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quinta-feira, outubro 8, 2026

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Para Gilmar Mendes nomeação de Lula pode ser enquadrada em crime penal

O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, responsável pela decisão que suspendeu a posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Casa Civil e principal relator na Corte sobre esses processos, afirmou ontem que a impressão é que neste caso houve crime de falsidade e não de responsabilidade. "O que ressai é a impressão de que pode ter ocorrido mesmo não um crime de responsabilidade, mas um crime do código penal, que é o crime de falsidade, a possibilidade de que pode ter havido de fato a declaração falsa de posse do presidente Lula", ressaltou.

“O processo de impeachment não é golpe de estado”

Deputado Jovir Arantes (PTB-GO) – ao ler o relatório anunciando a admissibilidade do processo que pode cassar o mandato da presidente Dilma Rousseff, agora à tarde.

Balela

"Eu tenho totais condições de me submeter a uma nova avaliação popular, porque meu trabalho é sério e contribui para a construção de um País melhor. E você, presidente, será que vossa excelência também teria sucesso em uma nova avaliação popular?". Do agora oposicionista tucano Geraldo Resende, ao "garantir" que renunciaria ao próprio mandato desde que, claro, todo o Congresso faça o mesmo, caso a presidente Dilma Rousseff puxe a fila.

Nunca antes na história se pedalou tanto como no governo Dilma

Dados publicados pelo Banco Central dão dimensões precisas à explosão das manobras conhecidas como pedaladas fiscais no governo Dilma Rousseff.As pedaladas –o uso de dinheiro dos bancos federais em programas de responsabilidade do Tesouro Nacional– são a base do pedido de impeachment contra Dilma. Assim, os números do BC põem em xeque a tese principal da defesa da presidente, segundo a qual seus antecessores também adotaram a prática.

Então tá!

"Filho, irmão, esposa e cunhado de integrantes de outro poder não estão impedidos de serem nomeados, mormente porque não houve demonstração de reciprocidade em nomeações de autoridades de poderes distintos, não se podendo falar, em primeira análise, da ocorrência de nepotismo". Despacho do juiz Marcelo Ivo de Oliveira, ao negar a anulação da contratação da parentela de políticos e dos próprios membros do Tribunal de Contas pela Corte Fiscal do Estado.

Deputado acusa governo de oferecer R$ 2 mi para voto contra impeachment

O deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), um dos principais aliados de Eduardo Cunha (PMDB), acusou o governo, nesta terça-feira (5), de oferecer R$ 400 mil para parlamentares que se ausentarem da votação do impeachment da presidente no plenário e R$ 2 milhões para um deputado votar contra.

Fiasquentos

A seis meses, ainda, das eleições, e o pau já come solto entre os pretensos candidatos a prefeito. Racib Harb (PSC), quase saiu no braço com Geraldo Resende (PSDB), numa padaria chique e maior ponto de fuxico da cidade. E tudo porque o tucano estaria "tratorando" os nanicos. Vagabundo, traidor, fantasma! Só pouparam as respectivas mães e também não se acusaram de ladrão! E tudo isso partindo de quem se apresenta como candidato a governar a segunda maior cidade do Estado.

Crise política brasileira é destaque no ‘New York Times’

05/04/2016 - 06h24A crise política no Brasil recebeu destaque nas edições impressa e digital do jornal americano "The New York Times" desta segunda-feira. A...

Janela partidária ‘engordou’ PSDB nos Estados

Mais de 20% dos deputados estaduais e distritais de todo o país trocaram de partido no último mês durante a janela eleitoral liberada pelo Congresso. No saldo final, o PSDB é o partido que mais ganhou, e o PT, que registrou mais perdas. O partido da presidente Dilma Rousseff não conseguiu filiar nenhum novo deputado, mesmo nos Estados onde governa (como Minas Gerais, Bahia e Ceará).

Teori arquiva processos que pediam suspensão da nomeação de Lula

O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta segunda-feira liminar em dois processos que pediam que fosse suspensa a nomeação do ex-presidente Lula para o cargo de chefe da Casa Civil. As ações haviam sido apresentadas pelo PSB e pelo PSDB e afirmavam que a escolha do petista, investigado na Operação Lava Jato, para compor o ministério da presidente Dilma Rousseff tinha por objetivo burlar a Justiça e garantir foro privilegiado para livrá-lo de ser julgado pelo juiz Sergio Moro.

Estrela cadente

Délia Razuk (PR), Comandante Renato (PSB), Elízio Brites (PROS), Enio Ribeiro (PSOL), Geraldo Resende (PSDB), Marcelo Mourão (PRP), Renato Câmara (PMDB) e Wanderlei Carneiro (PP). Findo o prazo para filiações partidárias, por ordem alfabética, até que saia uma pesquisa confiável, estes são os postulantes à cadeira de Murilo Zauith. Como perguntar não ofende, e o PT de Tetila, de Biasotto, de João Grandão, de Lula, de Delcídio, de Dilma e Cia.?

Renovos

Embora o presidente da Fiems Sérgio Logen tenha se filiado ao PR do velho cacique "chinês" Londres Machado, no momento em que o PSDB cogita lançar o ex-presidente da Famasul Eduardo Riedel candidato a prefeito de Campo, que o eleitor da capital morena medite, nesses tempos bicudos para a classe política, no provérbio, este, sim, chinês: "Há três coisas que nunca voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida".

Esquerda latina errou ao achar que corrupção é alheia a ela, diz mexicano

Na alegria das vitórias dos anos 2000 e na tristeza dos tempos atuais de reveses, até que a morte da esquerda latino-americana a separe. Ora derrotas parciais, como a maioria oposicionista no Congresso venezuelano e a negativa em referendo para Evo Morales engatar o quarto mandato na Bolívia. Ora ejeções do poder pelo voto — o fim da era Kirchner na Argentina— ou pelo impeachment, possível epílogo para Dilma Rousseff no Brasil.

