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terça-feira, junho 23, 2026

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´Está na hora’ de uma mulher comandar a ONU, diz Ban Ki-moon

LOS ANGELES — O secretário-geral Ban Ki-moon está torcendo para que uma mulher ocupe o seu lugar à frente das Nações Unidas a partir do ano que vem, após o término de seu segundo mandato de cinco anos, no dia 31 de dezembro. Caso isso aconteça, será a primeira vez que uma mulher irá comandar a organização desde que ela foi fundada, há pouco mais de sete décadas.

Sem sirene

Tentar o PT tentou. E vai continuar tentando, até 15 de setembro, prazo que a Executiva nacional tem para resolver o imbróglio da aliança com Renato Câmara, em Dourados. Com a amarelada de João Grandão, que, ressabiado, não quis assumir uma candidatura com a procissão andando, o pragmático Dirceu Longhi vai tentar salvar a própria pele, no palanque peemedebista. Elias Ishy, mais uma vez, descolado, como na eleição anterior, quando o PT apoiou Murilo Zauiht.

Ex-prefeito Gilmar Olarte e a mulher, de novo, na cadeia

O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) cumpre em Campo Grande quatro mandados de prisão temporária contra o ex-vice-prefeito, afastado da função de prefeito, Gilmar Olarte (PROS), e sua esposa, Andreia Olarte, além de outras duas pessoas. Policiais do grupo, ligado ao MPE (Ministério Público Estadual em MS), amanheceram na residência do ex-vice-prefeito, nesta segunda-feira (15).

Business eleitoral

A bancarrota agora anunciada de um dos principais financiadores (e que até andou sonhando com a prefeitura) de campanhas eleitorais; o ressurgimento, das cinzas, de preposto de forte pretendente ao posto de Murilo Zauith, presidente de conglomerado que disputa, na bacia das almas, com a mesma fênix, o espólio de vistoso empreendimento na saída da Laguna, mas chafurdado no mar de lama que não há Lava Jato que dê jeito. Estes, os vieses que podem decidir as eleições em Dourados.

Estratégico na disputa eleitoral, WhatsApp deve ter efeito inesperado

RIO — Com a difusão dos smartphones no país e a necessidade de reduzir custos nas campanhas, que não contam mais com financiamento empresarial, o serviço de mensagens instantâneas WhatsApp é a principal aposta do marketing eleitoral na disputa deste ano. Se por um lado, o aplicativo pode auxiliar no contato entre candidatos e eleitores, especialmente em regiões mais periféricas; do outro, é também motivo de preocupação por sua alta capacidade de disseminar boatos e ataques pessoais. Quando o assunto é eleição, o WhatsApp pode se tornar "terra sem lei".

Em carta a senadores, Dilma deve cutucar Temer e reconhecer erros

Em crítica indireta ao interino, Michel Temer, a presidente afastada Dilma Rousseff deve se comprometer com o Senado a assegurar a independência das investigações da Polícia Federal e a não indicar para a sua equipe de governo condenados por corrupção caso retorne ao cargo.

Reviravolta

Durou pouco o casamento do PT do D (do Dirceu Longhi) com o PMDB de Renato Câmara. O pau comeu depois que a direção nacional petista desautorizou a coligação com os algozes de Dilma Rousseff em Dourados. Com a derrota, na convenção, do professor Damião Farias, que seria o candidato natural, sobrou para Elias Ishi, que declinou. Até segunda-feira João Grandão deve ser sacramentado candidato. Isto, se Zeca do PT não aproveitar a deixa e levar o partido a apoiar Délia Razuk.

Délia nas paradas!

"Onde estamos... pra onde vamos? A Dourados que almejamos... O futuro, da nossa...gente! Délia Razuk é o presente! Acreditar... é preciso; vem prum abraço... ser um amigo!". E dá-lhe estribilho! Apesar dos lugares-comuns da composição e da melodia meio monótona, mais para música de louvor, pode dar samba! É com esta musiquinha que a vereadora Délia Razuk promete arrebentar nesta campanha eleitoral.

Um mito enfraquecido, Fidel Castro, 90 anos

O punho cerrado contra os ianques, o uniforme e os discursos envolventes — que chegavam a durar mais de sete horas — deram lugar a uma figura aparentemente frágil, que trocou o estilo militar pelo esportivo e prefere, nos últimos anos, o quase anonimato. Em uma de suas últimas (e raras) aparições, em abril, num certo tom de despedida, o pai da Revolução Cubana lembrou que "brevemente acabaria como todos os outros", mas pediu que seus ideais comunistas persistissem. Hoje, em seu aniversário de 90 anos, Fidel Castro continua sendo uma das personalidades políticas mais importantes do mundo e, a despeito das mudanças recentes empreendidas por seu sucessor, o irmão mais novo, Raúl Castro, de 85, mantém-se fiel às críticas ao "imperialismo americano". Internamente, no entanto, seu poder de influência já não tem a mesma força. Analistas avaliam que apenas uma pequena geração de cubanos, aqueles com mais de 70 anos, mantém a visão positiva sobre o líder.

