24/07/2018 – 09h06
“Não muda nada a estratégia de campanha nem prejudica o André. O que vejo é um fortalecimento, um ânimo maior de nossos companheiros de partido”. Beira o cinismo a declaração do ministro Carlos Marun a respeito da prisão de seu padrinho político André Puccinelli. Nada a estranhar, aliás, para quem galgou o posto de arauto do Planalto por sua condição como o mais destemido defensor de um dos maiores corruptos da República, o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha.
