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quinta-feira, julho 2, 2026

Cavalo continua encilhado para Murilo

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31/03/2010 – 17:03

Foto: Jairo de Osti

A semente lançada pelo empresário Jairo de Osti germinou, e a árvore já faz sombra para o cavalo, encilhado, do candidato a senador. 

Quem apostou na desistência de Murilo Zauith da candidatura ao Senado “sifu”, como diz o presidente Lula da Silva. Pior é que muita gente “boa” se deixou levar por fofocas e por intrigas, até mesmo jornal com anos e mais anos de janela. É como escrevi aqui outro dia. Com os amigos e aliados que tem, o vice-governador não precisa de inimigos, muito menos de adversários políticos. Diante de tudo isso, hoje à tarde Zauith voltou a desmentir que tenha deixado de sonhar com os carpetes azuis do Congresso Nacional.

E uma coisa não tem nada a ver com a outra. Murilo está cansado de dizer que sua determinação em disputar o Senado independe do projeto político de André Puccinelli. Claro que estando afinado com ele é bem melhor. Mas ele tem legenda para se lançar candidato, sem depender do aval do governador, estrutura política, muitos aliados, e, muito mais ainda adversários com ele querendo se aliar, além de posição confortável nas pesquisas, por ser o líder de referência no segundo maior colégio eleitoral do Estado.

De ontem para hoje foram várias rodadas de negociações de Murilo com André e com o Bloco Democrático Reformista, o BDR, formado por PSDB, DEM e PPS, que banca sua candidatura, fora as conversas paralelas e informais, com outras correntes.

Agora à noite André Puccinelli teria indicado o nome da primeira dama de Campo Grande, Maria Antonieta Trad (foto) como candidata a primeira suplente na chapa de Murilo, que insistia em alguém “da cozinha” do governador, para colar seu nome ao dele. Os nomes inicialmente sugeridos eram de Carlos Marun ou Edson Giroto, os secretários de Estado tidos como mais “andrezistas”. O nome de Antonieta Trad era o preferido como suplente, mas de Waldemir Moka.

Tanto no BDR como em setores do PT e do PDT a avaliação é de que Murilo Zauith, saindo candidato independente, desde que conseguindo se colocar como vítima, por ter sido alijado do processo na chapa governista, pode beliscar o chamado “segundo voto”, podendo suplantar Waldemir Moka e até mesmo Delcídio do Amaral.


Texto alterado às 21h30

 

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