Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
Bolsonarianos douradenses pondo a maior fé que o presidente Jair Bolsonaro vem a Dourados em maio. A desculpa seria visitar a Expoagro, mas, de verdade, segundo a fonte, o objetivo maior da visita presidencial seria dar o pontapé inicial na candidatura do agropecuarista e suplente de senador Rodolfo Nogueira à sucessão de Délia Razuk. Rodolfo foi recebido semana passada pelo presidente, em almoço, no Palácio da Alvorada.
Ninguém, por melhor feeling que tivesse, poderia imaginar, antes da abertura das urnas, ano passado, outro resultado que não trouxesse entre os eleitos o ex-governador Zeca do PT para o Senado ou reeleito, com folga, o deputado federal douradense Geraldo Resende. Ninguém, justiça seja feita, exceção ao jornalista campo-grandense Laureano Secundo, que previu a eleição de uma desconhecida advogada do PSL, seguidora de Jair Bolsonaro. Passada a eleição, demorou para cair a ficha, até mesmo de Soraya Thronick, enfim, a primeira senadora douradense. Dr. Luiz Ovando e Tio Trutis, deputados federais? E o ilustre desconhecido capitão Contar, estadual eleito com votação de federal? Era a onda bolsonarista espraiando-se também pelo Mato Grosso do Sul.
Preocupado com a ascensão política do irmão mais novo, Marquinhos Trad, que, uma vez reeleito prefeito de Campo Grande será um potencial candidato ao governo do Estado, o senador Nelsinho Trad resolveu abrir um escritório político em Naviraí, reduto eleitoral de seu suplente José Chagas. Lição que aprendeu depois de ficar dezesseis anos como prefeito da capital sem fazer política interiorana, perdendo a chance de suceder o padrinho político André Puccinelli no governo.
27/04/2019 - 15h26Eduardo Bolsonaro diz que entende revolta de Carlos com MourãoO deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro, disse ontem...
O ex-presidente Lula afirmou nesta sexta-feira (26), em entrevista exclusiva concedida à Folha de S. Paulo e ao jornal El País, que o Brasil está sendo governado por 'um bando de maluco'. Depois de uma batalha judicial na qual a entrevista chegou a ser censurada pelo STF (Supremo Tribunal Federal), decisão revista na semana passada pelo presidente da corte, Dias Toffoli, o petista enfim recebeu os dois veículos, em uma sala preparada pela Polícia Federal na sede do órgão em Curitiba, onde está preso desde abril do ano passado.
A Câmara dos Deputados prepara mudanças na legislação sobre licenciamento ambiental, tema polêmico e caro ao governo Jair Bolsonaro. Apesar de estar pronto para ser votado no plenário e com regime de urgência desde 2017, o projeto 3729/04, que cria a Lei Geral do Licenciamento Ambiental, não chegou a ser pautado pelo presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ) ,justamente por estar cercado de disputas entre ambientalistas e agronegócio.
A lembrança da pergunta que passou à história como um dos maiores equívocos do marketing eleitoral em Mato Grosso do Sul não é apenas para rimar com o nome do radialista campo-grandense que deu origem a ela, mas para apontar as semelhanças entre Alcides Bernal e Marçal Filho, como candidatos a prefeito. Lá e cá. Que Marçal Filho é bom candidato, ninguém duvida, mas daí a ser bom prefeito são outros quinhentos. Será que os douradenses, calejados, vão se aventurar?
O presidente Jair Bolsonaro se envolveu em duas polêmicas nesta quinta-feira (25/4). Além de ter influenciado na derrubada de uma campanha do Banco do Brasil marcada pela diversidade e focada no público jovem, Bolsonaro ainda declarou, em um café da manhã com jornalistas, que 'o Brasil não pode ser um país do mundo gay, de turismo gay'.
“Vejo com muita indignação. Logo Bolsonaro, que diz ser contra o chamado toma lá dá cá. É muito triste isso. Caso confirmada a denúncia o Congresso volta à política velha, muito combatida antes pelo presidente”. Deputado Dagoberto Nogueira (PDT), sobre a oferta de R$ 40 milhões a cada deputado, como reforço às emendas parlamentares, em troca de apoio à Reforma da Previdência. Só ele e Vander Loubet (PT) dizem não topar a oferta. Tem alguma coisa errada nessa história.
