Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
BRASÍLIA - O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), buscou respaldo político do Palácio do Planalto, da Câmara dos Deputados e do Tribunal de Contas da União (TCU) para as ações que tem levado adiante no Congresso Nacional contra o Judiciário.
RIO — Partidos de esquerda discutem a transformação da Frente Brasil Popular, criada durante o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff e composta também por movimentos sociais e centrais sindicais, em uma frente eleitoral para as eleições de 2018. O principal empecilho é definir um nome de consenso para disputar a presidência da República.
Repercutindo no Facebook o escandaloso flagrante de Ilda Salgado comprando votos para se eleger prefeita de Fátima do Sul, um leitor do Blog lembrou muito bem outro flagrante não menos indecente: do então deputado Ary Rigo dando detalhes de como deputados dividiam dinheiro de corrupção com integrantes do Poder Judiciário. Talvez venha daí a certeza da digníssima esposa de Londres Machado de que os rojões para sua posse não serão desperdiçados.
RIO - Na eleição americana, a candidatura do bilionário Donald Trump subiu como um foguete na reta final e chegou à vitória. No Rio, dos dois empreendimentos que levam o nome do presidente eleito, um não saiu do chão e o outro foi inaugurado incompleto pouco antes da Olimpíada. Além disso, ambos estão sendo investigados na Operação Greenfield do Ministério Público Federal, que apura supostas irregularidades em investimentos feitos por fundos de pensão.
"Nossos advogados vão recorrer. Não perdemos agora e não perderemos nossos direitos políticos, do TRE e TSE. Semana que vem iniciaremos a transição de governo. Fica a dica: guardem os fogos!". Ilda Machado, prefeita eleita que teve a diplomação cassada por compra de votos, em Fátima do Sul. Só mesmo sendo mulher de Londres Machado, notório avalista do eterno compadrio entre os poderes – o Judiciário, principalmente – para ter tanta certeza assim na impunidade.
BRASÍLIA — O Ministério Público Federal (MPF) identificou suspeitas de irregularidades em mais de 870 mil benefícios do programa Bolsa Família, entre 2013 e maio deste ano. São casos de renda incompatíveis com o perfil de pobreza ou extrema pobreza exigido pelas normas do programa, como beneficiários já mortos, empresários, servidores públicos com famílias de até quatro pessoas, empresários, doadores de campanha, e servidores que também são doadores de campanhas eleitorais.
Bastou o vazamento de alguns nomes para o secretariado de Délia Razuk e já começaram a puxar as capivaras dos ditos cujos. O já todo poderoso Raufi Marques, cotado para assumir a Secretaria de Governo, e o jurássico ex-prefeito José Elias Moreira, que deve ir para o Planejamento, são os preferidos dos especialistas em escarafunchar crimes contra o patrimônio público, de apropriação indébita e execuções fiscais, entre outros. A dificuldade, pelo jeito, é encontrar ficha limpa.
A Justiça Eleitoral cassou o diploma de Ilda Salgado Machado (PR), prefeita eleita em Fátima do Sul, a 246 quilômetros de Campo Grande. Ela é acusada de comprar votos. O crime foi flagrado em um vídeo, em que a candidata aparece entregando dinheiro a um eleitor. A defesa tentou desqualificar a prova e o relato da testemunha, mas não teve êxito.
Caso se confirmem – o que o MS está pagando pra ver – novas eleições em Fátima do Sul, seria a segunda vez que quem tem mais votos acaba não levando a prefeitura. Em 1982 um tal de dr. André, mais tarde simplesmente Puccinelli, foi o mais votado, mas perdeu na legenda para o também médico Hermindo de David. Agora, Ilda Salgado, mulher do poderoso cacique Londres Machado também ganhou, mas pode não levar, porque foi flagrada fazendo do sutiã cofre para a compra de votos.
SÃO PAULO E RIO - A Polícia Federal realiza a 36ª fase da Operação Lava-Jato nesta quinta-feira, intitulada Operação Dragão, com dois novos mandados de prisão, um deles para o empresário e lobista Adir Assad, que já está detido na carceragem da PF, em Curitiba. Policiais cumprem 18 ordens judicias, sendo 16 mandados de busca e apreensão e e 2 mandados de prisão preventiva, quando não há prazo para terminar, nos estados de São Paulo, Paraná e Ceará.
09/11/2016 - 22h12Texto prevê fim das coligações a partir de 2020 e cria cláusula de desempenhoBRASÍLIA - O Senado aprovou nesta quarta-feira, em primeiro...
Além das secretarias de Assistência Social e Agricultura Familiar, que devem continuar com companheiros petistas-murilistas, a prefeita eleita Délia Razuk pode ajudar ainda mais na sobrevida petista em Dourados. Desde que se confirme, claro, as indicações dos ex-secretários do governo Zeca do PT, Raufi Marques (Governo) e Zé Elias Moreira (Planejamento), além do radialista Albino Mendes, preposto de Delcídio do Amaral e de Londres Machado, para a cobiçada secretaria de Obras.
