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domingo, agosto 23, 2026

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Há fadiga geral com o impeachment, diz historiador Boris Fausto

Há seis meses, a quem lhe perguntava sobre o impeachment da presidente Dilma Rousseff, Boris Fausto dizia que havia "mais razões técnicas" para a destituição da petista do que houve em 1992, quando o então presidente Fernando Collor de Mello deixou o cargo. Hoje, com o pedido em trâmite na Câmara dos Deputados, o historiador, aos recém-completados 85 anos, afirma que o avanço do "impeachment ficou muito mais complicado do que parecia há duas semanas".

Moka em alta

Em meio a tanta bandalheira da política nacional, com o protagonismo, inclusive, de “ilustres” representantes do MS, o senador Waldemir Moka termina o ano em alta, incluído na lista dos 100 parlamentares mais influentes do Congresso. Por atuação em projetos, por exemplo, como o que acaba com a farra das medidas provisórias que transforma o Congresso em mero coadjuvante do Planalto e o que obriga presidiários abastados, como Delcídio do Amaral, a bancarem suas despesas no xilindró.

É Délia!

"Só sei que o fenômeno Délia é fruto da credibilidade da única vereadora que não se corrompeu; do exercício com maestria do cargo de prefeita interina; e da soma de toda ação humanitária que essa mulher vem desenvolvendo, sem politicalha, ao longo de sua vida". Advogado e líder indígena Wilson Matos da Silva, a respeito da última pesquisa em que a vereadora Délia Razuk surra de relho o dilmista Geraldo Resende, o reinaldista de momento Marçal Filho e o andresista Barbosinha.

Delcídio é agente criminoso e tinha ganância em desviar verba, diz Janot

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou ao STF (Supremo Tribunal Federal) que o senador Delcídio do Amaral (PT-MS) "tinha ganância em ter recursos desviados dos cofres públicos para interesses exclusivamente privados" e que se trata de um "agente que não mede as consequências de suas ações para atingir seus fins espúrios e ilícitos".

Nem Geraldo, nem Marçal, nem Barbosinha. É Délia a preferida em Dourados

A vereadora Délia Razuk, que está de saída do PMDB, domina as intenções de voto para a Prefeitura de Dourados e deixa para trás candidaturas que até então eram vistas como as de maior possibilidade eleitoral para substituir o prefeito Murilo Zauith (PSB). De acordo com pesquisa do Ipems, realizada com 300 eleitores nos dias 18 e 19 deste mês, Délia é a preferida do eleitorado em todas as simulações, tanto em disputadas pulverizadas com vários concorrentes como num cenário de polarização entre duas candidaturas.

Retornos, eternos retornos

Do drástico corte de 83,82% do valor das 15 emendas da bancada federal ao Orçamento da União de 2016, chama a atenção o único item que passou incólume: os R$ 100 milhões do Dnit para a implantação da rodovia Rio Verde-Aquidauana. Nos demais itens, saúde inclusive, a tesoura cortou sem dó nem piedade.O Dnit é um dos maiores focos de corrupção no país, por aqui principalmente, tanto que ex-homem forte do setor, Edson Giroto é um chefes da quadrilha da já famosa lama asfáltica.

Tribunal de Contas do MS torra dinheiro com investimentos questionáveis

Diante de uma das mais graves crises financeiras que já assolaram Mato Grosso do Sul, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) teve que descumprir uma de suas principais promessas de campanha para tirar o Estado de um buraco cada vez mais fundo: aumentar a carga tributária de vários produtos e praticamente obrigando os demais poderes e órgãos auxiliares a promover a chamada “economia de guerra”, com redução drástica de custeio, corte de pessoal e outras medidas de contenção de gastos.

Cara-de-pau

Preso desde o dia 25 do mês passado, o ex-líder do (des)governo petista, Delcídio do Amaral, manda dizer, por meio de seus advogados, que é delirante e fantasioso todo o conteúdo das gravações feitas pelo filho de Nestor Cerveró. Isto, no que diz respeito a seus colegas políticos e a magistrados, como os ministros do STF. Em relação ao banqueiro André Esteves, que puxou uns dias de cana por causa de sua língua solta, Delcídio diz que tudo não passou de blefe e bazófia.

