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quarta-feira, maio 13, 2026

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Encontro de Bolsonaro com deputada neta de nazista é afronta e abraço de afogados, diz Instituto Brasil-Israel

26/07/2021 - 17h45Beatrix von Storch, que esteve com o presidente na quinta-feira (22), tem histórico de declarações xenófobas e anti-imigraçãoO Instituto Brasil-Israel (IBI) emitiu...

Cabo eleitoral

Falem mal, mas falem de mim. Pré-candidato a presidente da República, o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta tem o antigo dito popular a seu favor. Isto porque, seu algoz, também candidato, no caso à reeleição, o presidente Bolsonaro, não perde uma oportunidade sequer de espinafrar aquele a quem recorria quando candidato para se informara sobre assuntos relacionados à saúde. A tática de Bolsonaro ajuda a ministra Tereza Cristina. A cada pedrada em Mandetta é um elogio a ela.

Uma conta que não fecha e que pode derrubar o prefeito de Dourados

Sempre fui muito ruim de matemática. De química e física, então, nem se fala. Mesmo assim, sempre atrevido, eis-me aqui para tentar, senão solucionar, pelo menos entender uma questão de metafísica – um dos imbróglios mais escandalosos envolvendo a administração pública em Dourados desde os tempos Owari/Uragano e que, assim como aconteceu com o fenomenal prefeito Ari Artuzi, pode levar Alan Guedes à degola. Confesso que, enojado, estava, já, meio desiludido com essa história, mas agora que o Ministério Público – acionado pela vereadora Lia Nogueira – entrou na parada, dá para acreditar que nem tudo está perdido, com fortes emoções à vista.

Semipresidencialismo no Brasil é um salto no escuro, diz Joaquim Barbosa

O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa quebrou um silêncio de quatro anos sem dar entrevistas para conversar com a coluna sobre a possibilidade de adoção do semipresidencialismo no Brasil. Ele vem acompanhando o debate com preocupação e contrariedade. Acredita que mudar o regime de governo para combater crises é uma 'aventura' e que os paralelos feitos com o sistema francês não fazem sentido no Brasil. Lá, afirma ele, o semipresidencialismo foi adotado para corrigir um sistema parlamentarista que era uma 'balbúrdia'.

Câmara de Dourados retoma sessões presenciais e com público nesta segunda-feira

Abrindo os trabalhos do segundo semestre, os vereadores da Câmara Municipal de Dourados retomam nesta segunda-feira (26), as sessões ordinárias presenciais. Outra novidade para o segundo semestre é a volta do público as sessões e eventos da Casa. No entanto, o retorno das atividades presenciais seguirá uma série de protocolos de biossegurança contra a covid-19.

Manifestantes voltam às ruas para protestar contra o presidente Jair Bolsonaro

Milhares de manifestantes voltaram às ruas na manhã deste sábado em várias cidades para protestar contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), sobretudo na gestão da pandemia. Por volta de 13h30m, havia protestos em andamento em pelo menos 52 municípios, em 20 estados, sendo 13 capitais. Enquanto isso:Bolsonaro fez um passeio de moto pelo Distrito Federal e, sem máscara, tirou fotos com moradores.

Bolsonarismo estimula violência policial, diz presidente da OAB

O presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Felipe Santa Cruz, afirma que a escalada da atuação violenta das polícias está ligada ao bolsonarismo, pois setores mais violentos das corporações estão se aproximando dos ideais do presidente Jair Bolsonaro. 'Há um aparelhamento, um acumpliciamento desses setores mais violentos da polícia com o ideário do bolsonarismo. É algo muito mais profundo. E ele está agora muito potencializado por um presidente que autoriza essas rupturas, essas afrontas aos limites legais e constitucionais. Eu acho que esse caso é um símbolo dos tempos', diz.

Mandetta descarta fusão do DEM com PSL e PP e diz que partido apostará em 3ª via

O ex-ministro da Saúde e presidente regional do DEM em Mato Grosso do Sul, Luiz Henrique Mandetta, descartou, nesta sexta-feira (23), a fusão do seu partido com o PSL e PP. Ele ainda considera como certa a saída da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, da legenda. Sobre a fusão divulgada pelo jornal O Antagonista, Mandetta disse ser fake news. A reportagem divulgada pelo noticiário disse ainda que a fusão seria em breve. 'Isso não passa de fake news', disse ao jornal Midiamax.

Mourão afirma que é ‘lógico’ que Brasil terá eleições mesmo sem voto impresso

O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou nesta quinta-feira que é 'lógico' que o Brasil terá eleições no ano que vem mesmo sem a aprovação do voto impresso, defendido pelo presidente Jair Bolsonaro. Mourão disse que o país não é uma 'república de banana' e questionou quem iria 'proibir eleição'. Há duas semanas, Bolsonaro afirmou que não haverá eleição no ano que vem se a disputa não for 'limpa'. O presidente não explicou o que ele considera uma eleição 'limpa', mas ele tem defendido uma mudança no sistema de votação, apesar de nunca ter apresentado nenhuma prova de fraude no modelo atual.

A bola da vez

“Consegui reunir hoje meus dois irmãos e minha mãe. Se vocês observarem bem a essência desta foto, Nelson Trad está entre nós. Talvez no sorriso, certamente no amor que nos une...”. Embora tentando dar uma conotação familiar, a frase do deputado Fábio Trado, no Facebook, a respeito do encontro de ontem com os irmãos, é um recado político: o prefeito Marquinhos Trad é, mesmo, o brother que vai encarar a disputa do governador Reinaldo Azambuja. O resto é tudo perfumaria.