Enquanto os douradenses começam a bater cabeça para encontrar um nome de consenso para tentar emplacar, não apenas como candidato, mas, principalmente, como o tão sonhado primeiro senador, em 2018, em Campo Grande o ex-prefeito Nelsinho Trad sai na frente, agora com a eleição do irmão mais novo Marquinhos, para prefeitura. A única dúvida é saber se a dobradinha será com André Puccinelli ou com Reinaldo Azambuja, para o governo do Estado.
WASHINGTON e NOVA YORK - O magnata republicano Donald Trump fez História e, contra todas as previsões, alcançou delegados suficientes no Colégio Eleitoral para ser eleito o novo presidente dos Estados Unidos, derrotando a democrata Hillary Clinton, ex-secretária de Estado. Ao ser projetado vencedor pela AP em Pensilvânia e Wisconsin, bateu a marca requerida de 270 representantes no sistema distrital para ser eleito. A mera possibilidade de sua vitória derrubara o mercado futuro em Dow Jones, bolsas na Ásia na abertura do pregão pela manhã no continente, e fez o peso mexicano sofrer sua maior baixa histórica. Hillary não havia admitido abertamente a derrota até a última atualização desta matéria, mas, segundo a CNN, admitiu derrota em ligação ao republicano.
WASHINGTON — É chegado o dia em que os americanos vão às urnas eleger o futuro ocupante do cargo mais poderoso do planeta: a Presidência dos Estados Unidos. A pessoa que vai comandar, pelos próximos quatro anos, a maior economia do globo — PIB de quase US$ 18 trilhões no ano passado, mais do que o total da União Europeia (US$ 16,2 tri) — e, tão importante quanto, o gigantesco orçamento militar da nação que mais investe em Defesa no mundo — sozinho, os EUA gastaram quase US$ 600 bilhões em 2015, mais de um terço do total alocado por todos os países somados. E também é chegado o decisivo dia de uma das eleições mais polarizadas da história dos EUA, segundo analistas e pesquisas de opinião, onde o radicalismo do magnata republicano Donald Trump elevou a temperatura política, por vezes levando a democrata Hillary Clinton a revidar no mesmo tom.
Pelo menos no que diz respeito ao nome do deputado Geraldo Resende, atualmente no PSDB, dificilmente haverá consenso na eventualidade de uma candidatura senatorial. Isto, no que diz respeito ao apoio da futura prefeita Délia Razuk. As feridas abertas na campanha eleitoral são de difícil cicatrização. Tanto que hoje já corre a informação na mídia local de que o tucano estaria revendo os planos, depois de lançar-se candidato logo após a derrota na disputa pela prefeitura.
O presidente Michel Temer defendeu nesta segunda-feira (7) a liberdade da imprensa no país e ressaltou a importância do exercício do contraditório feito por veículos de comunicação em relação a medidas governamentais. Em cerimônia de assinatura de termos para migração de rádios AM para FM, o peemedebista ressaltou que o sistema democrático possibilita que programas e propostas sejam discutidos na esfera pública, favorecendo o debate de ideias no país.
Pode parecer prematura, mas urge a discussão quanto ao mais que necessário consenso da classe política douradense em torno de um nome de peso para a disputa do Senado em 2018. Só assim para o município sede do segundo maior colégio eleitoral do Estado sair da condição de eterno coadjuvante da política estadual. Lembrando que hoje Dourados tem três suplentes: Celso Dal Lago, de Simone Tebet; Zonir Tetila, de Pedro Chaves e Gino Ferreira, o segundo suplente de Waldemir Moka.
BRASÍLIA — Em tempos de ajuste fiscal, ministros que planejam concorrer a um cargo eletivo em 2018 têm que se desdobrar para apresentar agendas positivas. Até agora, predominaram as notícias ruins na Esplanada, como o fim de programas do governo, o congelamento de gastos e cortes. A Proposta de Emenda à Constituição que limita os gastos públicos, apesar de fundamental no ajuste fiscal, se junta ao cenário de aperto e deixa claro que os tempos em que bastava ser ministro para surfar em popularidade ficaram para trás.
A propósito do "lançamento" aqui, ontem, da candidatura do deputado José Carlos Barbosa ao Senado, não tem nada de aleatório. Seu nome está em stand by desde que André Puccinelli derrapou, e feio, na lama asfáltica de Edson Girotto. Claro que o deputado douradense vai ter que fazer um par ou ímpar com o presidente da Assembleia, Júnior Mochi, além de torcer para que a medicação prescrita para a depressão pós-prefeitura de Murilo Zauith não seja, também, uma tarja azul.