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sábado, agosto 22, 2026

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Incrivelmente indecente

Delcídio Amaral: Teori Zavascki soltou um senador da República que deu a entender que tinha ministros do STF no bolso, que planejava sumir com Nestor Cerveró, que pretendia suprimir provas criminais e, por último, mas não menos importante, que recebeu propina do petrolão. É um país incrivelmente indecente. (O Antagonista)

Situacionista oposicionista

Por mais esdrúxulo que possa parecer esta será a condição do prefeito e candidato a reeleição em Campo Grande este ano, o sempre encrencado radialista Alcides Bernal. Situacionista porque é o prefeito de turno, oposicionista porque poderá se reeleger usando sua verve para desconstruir a tão propalada competência peemedebista em pelo menos um quarto de século, aí incluídas as administrações André Puccinelli e Nelsinho Trad. Mote de campanha: lama asfáltica e capuccinno.

Aí tem

Quem leu a rapidinha “Pé na estrada”, postada hoje aqui às 09h30, e que voltou a acessar o Blog depois das 13h30 com a notícia chupada do Conjuntura Online a respeito da candidatura de Marçal Filho à prefeitura deve estar achando que o blogueiro comeu barriga. Quem viver verá. Anotem aí. Trata-se apenas de uma estratégia do governo para ganhar tempo. Até porque a palavra final será de André Puccinelli, a quem Azambuja, por razões óbvias, deve se curvar.

Chamigo deconfiado…

Depois de tentar emplacar como candidato a prefeito pelo PSDB (antes do inchaço provocado pela ascensão de Azambuja) e pelo PSB (antes da chegada da turma de Murilo Zauith) o paraguaio Elizio Brites achou que no PV teria vida fácil, ou sinal verde! Mas, com o upgrade da filiação do senador Álvaro Dias e o repentino afloramento dos mais arraigados valores ecológicos de Braz Melo e sua trupe, já acendeu o sinal amarelo. Ele garante que desta vez não vai esperar o sinal vermelho.

PSDB lança Marçal e joga ducha de água fria nas pretensões de Geraldo Resende

Motivado pelo apoio do governador Reinaldo Azambuja (PSDB) à sua candidatura a prefeito de Dourados, assegurado durante reunião na Governadoria, o ex-deputado federal Marçal Filho saiu na frente dos principais adversários e já articula, juntamente com os membros do partido, a indicação de seu companheiro de palanque.

Gazeteiro rabo-de-cavalo

Que Vander Loubet nunca foi chegado a um plenário, não é novidade – e todo mundo sabe agora o porquê; que titio Zeca seria um mero figurante entre os mais de “trezentos picaretas” (palavras de Lula!) já dava para esperar, por sua sempre propalada aversão aos ares de Brasília. A novidade é Dagoberto Nogueira não ser chegado ao trampo. E que seja só falta traquejo, mesmo, com a lida parlamentar. Que não ande, também, “operando” nos bastidores como Loubet.

Pé na estrada

Enquanto Geraldo Resende fica nesse nhenhenhém de retorno ao ninho tucano; Délia Razuk esperando abrir a janela da esperança de Londres Machado, Elizio Brites fazendo selfies no escritório e o comandante Renato aguardando o teco-teco de Barbosinha decolar para atropelar com o Malibu Matrix de Zauith, o faz-de-tudo do prefeito, Wanderlei Carneiro, percorre cerca de 150 km por dia. Coordenando os tapa-buracos na cidade, vistoriando as vicinais e pedindo votos, claro.

Tanque vazio

Não bastasse a dificuldade para decolar nas pesquisas eleitorais o deputado José Carlos Barbosinha poderá enfrentar o mais elementar dos problemas caso confirme sua pretensão de disputar a cadeira do chefe Murilo Zauith: a falta de combustível. Pelo menos, daquela gasosa que jorra fácil das bombas cujos proprietários costumam fazer sempre um agradozinho ao pessoal do INMETRO. A menos que se empanturre de pizza com seus colegas de Assembleia ao final da CPI dos combustíveis.

Voo solo

Homem de confiança de Murilo Zauith, de quem é contador, administrador de fazenda, professor (da Unigran) e piloto, Domingos Venturini (o comandante Renato), agora sonhando ser prefeito, vem tendo posições divergentes do chefe, sempre conciliador. “O PSB não tem cacique, nem coronel, o que tem é um ou outro idiota, achando que pode manipular candidaturas sem propostas”, postou no Face. Precisa dizer pra quem – “que deve ser da Arena ou MDB” – é o recado? Vai voar sozinho!

Azambuja começa a admitir que a mudança não era, mesmo, “de verdade”

“Após minudenciada análise do caderno processual, não se constatou, por ora, qualquer interesse público apto a ensejar o ingresso do Estado na epigrafada Ação Civil Pública, em quaisquer de seus pólos. Reforça esse entendimento o fato dos requeridos sequer terem apresentado suas respectivas manifestações escritas”. Acredite, mas por mais absurdo que possa parecer, nestes tempos de Petrolão nacional e das espetaculares derrapagens na lama asfáltica de Edson Giroto no Estado esta é a resposta do governador-censor Reinaldo Azambuja, por meio do procurador Adriano Aparecido Arrias de Lima, declinando do “convite” do Ministério Público para que o governo eleito com a promessa de “mudança de verdade” entre na ação de improbidade administrativa movida conta o ex-governador André Puccinelli e seus comparsas.

