Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
A afirmação de que a questão climática deve ser tratada com respeito à soberania dos países, incluída na declaração final da 11ª Cúpula do Brics, foi considerada pelo governo como uma das conquistas obtidas pelo país nas reuniões mantidas pelos chefes de Estado dos países-membros do bloco nos últimos dois dias. O tema é caro ao Brasil por causa das recentes queimadas na Amazônia. O Planalto anotou com satisfação também as referências à necessidade de reformas para impulsionar o desenvolvimento, e de combater a corrupção e o crime organizado internacional. De acordo com fontes próximas ao presidente Jair Bolsonaro, ele se sente respaldado por alguns dos principais parceiros comerciais e potências emergentes a insistir junto ao Congresso para avançar nas votações de matérias de interesse do Executivo.
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No início de uma série de viagens pelo Nordeste após deixar a cadeia , o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta quinta-feira que o Partido dos Trabahadores (PT) não precisa fazer autocrítica e que 'não vai se encolher'. Dirigindo-se a Haddad, Lula lembrou que o candidato à Presidência pelo PT em 2018 ( depois que Lula teve sua inegibilidade decretada pelo Tribunal Superior Eleitoral ) 'apanhou que nem cachorro pequeno', porque, segundo ele, 'o problema deles é o PT'.
Um senhor oriundo de Minas Gerais chegou à recepção da sede da Polícia Federal em Curitiba com uma garrafa de cachaça na mão. Era um presente para o ex-presidente Lula, preso numa cela especial no quarto andar do prédio, de 7 de abril de 2018 a 8 de novembro de 2019. Coube ao agente federal Jorge Chastalo Filho, chefe do Núcleo de Operações da PF paranaense, explicar que o agrado estava fora do permitido para um detento ali na superintendência.
Os dois senadores de Mato Grosso do Sul que pertencem ao PSL não devem seguir o presidente Jair Bolsonaro no partido que ele vai criar, o 'Aliança pelo Brasil'. Para Tio Trutis e Soraya Thronicke. Os dois não consideram que este seja o melhor momento para a decisão do chefe do Governo Federal e não irão segui-lo.
A saída de Jair Bolsonaro do PSL pode refletir diretamente na sucessão da prefeita Délia Razuk ano que vem. É que por falta de um, o presidente pode ter dois candidatos para apoiar: seu protegido no PSL, Rodolfo Nogueira, que deve segui-lo na tal Aliança pelo Brasil, e o já lançado candidato da senadora Soraya Thronicke, que, pelo jeito, deve continuar no PSL, o cerealista itaporanense Aristeu Carbonaro.
O senso de urgência pela aprovação de uma medida que regulamente a prisão após julgamento em segunda instância está provocando uma corrida por protagonismo no Congresso. Além da proposta de emenda à Constituição (PEC) 410/2018, em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, a CCJ do Senado também debate uma PEC com o mesmo tema. Diferentemente da primeira, essa não mexe em cláusula pétrea da Constituição e, por isso, teria uma segurança jurídica maior. A busca por trazer de volta a prisão antes do trânsito em julgado fez o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) defender a instalação de uma nova Assembleia Nacional Constituinte.
O presidente Jair Bolsonaro anunciou, nesta terça-feira (12/11), a desfiliação do PSL e oficializou as tratativas para a criação de partido próprio, o Aliança pelo Brasil. O estatuto está pronto e será apresentado em cerimônia em 21 de novembro, em Brasília, no Royal Tulip Alvorada, às 10h. Os detalhes mais superficiais foram dados por deputados que se reuniram com o chefe do Executivo federal, no Palácio do Planalto. As ações estratégicas, contudo, permanecem sob sigilo. A expectativa da cúpula governista é de que a futura legenda esteja criada até março do ano que vem, a fim de disputar as eleições municipais.
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Dois dias depois do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) discursar para a militância em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, e reacender a polarização política com o presidente Jair Bolsonaro (PSL), o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) fez duras críticas ao petista, a quem chamou de 'sem escrúpulo'.
Primeira cidade a sediar a principal reunião dos Brics pela segunda vez, Brasília se prepara para receber os líderes de Rússia, Índia, China e África do Sul. Com o tema Brics: crescimento econômico para um futuro inovador, a cúpula do grupo, que representa cerca de 42% da população, 23% do Produto Interno Bruto (PIB), 30% do território e 18% do comércio mundial, é presidida pelo Brasil em 2019. Para os especialistas, o encontro, realizado em meio a graves crises políticas na América Latina e a agendas distintas dos países-membros, será um desafio para o governo de Jair Bolsonaro.