Pragmatismo exacerbado

A manchete desta sexta-feira da página política do Correio do Estado dá bem a dimensão do descarado oportunismo de alguns políticos, o que pode justificar a queda daqueles tidos como favoritos, mas que não param de despencar nas pesquisas eleitorais: “PSDB amplia o número de candidatos a prefeito; PMDB e PT encolhem”. É isso que dá mandar às favas tão “fervorosos” princípios éticos e ideológicos.

De volta à oposição, PT vive crise interna com divergência sobre impeachment

12/08/2016 - 06h48Petistas dizem que há risco de partido perder quadrosRIO — Na iminência de perder o mandato presidencial para o qual foi eleito,...

Moro determina volta de Bumlai para a prisão

11/08/2016 - 15h27Pecuarista amigo de Lula ficou detido cinco meses em casa para tratamento de saúdeSÃO PAULO - Após cinco meses em prisão domiciliar,...

Caciques políticos estaduais medem forças em Dourados

Desta vez só faltou o decano pedetista João Leite Schmidt, certamente muito mais decepcionado com as trapalhadas do pupilo Dagoberto Nogueira no Congresso Nacional do que, propriamente, com a amarelada de Adão Parizotto. De resto, toda a cacicaiada está a medir forças na disputa pela prefeitura de Dourados, sempre um dos principais termômetros para a eleição que vem a seguir, para o governo do Estado e para o Senado. Reinaldo Azambuja suando a camisa para emplacar Geraldo Resende; seu antecessor André Puccinelli, que só pensa em retorno, ops, ousando com o recém-chegado Renato Câmara e o velho "cardeal" Londres Machado, sempre ele, desta vez em parceria com Zeca do PT, tentando não deixar cair a peteca de Délia Razuk. Até o encrencado Alcides Bernal resolveu fincar um poste na terra de seu Marcelino.

Ações no TSE preocupam governo, que teme a inclusão de delações

BRASÍLIA — Ainda comemorando o resultado folgado no processo do impeachment no Senado, os aliados do presidente interino, Michel Temer, já miram com preocupação outra frente jurídica que abreviar o governo: as ações que pedem a cassação da chapa Dilma Rousseff/Michel Temer no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No Planalto, o temor é que as novas delações na Lava-Jato sejam anexadas ao processo e tragam mais dificuldades para Temer. Além disso, o governo já sabe que um desmembramento das ações, para julgar apenas a petista, é improvável.

Palanques uragânicos

Mesmo na iminência de serem condenados, mas bons cabos eleitorais, os ex-vereadores abatidos pela Uragano estão sendo bastante disputados nessas eleições. Por afinidades partidárias, Sidlei Alves, Zézinho da Farmácia e Cimatti devem ficar com Geraldo Resende; Bambu, Bonato e Marcelo Hall com Délia Razuk, que tem também o apoio do ex-vice-prefeito Carlinhos Cantor. Jr. Teixeira vai de Renato Câmara e Marcelo Barros está no muro.

Esticando a corda

Délia Razuk e Geraldo Resende deverão aguardar as próximas rodadas de pesquisas para, só aí, decidirem se trocam ou não seus candidatos a vice. A indicação do ex-presidente do Sindicato Rural, Marisvaldo Zueli, não foi bem recebida no meio do agronegócio. Da mesma forma a de Rogério Yuri entre tucanos e afins. Pelas regras do jogo deste ano eles podem ser substituídos até 20 dias antes da eleição. Renato Câmara está todo faceiro com a vice a Zélia Nolasco.

Dilma agora é ré e vai a julgamento em plenário no Senado

10/08/2016 - 06h12Com 59 votos a favor e 21 contra, senadores sinalizam que afastamento deve ser definitivoBRASÍLIA — O Senado decidiu na madrugada desta...

Suplente disciplinado

Como que num desagravo ao titular do cargo, Delcídio do Amaral, que teve o mandato cassado por tramar contra a Lava Jato, seu suplente Pedro Chaves anunciou o voto favorável à cassação de Dilma Rousseff. Em pronunciamento na sessão de pronúncia da acusada, início da noite de hoje, o senador do PSC justificou o voto com base no desastre na economia, com números como os dos 500 bilhões que deixaram de entrar nos cofres públicos por conta da "generosidade" do governo petista.

Simone Tebet, olímpica

Em meio a tantos figurões e decanos do Senado Federal, finalmente a novata senadora Simone Tebet mostrando a que veio, nesta sessão matinal de pronúncia do processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff. Assim como o relatório do senador mineiro Antonio Anastasia, por ela citado há pouco, a representante do Mato Grosso do Sul tem sido demolidora no contraponto aos procrastinadores petistas e dilmilstas.

“Braz… Braz, Braz”

A um eleitor que foi cumprimentá-lo cantando o refrão sua musiquinha da campanha de prefeito de 1988, durante a convenção de Délia Razuk, no Clube Nipônico, na última sexta-feira, o ex-prefeito Braz Melo, agora candidato a vereador, retrucou: "vocês vão ter de cantar muito essa música ainda". Livre dos processos herdados de seus dois mandados, deixou claro que o Jaguaribe é só um trampolim para o retorno, de fato, ao poder. Ou seja, à prefeitura.
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