18 C
Dourados
domingo, junho 28, 2026

O presente de grego de Dilma para Delcídio e o retorno de André Puccinelli

- Publicidade -

29/04/2015 – 00h03

Delcídio do Amaral caiu como um patinho. Depois de perder pela segunda vez o governo do Mato Grosso do Sul, ganhou, como prêmio de consolação, a liderança do governo no Senado. Liderar o quê? Que governo? Vingança maligna de Lula, lá, e sua caterva, pelo posicionamento do senador pantaneiro na CPI dos Correios, que levou o capo Zé Dirceu e Cia., lá atrás, para trás das grades.

Lembrando Rachidão

Vingança de Lula e sua preposta Dilma Rousseff, castigo de Rachid Saldanha Dérzi e seu pimpolho Flávio, o deputado prematuramente desencarnado que encaminhou Delcídio na vida pública. Como o senador desviou da trilha traçada pelos Dérzi, deve pagar em vida pela traição dos ideais udenistas. Ninguém melhor que Rachidão, aliás, para aplicar esse tipo de castigo, já que foi para ele que inventaram esse pepino de liderança do governo no Senado.

Reza braba

Se a tarefa de Rachidão, com toda a bagagem de senador em fim de carreira, não foi nem um pouquinho fácil na liderança do governo transitório de José Sarney imagine a do conterrâneo Delcídio do Amaral na defesa do indefensável e falido modelo de gestão petista. Nem com a ajuda do Alto, de Rachidão e de Flávio Dérzi. Sem contar que líder, por líder, na câmara alta, o PT já tem Humberto Costa.

Sarcasmo

Não à toa, ao ser anunciado oficialmente ontem pelo presidente Renan Calheiros como líder do (des)governo Dilma, durante a sessão vespertina do Senado, Delcídio, ao agradecer a confiança da preposta de Lula, deixou escapar um sorriso irônico, como se rogasse aos céus força e sabedoria para a hercúlea tarefa que terá pela frente.

Governo paralelo

Falando em Lula e sua turma, André Puccinelli parece estar com problemas para “desencarnar” do poder. O ex-governador montou escritório de trabalho num estratégico edifício nos altos da XV de Novembro, em Campo Grande, onde despacha diariamente, atendendo principalmente deputados da base aliada e correligionários interioranos.

Zap Zap

Só quem não conhece André Puccinelli para acreditar naquela história de cuidar de netos. Com tempo de sobra, e, depois de descobrir as vantagens do WhatsApp, usa o novo brinquedinho para puxar as orelhas de deputados e aliados, cobrando posicionamentos em defesa de seu governo. Isto, quando não está na periferia da capital pilotando sua “Ferrari” – o velho Uninho reformado e, agora, conforme observou B. de Paula Filho, sem a película que usava nos vidros quando governador.

Retorno

André Puccinelli jura de pés juntos que não pensa em retorno à prefeitura da capital. Retorno, para ele, só ao governo do Estado. Não que torça para o fracasso do sucessor, com quem tem algumas continhas a acertar, mas ele não pensa em outra coisa. Caso Azambuja emplaque, aí, que lhe desculpe o pupilo Waldemir Moka e que se preparem Delcídio do Amaral, Zeca do PT, Murilo Zauith e quem mais possa estar sonhando em fazer companhia à sua querida e perfumada Simone Tebet, pois, pelo menos por quatro anos, ele pretende estar de ladinho dela em Brasília.

Papai Noel

Que Délia Razuk, Laerte Tetila, Keliana Fernandes, que nada! José Carlinhos Barbosinha! Este é o cara! Ligado ao grupo Unigran, do prefeito Murilo Zauith, o deputado de Angélica apareceu esta semana liderando uma enquete (não confundir com pesquisa) do Douradosnews. Quer dizer, nem bem estreou na tribuna da Assembleia Legislativa, Barbosinha conseguiu o milagre de pular da sexta posição entre os candidatos a deputado (perdeu também para Zé Teixeira e George Takimoto) em Dourados, para a primeira posição entre os pretendentes à prefeitura. Sim, o deputado afirmou no Facebook que acredita em Papai Noel.

←TEXTO ANTERIOR ou PÁGINA INICIAL→

O presente de grego de Dilma para Delcídio e o retorno de André Puccinelli

- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

Últimas Notícias

Últimas Notícias

- Publicidade-