Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
Quando o sempre atento Racib Harb compartilhou no Facebook a foto do ainda peemedebista Geraldo Resende recebendo a visita da cristã Keliana Fernandes, em pleno sábado de carnaval, minha reação foi de incredulidade. A mesma incredulidade que tive nos Alpes austríacos quando, pelo mesmo Facebook, tomei conhecimento da história – pra lá de mal contada e que ainda deve dar muito pano pra manga – do benefício usurpado pelo deputado para se valer do sistema de cotas para seu retorno a uma Universidade Federal.
17/02/2015 - 16h28O papa Francisco lançou hoje (17) um apelo aos jovens para que se manifestem contra a “tendência generalizada de banalizar o amor”...
Titulares de cargos federais no Estado chamam atenção não só pela remuneração alta – salários de até R$ 29 mil -, mas também por serem protagonistas de escândalos. Investigações apontaram desvios de milhões de reais que resultaram em pelo menos quatro demissões.
O poder do ex-governado André Puccinelli (PMDB) fez com que o partido afunilasse e, ainda como grande partido do estado, não permitisse que novas lideranças surgissem. Expurgados da prefeitura da Capital e derrotados na eleição para o governo do Estado, ainda que tenha força legislativa tanto na Assembleia Legislativa quanto na Câmara Federal e Senado, o partido terá dois anos para rearranjar a ordem das peças no tabuleiro de xadrez e, mais uma vez, Puccinelli joga com as peças pretas.
14/02/2015 - 16h21O ex-governador André Puccinelli (PMDB) não vê irregularidade no cancelamento dos empenhos na administração estadual e no não pagamento de R$ 192,3...
O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa apontou em depoimento prestado em acordo de delação premiada que o senador Delcídio Amaral (PT-MS) indicou a diretoria internacional da Petrobras. A acusação, que não é nenhuma novidade para os leitores deste Blog, está publicada nas edições desta sexta-feira, 13, nos dois maiores jornais de circulação nacional - a *Folha de S. Paulo e O Estado de São Paulo.
Depois de passar o cargo ao seu sucessor em 1º de janeiro, o ex-governador André Puccinelli demorou 42 dias para reaparecer na cena midiática fazendo o que gosta: política. Foi ontem (quarta- feira, 11), em Brasília, durante encontro que preparou com os quatro congressistas do PMDB sulmatogrossense: os senadores Waldemir Moka e Simone Tebet e os deputados federais Geraldo Resende e Carlos Marun.
O ex-deputado Fábio Trad já anunciou sua saída do PMDB, Nelsinho foi abandonado durante sua campanha para a prefeitura da Capital e o deputado estadual Marquinhos é reconhecidamente adversário do ex-governador André Puccinelli. Todos tem suas razões para deixar o partido, todos são desejados pelos outros partidos.
O vereador Paulo Siufi (PMDB) admitiu ter cogitado impeachment do prefeito de Campo Grande, Gilmar Olarte (PP), em gravação que teria vazado durante sessão da Câmara Municipal. No momento, estava sendo apresentada peça de teatro que era reproduzida nas televisões do parlamento. Em meio às tentativas de instalação de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar suposto esquema na operação tapa-buracos, o peemedebista não poupou críticas ao chefe do Executivo.
12/02/2015 - 08h01O prefeito Ludimar Novais acompanhado dos secretários Luiz Alexandre do Amaral (Governo), Denize Oliveira (Educação) e Paulo Roberto da Silva (Administração), manteve...
11/02/2015 - 15h38Manobra articulada pelos partidos de menor representatividade na Assembleia Legislativa tirou o direito de o PMDB, bancada majoritária na Casa, indicar a...
Por que Reinaldo Azambuja consumiu todo o primeiro mês de seu governo tentando construir um consenso em torno da eleição mesa diretora da Assembleia Legislativa e, agora, depois do insucesso de seu proposto Sergio de Paula como negociador político, não conseguindo emplacar o avalista de campanha Zé Teixeira na presidência, parece que vai passar fevereiro inteiro, ainda, em vez de governando, enfim, o Estado, negociando a ida de um cupincha para a presidência Comissão de Constituição e Justiça (a mais importante delas) da mesma Assembleia? Por que esta inquietante e desesperada busca, pelo chefe do poder executivo, pelo mando, também, do poder legislativo?
A maioria dos deputados federais por Mato Grosso do Sul foi contra a criação da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Petrobras. A estatal é protagonista de um escândalo envolvendo corrupção. De acordo com levantamento divulgado pela revista Veja, somente três dos oitos deputados apoiaram a investigação: Geraldo Resende (PMDB), Tereza Cristina Côrrea da Costa Dias (PSB) e Luiz Henrique Mandetta (DEM).
Em sua primeira manifestação pública sobre a Operação Lava Jato, Lula comparou o petrolão ao mensalão. Fez isso para insinuar que o novo escândalo terá um julgamento político. “Estamos assistindo à repetição de um filme com final conhecido”, disse ele na festa de 37 anos do PT.
A Segurança Interna do País é sentida como uma garantia de conquista e manutenção dos altos Objetivos Nacionais em defesa e garantia contra ameaças de origem ou consequências internas, com aplicação do Poder Nacional. Mas aqui, em Campo Grande, a presidente Dilma não sofreu nenhuma ameaça.
Falou em retorno é com ele mesmo. Ainda mais quando o avalista da proposta do que deve ser seu mais lucrativo negócio é o mesmo que garganteia pelos quatro cantos da Assembleia ter bancado a eleição de Reinaldo Azambuja. É isto mesmo que vocês estão pensando! O uragânico Geraldo Resende pode deixar o PMDB de seu antigo patrão André Puccinelli para alçar voo de retorno, ops!, ao ninho tucano. Tudo avalizado, claro, pelo deputado Zé Teixeira, no que seria a primeira grande barganha do balcão de negócios em que deve se transformar a Casa Civil na gestão do preposto censor Sérgio de Paula. As bases da transação incluem a garantiria de apoio do chefe Reinaldo Azambuja ao sempre oportunista parlamentar (ainda) peemedebista à prefeitura de Dourados.
Eu sou do tempo em que ser honesto era obrigação. Credencial para que as pessoas fossem colocadas não no rol da fama, mas no rol das pessoas de respeito e, por isso mesmo, respeitáveis. Administrador público, obrigatoriamente, tinha que ter alto grau de honestidade, vez que lidava com dinheiro do erário. Dinheiro suado do povo, pobres ou ricos.
03/02/2015 - 13h38Homenagem, gafe e dados sobre o aparato do governo para atender as mulheres marcaram o discurso da presidente Dilma Rousseff (PT), que...