Truco!

Os peemedebistas douradenses até parece que não conhecem os humores do ex-deputado Roberto Razuk. Caso marquem uma visitinha para comunicarem a “liberação” de sua dona Délia para poder disputar a prefeitura por outro partido, sem sofrer sanções, serão recebidos com os resultados de uma nova fornada de pesquisas, com a esposa abrindo ainda mais a já confortável vantagem sobre deputado Geraldo Resende na disputa pela prefeitura. E fim de papo.

STF ocupou espaço vazio deixado pelo Congresso

Como avaliar a decisão do Supremo Tribunal Federal sobre o ritmo do impeachment na última quinta-feira? Avançou sobre as competências do Congresso, interferindo indevidamente num processo de natureza eminentemente política? Ou simplesmente limitou-se a assegurar as bases do devido processo legal, neutralizando os abusos perpetrados por Eduardo Cunha?

Uma ninharia de retornos

O Correio do Estado estampando manchete hoje para alardear que as propinas até agora descobertas do senador-presidiário Delcídio do Amaral beiram aos R$ 50 milhões. Se for “só” isso, uma “injustiça” o que estão fazendo com ele, já que essa grana aí não quita a fatura de uma das duas campanhas de governador que perdeu, além das duas de senador. Claro que o buraco é bem mais embaixo, até porque a PF não chegou, ainda, aos desvios do sinuoso gasoduto Brasil-Bolívia.

Saímos das águas turvas, estamos navegando com regras claras, diz Jandira

20/12/2015 - 11h13Deputada fala sobre credibilidade da Câmara e defende mudança estrutural na CasaA deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) não tem dúvidas de que...

O golpe, onde está o golpe?

O principal argumento que dona Dilma e a assanhada militância do PT, a começar pelo seu assanhadíssimo fundador, é que a Operação Lava Jato é um golpe, uma violência contra a Constituição, os bons costumes da nossa vida pública, um terceiro turno da última eleição presidencial.

Dilma põe Dourados em segundo plano

Bons tempos aqueles em que altas autoridades da República punham Dourados em suas agendas para aqui lançar programas de desenvolvimento – como fez o presidente Geisel, com o PRODEGAN, em 1976 – e não para fazer política, como Lula em 2010, quando veio na véspera da eleição de Dilma, para “inaugurar” uma rodovia que já existia havia anos. Agora, a madame adia a visita de segunda-feira próxima, assim mesmo só agendada para aproveitar a rota, já que estaria em Assunção.

Que fase!

Orgulho mato-grossense do Sul no Congresso, o ex-líder do governo e senador suspenso do PT Delcídio do Amaral vai passar o Natal na cadeia. Outra estrela petista, o primeiro-sobrinho (de Zeca do PT) Vander Loubet, foi, enfim, denunciado ontem. Mais feio ainda, como parceiro de Collor de Melo nas roubalheiras da Petrobrás. Não menos diferente é a situação de aliados políticos, como Edson Giroto e João Amorim. Só que estes, por enquanto, têm as costas quentes no judiciário.

Negada, mais uma vez, a prisão dos quadrilheiros da Lama Asfáltica

O juiz da 2ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande, Aluízio Pereira dos Santos, negou novo pedido de prisão preventiva (tempo indeterminado) do ex-deputado federal Edson Giroto, do empresário João Alberto Krampe Amorim dos Santos e outros sete réus. As solicitações foram feitas pela força-tarefa do Ministério Público.

PGR denuncia Vander Loubet por corrupção na BR Distribuidora

A PGR (Procuradoria-Geral da República) apresentou mais uma denúncia ao STF (Supremo Tribunal Federal) referente às investigações da Operação Lava Jato, desta vez contra o deputado Vander Loubet (PT-MS). Loubet é acusado de formar organização criminosa relacionada à BR Distribuidora, lavagem de dinheiro e de corrupção passiva no valor de R$ 1 milhão entre 2012 e 2014, junto a outras quatro pessoas: o ex-ministro Pedro Paulo Leoni Ramos, ligado ao senador Fernando Collor (PTB-AL), Ademar Chagas da Cruz, Fabiane Karina Miranda e Roseli da Cruz Loubet. A denúncia pede a perda de mandato para o deputado petista e a perda de função pública para os condenados detentores de cargo público. Dentre os fatos da investigação está o de que a Polícia Federal detectou que ele fez viagens no mesmo avião, para o mesmo destino, com o lobista Jorge Luz, suspeito de pagar propina referente a contratos da Petrobras. Em outro ponto, o doleiro Alberto Youssef contou em sua delação premiada que a pedido do empresário e ex-ministro Pedro Paulo Leoni Ramos, ex-chefe da área de inteligência do Palácio do Planalto no governo Fernando Collor (1990-1992), fez entregas de dinheiro a um "emissário" do deputado Vander Loubet, o advogado de Campo Grande (MS) Ademar Chagas da Cruz. O dinheiro foi entregue entre dezembro de 2013 e janeiro de 2014, segundo Youssef. A íntegra da denúncia contra Loubet está sob sigilo. Ele era investigado junto ao ex-líder do governo na Câmara Cândido Vaccarezza (PT-SP), também suspeito de ter recebido propina. Vaccarezza, no entanto, não foi incluído nesta denúncia. Este é o sexto parlamentar com mandato denunciado pela PGR ao Supremo, no âmbito da Lava Jato. Também já foram denunciados o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o senador Fernando Collor (PTB-AL), o deputado Arthur Lira (PP-AL) junto ao seu pai Benedito de Lira (PP-AL) e o deputado Nelson Meurer (PP-PR). No final do ano passado, quando surgiram as primeiras informações de que Loubet era citado nos inquéritos da Lava Jato, a assessoria do parlamentar afirmou, em nota, que Loubet manifestava "estranheza acerca da notícia" e que se colocava "à disposição da Justiça para que os fatos sejam esclarecidos com a maior brevidade possível". Procurado, o advogado de Vander Loubet, Paulo Quezado, afirmou que ainda não teve acesso à íntegra da denúncia e que, por isso, não poderia se pronunciar.

No depoimento à PF, Lula critica Lava Jato e admite amizade com Bumlai

Em depoimento à Polícia Federal o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a investigação de integrantes de seu governo na Lava Jato faz parte de um "processo de criminalização do PT" e admite relação de "amizade" com o pecuarista José Carlos Bumlai, um dos presos da operação.O petista ainda saiu em defesa do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, acusado de operar propinas para o partido, além de indicar que cabia ao ex-ministro José Dirceu (Casa Civil), preso no mensalão e no petrolão, concentrar discussões de indicações políticas de seu governo.

Moka acredita se passar na Câmara impeachment também passa no Senado

Senador Waldemir Moka (PMDB) acredita que Senado deverá seguir decisão dos deputados da Câmara Federal na votação de abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). De acordo com senador, caso processo de impeachment de Dilma receba aceitação de pelo menos 2/3 da Câmara, ou 342 votos favoráveis, pela lógica do peemedebista, demais senadores seguirão juntos com a Câmara Federal. “Não acredito que Senado irá rejeitar uma decisão da Câmara, eu mesmo, neste caso, voto junto com a Câmara”, afirma.

Paixão antiga

André Puccinelli nunca escondeu sua paixonite por Marçal Filho. Tanto que das vezes visitava Dourados como governador, em vez de ser recebido pelo deputado ou tê-lo como companhia em suas andanças pelos bairros, ele é que ia até a emissora do pupilo. Mas ninguém poderia imaginar que a coisa pudesse chegar ao ponto dele, agora, fazer das tripas coração pelo retorno de Marçal à Câmara Federal, como anunciado hoje por J.C. Torraca.
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