer e o PMDB

A delação premiada do doleiro Lúcio Bolonha Funaro, tratado como operador de propina para políticos do PMDB e ligado ao deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), atingiu não apenas o presidente Michel Temer, mas também outros políticos, como o próprio Cunha e até o presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio, Jorge Picciani (PMDB-RJ). Confira os principais trechos dos depoimentos do doleiro, que precisará pagar multa de R$ 45 milhões e cuprir dois anos de prisão em regime fechado.

Mesmo com decisão do STF retorno de Aécio é incerto

BRASÍLIA — A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de que cabe ao Congresso confirmar ou não a execução de medidas cautelares que afetem o mandato de parlamentares devolveu o caso Aécio Neves (PSDB-MG) para as mãos dos senadores. Mas a situação do tucano se deteriorou desde o dia em que a Primeira Turma da Corte decretou seu afastamento do mandato e recolhimento noturno. Naquele último 26 de setembro, Aécio contava com confortável maioria a seu favor, incluindo o apoio explícito do PT. Agora o partido oposicionista diz que não manterá o apoio ao tucano, pois só votou ao lado do PSDB em prol de um princípio: o de que cabe ao Congresso deliberar sobre mandatos parlamentares.

Desenxabido

O ex-juiz federal Odilon de Oliveira não poderia ter escolhido pior momento para sua estreia na política. Às vésperas de um feriadão, sem plateia, numa saleta do diretório do PDT, com presenças mais que incômodas da política nacional, como o controverso presidente Carlos Lupi, aquele do “eu te amo Dilma”, o deputado rabo-de-cavalo Dagoberto Nogueira, além do ex-petista Biffi. Uma triste constatação do quão decaído anda o presidente pedetista Leite Schmidt.

Parlamentares querem mudar Constituição e monopolizar poder de suspender mandatos

Na esteira da decisão, ontem (quarta, 11), do Supremo Tribunal Federal (STF) a respeito de afastamento e demais medidas cautelares para congressistas sob suspeita, senadores já articulam alterações na Constituição de maneira a assegurar, de uma vez por todas e sem margem para interpretação diversa, a palavra final sobre afastamento e outras restrições extremas sobre o mandato parlamentar. Lideranças ouvidas pelo site Congresso em Foco querem evitar impasses como o verificado no voto da ministra Cármen Lúcia, presidente do STF, que acompanhou entendimento de que a corte pode, sim, aplicar punições como proibição de viagem ao exterior e recolhimento domiciliar noturno – mas, por outro lado, que cabe ao Congresso resolver a questão definitivamente quando se trata de suspensão da atividade parlamentar.

O bicho vai pegar

Caso não haja uma solução negociada entre a prefeitura, a câmara municipal e o Ministério Público a prefeita Délia Razuk ainda vai tentar resolver o impasse do PCCR via judiciário. Senão, só cortando a própria carne, ou seja, demissão em massa, começando por comissionados, passando por contratados até chegar aos concursados em estágio probatório. E aí não tem pra ninguém, vão pro pau os adversários até agora tolerados e até os companheiros, os gasparzinhos inclusive.

STF dá ao Congresso a palavra final sobre afastamento de parlamentares

BRASÍLIA — O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta quarta-feira, por 6 votos a 5, que o Congresso precisa dar aval a medidas cautelares que afetem o mandato parlamentar. A decisão terá repercussão sobre o caso do senador Aécio Neves (PSDB-MG). Na prática, o Senado votará se o tucano deve permanecer afastado do mandato e em recolhimento domiciliar noturno, como determinou a Primeira Turma do Supremo. O voto decisivo, a favor do aval do Congresso, foi dado pela presidente do Supremo, ministra Cármen Lúcia.

Mato Grosso do Sul é um Estado à frente do tempo

De 1979 até 2017 Mato Grosso do Sul deu uma guinada de 180 graus no perfil da economia, fazendo a transposição da bovinocultura para o agronegócio. Com o reposicionamento das atividades agrícola e pecuária, Mato Grosso do Sul partiu para o salto da industrialização, chegando em 2017 como uma das 20 principais economias do País. Essa é a avaliação do governador Reinaldo Azambuja, destacando que os avanços na economia, em razão da expansão industrial, permitiram que Mato Grosso do Sul fosse incluído no grupo dos 11 estados mais competitivos. E a consequência mais benéfica é o desenvolvimento social, comprovado pelos diversos indicadores, como o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

Lula diz que está ‘lascado’, mas que ainda tem força como cabo eleitoral

Com a possibilidade de uma condenação impedir sua candidatura em 2018, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez, nesta segunda (9), um discurso inflamado contra a Lava Jato, no qual disse saber que está 'lascado', exigiu um pedido de desculpas do juiz Sergio Moro e afirmou que, mesmo fora da disputa pelo Planalto, será um cabo eleitoral expressivo para a sucessão de Michel Temer.

Um choque de realidade às pretensões de Doria

SÃO PAULO - Postada à exaustão em redes sociais como mote de seu exercício à frente da prefeitura, a hashtag #joaotrabalhador parece não ter aderido totalmente ao prefeito João Doria. Pesquisa Datafolha divulgada ontem mostra que o engajamento cada vez maior dele nas plataformas digitais acontece em ritmo inverso à sua popularidade fora dos ambientes virtuais, que caiu nove pontos percentuais, de 41% para 32%. Se pode assustar o prefeito, os números acendem um sinal amarelo para a figura do presidenciável, aspiração até então ameaçada apenas pela disputa interna no PSDB com Geraldo Alckmin, mas que passa a ter uma observação desconfiada do paulistano.
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