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sábado, junho 27, 2026

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Ligações perigosas

Delcídio do Amaral preso, e na iminência de ter o mandato cassado. André Puccinelli, tentando cassar, a qualquer custo, o mandato do promotor Marcos Alex, do Gaeco, para não ter a mesma sorte. Reinaldo Azambuja, nem bem iniciado o governo e já indo pela mesma trilha, censurando a imprensa, como fez com este Blog, para tentar jogar a sujeira para debaixo do tapete. É só juntar as pontas, de quem andava com quem e o porquê de pensarem tanto, juntos, o Mato Grosso do Sul.

Marcos Alex só deixa o Gaeco depois do último cafezinho

O Procurador Geral de Justiça de Mato Grosso do Sul em exercício, Paulo Cezar dos Passos, confirmou a saída do promotor Marcos Alex Vera de Oliveira da coordenação do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco). Porém, Passos afirmou que Marcos Alex vai deixar Gaeco apenas depois da conclusão das investigações da Coffee Break. Novas investigações referentes à Coffee Break devem ser realizadas após retorno de Marcos Alex das férias, dia 7 de janeiro. O promotor quando entregou relatório preliminar da Coffee Break à PGJ havia antecipado possibilidade de novas investigações para esclarecer novos fatos que surgiram durante andamento da operação.

O feitiço contra os feiticeiros

O julgamento de processos movidos contra o Blog por Reinaldo Azambuja e seu principal assecla, o laranja Campina Verde Zé Teixeira, pode ser a grande oportunidade para o Tribunal de Justiça do MS provar que não tem nada a ver com a gravíssima denúncia do ex-deputado Ari Rigo, para quem alguns desembargadores também são chegados nuns retornos. A defesa do blog vai provar que tanto Reinaldo quanto seu Zé do Boi têm, sim, culpa em cartório.

Crítica ou elogio?

No seu café amargo desta segunda-feira hoje J.C. Torraca repercutindo a opinião do estadual George Takimoto, quanto à falta de vontade política do prefeito Murilo Zauith para assumir o papel de protagonista e ser o condutor do processo político nas eleições regionais. O deputado pedetista garante que Mumu tem méritos para isso, pois “conseguiu reorganizar a prefeitura, que era uma bagunça”. Mas, digo eu, com um Zito Leite secretário de Governo não vai a lugar nenhum.

Base política de Delcídio se desintegra depois da prisão

Considerado o político mais promissor de sua geração em Mato Grosso do Sul, o senador Delcídio do Amaral (PT) viu esfarelar a sua base eleitoral após ser preso em um desdobramento cinematográfico da Operação Lava Jato. Logo depois de o STF (Supremo Tribunal Federal) ter decretado a prisão, o escritório político do senador em Campo Grande foi fechado e a maior parte dos funcionários, dispensada. Seu único irmão, Ramão do Amaral, esteve em Campo Grande e levou a mulher e as duas filhas de Delcídio para o apartamento dele em Florianópolis, como forma de proteger a família do assédio que vinham sofrendo na capital de Mato Grosso do Sul.

Peru com calabreza

A propósito da pizza (metade peru, metade calabresa) servida no coffee break de Natal do promotor Marcos Alex, que ousou investigar André Puccinelli, o Portal I9 lembrando a denúncia de Ari Rigo, no auge da Uragano: Dos tufos desviados da Assembleia nos tempos de Londres Machado e Jerson Domingos, R$ 300 mil iam para o bolso do procurador-chefe do MP, órgão que abriga o Gaeco. Mais R$ 900 mil para ratear entre os desembargadores. Daí a certeza, até hoje, de tanta impunidade.

CPIs polêmicas prometem movimentar trabalhos da Assembleia em 2016

Instalação de pelo menos três Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) que envolvem apuração de denúncias contra o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), ação e/ou omissão do Estado em casos de violência contra indígenas entre os anos de 2000 e 2015- CPI do Genocídio, bem como a CPI do Combustível, que apura diferença de preços praticados por postos e distribuidoras da Capital, ajudaram a fomentar ações da Assembleia Legislativa, em 2015.

Gaeco põe pizza em lugar de peru na cesta de Natal de promotor da Caffee Brack

Uma das grandes estrelas da Operação Coffee Break, o coordenador do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), promotor Marcos Alex Vera de Oliveira, deve deixar o comando do órgão. Ele ou a assessoria não confirmam, mas a saída ocorre após pressão por conta do relatório apresentado no início de dezembro, referente à Operação Coffee Break.

Sem retorno

Pode estar aí o segredo de Waldemir Moka, um dos parlamentares mais influentes do Brasil. Nesses tempos bicudos da política nacional, em que só mesmo com a lupa de Antônio Tonanni para encontrar alguém limpo, o senador peemedebista é um dos poucos que passaram incólumes pela Uragano, que não deslizou na lama asfáltica, não tomou cafezinho com João Amorim, muito menos pegou carona em seu jatinho cheio de charme, além de assistir de camarote à desgraceira da Lava Jato.

A bola da vez

Delcídio do Amaral preso e, certamente, cassado em 2016; André Puccinelli, encalacrado na Lama Asfáltica, também em fim de carreira; Zeca do PT, até pelo nome que adotou, idem; Murilo Zauith jogando a toalha e Geraldo Resende, se virar prefeito, já disse que não quer nem ouvir falar em Senado. Com isso, o senador Waldemir Moka fica credenciadíssimo para acabar com a farsa da “mudança de verdade” de Reinaldo Azambuja. Na pior das hipóteses, teria sua reeleição garantida.

