19 C
Dourados
domingo, outubro 4, 2026

Últimas Notícias

Acordo bilionário é “conluio” entre a Lava Jato e os EUA para prejudicar a Petrobras

Em nota divulgada nesta sexta-feira, o PT criticou duramente o acordo de quase US$ 3 bilhões feito pela Petrobras nos Estados Unidos para ressarcir investidores estrangeiros por perdas com a corrupção na estatal. O partido acusa a Operação Lava Jato de participar de um 'conluio' com o governo e empresas norte-americanas para prejudicar a companhia.

Secou a teta

O governo federal está anunciando o cancelamento de 346 mil cadastros do programa Bolsa Família, uma das maiores fontes de corrupção da era lulo-petista. Um rombo de 1 bilhão e 300 milhões nos cofres públicos, com o compadrio da companheirada para beneficiários indevidos. Em Dourados, a secretária da Assistência Social, Ledi Ferla, um dos ícones desse sistema, não vai pagar pra ver. Depois de perpassar três administrações ela, finalmente, estaria demissionária.

Moreira Franco tenta limpar ‘titica’ de Carlos Marun

Um dos mais próximos aliados do presidente Michel Temer, o ministro Moreira Franco guarda no bolso uma lista dos problemas que mais afligem o governo: todos temas da agenda econômica. No comando da Secretaria-Geral da Presidência, ele admite que a base do governo está menor, mas que existe a chance de montar uma candidatura que represente o governo e seu aliados. Ele diz ainda que, se não for aprovada, a reforma da Previdência 'será a pauta do debate eleitoral'. Sobre as declarações do ministro Carlos Marun, que admitiu negociar empréstimos da Caixa em troca de votos a favor da proposta, Moreira diz que houve má interpretação, mas que a 'reciprocidade' acontece desde o Império Romano.

PF aumenta equipe da Lava-Jato para encerrar investigações até as eleições

A Polícia Federal aumentou a equipe que atua nos inquéritos abertos contra políticos no Supremo Tribunal Federal (STF), inclusive os da Lava-Jato, com o objetivo de concluir as investigações antes das eleições majoritárias, marcadas para outubro. Eram 53 servidores responsáveis pelas apurações. Agora, serão 85. O número de delegados saltou de nove para 17. Os agentes passaram de 34 para 51. E os escrivães, que eram dez, agora são 17. As novas nomeações foram autorizadas pelo diretor-geral da PF, Fernando Segovia, para aumentar o efetivo do Grupo de Inquéritos (GINQ).

Prelúdio

“Vamos sonhar juntos para fazer mais; sonho que se sonha junto torna-se realidade”. Nem parece aquele André Puccinelli acabrunhado, informando sobre sua medicação contínua durante audiência de custódia, depois de preso pela Polícia Federal na operação Papiros de Lama, em novembro do ano passado. É assim, com uma cara boa, de quem não está nem aí pro abacaxi, e invocando Raul Seixas, que ele aparece hoje no Facebook para os votos de um feliz 2018 aos seus seguidores.

Kassab não descarta Alckmin, mas diz que Meirelles é o ‘plano A’ do PSD

Presidente licenciado do PSD, o ministro Gilberto Kassab (Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações) afirma que Henrique Meirelles é o 'plano A' do partido para disputar a Presidência neste ano. Segundo ele, não há 'plano B ou C' na legenda ao nome do ministro da Fazenda. Kassab deixa a porta aberta para possível apoio ao governador Geraldo Alckmin (PSDB), outro presidenciável, se a candidatura de Meirelles não vingar.

Filha do delator do mensalão, Cristiane Brasil será ministra do Trabalho

A deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ), filha do delator do mensalão, Roberto Jefferson, será a nova ministra do Trabalho. A informação foi confirmada pelo próprio Jefferson, após reunião com o presidente Michel Temer no Palácio do Jaburu na tarde desta quarta-feira (3). A escolha foi anunciada pela Presidência em nota.

Soberba

Derrotado na última eleição para o governo, Pedro Pedrossian teve a humildade de admitir a soberba, depois da infeliz declaração, num debate na TV, de que sua vontade era continuar pescando em seu sítio “Touro Morto’, não de retornar à política. Que a história sirva de exemplo a Odilon de Oliveira, Leite Schmidt, Dagoberto Nogueira e asseclas. Até porque, no Brasil da Lava Jato, não vira o discurso, mais pra conto da corocinha, de não fazer aliança com políticos corruptos.

Marun terá que se explicar à Comissão de Ética sobre o toma lá da cá da Previdência

O Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate), que reúne 29 das mais influentes entidades do funcionalismo, protocolará nesta quarta-feira (3) uma representação pedindo sanções contra o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun (MDB), na Comissão de Ética Pública da Presidência da República. A representação pede apuração de possível “uso imoral da máquina estatal em troca de votos” em virtude das declarações em que o ministro vinculou a liberação de recursos aos estados ao apoio à reforma da Previdência.