Com as mãos na Bíblia , ajoelhado, Luis Fernando Camacho, o líder da ala radical da oposição boliviana, rezou ao entrar no palácio presidencial na noite de domingo, após a renúncia de Evo Morales. 'Não estou indo com as armas, mas com minha fé e esperança, uma Bíblia na mão direita e sua carta de renúncia na esquerda', dissera ele, dias antes, na cidade de Santa Cruz, a mais rica do país. Católico fervoroso, ele não é o único a usar a religião como bandeira para atrair jovens conservadores na Bolívia, país que foi governado por quase 14 anos por um líder indígena de origem aimará, que venera a deusa Pachamama (mãe terra).
Centro das atenções durante o evento de entrega da Unidade Móvel do Hospital de Amor de Dourados, Cristiane Iguma já é vista como alternativa de apaziguamento de algumas alas políticas para a sucessão da prefeita Délia Razuk. Com o marido, Renato Câmara, migrando para o PSDB, seria um bom nome como candidata a vice do deputado Barbosinha, com Renato abrindo mão da disputa para, em 2022, trocar a Assembleia Legislativa pela Câmara Federal, com o apoio do establishment.
O presidente Jair Bolsonaro pode anunciar ao fim desta semana o desembarque do PSL e as tratativas para a criação de um partido. O comunicado ainda vem sendo alinhado com os conselheiros mais próximos, a fim de evitar os holofotes para um assunto eleitoral em momento em que o governo inicia as discussões no Congresso da agenda reformista pós-Previdência. Articuladores governistas descartam a possibilidade de o anúncio da nova legenda contaminar o pacote econômico e sustentam que não há nada definido ainda sobre o tema. Mas, no Legislativo, a leitura é de que o processo de homologação da sigla a ser criada, além de moroso, vai exigir mais desafios de interlocução ao Palácio do Planalto.
Até o ex-ministro Carlos Marun veio, dizendo que precisou cancelar uma reunião na Itaipu, dada a importância do que acabou sendo um megaevento hoje cedo no Sindicato Rural, para a entrega da Unidade Móvel de prevenção ao câncer do Hospital de Amor de Dourados. Presentes, o vice-governador Murilo Zauith, a prefeita Délia Razuk, deputados, prefeitos e vereadores da região, além de empresários, menos, sintomaticamente, o secretário de saúde do Estado, Geraldo Resende.
O governo aposta no sucesso do programa Trabalho Verde Amarelo, que será lançado nesta segunda-feira (11/11) no Palácio do Planalto, para responder às críticas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a atuação da equipe econômica no combate ao desemprego. O programa prevê a redução de encargos para estimular as empresas a contratarem jovens (18 a 29 anos) e pessoas acima de 55 anos que não estejam aposentadas. A meta é gerar 4 milhões de vagas até 2022, reduzindo a taxa de desemprego de 12% para 10%.
10/11/2019 - 17h48Após protestos e pressão das Forças Armadas, líder anuncia saída do cargo em pronunciamento na TVO presidente boliviano, Evo Morales, renunciou à...
10/11/2019 - 10h41Para se contrapor a petista, Planalto deve priorizar pacote anticrime de Moro. Aliados de Doria avaliam que polarização dificulta candidatura do PSDBA...
Derrubado pela Lava Jato, o ex-senador Delcídio do Amaral, 64, diz que a operação deixa um legado positivo, sobre a necessidade de boas práticas em estatais e no setor privado, mas falhou ao sufocar financeiramente as empresas investigadas. 'A gente não pode dizer que a Lava Jato foi comandada por heróis, por deuses. O Brasil não precisa de heróis, e Deus só tem um', afirmou em entrevista à Folha de S. Paulo deste domingo.
Ao se manifestar neste sábado (9) pela primeira vez sobre a soltura do ex-presidente Lula, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) pediu aos seus seguidores que não deem 'munição ao canalha', em uma referência ao líder petista. Sem citar o nome do ex-presidente, Bolsonaro postou um vídeo em homenagem ao ministro da Justiça, Sergio Moro. Hoje membro do governo, o ex-juiz foi responsável pela condenação de Lula na primeira instância no caso do triplex.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou a Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, às 16h43 desta sexta-feira (8/11), após obter um alvará de soltura com base na decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que, por 6 votos a 5, proibiu a prisão em razão de condenação em segunda instância. Vestindo um blazer preto com camisa preta, o petista deixou a sede da corporação, onde estava preso há 580 dias, em meio a centenas de apoiadores. Integrantes da Vigília Lula Livre, acampamento montado nas proximidades da PF desde que ele foi encarcerado, hastearam bandeiras e entoaram gritos de apoio ao petista.
“Diante da decisão do STF, principalmente da declaração de voto do presidente daquela Corte no sentido de que o Congresso pode alterar a legislação sobre a prisão em 2a instância, incluirei, na pauta da próxima reunião da CCJ, a PEC de autoria do Senador Oriovisto [Podemos-PR]”. Senadora Simone Tebet, presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado, em perfeita sintonia com o deputado Felipe Francischini, que atua no mesmo sentido na CCJ da Câmara Federal.