Máfia do sapato branco

Só pode ser acerto de contas dos tempos em que ambos faziam concorrência na medicina privada, Sebastião Nogueira com seu Hospital Mater Dey, Geraldo Resende faturando tufos com equipamento particular a serviço do Hospital Evangélico. Com este retorno-não-retorno de Resende ao PSDB, Nogueira se antecipou, anunciando que não vai mais disputar a convenção do PMDB, mas, devendo aninhar-se entre os tucanos para disputar a prefeitura com apoio de Azambuja e sua turma.

Carta na manga

Nem Geraldo Resende, nem Sebastião ou Antônio Nogueira, nem Odilon Azambuja, nem Renato Câmara. Diante do imbróglio do PMDB douradense a cúpula estadual do partido teria uma surpresa, com um candidato a prefeito capaz de promover o consenso não apenas intramuros, mas também de afugentar concorrentes de outras siglas. Um nome de peso. Literalmente.

Jus sperniandi

Na semana em que recomeça a contagem do prazo para a tramitação do processo da cassação de seu mandato, o senador Delcídio do Amaral, preso desde novembro em Brasília, anunciando o desejo de troca de relator, sob a alegação de falta de isenção de seu colega Ataídes de Oliveira, tucano do Tocantins. Como diria o findo dr. Ayrthon Barbosa Ferreira, trata-se do mais que legítimo direito de espernear.

Decretar fim da carreira política de Lula é tentador, mas precipitado

14/02/2016 - 09h52 Em menos de dois anos, a rejeição de Lula pulou de 17% para 47%, segundo o Datafolha. A parcela dos que o...

No limite, Delcídio prepara delação

Na última semana, depois de oitenta dias preso numa cela improvisada de menos de 20 metros quadrados na sede do Batalhão de Trânsito em Brasília, o senador Delcídio Amaral (PT-MS) era um pote de mágoas. Mostrava irritação especial com a cúpula do PT e do governo. Ainda nos primeiros dias de cárcere, um ministro de Dilma fez chegar a ele um recado de que sua prisão não perduraria. A promessa era de que o governo interferiria junto ao Judiciário, nos bastidores, para afrouxar a prisão preventiva decretada pelo Supremo, após gravações mostrarem que ele estava interferindo nas investigações da Lava Jato.

Delcídio, o magnânimo

A descoberta de que uma subsidiária da Odebrecht fazia pagamentos ao marqueteiro baiano João Santana reafirma o quanto Delcídio do Amaral era mão-aberta em suas campanhas eleitorais, fato escancarado na eleição de 2014, quando ele, como candidato a governador, gastou mais até que a candidata a presidência Dilma Rousseff. A denúncia de agora traz à tona o custo da campanha de Delcídio ao Senado, em 2002: R$ 2,2 milhões, Isto, só com marqueteiro, o mesmo, aliás.

Retorno ao ninho

No dia em que neossocialista José Carlos Barbosinha disse não a Sérgio de Paula, afirmando preferir a companhia sempre segura de Murilo Zauith, o ainda peemedebista Geraldo Resende saçaricou a manhã toda na Casa Civil do governo do Estado. Pode ter ido só para tratar da desincompatibilização de seu chefe de campanha e futuro secretário de Governo, Flávio Brito, o homem forte de Paula, mas a conversa é que aproveitou para arrematar seu retorno ao ninho tucano.

Sem retorno

Lá atrás uma das grandes promessas do agronegócio para a política douradense, o chapeludo Gino Ferreira, segundo suplente de senador de Waldemir Moka, não quer mais saber de voltar a disputar eleições. Diz que se sente mais à vontade longe de uma “aldeia” que tem muito cacique pra pouco índio. “O povo de Dourados parece que não gosta de quem tem princípios para fazer política”, acrescentou, para lamentar o fato de que a maioria dos vereadores tem dono.

Azambuja assina convênio pondo raposas para cuidar do galinheiro

Uma notícia que seria das mais alvissareiras para começar o ano, agora que acabou o carnaval, não fosse o perigo que representa para os cofres públicos o convênio assinado pelo governador-censor, o Azambuja, com a Controladoria Geral da União. O objetivo, montar uma estrutura de combate à corrupção e monitoramento das despesas públicas. Que maravilha se fosse sério! 51 (o número não poderia ser mais emblemático) dias, apenas, e o governo do Estado será obrigado a pôr para funcionar a estrutura que promete, se não acabar, pelo menos diminuir a roubalheira!

E os outros?

Tudo bem que Vander Loubet é um dos mais proeminentes integrantes da quadrilha petista em fase de desbaratamento no Brasil, mas por que toda essa “pegação” no pé do “pobrezinho”? Por que não uma recepçãozinha como as que promovem para ele sempre que de retorno, ops!, a Campo Grande também a titio Zeca e aos derrapantes da Lama Asfáltica ou à tucanada recém-chegada, mas já tão ávida, ao ninho do Parque dos Poderes?
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