Lira desmente ameaça de golpe de Braga Neto, que pede transparência e voto impresso

Ministro da Defesa, o general Walter Braga Netto fez coro ao presidente Jair Bolsonaro e disse em nota nesta quinta-feira (22) que existe no país uma demanda por legitimidade e transparência nas eleições. Segundo ele, mais uma vez levantando uma bandeira bolsonarista, a discussão sobre o voto eletrônico auditável por meio de comprovante impresso é legítima. 'Acredito que todo cidadão deseja a maior transparência e legitimidade no processo de escolha de seus representantes no Executivo e no Legislativo em todas as instâncias', afirmou o militar.

Bolsonaro entrega fílé do governo ao Centrão para não ter o mesmo final de Dilma

Era maio de 2015, e a presidente Dilma Rousseff tinha um problemão no Senado: a indicação do advogado Edson Fachin para ministro do Supremo Tribunal Federal seria votada em alguns dias e corria o risco de ser rejeitada. Fachin tinha um opositor de peso: Renan Calheiros, então presidente do Senado, que apoiava outro candidato. Não só articulava nos bastidores contra Fachin, como também ameaçava atrapalhar a aprovação de uma medida provisória de ajuste fiscal.

Fragilizado, Bolsonaro diz que vai fazer reforma ministerial e estuda entregar Casa Civil ao centrão

21/07/2021 - 09h06Senador Ciro Nogueira demonstra descontentamento com governo, enquanto aumenta pressão por troca de general RamosEm seu momento de maior fragilidade no governo,...

‘Semipresidencialismo é golpe para evitar que possamos ganhar as eleições’

20/07/2021 - 16h09Alteração no sistema de governo para dar mais poder ao Congresso e criar a figura do primeiro-ministro a partir de 2026 tem...

Reviravolta

A recidiva das complicações da Covid do vice-governador Murilo Zauith alvoroçou o mundo político na capital. O primeiro efeito, o governador Reinaldo Azambuja voltando a pensar em renunciar ao cargo para se candidatar ao Senado, com o presidente da Assembleia Paulo Correa já posando de futuro governador, com direito a se candidatar à reeleição. Como consequência disso, pelo menos três novas vagas se abrindo no TC do Estado, uma delas, nesse contexto, para Eduardo Riedel.

Bolsonaro diz que não vai sancionar fundo eleitoral de R$ 5,7 bilhões

20/07/2021 - 00h49Presidente indica veto a valor para campanhas aprovado pelo Congresso; em 2019, sinalizou barrar, mas depois recuouO presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta...

A mais nova geração perdida para a política

O maior escândalo político do Mato Grosso do Sul – as operações Owari/Uragano –, pouco mais de dez anos atrás, açambarcou a mais promissora safra política de todos os tempos da terra de seu Marcelino. Passada a tormenta, Murilo Zauith assumiu provisoriamente o leme do barco deixado à deriva por Ari Artuzi, mas, frustrado porque aqueles com os quais sonhava para o lugar que ele nem pensava mais ocupar ou para a representatividade douradense na Assembleia Legislativa ou no Congresso Nacional haviam sido banidos da vida pública por terem ido com muita sede ao pote da corrupção. Como sempre depois da tempestade (Délia Razuk) vem a bonança, eis que Alan Guedes pintava como o novo salvador da pátria, e tudo porque o sempre tinhoso eleitor douradense não atentou para o detalhe da falta de lastro do jovem presidente da Câmara, um artista, apenas, muito bem dirigido pelo colunista social Alfredo Barbara Neto.

Bolsonaro defende Pazuello sobre reunião com intermediária

18/07/2021 - 12h08Folha de S. Paulo revelou que, fora da agenda, general prometeu comprar 30 milhões de doses da vacina chinesa CoronavacEm entrevista neste...

Novo decano do STF, Gilmar Mendes diz que governo Bolsonaro ‘se autoexcluiu’ do combate à pandemia

17/07/2021 - 16h00Ministro afirmou que Corte viabilizou governança do país em diversos julgamentos sobre o tema e ao arbitrar conflitos entre União, estados e...

A melhor homenagem ao professor, doutor, Wilson Valentim Biasotto

A história se conhece e se perpetua nos livros, por meio dos grandes mestres, mas, com o passar do tempo, para quem tem o privilégio de dar cara com ela, a vontade é de voltar correndo para uma revisão de tudo aquilo que foi aprendido nos bancos escolares. Quando não, quando se tem um grande amigo, grande professor de história, para com ele compartilhar o privilégio dessa inusitada experiência. Essa a minha vontade durante meus dois périplos pelo velho mundo. Primeiro, numa visita à Universidade de Viena, na Áustria, diante de uma galeria de mais de uma dezena de ganhadores do Prêmio Nobel, em suas várias versões; ainda na capital austríaca, nos Palácios do Schönbrunn e Belvedere, o primeiro onde nasceu o segundo se casou a princesa Leopoldina, a mulher que arquitetou a independência do Brasil; ou num campo de concentração nazista, ainda na Áustria; no emblemático e suntuoso museu do Louvre, em Paris; também ali, embasbacado, debaixo do Arco do Triunfo ou da Torre Eiffel. Vontade de voltar correndo para uma boa prosa, não apenas com o grande professor e contador de histórias, mas com o amigo e vizinho dos tempos de BNH-III, Wilson Valentin Biasotto. Tão obcecado – e caprichoso – pela história que resolveu partir no histórico 14 de Julho, dia da queda da Bastilha, marco da Revolução Francesa, cujo Obelisco foi minha última parada na terra de Kardec.
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