O eterno poder do velho cacique do Maranhão, José Sarney

Um dos últimos caciques políticos dignos dessa alcunha, o ex-presidente José Sarney viu nos últimos anos seu grupo político perder força. Em 2014, desistiu de disputar o quarto mandato ao Senado, diante da dificuldade da eleição que se avizinhava e, desde então, muitos de seus aliados bandearam-se para o lado do governador Flávio Dino (PCdoB), seu principal adversário hoje no Maranhão. Ainda assim, Sarney conseguiu preservar a percepção pública de que não deve ser contrariado.

País não vai tremer se Lula for preso, diz FHC

Para o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, tem de provar que é capaz de aglutinar o centro do espectro político e de 'transmitir uma mensagem' aos brasileiros para se viabilizar como candidato à Presidência. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, FHC também minimizou os reflexos na sociedade de uma eventual prisão do ex-presidente Lula. Segundo o tucano, o país não 'tremerá' caso a Justiça determine o início do cumprimento da pena a nove anos de prisão imposta em primeira instância pelo juiz Sérgio Moro ao petista no caso do triplex do Guarujá (SP).

Estica e puxa

2018 começa com a expectativa do que vai acontecer com a candidatura do ex-juiz Odilon de Oliveira. Implacável com uma ala da bandidagem estadual, mas apoiado por poderosos contraventores, ele insiste em dizer que não quer em seu palanque ninguém com ligações com a Lava Jata, Lama Asfáltica e periféricos. O dono do partido em que ele se abrigou, o velho cacique João Leite Schmidt, quer porque quer um grande leque de alianças. É esperar pra ver até onde a corda aguenta.

Depois das desconfianças iniciais, as ‘flechadas’ de Dodge

Escolhida para conduzir a Procuradoria-Geral da República (PGR) sob intensa desconfiança, num momento em que o presidente Michel Temer mexia as peças no tabuleiro de forma a se livrar das investigações por corrupção, Raquel Dodge passou a contestar atos de governo que a indicou e fez andar medidas que atingiram o entorno mais próximo do chefe do Executivo, repleto de alvos da Lava-Jato.

Raquel Dodge vai ao STF contra milhões para comunicação do governo

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a destinação prevista de R$ 99 milhões, em favor da Presidência da República, para a comunicação institucional do governo. Na Ação Direta de Insconstitucionalidade (ADI), Dodge argumenta que o governo não pode se valer de dinheiro público para convencer a população sobre uma 'proposta polêmica', como a reforma da Previdência. A procuradora pede que seja concedida uma liminar para suspender a destinação dos recursos para a comunicação institucional.

Hora do troco

Especulando a possibilidade de Nelsinho Trad, candidato a senador, apoiar André Puccinelli para o governo, o Correio do Estado informa hoje, certinho, que ambos sempre estiveram juntos, lembrando a reciprocidade de apoios nas disputas da prefeitura da capital e do governo do Estado. Só faltou a observação da indisfarçada traição de 2014, quando Puccinelli soltou Trad ladeira abaixo, não apoiando declaradamente, mas torcendo uma barbaridade para Delcídio do Amaral.

Dallagnol quer imediata prisão de Lula em caso de condenação no TRF-4

O procurador da República Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato, declarou em entrevista ao ao Blog do jornalista Josias de Souza que se o TRF-4 confirmar a sentença em que Sergio Moro impôs nove anos e meio de cadeia a Lula, a prisão do ex-presidente petista 'é uma decorrência natural da condenação em segundo grau.' Ele acrescentou: 'Não vejo razão para distinguir entre Francisco e Chico. A lei vale para todos.'

Res… Caldo!

Um dos mais habilidosos integrantes do staff do ‘felomenal’ prefeito Ari Artuzi, o ex-secretário de governo Darci Caldo está de volta aos bastidores políticos, agora como um dos estrategistas do time do pré-candidato a deputado estadual Jamilson Name. Não por coincidência que Neno Razuk perdeu um de seus coordenadores em Dourados, o ex-presidente da Câmara Júnior Teixeira (também do time uragânico) justamente para Name. Todos no palanque do imaculado Odilon de Oliveira.

Ayres Britto saúda instituições que “impedem desgoverno”

Em meio à quase ruína institucional que acometeu o país depois das eleições de 2014, o ex-ministro do STF Ayres Britto mantém o otimismo e diz que a democracia brasileira está 'vencendo por pontos'. Uma referência no mundo jurídico, aos 75 anos, com sua fala sempre pausada e zelo extremo pela gramática – a ponto de, em certo momento desta entrevista ao Congresso em Foco, corrigir o som desarmonioso de um cacófato que lhe escapou.

‘Indulto não é prêmio ao criminoso’, diz Cármen Lúcia ao suspender decreto

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu os efeitos do decreto publicado pelo presidente Michel Temer com regras mais brandas para a concessão do indulto de Natal a presos condenados. A decisão foi tomada diante de um pedido da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, apresentado à Corte na última quarta-feira contra a medida de Temer. A procuradora tinha pedido urgência da liminar e foi atendida pela ministra.

Teoria da ‘cegueira deliberada’ ampara condenações na Lava Jato

Juízes que conduzem os processos da Operação Lava Jato vêm usando com frequência uma doutrina jurídica estrangeira para fundamentar condenações pelo crime de lavagem de dinheiro nos casos em que as provas apresentadas contra os acusados parecem mais frágeis.
- Publicidade -

Últimas Notícias

- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -