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domingo, agosto 23, 2026

Últimas Notícias

Um mês após voltar da cassação, Bernal reclama de ameaças de ‘novo golpe’

Desde que o presidente afastado da Câmara de Campo Grande, Mario Cesar (PMDB), confidenciou a alguns parlamentares que pode renunciar, o prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP), não tem encontrado paz. Diariamente ele é informado por alguém que “outro golpe” pode estar sendo armado para voltar a tirá-lo da Prefeitura.

Dilma tenta pacto com o demônio para salvar governo, diz FHC

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) acha que a presidente Dilma Rousseff fez um "pacto com o demônio" para tentar salvar seu governo ao oferecer novas posições no ministério ao PMDB, seu maior aliado. "Vai governar como? Não vai. Vai ser governada", diz o líder tucano. Na sua avaliação, a crise só será superada se as forças políticas encontrarem meios de conter a expansão dos gastos públicos e reformar o sistema político.

Sufocado, Marquinhos Trad mas busca partido de Marina

Ainda que se sinta sufocado dentro do PMDB, o deputado estadual Marquinhos Trad aguarda uma conversa que estava prevista para acontecer há duas semanas com mandatários da sigla para um possível aparar de arestas. De acordo com o deputado não há sinalização de permanência no partido que tem, atualmente, sua base rachada, em função de desacordo interno. Mas, ele já admite abrir uma conversação com correligionários. “Eu pedi a reunião e até agora não foi marcada”, disse.

TSE aprova por unanimidade pedido de registro da Rede Sustentabilidade

Cerca de dois anos depois de ter iniciado os trâmites para a criação da Rede Sustentabilidade, a ex-senadora Marina Silva teve o partido oficializado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). A corte aprovou o pedido de registro do partido na sessão realizada nesta terça-feira (22) por 7 votos a 0, tornando a sigla a 34ª em atividade no Brasil. O relator João Otávio de Noronha pediu o deferimento do registro, seguido por Herman Benjamin, Henrique Neves, Luciana Lóssio, Gilmar Mendes, Rosa Weber e José Antonio Dias Toffoli.

Ex-presidente do STF Ayres Brito não vê motivo para impeachment de Dilma

22/09/2015 - 06h26 O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Carlos Ayres Britto, 72, diz que não há base jurídica para sustentar um processo de impeachment...

Ayache desponta como nome forte do PSB para a prefeitura de Campo Grande

A filiação ao PSB do ex-candidato petista ao Senado em 2014, Ricardo Ayache, na presença das principais lideranças nacionais do partido, incluindo o presidente nacional, Carlos Siqueira, e a presidente do diretório regional, deputada federal Tereza Cristina é a mais clara indicação de que o homem forte da CASSEMS é o nome a candidatura à Prefeitura de Campo Grande em 2016.

STF põe fim à farra das “doações” de campanha

Ao decidir que são inconstitucionais as “doações” de empresas para campanhas eleitorais e partidos políticos, o STF deixou atônitos os parlamentares que acabam de aprovar uma lei sobre o tema. Essa lei, que estava pendente apenas da sanção de Dilma Rousseff, autorizava doações empresariais de até R$ 20 milhões para partidos políticos. O texto perdeu a validade.

Em clima de ‘UFC’, Bernal e vereadores discutem soluções para a crise financeira

Tons mais acalorados, seguidos de tons mais amenos em certos momentos. Assim foi o clima entre o prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP) e os vereadores no plenarinho da Câmara Municipal, onde tiraram a manhã desta quarta-feira (16) para discutir a situação financeira de Campo Grande.

João Grandão é condenado a onze anos de prisão

O ex-deputado federal João Batista dos Santos, o João Grandão (PT), foi condenado pela 3ª Turma do TRF1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região, com sede em Brasília) a 11 anos e dez meses de prisão em regime inicialmente fechado, no processo que se originou a partir da Operação Sanguessuga. A acusação é de corrupção passiva, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e fraude em licitação. Grandão, que cumpre mandato de deputado estadual, afirmou que não tem ainda detalhes da decisão e disse que vai recorrer.

Estratégia da oposição para impeachment de Dilma prevê dias de caos em CPI

15/09/2015 - 09h59Após coletar mais de 800 mil assinaturas online ao movimento pró-impeachment, partidos de oposição na Câmara dos Deputados definiram nesta segunda-feira (14)...

André Puccinelli e Gilmar Olarte puxam a fila dos presos da Lama Asfáltica

Evidente, até para quem não acompanha o dia-a-dia da política, que chegaria a hora de André Puccinelli pagar, e caro, por seu excesso verborrágico, e não precisando ir longe, para não encompridar a prosa, ficando apenas no mais emblemático deles, que escandalizou o Brasil – a crônica de um estupro (em praça pública) anunciado do então ministro Carlos Minc, a quem chamou de “veado e fumador de maconha”. Agora, apeado do governo e pra lá de encrencado em denúncias de malversação de verbas, a ponto de ser apontado pelo Ministério Público Estadual como chefe da quadrilha da Lama Asfáltica, ele continuava falando, falando. E perigosamente, pelo menos até a última sexta-feira, antes da audiência no Gaeco, onde foi explicar, entre otras cositas, o excesso da verba gasta por seu governo com cafezinhos e ingressos de circo, e de onde saiu misteriosamente calado.

Retorno de Bernal muda cenário da sucessão em Campo Grande

Sem nenhum candidato favorito, ao menos por enquanto, a disputa eleitoral de 2016, a partir do retorno do prefeito Alcides Bernal (PP) à Prefeitura, deve mudar radicalmente o cenário político em Campo Grande, cuja campanha também deve ser marcada sem a participação de nomes tradicionais como protagonistas em um confronto atípico no maior reduto eleitoral de Mato Grosso do Sul.

Delcídio e Lula voltam a ser denunciados por recebimento de propina de Pasadena

À mesa de um restaurante decorado com lustres de cristal, obras de arte contemporânea e castiçais dourados, na Praia do Flamengo, no Rio de Janeiro, três diretores da Petrobras e dois executivos do grupo Odebrecht almoçavam reservadamente às vésperas das eleições de 2006. Era um encontro de homens de negócios. Do lado da petroleira, estavam lá os diretores Nestor Cerveró, Paulo Roberto Costa e Renato Duque; do lado da maior construtora do país, Márcio Faria e Rogério Araújo. Os cinco não falavam apenas de negócios. Falavam também de política. Nos tempos de petrolão, no governo de Luiz Inácio Lula da Silva, falar de negócios na Petrobras exigia falar de política: contratos com a estatal, conforme demonstram as provas da Lava Jato, eram frequentemente fechados somente mediante pagamento de propina a políticos do PT, do PMDB e do PP, a depender da diretoria. Hoje, a maioria dos cinco comensais está presa em Curitiba, acusada de participação destacada no petrolão.

Câmara deve tratar de impeachment de Dilma a partir desta semana

A Câmara dos Deputados deve começar a tratar formalmente do processo de impeachment de Dilma Rousseff nesta semana, quando deputados de oposição apresentarão requerimentos ao presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para que ele se posicione sobre os 13 pedidos de deposição. Cunha já avisou que pretende negar, se não todas, boa parte das ações exigindo o impeachment. Com os demais, ele continuaria protelando.

Ex-vereador fala de “amizade misteriosa” com quadrilheiros da Lama Asfáltica

O ex-vereador de Campo Grande, Cristóvão Silveira, foi o último a prestar depoimento ao Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) nesta semana. Foram mais de duas horas e na saída ele foi evasivo nas respostas às perguntas feitas pelos jornalistas. Como a maioria dos que já foram ouvidos pelo Gaeco, o ex-vereador também disse que foi convidado a colaborar como testemunha.

PF pede ao Supremo para ouvir Lula no inquérito da Lava Jato

A Polícia Federal pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seja ouvido no inquérito que investiga envolvimento de políticos no esquema de corrupção na Petrobrás. O pedido foi feito pelo delegado Josélio Sousa. Ele suspeita que Lula pode ter sido ‘beneficiado pelo esquema em curso na Petrobrás, obtendo vantagens para si, para seu partido, o PT, ou mesmo para seu governo’.

