Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
Intrigante, para dizer o mínimo, já que o homem é uma fera, essa insistência do deputado Zé Teixeira pelo retorno, ops!, de seu pupilo Jorge de Lúcia à secretaria (das sempre rentáveis medições) de Obras da prefeitura, depois de tentar colocar Alan Guedes pra cuidar da verba da comunicação. Murilo Zauith já pagou caro por isso. Agora, acuada, Délia Razuk parece sem alternativas. Ou entrega a tão cobiçada secretaria ao demo ou continua com seus projetos engavetados na Câmara.
Preso provisoriamente, lá atrás, nas operações Owari, Uragano e Câmara Secreta, o ex-presidente da Câmara de Dourados, Sidlei Alves, começa a cumprir pena nesta quinta-feira, agora já sentenciado a seis anos e onze meses de prisão, pelos crimes de peculato e associação criminosa, na ação que ficou conhecida como ‘máfia dos consignados’. A sentença é no regime semiaberto, mas os primeiros dias serão em regime fechado, até a liberação do réu para trabalhar durante o dia.
30/03/2017 - 15h24Ricardo Borges também prometeu rever verbas de custeio, regulação de leitos e enviar mais viaturas para o SamuA prefeita Délia Razuk retornou...
SÃO PAULO - O juiz Sérgio Moro condenou o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) a 15 anos e quatro meses de reclusão por corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas, em regime fechado. Determinou ainda que o ex-deputado fique preso cautelarmente, mesmo na fase de recursos. Lembrou que, ao determinar a prisão preventiva, considerou que mesmo a perda do mandato não excluiu o risco da continuidade de crimes, de corrupção, extorsões e intimidações.
SÃO PAULO — Líder do governo Itamar Franco (1992-1994), o ex-senador Pedro Simon rebateu as acusações do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ao ex-presidente mineiro no terceiro volume de seus 'Diários da Presidência', lançado na semana passada. Para Simon, o tucano mostrou 'rancor e animosidade' inexplicáveis contra o seu antecessor.
A inteligência da prefeita Délia Razuk fez ontem o primeiro grande encontro para discutir o que dizer aos douradenses nos sempre emblemáticos primeiros cem dias de administração. Sob pressão do governo do estado por questões políticas, como transformar em realidade os sonhos, atender as vontades e resolver os problemas dos vereadores oposicionistas, e administrativas, como o imbróglio da Sanesul, não resta alternativa a não ser o surrado “tudo pelo social”, do governo Sarney.
BRASÍLIA — O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes, afirmou nesta quarta-feira que a ação contra a chapa vencedora da eleição presidencial de 2014 terá muita discussão de provas e que não é possível prever quando a corte vai terminar de analisar o caso. O julgamento vai começar na semana que vem, quando estão previstas quatro sessões, a primeira delas na manhã de terça-feira. Como a ex-presidente Dilma Rousseff sofreu impeachment no Congresso, a ação poderá, na prática, levar à cassação do mandato presidente Michel Temer, que era seu vice e assumiu o cargo apenas em 2016.
Ainda bem que Délia e Roberto Razuk abriram mão do tão surrado diminutivo para o filho Neno, o ungido como herdeiro político da família, e, assim, a Assembleia Legislativa escapa de ter um novo 'trio parada dura' na próxima legislatura. Pensa, Lelinho, Jamilzinho e Neninho! A candidatura de Lelinho é um desagravo ao pai, Aurélio Rocha, exímio operador do famigerado ‘Regime Especial’, da Campina Verde. Os nomes de Jamilson Name e de Neno Razuk, dispensam apresentações.
BRASÍLIA - Com a marcação do início do julgamento da chapa Dilma-Temer no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na próxima terça-feira, o Palácio do Planalto conta com um pedido de vista imediato para adiar o processo que pode levar à cassação do mandato do presidente Michel Temer, que foi candidato a vice e assumiu o cargo após o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Segundo uma pessoa próxima ao presidente, pela 'magnitude' da ação e o pouco tempo que a Corte teve para analisar todos os fatos que implicam a cassação da chapa.
A Polícia Federal prendeu na manhã desta quarta-feira cinco dos sete Conselheiros do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro. Além deles, conduzido coercitivamente, o presidente da Assembleia Legislativa, Jorge Picciani, pai do ministro dos Esportes, Leonardo Picciani. A acusação, a mais óbvia que pesa sobre essas sempre inúteis 'cortes', a suspeita de favorecimento de análise de contratos atrasados. Que, aqui, o irrequieto Waldirzinho Neves e ponha as barbas de molho.
