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domingo, junho 28, 2026

A acirrada disputa pela prefeitura de Campo Grande e Lula lá, possivelmente, no xilindró

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23/03/2015 – 09h24

Antevista como uma das mais acirradas de todos os tempos, a disputa pela prefeitura de Campo Grande lembra a hilariante comédia hollywoodiana Deu a louca no mundo, dos anos sessenta, em que a busca por um tesouro muda a rota de oito motoristas em férias por uma tortuosa estrada deserta.

Retorno garantido

Se no filme (que assisti umas duzentas vezes) o destino se encarrega de uma justa e inusitada distribuição do dinheiro roubado (ladrão que rouba ladrão…), depois de achado, pelo que parece, na prefeitura com o mais apetitoso orçamento no Estado o retorno parece mais que garantido.

Retorno garantido II

Tirante os eternos pretendentes petistas, desde que Zeca do PT bateu na trave na primeira eleição em que perdeu para André Puccinelli, e os tucanos, agora em voo mais seguro, decolando da base governamental, todos os que por lá passaram, que se sentaram ou não na cadeira principal, querem retornar.

Os abençoados…

Nesta cada vez mais extensa lista, há os abençoados por André Puccinelli, o que, diante dos últimos resultados não só para a prefeitura, como também para o governo do Estado, não é lá grande vantagem, (que o digam Edson Girotto e Nelsinho Trad), ambos pensando em recandidatura, os outros dois Trad (Marquinhos por achar que a hora é dele e, Fabio, desempregado, de stand-by), Antonieta Amorim, Carlos Marun, Waldemir Moka e até Simone Tebet, sem contar o próprio chefe da turma, André Puccinelli, que não admite falar em retorno, mas certamente não pensa em outra coisa.

… e os ousados

Como André Puccinelli e Reinaldo Azambuja saíram do interior e emplacaram na capital, agora virou moda. Mara Caseiro, que foi prefeita em Eldorado é a mais refestelada. E, quem diria, hoje, sonhando, também, o aquidauanense Felipe Orro. Como sonhar não paga nada… Se eu fosse o Cid Medeiros transferiria o título eleitoral também para a capital.

O baile da ilha fiscal do PT

A notícia de que o PT pretende lançar um novo manifesto como forma de se recuperar de sua maior crise em 35 anos, resgatando bandeiras como a ética na política e a aproximação com movimentos sociais lembra a piada preferida do ex-prefeito João da Câmara. Entre gargalhadas que às vezes até lhe impediam de chegar ao final da história, Totó descrevia duas freiras chegando aflitas a um campo de aviação onde um teto-teco se preparava para decolar. Mesmo com a advertência de que o tempo estava ruim e o avião com problemas, elas embarcaram. Quando a coisa enfeiou, lá em cima, o avião já começando a cair, um piloto pergunta pro outro: e as freiras? Diante de um sonoro “fodam-se”, o que perguntou retrucou: e dá tempo?

Lula, lá!

Mais que sugestiva a foto postada hoje pelo sempre atento Denilson Pinto em seu perfil no Facebook. Sem querer querendo, deve ter sido a forma que o competente jornalista paranaense radicado há tempos no Mato Grosso do Sul encontrou para homenagear o temido juiz Sérgio Moro, da operação Lava Jato, autor da antológica frase follow de Money (siga o dinheiro), diante da convicção que mais cedo ou mais tarde ele põe as mãos no chefe da quadrilha petista que há doze anos vem assaltando os cofres públicos brasileiros.

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