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segunda-feira, junho 22, 2026

Últimas Notícias

Escândalo do mensalão volta a assombrar Lula

03/09/2016 - 16h18STF manda apurar denúncia de que o ex-presidente comprou o silêncio de uma testemunha que ameaçava envolvê-lo no mensalãoApós a era petista...

Bernal “derrete”, Marquinhos e Rose em empate técnico

Levantamento divulgado hoje (3), pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (IBOPE), mostra que a tendência de crescimento da candidata Rose Modesto (PSDB) foi mais rápida do que o esperado. Na pesquisa registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) com o número MS-07484/2016, Marquinhos Trad (PSD) tem 31%, Rose Modesto (PSDB) alcança 25%, e Alcides Bernal (PP) com 14%.

Ajuda eu!

No dia em que os famigerados fakes, agora travestidos de tatus, começaram a mostrar as garras, o deputado Geraldo Resende resolveu partir para o ataque. Foi a Ivinhema em busca dos podres de Renato Câmara e, numa tacada certamente orientada por pesquisa qualitativa, colocou a filha mais velha de Ari Artuzi pedindo votos para ele na TV. Só não usou o bordão famoso, aquele, mas jurou pra guria que vai fazer das tripas coração para honrar o legado do ex-prefeito uragânico.

Na China, Temer minimiza protestos contra impeachment

03/09/2016 - 06h54Presidente recém-empossado cumpre primeiro compromisso internacional na reunião do G-20 HANGZHOU - O presidente Michel Temer minimizou neste sábado os protestos realizados no...

Delcídio pede que se aplique a ele mesma decisão tomada contra Dilma

BRASÍLIA — Depois de Dilma Rousseff ter sido afastada do cargo de presidente da República mantendo o direito de ocupar cargos públicos e eletivos, agora é a vez do ex-senador Delcídio Amaral pedir a mesma coisa. Em mandado de segurança apresentado no Supremo Tribunal Federal (STF), a defesa pede que a cassação seja anulada e o processo volte para a etapa em que estava na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Caso isso não seja possível, pede ao menos que ele recobre o direito de disputar eleições, para evitar que haja "dois pesos e duas medidas", numa comparação com o processo de Dilma. O ministro Celso de Mello foi sorteado relator da ação.

A grande incógnita

Dezessete vereadores de sua base espalhados entre as três principais candidaturas; secretários mais apegados aos cargos, como Carlos Fábio, Landmark Rios e Ledi Ferla, com Délia Razuk; o núcleo duro do poder (Zito, Waltinho Carneiro e Marinize Misouguchi) com Geraldo Resende, cujo vice, Yuri, é seu segurança e churrasqueiro. Seu círculo mais íntimo com Renato Câmara. Seu faz-de-tudo, Wanderlei Carneiro, candidato a prefeito. Afinal, com quem está o prefeito Murilo Zauith?

STF, entre a lei e a política

02/09/2016 - 14h48Os 11 ministros do Supremo Tribunal Federal estão sendo empurrados para a fogueira do impeachment tanto pelos defensores quanto pelos acusadores de...

Na China, Michel Temer comenta impeachment e diz que ‘pequenos embaraços’ serão superados

XANGAI - Ao comentar pela primeira vez a decisão do Senado Federal de analisar separadamente a perda de mandato de Dilma Rousseff e a inabilitação dela a cargos públicos, esta não aprovada, durante o processo de impeachment, o presidente Michel Temer afirmou que está acostumado a "pequenos embaraços".

Vira, virou?

Partindo-se do pressuposto, ou, no caso, da perspectiva, de se tratar de coisa séria, ainda mais porque está na página de um vereador e candidato a reeleição, como se isso não bastasse, um pastor evangélico – Cirilo Ramão –, por tudo que está colocado o deputado Renato Câmara já pode ir providenciando o terno para a posse como prefeito de Dourados. Aos números, da amostragem "estimulada": Délia 24,3, Renato 18,2 e Geraldo 16,1. Com a palavra a Justiça Eleitoral.

Boca suja

A voz de Ricardo Lewandowski anunciando o fim da votação ecoava da televisão da biblioteca do Palácio da Alvorada. Ao lado de Lula, Dilma observava atenta a sessão que, após quatro meses, selaria seu destino. Aliados choravam, inclusive Rui Falcão, presidente do PT. O silêncio foi quebrado quando o placar mostrou o número de apoiadores da petista: 20. "Filho da puta!", soltou Dilma, referindo-se a Telmário Mota (PDT-RR), que mudara de lado após promessa de cargos. (Painel,FSP)

E agora Temer?

Efetivado no cargo de Presidente da República após a aprovação do impeachment de Dilma Rousseff, Michel Temer terá dois anos e quatro meses para cumprir compromissos. Na agenda do governo, está a urgência de aprovar o ajuste fiscal e as reformas da Previdência e trabalhista. A redução do desemprego e a busca por investimentos foram citados em sua fala na primeira reunião ministerial. Temer tem pela frente, ainda, a missão de enfrentar o Congresso, as ruas e a oposição anunciada por Dilma. Veja a seguir dez desafios de seu governo.