Após depor por 3 horas, André diz que abriu mão de sigilo desde 1997

Após passar três horas no Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), o ex-governador André Puccinelli (PMDB) não forneceu detalhes do depoimento, reiterou não ter ligação com a cassação de Alcides Bernal em março de 2014 e dispôs dados do sigilo fiscal desde 1997.

Onde está a estratégia de Dilma?

Um amigo publicitário costumava usar uma frase para descrever momentos como o atual: “se piorar, piora”. Quando se acha que tudo está perdido, dizia ele, é bom lembrar que “sempre há um gap”, um espaço para que a situação descambe mais um pouco. É grande a vontade de ignorar o noticiário político e econômico, tamanha a quantidade de exemplos cotidianos que comprovam a sabedoria de meu amigo em sua frase. A sensação é que, todo dia, o Brasil piora mais um pouco.

Dilma Rousseff busca nome forte para substituir Mercadante

A presidente Dilma Rousseff estuda substituir o ministro Aloizio Mercadante (Casa Civil) por um nome que atue como uma espécie de "primeiro-ministro" e que não seja filiado a seu partido, o PT. Segundo assessores, Dilma percebeu que precisa fazer um "movimento de impacto", com ressonância política, para tentar sair da grave crise que paralisa o governo. Ela avalia substituir seu braço direito até mesmo por alguém de fora da política, mas que tenha receptividade na base aliada e na oposição, na tentativa de melhorar a governabilidade e diminuir o número de derrotas que vem sofrendo no Congresso. Não é a primeira vez, contudo, que a possibilidade de saída de Mercadante como parte da solução para a crise é especulada. O ex-presidente Lula defendia junto a Dilma a troca de Mercadante por Jaques Wagner (Defesa). O PMDB, partido do vice-presidente, Michel Temer, também já pediu a saída de Mercadante, justificando não ter bom entendimento com o ministro, que participa da articulação política e é considerado voluntarista e centralizador. Segundo relatos de interlocutores, a própria presidente avalia que ele falhou nas principais negociações estratégicas no início de seu segundo mandato. Uma das principais reclamações de aliados de Temer é que as discussões para distribuição de cargos paravam quando chegavam na Casa Civil. Recentemente, a indicação de uma das vice-presidências para a Caixa Econômica Federal gerou atrito entre o vice e Mercadante. Ministros ouvidos pela Folha afirmam que Mercadante não sairá do governo. Disseram que deve ele ser transferido para outra pasta na reforma da Esplanada que a presidente promete como uma das saídas para o deficit fiscal de R$ 30,5 bilhões apresentado na semana passada, por sua equipe econômica, na proposta orçamentária para o ano que vem. Em agosto, o Planalto anunciou a redução de dez ministérios e o fim de parte dos cargos comissionados, mas até agora nada ocorreu. Um dos principais defensores da ideia foi o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Além disso, ponderam os auxiliares de Dilma, a presidente já mudou de ideia outras vezes sobre a situação de Mercadante e nada impede que isso aconteça novamente, ainda mais em um momento de instabilidade. SEGURANÇA A ideia é que o novo ministro da Casa Civil consiga "passar segurança ao meio político" e montar uma estrutura burocrática que ajude o governo a melhorar a gestão e a relação com os aliados. No Congresso, as movimentações pelo impeachment da presidente ganharam força com o recrudescimento da crise econômica a partir da perda do selo de bom pagador pelo Brasil na quarta-feira (9). Dilma enfrenta processos no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que pedem a cassação de seu mandato, e a análise de suas contas pelo TCU (Tribunal de Contas da União), que também servem de munição para quem defende o impedimento.

Movimento de congressistas marca início do processo de saída de Dilma do governo

Os principais partidos de oposição e vários deputados dissidentes da base governista lançaram na manhã desta quinta-feira (10) o movimento parlamentar pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff. Com pesadas críticas ao governo e ao PT, e portando réplicas do "Pixuleco" –o boneco do ex-presidente Lula vestido de presidiário–, os congressistas afirmaram que o ato marca o início do processo de afastamento de Dilma e do PT do governo.
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