Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
Disposto a tentar disputar pela terceira vez a Presidência da República, Ciro Gomes diz que a eventual candidatura do ex-presidente Lula em 2018 faria mais mal do que bem ao já inflamado cenário político do País. Lula não é o único a entrar na mira de Ciro. Para ele, o Congresso é 'fisiológico e corrupto', o presidente Michel Temer está 'envolvido até o pescoço com tudo que não presta'. No Judiciário, o problema do momento é a indicação de Alexandre de Moraes para o STF, uma 'aberração', segundo o ex-governador do Ceará.
'Nós estamos construindo pontes, não muros'. Não ficou claro se – temendo eventuais represálias de Tio Sam – Délia Razuk se arrependeu ou se seu ghost-writer se empolgou com o brilhante título e acabou se esquecendo de destrinchar o que seria a bombástica declaração, no corpo da matéria. Pelo sim, pelo não, fica o recado da prefeita douradense ao polêmico presidente americano Donald Trump. A reportagem, na íntegra, está em destaque, logo abaixo, aqui no Blog.
12/02/2017 - 12h30Durante mutirão de serviços em Vila Vargas, prefeita anuncia a reforma do ginásio poliesportivo do distrito"Passei todo o meu mandato de vereadora...
Até agora se sabia que o príncipe-herdeiro da maior empreiteira do Brasil, o empresário Marcelo Odebrecht, cuidava diretamente das principais negociações da Odebrecht com políticos em geral – em especial os mais altos hierarcas da era petista no poder. Um capítulo específico da delação premiada de Marcelo, ao qual a revista ISTOÉ teve acesso, mostra que a atuação dele tinha ainda mais capilaridade: o empreiteiro também negociava e autorizava repasses em nome da petroquímica Braskem, braço da Odebrecht em sociedade com a Petrobras. Em sua delação, Marcelo conta como participou pessoalmente da negociação de um pagamento de um caminhão de dinheiro à campanha presidencial de Dilma Rousseff em 2010: um total de R$ 50 milhões em propinas da Braskem em troca de benefícios fiscais para a petroquímica.
O juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, aceitou denúncia do Ministério Público Federal nesta sexta-feira (10) e transformou em réus o ex-governador Sérgio Cabral (PMDB), sua mulher, a advogada Adriana Ancelmo, o empresário Eike Batista e seu braço direito, o advogado Flávio Godinho, e mais cinco pessoas da organização criminosa investigada por crimes como corrupção e lavagem de dinheiro.
É hora de alguém soprar um velho conselho ao ouvido do presidente Michel Temer: 'Devagar com o andor que o santo é de barro'. Quando tudo parecia melhorar, com as presidências da Câmara e do Senado na mão, inflação e juros caindo, arrecadação subindo, o PMDB e Temer se animaram, superestimaram a própria força e passaram a agir como se não devessem satisfações a ninguém, nem à opinião pública. Errado.
Muito mais, certamente, pelo que está acontecendo em São Paulo, com o prefeito João Dória reencarnado no melhor estilo Jânio Quadros do que pelas singelas lições facebukeanas de seu colega reeleito Cido Medeiros, a jovem vereadora Daniela Hall vem arrasando como 'repórter por uns dias' desde que assumiu a presidência da Câmara Municipal. Celular à mão, a moça tem ido direto à fonte, ao vivo e em cores, para denunciar as mazelas da periferia douradense. No Facebook, claro.
O ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, atendeu a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e autorizou abertura de inquérito para investigar os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e Romero Jucá (PMDB-RR), o ex-senador José Sarney (PMDB-AP) e o ex-diretor da Transpetro Sérgio Machado por tentativa de obstrução da Operação Lava Jato. Todos os políticos negam ter cometido crime.
A Polícia Federal apontou em relatório indícios de que o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), recebeu propina do esquema que, segundo o Ministério Público Federal (MPF), era comandado pelo ex-governador Sérgio Cabral (PMDB). O nome do governador consta em anotações manuscritas encontradas durante busca e apreensão na casa de Luiz Carlos Bezerra, apontado como um dos operadores de Cabral. No relatório, encaminhado nesta quinta-feira à 7ª Vara Federal Criminal do Rio, a PF sugere o envio das informações ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), já que Pezão tem foro privilegiado.
Se, sozinho no pedaço, Raufi Marques já andava meio acabrunhado pela falta de autonomia como secretário de Governo da prefeitura de Dourados, imagine agora, com a chegada de Albino Mendes, um dos muitos que se consideram 'da cozinha' dos Razuk. A ocupação do também ex-presidente da Câmara será ajudar na articulação com a câmara municipal. Só que negociação com vereador é um pouquinho diferente daquela (com funcionários) que provocou sua saída da Fundação de Saúde.
