Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
Mais de R$ 200 milhões serão investidos em obras viárias nos próximos três anos na região de Dourados, o que beneficiará diretamente 17 municípios. Durante a sexta e última etapa do projeto Governo Presente, que acontece em Dourados, até sexta-feira (22.11), o vice-governador e titular da Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinfra), Murilo Zauith, ressaltou que conhecer a região facilita o trabalho de identificar as demandas e solucioná-las.
21/11/2019 - 15h05Investigadores convocaram para depor, depois de mais de um ano, pessoas ligadas aos dois vereadoresA Polícia Civil do Rio de Janeiro voltou...
21/11/2019 - 14h22Proposta foi aprovada e segue para sanção do governadorProjeto polêmico e que já foi impedido e suspenso no Supremo Tribunal Federal (STF),...
21/11/2019 - 10h33Anúncio, ao lado do vice-governador Murilo Zauith, foi feito em DouradosO Governo do Estado planeja investir até R$ 600 milhões em Mato...
“Na questão política, é muito prematuro discutir agora. Ano que vem tem eleição municipal e o interesse do governo é fortalecer nosso partido e os partidos aliados. Não queremos o PSDB como partido uno no Mato Grosso do Sul. Vamos trabalhar juntos nas alianças que precisam ser feitas para boa disputa municipal. Aí, sim, o resultado de 2020 influencia qualquer projeto político para 2022”. Governador Reinaldo Azambuja, ao jornalista Hélio de Freitas, ontem, em Dourados.
O ex-governador de Minas Gerais Fernando Pimentel (PT) foi condenado a 10 anos e 6 meses de prisão em regime fechado por tráfico de influência e lavagem de dinheiro pela Justiça Eleitoral de Minas Gerais. O petista foi condenado por caixa 2 no período em que foi ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio da ex-presidente Dilma Rousseff, entre 2011 e 2014. Pimentel poderá recorrer da decisão em liberdade.
O presidente Jair Bolsonaro lança oficialmente nesta quinta-feira (21) um novo partido, a Aliança pelo Brasil, em meio a incertezas sobre a viabilidade da legenda. Se não conseguir brechas na Justiça Eleitoral, a nova sigla pode disputar a eleição municipal de 2020 e chegar à corrida presidencial de 2022 sem recursos dos fundos partidário e eleitoral e sem tempo de rádio e TV.
A desembargadora Maria da Graça Osório Pimentel Leal, 2.ª vice-presidente do Tribunal de Justiça da Bahia, tem 57 contas bancárias. A informação consta do Relatório de Análise Preliminar de Movimentação Bancária 001, encartado nos autos da Operação Faroeste, deflagrada nesta terça (19/11), pela Polícia Federal.
20/11/2019 - 17h53"Governo Presente" inicia nesta quarta-feira (20)Saneamento básico é um dos temas que será discutido pelo governador Reinaldo Azambuja com representantes de 17...
20/11/2019 - 15h38Imagem de Jânio rendeu Prêmio Esso de 1962 a Erno Schneider, fotógrafo do Jornal do Brasil"A República brasileira nasceu torta", escreveu o...
Muito mais que uma viagem administrativa, a presença do governador Reinaldo Azambuja por três dias em Dourados é para demarcar território. Para os tucanos. Um contraponto às ações de Murilo Zauith, que têm incomodado setores do governo, que veem a possibilidade de o vice-governador faturar politicamente em favor dos demos com o grande volume de obras que o governo vem realizando no município. Isto, já para as eleições do ano que vem.
O ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Eros Grau apresentou uma petição à 6ª Vara Federal Criminal de São Paulo em que acusa o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci de mentir em uma delação premiada e de tentar fraudar a Justiça. Eros Grau foi contratado pela família do ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos (morto em 2014), a quem Palocci acusa de tê-lo subornado.
Não bastassem as broncas da Uragano, de dez anos atrás, que vira e mexe rendem ‘belas’ manchetes na imprensa estadual, agora a Lava-Jato. O deputado estadual Marçal Filho tendo que se explicar pelas lambanças do tempo em que foi federal. Para quem está na lista dos prefeitáveis, aliás, liderando a corrida sucessória em Dourados, não deixa de ser comprometedor aparecer na lista dos que foram ‘comprados’ pelo ex-presidente da Câmara Federal, o ilustre presidiário Eduardo Cunha.
Operação do Ministério Público Federal (MPF) e da Polícia Federal (PF), deflagrada nesta terça-feira, tem como alvo principal o ex-presidente do Paraguai Horacio Cartes , que esteve no comando do país vizinho entre agosto de 2013 a agosto do ano passado. Cartes é ligado a Dario Messer , conhecido como o 'doleiro dos doleiros', preso em São Paulo em julho deste ano , após ficar 14 meses foragido como alvo da Operação Câmbio, Desligo. Eles são acusados de lavagem de dinheiro pela força-tarefa da Lava-Jato e organização criminosa. O nome de Cartes será incluído na Difusão Vermelha da Interpol.
A se levar em consideração o resultado da última pesquisa do Ibrape, publicada semana passada no Campo Grande News, a eleição municipal de Dourados em 2020 vai se aproximar muito da famosa sigla futebolística, que em inglês significa Walkover (vitória fácil). Com os líderes da competição (Marçal Filho, Renato Câmara e Délia Razuk) “amarelando”, sobraria, sempre na devida ordem dos números de Paulo Catanante, para Rodolfo Nogueira, Geraldo Resende ou para Barbosinha.
Preocupado com a previsível avalanche de fake news numa eleição que envolve 5.570 municípios, o Tribunal Superior Eleitoral quer coibir de forma explícita a disseminação de informações inverídicas e não verificadas durante a campanha do ano que vem. Um mecanismo contra o compartilhamento de notícias falsas foi incluído pela primeira vez em uma minuta de resolução do TSE. As resoluções são normas que balizam a atuação da Justiça Eleitoral durante as eleições.
17/11/2019 - 09h01Ex-prefeito, que vai acompanhar petista em viagens pelo país, também pode ser lançado à disputa por São Paulo em 2020Apesar de alimentar...
Coalhado de referências morais, o manifesto de fundação da Aliança pelo Brasil mostra-se bem mais à direita do que o de outra aliança que vem sendo apontada como sua inspiração, a Arena. Base de sustentação política do regime militar, a Aliança Renovadora Nacional parece quase uma legenda centrista se comparada à sigla que o presidente Jair Bolsonaro (de saída do PSL) tenta criar. Ao menos, é o que se depreende de uma análise do “documento constitutivo” da Arena, protocolado na Justiça Eleitoral em março de 1966.
16/11/2019 - 11h16Disputa para fazer parte de CPI na Assembleia continua acirradaComissão Parlamentar de Inquérito (CPI) criada pelos deputados estaduais da Assembleia Legislativa para...
O anunciado desembarque do presidente Jair Bolsonaro e do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) do PSL é um assunto tratado com sobriedade dentro do partido. Os caciques da legenda sabem que, diferentemente das eleições de 2018, não poderão mais associar a imagem ao chefe do Executivo federal, mas isso, asseguram, não os preocupa. Para o presidente nacional, Luciano Bivar (PE), a desfiliação é a chance de reposicionar a sigla no cenário político nacional, com a construção de uma narrativa classificada por interlocutores como racional, não radical nem extremista.