Na avaliação do Planalto sobrevivência do governo Dilma depende de Lula

A equipe de Dilma Rousseff acredita que pode barrar o pedido de impeachment em tramitação na Câmara, mas avalia que a sobrevivência final depende de o ex-presidente Lula assumir um papel de protagonismo no comando do governo. Segundo assessores, Dilma passou a ter chances de vencer a primeira batalha do impeachment com a entrega de cargos a partidos como PP e PR, mas corre o risco de, no dia seguinte, enfrentar um clima de que não tem mais como governar o país.

Sem renúncia

"Setores favoráveis à saída de Dilma, antes apoiadores do impeachment, agora pedem a sua renúncia. Evitam, assim, o constrangimento de respaldar uma ação 'indevida, ilegal e criminosa'. Ao editorial da Folha de S. Paulo publicado neste domingo (3), fica a resposta da presidente: 'Jamais renunciarei'", informa um texto, acompanhado de um vídeo com trechos de discursos anteriormente proferidos pela presidente, em seu perfil oficial no Facebook.

Filho pródigo

Se Dilma sobreviver ao impeachment, a expectativa geral no PT é que Lula "refunde" o governo e assuma as rédeas até 2018. (Coluna Painel - Folha de S. Paulo)

Jornalistas contam como suas rotinas são afetadas pelas notícias

Para Camarotti, a melhor forma de desanuviar é em casa. Ele conta que vem evitando sair não apenas para se poupar do cansaço, mas para evitar a exposição das opiniões. — Onde você chega, isso vira assunto. Por isso, opto pela calmaria — avalia ele, que já teve que faltar um casamento, um seminário internacional e um evento da GloboNews por conta do noticiário pesado: — Minha cobertura é presencial, exaustiva. Os fatos acontecem o tempo todo. Eu acompanho os horários das fontes, tem gente que só pode falar antes das 7h. Eu fico 24 horas ligado, e tenho insônia. Num dia tenso, durmo só quatro horas. Ir ao banheiro, muitas vezes, só quando termina um programa Os jornalistas Lidiane Shayuri e Clébio Cavagnolle, da Record News, sabem bem disso. Eles apresentam as duas edições diárias do Link Record News — às 11h e às 15h — e já estão acostumados com as horas a fio ao vivo. — Parece que está passando um furacão. Como muita coisa acontece à tarde, o jornal vai ficando interminável. O cansaço mental é gradativo. Eu saio à noite para dar uma caminhada ou pedalada — conta Clébio. Lidiane fala que precisou se inteirar das expressões jurídicas para acompanhar os julgamentos e poder repassá-los, de forma didática, ao espectador. — Para os políticos, é parte do cotidiano. Eu acho importante entender e mastigar isso — explica. — Todo mundo precisa descansar mente e corpo, mas a gente fica dividido: é um momento histórico que nos intriga enquanto profissionais. Se aqui as manchetes políticas são o assunto mais comentado, os recentes ataques terroristas em Paris, em novembro de 2015, e em Bruxelas, no último dia 22, deixaram os correspondentes Pedro Vedova, da Globo, e Bianca Rothier, da GloboNews, em estado de alerta. CHORO COMPULSIVO Para Pedro, que tem Londres como base, uma grande questão é manter o foco nas transmissões ao vivo, entre tantos personagens interligados, nomes estrangeiros e pessoas nervosas: PUBLICIDADE — Tudo joga contra. Mas, em coberturas como essas, parece que baixa uma espécie de anestesia que mantém nosso foco, mas que sufoca nossa sensibilidade. O clima é pesado. Lembro de chorar compulsivamente numa madrugada em Paris — relata ele. — Aprendi com um cinegrafista que se tiver água é para beber, banheiro é para usar, comida é para comer. Você nunca sabe quando será a próxima oportunidade. No estresse, Bianca Rothier, que fica na Suíça, entrega que “já perdeu as contas” de quantas vezes trocou o refeição por um barra de chocolate, “seu combustível”. Mas distrair a cabeça, para ela, é a parte mais complicada: — Retomar a rotina não é simples. Esta semana amigas me convidaram para um festival de música. Tentei me imaginar lá, mas não consegui. Celebrar o que depois de tanta dor? Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cultura/revista-da-tv/jornalistas-contam-como-suas-rotinas-sao-afetadas-pelas-noticias-19008286#ixzz44lJmh2fz © 1996 - 2016. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.

Em editorial, Folha de S. Paulo “decreta” o fim do governo Dilma-Temer

A presidente Dilma Rousseff (PT) perdeu as condições de governar o país. É com pesar que este jornal chega a essa conclusão. Nunca é desejável interromper, ainda que por meios legais, um mandato presidencial obtido em eleição democrática.

O golpe do ‘golpe’

02/04/2016 - 08h29O kirchnerismo caiu numa disputa eleitoral. Derrotas nas urnas são contingências normais do jogo político. O lulopetismo encara a perspectiva de uma...

PT já fala em ‘reconciliação nacional’

Setores do governo e do PT defendem que, caso a Câmara não aceite o pedido de impeachment, a presidente Dilma Rousseff lidere um amplo processo de reconciliação nacional como forma retomar a estabilidade política, a governabilidade e viabilizar saídas para a crise econômica. Segundo fontes do Planalto e do PT, o processo seria liderado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na condição de ministro da Casa Civil, e passaria por um entendimento com setores da oposição. A ideia de Dilma enviar ao Congresso um projeto para abreviar seu mandato e convocar novas eleições para presidente, deputados e senadores voltou a ganhar força entre setores do PT e do governo.
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