28/03/2017 - 19h20Acompanhada do vice-prefeito Marisvaldo Zeuli e de secretários da Administração, além do vereador Silas Zanata, a prefeita Délia Razuk conheceu, na manhã...
O processo que pode cassar o presidente Michel Temer devido a supostas ilegalidades na campanha eleitoral está entrando em sua fase final no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). De acordo com a assessoria da corte, o julgamento pode ter início já na próxima semana. Mas quem pode assumir a Presidência em um eventual afastamento do peemedebista do cargo?
Ao nomear hoje a advogada Patrícia Bulcão (uma das integrantes de sua tropa de choque na campanha eleitoral) para substituir Raufi Marques na Secretaria de Governo, mesmo que interinamente, a prefeita Délia Razuk manda um recado aos demos comandados pelo deputado Zé Teixeira. É que o ex-secretário Zito estava se articulando para, com a desculpa de emplacar um dos vereadores da bancada oposicionista, viabilizar seu próprio retorno ao cargo. Daí o bordão famoso, no título.
BRASÍLIA - Em uma estratégia de redução de danos de imagem do Congresso Nacional, os presidentes da Câmara e do Senado, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Eunício Oliveira (PMDB-CE), decidiram levar o Ministério Público (MP) para dentro da discussão do projeto de lei sobre abuso de autoridade. O clima no Senado é para aprovar, a toque de caixa, o relatório do senador Roberto Requião (PMDB-PR) que endurece as punições e amplia as hipóteses em que autoridades públicas podem ser enquadradas. A proposta, de autoria do líder do PMDB, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), é vista dentro do MP como uma tentativa de engessar investigações.
A expectativa entre tucanos e aliados é que com Sérgio de Paula no comando do PSDB, com mais tranquilidade para dar cartas, o governador Reinaldo Azambuja comece a usar sua influência e seu poder de barganha para dar um basta nas fanfarronices do antecessor, André Puccinelli. Caso continue nessa pasmaceira política, deixando, como afirmou ontem, que cada um que se vire para 2018, Azambuja pode ser a próxima vítima de Puccinelli, assim como acaba de acontecer com Zeca do PT.
Não bastasse a dificuldade que é apagar o fogo amigo da bancada situacionista, mais essa agora de sonhos, vontades e problemas dos oposicionistas sob a tutela do demo Zé Teixeira, em troca da tal governabilidade, a prefeita Délia Razuk ainda tem que se sujeitar à miragem (para não dizer outra coisa, que rima!) de suplentes, que ‘ameaçam’ atalhar caminho rumo à Assembleia. Como diria Antônio Tonanni, do alto de sua sapiência, cresça e apareça menino. Ou, menina...
SÃO PAULO - A partir das delações da Odebrecht, a Procuradoria-Geral da República enviou 211 pedidos de declínio de competência a outras instâncias judiciais. São casos de pessoas suspeitas que não são julgadas pelo Supremo Tribunal Federal. Essas solicitações se somarão, nos estados, a outros milhares de procedimentos de combate à corrupção conduzidos pelo Ministério Público Federal (MPF) e também pelos estaduais (MPE). Isso significa que seguir o ritmo da Lava-Jato — com priorização dos casos — dependerá de uma decisão política.
A prefeita Délia Razuk parece refeita do conto do vigário de que devia algum favor eleitoral às três ‘irmãs’ cajazeiras da Assistência Social. Tanto assim que um de seus escrevinhadores oficiais, o sempre bem informado J.C. Torraca, dá hoje como certa a ida do vereador Juarez de Oliveira para o lugar da até aqui intocável Ledi Ferla. Mais uma tacada pela tal da governabilidade e, de quebra, para desfalcar o time de seu mais novo adversário, o deputado Renato Câmara.
Ex-ministro de Lula, Ciro Gomes (PDT-CE) torce para que o petista não concorra à Presidência. Pelo país ('seria um desserviço') e por ele, que se vende como o nome progressista para 2018. 'Não tenho a menor vontade de ser candidato se o Lula for', diz.
'Em momentos de dificuldades, é preciso rever conceitos e se adequar aos novos tempos. A Assembleia Legislativa assimila esse sentimento e adota medidas administrativas e estruturais'. Chamada de anúncio de meia página, em espaço nobre, no temido Correio do Estado de hoje. Certamente que jornalões e sites subordinados do interior, que falam a mesma língua do homem do cofre, seu Zé Teixeira, também vão se esbaldar. Só que reformar, neste caso, sem aspas, fica parecendo piada.