A prefeita Délia Razuk deve acionar sua assessoria para assuntos aleatórios para descobrir qual o milagre de seu colega campo-grandense Marquinhos Trad, que está quadriplicando os salários de alguns segmentos. Para se ter uma ideia, o salário de prefeito em Corumbá é três vezes maior que em Dourados. Délia, seus secretários e os vereadores estão recebendo um tiquinho a mais, apenas, que seus respectivos colegas da pequenina Caracol, com seus sete mil habitantes.
Geraldo Resende pode estar de volta ao PMDB, partido que abandonou por conta de sua obstinação em se eleger prefeito de Dourados. O retorno, ops!, pode ter começado a ser alinhavado ontem em visita que o deputado, por ora tucano, fez ao ex-chefe político André Puccinelli, em Campo Grande. Por mais inusitado que possa parecer, ele estava acompanhado dos ex-vereadores Sidlei Alves (murilista de carteirinha) e Francisco Saraiva, homem forte da era Valdecir Artuzi.
SÃO PAULO — 'Eu gostaria de dizer que também sofro do mesmo mal que acometeu a dona Marisa Letícia, um aneurisma cerebral. Aproveito para prestar solidariedade à família', disse o ex-deputado e ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, em seu primeiro depoimento ao juiz Sérgio Moro, ontem em Curitiba. Cunha leu uma carta em que diz ter um aneurisma como o que matou a mulher do ex-presidente Lula. Com isso, afirmou precisar de cuidados que não são possíveis no Complexo Médico Penal de Pinhais, em Curitiba, onde está preso desde dezembro
BRASÍLIA - A Câmara dos Deputados abriu o ano legislativo de 2017 atuando em causa própria. Por 314 votos a 17, além de quatro abstenções, os deputados aprovaram nesta terça-feira a urgência de um projeto que retira poderes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e, na prática, protege os partidos políticos de sanções previstas na Lei dos Partidos Políticos. Um dos pontos mais flagrantes do projeto é a possibilidade de que as legendas preservem o registro partidário mesmo tendo as contas anuais rejeitadas ou não apresentadas à Justiça Eleitoral. Com a urgência aprovada, a matéria poderá ser votada já nesta quarta-feira.
Após a indicação de Alexandre de Moraes para o Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Gilmar Mendes fez críticas à condução da Operação Lava Jato na primeira instância. 'Temos um encontro marcado com as alongadas prisões que se determinam em Curitiba. Temos que nos posicionar sobre esse tema, que conflita com a jurisprudência que construímos ao longo desses anos', disse Gilmar. A declaração foi durante o primeiro julgamento de processos da Lava Jato após o sorteio que definiu o ministro Edson Fachin como relator.
Com seu feeling sempre apuradíssimo o piadista de plantão Laureano Secundo observando hoje em sua página no Facebook que 'essa aproximação com a chamada família Trad pode ser a saída para o Zeca e o Vander...saída do PT'. Só faltou completar que a engenharia política do prefeito de turno dos Trad resolve o mais grave problema do ex-governador, em caso de troca de legenda – o do próprio nome. Para quem, oportunisticamente, já adotou o PT, três letrinhas a mais...
O ministro Alexandre de Moraes foi desde o início o nome preferido do presidente Michel Temer para a vaga de Teori Zavascki no Supremo. Podia até não preencher os critérios da opinião pública, mas preenchia todos os critérios do próprio Temer: constitucionalista como ele, doutor pela USP, professor universitário, livros publicados, cioso do equilíbrio entre poderes e cuidadoso em matéria penal e em questões fiscais – algo fundamental em tempos de reformas.
07/02/2017 - 14h32A presidente da Câmara Municipal de Dourados, Daniela Hall (PSD), destacou como ponto mais positivo da primeira sessão ordinária, realizada na noite...
BRASÍLIA — Principais partidos da base aliada, PSDB e PMDB devem travar uma disputa para indicar o novo ministro da Justiça que ficará no lugar de Alexandre de Moraes, indicado pelo presidente Michel Temer para assumir uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). Peemedebistas marcaram encontro na noite de segunda-feira na residência do novo presidente do Senado, Eunicio Oliveira (PMDB-CE), para debater o assunto. A ideia é influenciar a indicação do novo ministro mas, segundo um dos participantes da articulação, o nome não deverá ser de um senador.
Depois de correr para ser o primeiro a se sentar no colo de Reinaldo Azambuja, patrocinador de sua adversária Rose Modesto na disputa municipal, Marquinhos Trad estendeu tapete vermelho a Zeca do PT, na vã ilusão de uma aliança que leve o irmão Nelsinho ao Senado, em 2018. Para completar o quadro de seu estrambólico pragmatismo o prefeito está agora oferecendo um empreguinho ao por ele sempre detestado André Puccinelli, de representante de Campo Grande em Brasília.