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sexta-feira, maio 15, 2026

Últimas Notícias

Governo presente na Grande Dourados com R$ 200 milhões em investimento

Mais de R$ 200 milhões serão investidos em obras viárias nos próximos três anos na região de Dourados, o que beneficiará diretamente 17 municípios. Durante a sexta e última etapa do projeto Governo Presente, que acontece em Dourados, até sexta-feira (22.11), o vice-governador e titular da Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinfra), Murilo Zauith, ressaltou que conhecer a região facilita o trabalho de identificar as demandas e solucioná-las.

Polícia investiga relação e discussão entre Carlos Bolsonaro e Marielle

21/11/2019 - 15h05Investigadores convocaram para depor, depois de mais de um ano, pessoas ligadas aos dois vereadoresA Polícia Civil do Rio de Janeiro voltou...

Deputado da Universal consegue isenção de impostos para igrejas

21/11/2019 - 14h22Proposta foi aprovada e segue para sanção do governadorProjeto polêmico e que já foi impedido e suspenso no Supremo Tribunal Federal (STF),...

Azambuja prevê investir até R$ 600 milhões em três anos

21/11/2019 - 10h33Anúncio, ao lado do vice-governador Murilo Zauith, foi feito em DouradosO Governo do Estado planeja investir até R$ 600 milhões em Mato...

Governo presente

“Na questão política, é muito prematuro discutir agora. Ano que vem tem eleição municipal e o interesse do governo é fortalecer nosso partido e os partidos aliados. Não queremos o PSDB como partido uno no Mato Grosso do Sul. Vamos trabalhar juntos nas alianças que precisam ser feitas para boa disputa municipal. Aí, sim, o resultado de 2020 influencia qualquer projeto político para 2022”. Governador Reinaldo Azambuja, ao jornalista Hélio de Freitas, ontem, em Dourados.

Ex-governador petista é condenado a 10 anos e 6 meses por tráfico de influência e lavagem de dinheiro

O ex-governador de Minas Gerais Fernando Pimentel (PT) foi condenado a 10 anos e 6 meses de prisão em regime fechado por tráfico de influência e lavagem de dinheiro pela Justiça Eleitoral de Minas Gerais. O petista foi condenado por caixa 2 no período em que foi ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio da ex-presidente Dilma Rousseff, entre 2011 e 2014. Pimentel poderá recorrer da decisão em liberdade.

Aliança pelo Brasil, de Bolsonaro, pode chegar a 2022 sem dinheiro e sem tempo de TV

O presidente Jair Bolsonaro lança oficialmente nesta quinta-feira (21) um novo partido, a Aliança pelo Brasil, em meio a incertezas sobre a viabilidade da legenda. Se não conseguir brechas na Justiça Eleitoral, a nova sigla pode disputar a eleição municipal de 2020 e chegar à corrida presidencial de 2022 sem recursos dos fundos partidário e eleitoral e sem tempo de rádio e TV.

Procuradoria descobre desembargadora com 57 contas bancárias

A desembargadora Maria da Graça Osório Pimentel Leal, 2.ª vice-presidente do Tribunal de Justiça da Bahia, tem 57 contas bancárias. A informação consta do Relatório de Análise Preliminar de Movimentação Bancária 001, encartado nos autos da Operação Faroeste, deflagrada nesta terça (19/11), pela Polícia Federal.

Saneamento é tema de evento entre Governo e 17 Municípios

20/11/2019 - 17h53"Governo Presente" inicia nesta quarta-feira (20)Saneamento básico é um dos temas que será discutido pelo governador Reinaldo Azambuja com representantes de 17...

Como Jânio Quadros e FHC, Bolsonaro mostra a República de pés tortos

20/11/2019 - 15h38Imagem de Jânio rendeu Prêmio Esso de 1962 a Erno Schneider, fotógrafo do Jornal do Brasil"A República brasileira nasceu torta", escreveu o...

Louros

Muito mais que uma viagem administrativa, a presença do governador Reinaldo Azambuja por três dias em Dourados é para demarcar território. Para os tucanos. Um contraponto às ações de Murilo Zauith, que têm incomodado setores do governo, que veem a possibilidade de o vice-governador faturar politicamente em favor dos demos com o grande volume de obras que o governo vem realizando no município. Isto, já para as eleições do ano que vem.