Há fadiga geral com o impeachment, diz historiador Boris Fausto

Há seis meses, a quem lhe perguntava sobre o impeachment da presidente Dilma Rousseff, Boris Fausto dizia que havia "mais razões técnicas" para a destituição da petista do que houve em 1992, quando o então presidente Fernando Collor de Mello deixou o cargo. Hoje, com o pedido em trâmite na Câmara dos Deputados, o historiador, aos recém-completados 85 anos, afirma que o avanço do "impeachment ficou muito mais complicado do que parecia há duas semanas".

Moka em alta

Em meio a tanta bandalheira da política nacional, com o protagonismo, inclusive, de “ilustres” representantes do MS, o senador Waldemir Moka termina o ano em alta, incluído na lista dos 100 parlamentares mais influentes do Congresso. Por atuação em projetos, por exemplo, como o que acaba com a farra das medidas provisórias que transforma o Congresso em mero coadjuvante do Planalto e o que obriga presidiários abastados, como Delcídio do Amaral, a bancarem suas despesas no xilindró.

É Délia!

"Só sei que o fenômeno Délia é fruto da credibilidade da única vereadora que não se corrompeu; do exercício com maestria do cargo de prefeita interina; e da soma de toda ação humanitária que essa mulher vem desenvolvendo, sem politicalha, ao longo de sua vida". Advogado e líder indígena Wilson Matos da Silva, a respeito da última pesquisa em que a vereadora Délia Razuk surra de relho o dilmista Geraldo Resende, o reinaldista de momento Marçal Filho e o andresista Barbosinha.

Delcídio é agente criminoso e tinha ganância em desviar verba, diz Janot

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou ao STF (Supremo Tribunal Federal) que o senador Delcídio do Amaral (PT-MS) "tinha ganância em ter recursos desviados dos cofres públicos para interesses exclusivamente privados" e que se trata de um "agente que não mede as consequências de suas ações para atingir seus fins espúrios e ilícitos".

Nem Geraldo, nem Marçal, nem Barbosinha. É Délia a preferida em Dourados

A vereadora Délia Razuk, que está de saída do PMDB, domina as intenções de voto para a Prefeitura de Dourados e deixa para trás candidaturas que até então eram vistas como as de maior possibilidade eleitoral para substituir o prefeito Murilo Zauith (PSB). De acordo com pesquisa do Ipems, realizada com 300 eleitores nos dias 18 e 19 deste mês, Délia é a preferida do eleitorado em todas as simulações, tanto em disputadas pulverizadas com vários concorrentes como num cenário de polarização entre duas candidaturas.

Retornos, eternos retornos

Do drástico corte de 83,82% do valor das 15 emendas da bancada federal ao Orçamento da União de 2016, chama a atenção o único item que passou incólume: os R$ 100 milhões do Dnit para a implantação da rodovia Rio Verde-Aquidauana. Nos demais itens, saúde inclusive, a tesoura cortou sem dó nem piedade.O Dnit é um dos maiores focos de corrupção no país, por aqui principalmente, tanto que ex-homem forte do setor, Edson Giroto é um chefes da quadrilha da já famosa lama asfáltica.

Tribunal de Contas do MS torra dinheiro com investimentos questionáveis

Diante de uma das mais graves crises financeiras que já assolaram Mato Grosso do Sul, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) teve que descumprir uma de suas principais promessas de campanha para tirar o Estado de um buraco cada vez mais fundo: aumentar a carga tributária de vários produtos e praticamente obrigando os demais poderes e órgãos auxiliares a promover a chamada “economia de guerra”, com redução drástica de custeio, corte de pessoal e outras medidas de contenção de gastos.

Cara-de-pau

Preso desde o dia 25 do mês passado, o ex-líder do (des)governo petista, Delcídio do Amaral, manda dizer, por meio de seus advogados, que é delirante e fantasioso todo o conteúdo das gravações feitas pelo filho de Nestor Cerveró. Isto, no que diz respeito a seus colegas políticos e a magistrados, como os ministros do STF. Em relação ao banqueiro André Esteves, que puxou uns dias de cana por causa de sua língua solta, Delcídio diz que tudo não passou de blefe e bazófia.

Truco!

Os peemedebistas douradenses até parece que não conhecem os humores do ex-deputado Roberto Razuk. Caso marquem uma visitinha para comunicarem a “liberação” de sua dona Délia para poder disputar a prefeitura por outro partido, sem sofrer sanções, serão recebidos com os resultados de uma nova fornada de pesquisas, com a esposa abrindo ainda mais a já confortável vantagem sobre deputado Geraldo Resende na disputa pela prefeitura. E fim de papo.

STF ocupou espaço vazio deixado pelo Congresso

Como avaliar a decisão do Supremo Tribunal Federal sobre o ritmo do impeachment na última quinta-feira? Avançou sobre as competências do Congresso, interferindo indevidamente num processo de natureza eminentemente política? Ou simplesmente limitou-se a assegurar as bases do devido processo legal, neutralizando os abusos perpetrados por Eduardo Cunha?
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