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Tereza Cristina apresenta suas credenciais para defender o agronegócio e o Estado no Congresso Nacional

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31/07/2014 – 15h15

Agora candidata a deputada federal, nos sete anos em que esteve à frente da Secretaria de Produção do Mato Grosso do Sul, Tereza Cristina deixou um saldo bastante positivo na atração de indústrias para o estado. Como, por exemplo, em dezembro do ano passado, a licença prévia para o início do processo de instalação da empresa chinesa BBCA no município de Maracajú, do grupo chinês que é o maior produtor do ácido cítrico usado como conservante em todos os alimentos, e que pretende processar 1 milhão e 250 mil toneladas de milho anualmente aqui no Estado além de gerar 60 mil kw/h por meio de cogeração. “Foram quatro anos de viagens, visitas, negociações. Essa é uma empresa genuinamente estrangeira que batalhamos bastante pela sua instalação aqui em Mato Grosso do Sul”, afirma a ex-secretária.

O trabalho de atração de empresas como a BBCA sempre esteve na pauta de prioridades da atual administração do Estado, tendo a frente secretaria de desenvolvimento agrário, produção, indústria, comércio e turismo comandada pela,então secretária, engenheira agrônoma Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias. Ela relata que desde que assumiu o comando de uma das mais importantes pastas do Estado teve a missão de promover essa mudança. “Sabíamos que ficar se o Estado ficasse apenas na venda de produtor primários, não obteríamos nenhum tipo de benefício. Era preciso agregar valor aos nossos produtos.”

O resultado de sete anos de trabalho já é visto e sentido em todos os segmentos da indústria . Mais emprego, mais renda para a população e uma diversificação antes nunca vista. Tereza lembra do período de visitas em São Paulo a grupos empresariais, FIESP, entrevistas, missões internacionais, visitas a Consulados, Câmaras comerciais de Embaixadas do Japão, China, Itália, Portugal, Espanha…

Tereza Cristina conta que o processo de mudança de Mato Grosso do Sul começou com a industrialização dos produtos produzidos aqui mesmo como a carne desossada, suínos, farelos. “ Aumentamos o que já tínhamos e partimos em busca de novos segmentos”, enfatiza. Ela exemplifica esse trabalho lembrando do processo de instalação da Fibria aqui no Estado. “Quando assumimos aSEPROTUR, no início da administração do governador André Puccinelli, a empresa estava em construção, assim como a International Paper. O nosso desafio foi desenvolver um plano estadual de florestas para sabermos até onde queríamos chegar.” Nesse processo todo Mato Grosso do Sul recebeu também investimentos em plantio de eucalipto, o que acabou gerando o interesse de novas empresas pelo Estado.Para a secretária esse é um segmento que ainda tem muito a crescer. “Outras duas empresas nesse mesmo segmento ainda estão a caminho do Estado. Os estudos já começaram a ser feitos e acreditamos muito do nosso potencial de crescimento.”

Entusiasta do potencial do setor industrial do Mato Grosso do Sul, a ex-secretária Tereza Cristina, lembra que em um curto espaço de tempo vai ser possível ver também o setor de seringueira deslanchar. O primeiro passo já foi dado e os resultados já podem ser visto no polo do município de Cassilândia. “Isso é muito bom porque com a seringueira vem o desenvolvimento de outros setores como viveiros de mudas, indústrias de transformação, construção de casas e até indústrias de produtos de latex e pneus poderão vir para o MS.
Em sete anos um setor que pode ter o crescimento inquestionável é, sem dúvida, o sucroenergético. Em 2007 eram onze pequenas indústrias e hoje elas já somam 25 instaladas, com 22 delas em pleno funcionamento com capacidade de produção três vezes maior que no início da atual administração. Tereza Cristina afirma que “ esse foi um dos setores que vislumbramos como garantia de desenvolvimento para o interior do Estado. No início era só etanol, açúcar e álcool. Hoje muitas das novas usinas já atingiram a meta de cogeração de energia.” Essas usinas hoje são responsáveis pela geração de energia suficiente para abastecer todas as residências do Mato Grosso do Sul”.

Energia sempre foi assunto sério para Tereza, uma vez que, é impossível falar em atração de novas indústrias sem a capacidade de atendimento energético desses empreendimentos. O governador André Puccinelli, junto com a ex-secretária Tereza, conseguiu a inclusão de Mato Grosso do Sul em grandes projetos de investimentos federais. Um deles – os linhões – possibilita a distribuição da energia gerada por todo o Estado e a exportação do excedente para fora do Estado. Para Tereza Cristina esse foi um ponto fundamental no desenvolvimento do Mato Grosso do Sul pois “não adiantava atrairmos empresas e não ter como atende-las”.

Mas para atrair indústrias para o nosso Estado foi preciso garantir infra-estrutura para atender essas novas empresas que aqui vieram se instalar. Todos os municípios do Estado ganharam ligação asfáltica com a capital Campo Grande, foram construídas pontes, trevos. Tudo para garantir a logística de escoamento da produção. “Todo empresário quando vem para o nosso Estado faz uma avaliação bem simples dos benefícios versus a logística oferecida para ver se o resultado ainda garante competitividade ao seu produto”, explica a ex-secretária. Benefícios foram concedidos através do Fórum Deliberativo do MS Indústria ( antigo CDI) , instância responsável por estabelecer as políticas de desenvolvimento industrial e de fixar as normas para concessão de benefícios fiscais a empresas interessadas na instalação e expansão em Mato Grosso do Sul.

Outro desafio para Tereza, quando esteve à frente da SEPROTUR, foi vencer a escassez de mão de obra, problema que surgiu com o crescimento do setor. Parcerias foram estabelecidas para capacitar e atrair trabalhadores para as regiões que mais crescem no Estado.

Para Tereza Cristina muito foi feito ao longo desse período e ainda há muito que se fazer. ” Esse foi um período em que muitos projetos, iniciados no início da atual administração, foram concretizados. Avançamos em todos os setores. Demos um salto e colocamos Mato Grosso do Sul dentro de um mercado competitivo nacional. Me sinto realizada por poder fazer parte desse processo que transformou o nosso Estado. Agora como deputada federal quero continuar esse trabalho que tanto me orgulha. Tenho conhecimento em Brasilia, conheço os caminhos para atrair investimentos para o nosso Estado. E , se a população do meu Estado, me der essa oportunidade vou continuar trabalhando arduamente para fazer de Mato Grosso do Sul um estado cada vez melhor para se viver”, finaliza Tereza.

Tereza Cristina apresenta suas credenciais para defender o agronegócio e o Estado no Congresso Nacional

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