A modulação do discurso do general da reserva Hamilton Mourão (PRTB), de teor radical quando estava na ativa no Exército, polêmico na campanha e moderado na Vice-Presidência, é resultado de um misto de orientação e instinto. Auxiliares que trabalharam na eleição, na transição e no governo dizem que Mourão é convicto de suas opiniões, mas, antes disso, sensível para perceber o vento e ágil para se adequar a novos tempos.
Apesar de o presidente Jair Bolsonaro ter afirmado, por meio de um comunicado na terça-feira (23/4), que colocaria um 'ponto final' na discordância pública entre seu filho Carlos e Hamilton Mourão, as críticas do vereador do Rio de Janeiro ao vice-presidente não só continuaram nesta quarta-feira (24/4) como ganharam um reforço: o de outro filho do presidente, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).
Líderes de cinco partidos governistas confirmaram ao jornal Folha de S. Paulo que o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), ofereceu destinar um extra de R$ 40 milhões em emendas parlamentares até 2022 a cada deputado federal que votar a favor da reforma da Previdência no plenário da Câmara. A proposta foi feita na casa do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), na semana passada.
A redução da pena do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva terá pouco impacto no PT , num momento em que o partido sofre com divisões e patina na tentativa de estruturar uma oposição efetiva ao governo do presidente Jair Bolsonaro. Mesmo que venha a ser beneficiado em setembro com um prisão domiciliar, o líder petista continuará com limitações para receber visitas e impedimento para participar de atos públicos e fazer viagens pelo país.
23/04/2019 - 23h18Proposta de mudanças nas regras previdenciárias segue agora para a comissão especial. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), pretende instalá-la na...
O ex-juiz federal Odilon de Oliveira, que deu um susto danado em Reinaldo Azambuja ano passado, estaria de malas prontas para se mudar para Dourados, onde estabeleceria também seu domicílio eleitoral. A informação circula hoje no saguão da Assembleia Legislativa. Eufórico, o radialista Izomar Galeano, cabo eleitoral do um dia temido juiz na campanha eleitoral, garante que tem até pesquisa apontando que o magistrado seria o preferido do eleitorado para substituir Délia Razuk.
Já chega a dez o número de pretendentes à cadeira de Délia Razuk, na eleição do ano que vem. Além de três deputados (Barbosinha, Marçal Filho e Renato Câmara), o presidente da Câmara, Alan Guedes, o pastor Marcos Victor e o quibeiro Racib Harb. Na fase de assanhamento, o presidente da UDAM José Nunes, numa sinuca de bico danada Geraldo Resende, além do candidato do presidente Bolsonaro e, se as nuvens e trovoadas derem uma trégua, o candidato oficial, claro, da prefeita.
Após movimento para atrasar a votação de um projeto de lei que exige regras de compliance de partidos políticos, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PT-CE), quer retirar da proposta a previsão de punição a legendas que descumprirem programas internos de integridade. O parlamentar argumenta que a legislação não pode invadir a autonomia das siglas.
Tudo bem, é a palavra de um marginal, apresentado pelo Fantástico ao Brasil como fiscal da prefeitura de Dourados, que se passava por policial federal para chantagear o crime organizado. Mas, afinal, quem seriam o juiz e os delegados por ele comprados por R$ 1 milhão? Grana que o dito cujo teria extorquido do pessoal do contrabando de cigarros, facção criminosa, aliás, com tentáculos em pelo menos um gabinete de um dos Puxadinhos do Parque dos Poderes! Que seja só uma bravata.
Na avaliação do ministro-chefe da Secretaria de Governo (Segov), Carlos Alberto dos Santos Cruz, o governo Jair Bolsonaro está 'entre a cruz e a espada' na negociação com os caminhoneiros, entre uma decisão política que pode evitar uma paralisação do transporte de cargas no país e o limite econômico. Em entrevista ao jornal O Globo, o ministro defende que cabe agora à categoria entender as restrições matemáticas do Executivo para atender todas as reivindicações.