Fim do mistério

Semana que vem, provavelmente terça-feira, o jornal Correio do Estado deve publicar a primeira rodada de pesquisas do IPEMS sobre a corrida sucessória em Dourados. Só então o eleitorado poderá ter um Norte, depois de tantas notícias da rádio peão, dando conta de que Délia Razuk empacou, que Geraldo Resende vem caindo pelas tabelas e que Renato Câmara, apesar do apoio do enlameado André Puccinelli e do PT de Dilma e Lula continua ameaçando o segundo colocado.

Temer pede esforço de ministros para gerar empregos: ‘Devemos sair com aplausos do povo’

BRASÍLIA — Após tomar posse como presidente da República, Michel Temer reuniu seu ministério e declarou que trabalha com o horizonte de 2 anos e 4 meses, afirmou que fará um governo descentralizado e pediu que cada ministro se empenhe em desburocratizar as ações de suas pastas. Temer declarou ainda que os ministros fizeram "tudo muito bem feito" durante a interinidade, o que "resultou na efetivação de todos".

A posse de Michel Temer

31/08/2016 - 15h40Em breve cerimônia — de apenas onze minutos —, Michel Temer tomou posse como presidente da República às 16h51m desta quarta-feira, pouco...

61 a 20: Dilma é carta fora do baralho

BRASÍLIA — Após seis dias de julgamento, com intensos debates e ânimos exaltados, a presidente Dilma Rousseff foi afastada definitivamente pelo Senado, por 61 votos a 20, do cargo de presidente da República às 13h35, desta quarta-feira. Em uma sessão de julgamento histórica, o impeachment foi consumado nove meses depois de o então presidente da Câmara, o hoje deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ter iniciado o processo na Casa. A petista já anunciou, no entanto, que recorrerá ao Supremo Tribunal Federal (STF). Após a aprovação do impeachment, o Senado decidiu que a presidente deposta poderá exercer cargos públicos. O placar foi de 42 a favor, 36 contra e 3 abstenções.

Abracadabra!

Diante das alegações "técnicas" da TV Morena, que vem retardando a exibição das inserções dos candidatos a prefeito e vereador de Dourados, basta que o jurídico de uma das coligações interessadas cruze uma petição à Justiça Eleitoral, acrescentando uma palavrinha mágica: "Casseteira". Graças a esta engenhoca, a mesma TV Morena faturou tufos em publicidade, por meio da famosa "faixa 2" em sua sucursal douradense, nos tempos em que não havia geradora em Ponta Porã.

Senado cassa Dilma hoje; Temer assume em definitivo

BRASÍLIA — Foram cerca de 70 horas de acaloradas discussões, lágrimas, discursos pela madrugada e ameaça de uso do "poder de polícia" para conter os ânimos até que chegasse, finalmente, o dia do juízo final para a presidente afastada, Dilma Rousseff, acusada de cometer crime de responsabilidade. Nesta quarta-feira, último dia do mês de agosto, o Senado concluirá o segundo processo de impeachment de um presidente na história democrática.

PT revê o passado em busca de um futuro

RIO - A primeira pergunta é invariável: "O que você acha que aconteceu?" A segunda também: "Como é que chegamos a isso?" Líderes do Partido dos Trabalhadores voltam a se encontrar no fim de semana, em São Paulo, para outra rodada de discussões em busca de respostas. Há três décadas, saiu da primeira eleição com oito deputados federais. Cresceu na vertigem dos vinte anos seguintes em votações recordes.Em 2002, elegeu 91 deputados, dez senadores, três governadores estaduais e um presidente da República. Lula venceu em 25 estados com 53 milhões de votos, 61,2% do eleitorado de 86 milhões.

Collor indica voto pelo impeachment: ‘Tragédia anunciada’

Vinte e quatro anos após deixar a Presidência da República como o primeiro mandatário da democracia brasileira a sofrer um processo de impeachment, o senador Fernando Collor de Mello (PTC) dá indicativos de que, a depender de seu voto, a presidente Dilma Rousseff amargará o mesmo destino. Em um discurso histórico, Collor subiu à tribuna do Senado nesta terça-feira para dizer-se alvo de uma "trama" em 1992 e afastar semelhanças entre as duas ações de impedimento.

Vox populli Vox Dei

Além do mutismo de Benjamin Barbosa (nota anterior), vice de Wanderlei Carneiro, os vices de Délia Razuk e Geraldo Resende também continuam escondidos nos programas de TV. Enquanto isso, a professora Zélia Nolasco abusa do "eruditismo" para elogiar o "DNA" e o Know How de Renato Câmara. Quanto ao material genético do peemedebista, tudo bem, é mais fácil do que falar ácido desoxirribonucleico, mas o conjunto de seus conhecimentos para o cargo teria que ser melhor explicado.
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