Ex-ministro do STF acusa Palocci de mentir em delação e tentar fraudar a Justiça

O ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Eros Grau apresentou uma petição à 6ª Vara Federal Criminal de São Paulo em que acusa o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci de mentir em uma delação premiada e de tentar fraudar a Justiça. Eros Grau foi contratado pela família do ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos (morto em 2014), a quem Palocci acusa de tê-lo subornado.

Herança maldita

Não bastassem as broncas da Uragano, de dez anos atrás, que vira e mexe rendem ‘belas’ manchetes na imprensa estadual, agora a Lava-Jato. O deputado estadual Marçal Filho tendo que se explicar pelas lambanças do tempo em que foi federal. Para quem está na lista dos prefeitáveis, aliás, liderando a corrida sucessória em Dourados, não deixa de ser comprometedor aparecer na lista dos que foram ‘comprados’ pelo ex-presidente da Câmara Federal, o ilustre presidiário Eduardo Cunha.

Lava-Jato manda prender ex-presidente do Paraguai

Operação do Ministério Público Federal (MPF) e da Polícia Federal (PF), deflagrada nesta terça-feira, tem como alvo principal o ex-presidente do Paraguai Horacio Cartes , que esteve no comando do país vizinho entre agosto de 2013 a agosto do ano passado. Cartes é ligado a Dario Messer , conhecido como o 'doleiro dos doleiros', preso em São Paulo em julho deste ano , após ficar 14 meses foragido como alvo da Operação Câmbio, Desligo. Eles são acusados de lavagem de dinheiro pela força-tarefa da Lava-Jato e organização criminosa. O nome de Cartes será incluído na Difusão Vermelha da Interpol.

W.O.

A se levar em consideração o resultado da última pesquisa do Ibrape, publicada semana passada no Campo Grande News, a eleição municipal de Dourados em 2020 vai se aproximar muito da famosa sigla futebolística, que em inglês significa Walkover (vitória fácil). Com os líderes da competição (Marçal Filho, Renato Câmara e Délia Razuk) “amarelando”, sobraria, sempre na devida ordem dos números de Paulo Catanante, para Rodolfo Nogueira, Geraldo Resende ou para Barbosinha.

TSE quer responsabilizar candidato por espalhar fake news

Preocupado com a previsível avalanche de fake news numa eleição que envolve 5.570 municípios, o Tribunal Superior Eleitoral quer coibir de forma explícita a disseminação de informações inverídicas e não verificadas durante a campanha do ano que vem. Um mecanismo contra o compartilhamento de notícias falsas foi incluído pela primeira vez em uma minuta de resolução do TSE. As resoluções são normas que balizam a atuação da Justiça Eleitoral durante as eleições.

Lula sonha em disputar eleição presidencial, mas quer Haddad como ‘plano B’

17/11/2019 - 09h01Ex-prefeito, que vai acompanhar petista em viagens pelo país, também pode ser lançado à disputa por São Paulo em 2020Apesar de alimentar...

Aliança de Bolsonaro é mais radical de direita do que Arena da ditadura

Coalhado de referências morais, o manifesto de fundação da Aliança pelo Brasil mostra-se bem mais à direita do que o de outra aliança que vem sendo apontada como sua inspiração, a Arena. Base de sustentação política do regime militar, a Aliança Renovadora Nacional parece quase uma legenda centrista se comparada à sigla que o presidente Jair Bolsonaro (de saída do PSL) tenta criar. Ao menos, é o que se depreende de uma análise do “documento constitutivo” da Arena, protocolado na Justiça Eleitoral em março de 1966.

Excluído de grupo, Marçal insiste em participar de comissão

16/11/2019 - 11h16Disputa para fazer parte de CPI na Assembleia continua acirradaComissão Parlamentar de Inquérito (CPI) criada pelos deputados estaduais da Assembleia Legislativa para...

Com a saída de Bolsonaro, PSL prepara repaginada

O anunciado desembarque do presidente Jair Bolsonaro e do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) do PSL é um assunto tratado com sobriedade dentro do partido. Os caciques da legenda sabem que, diferentemente das eleições de 2018, não poderão mais associar a imagem ao chefe do Executivo federal, mas isso, asseguram, não os preocupa. Para o presidente nacional, Luciano Bivar (PE), a desfiliação é a chance de reposicionar a sigla no cenário político nacional, com a construção de uma narrativa classificada por interlocutores como racional, não radical nem extremista.
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