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quarta-feira, setembro 30, 2026

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Passo a passo, governo está construindo base de apoio no Congresso

Passo a passo, o governo está construindo a base de apoio no Congresso para aprovar, sobretudo, a agenda econômica. Na Câmara, os apoios chegam a 180 deputados. No Senado, aproximadamente 30 parlamentares. Os números são confirmados por interlocutores do Palácio do Planalto, que atribuem ao processo gradativo consolidado pelos 217 atendimentos feitos pelo ministro-chefe da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, e pelo líder na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO). Um terceiro nome, no Senado, o de Fernando Bezerra (MDB-PE) — foi abatido em pleno voo pela Polícia Federal, mas continuará no cargo até segunda ordem.

”Juíz não investiga, nem acusa”, diz Fachin

O ministro Edson Fachin, relator dos casos da Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), fez declarações que soaram como um recado para magistrados de todo o país. Durante o evento 'Pequenas Infrações Gerando Grandes Transformações', no Tribunal de Justiça de Santa Catarina, em Florianópolis, o magistrado destacou que juízes não participam das investigações e nem tem como papel acusar os réus. O magistrado é o relator de dois pedidos de liberdade apresentados pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

É Fantástico!!!

Vaidoso ao extremo – daí o apelido de Rolando Lero, quando senador – Delcídio do Amaral vai ter que se contentar com a condição de coadjuvante neste fim de semana que marca seu retorno, ops!, à lida política estadual, como presidente do PTB. É que a chamada para a reportagem envolvendo o filho do governador Reinaldo Azambuja em roubo de propina (isto mesmo!) no Fantástico deste domingo, na rede Globo, deve ser o assunto principal em todas as rodas políticas.

TJ suspende afastamento e Cirilo e Pepa reassumem mandatos

Dois dos três vereadores afastados por denúncias de corrupção vão reassumir os cargos na Câmara de Dourados. Em julgamento ontem, a 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul decidiu, por 2 a 1, suspender o afastamento de Pedro Pepa (DEM) e Pastor Cirilo Ramão (MDB). Presos pela primeira vez em dezembro de 2018 no âmbito da Operação Cifra Negra, que investiga suposto esquema de corrupção no Legislativo douradense, os dois ficaram oito meses fora da Câmara e nesse período foram substituídos pelos suplentes.

‘Gabinete da raiva’ perde espaço no Planalto após alta da reprovação de Bolsonaro

Com digitais na queda de dois ministros de Jair Bolsonaro (PSL), o chamado 'gabinete da raiva' do Palácio do Planalto tem perdido protagonismo em um processo de redistribuição de forças das alas que cercam o presidente. A estratégia de radicalização defendida pelo grupo, tutelado pelo vereador licenciado Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), vem sofrendo reveses desde que pesquisas começaram a apontar erosão da popularidade do presidente.

Lá vem ela!

Embora publicado na coluna do piadista de plantão do Facebook, jornalista Laureano Secundo, a coisa é séria: “A jornalista Lia Nogueira em sua meteórica passagem pela Câmara de Dourados já ganhou ares majoritários em algumas pesquisas”. Ou seja, suplente de vereadora na chapa de Délia Razuk, bastou à radialista assumir a vereança por uns meses e fazer um pampeiro no Palácio Jaguaribe para ganhar notoriedade, e, agora, em 2020, podendo disputar a cadeira da própria Délia.

PF aponta pagamento de R$ 5,5 milhões em propina a líder do governo Bolsonaro

A Polícia Federal aponta que o líder do governo de Jair Bolsonaro no Senado, Fernando Bezerra Coelho (PMDB-PE), recebeu R$ 5,5 milhões em propinas de empreiteiras encarregadas das obras de transposição do rio São Francisco e de outros contratos do Executivo federal. A negociação e o repasse dos valores teriam ocorrido de 2012 a 2014, época em que Bezerra Coelho era ministro da Integração Nacional na gestão de Dilma Rousseff (PT) e integrava o PSB.

Desacorçoado

Seria a última chance para o ruralista Celso Dal Lago, enfim, virar senador, mas ele já não move uma palha para que isso aconteça e nem acredita mais em articulações como as que recomeçam, agora, na cúpula emedebista, para fazer a três-lagoana Simone Tebet candidata a prefeita de Campo Grande. Até porque ele já viu este filme antes, quando foi suplente de Juvêncio da Fonseca. Com um detalhe, Simone vem demonstrando ser muito mais apegada à cadeira do que Juvêncio.

Maia e Alcolumbre dividem ônus em aparente desalinho na reforma partidária

A Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta quarta-feira, a minirreforma partidária e eleitoral que afrouxa regras de fiscalização de contas partidárias e impõe um teto às multas para partidos que descumprirem a prestação de contas. O texto segue agora à sanção do presidente Jair Bolsonaro . O projeto aprovado traz regalias para partidos e brechas para caixa 2 e elevação do fundo eleitoral . A Câmara retomou vários pontos polêmicos que o Senado , após pressões e críticas da opinião pública, havia retirado do projeto.

Bolão de funcionários da liderança do PT na Câmara ganha R$ 120 milhões da Mega-Sena

O prêmio de R$ 120 milhões do concurso 2.189 da Mega-Sena, realizado nesta quarta-feira, saiu para um bolão de funcionários da liderança do PT na Câmara dos Deputados. Cada um vai receber R$ 2,4 milhões. Segundo a Caixa, a aposta ganhadora - que não tem o número 13 por partido - é um bolão com 49 cotas. As dezenas sorteadas foram: 04 - 11 -16 - 22 - 29 - 33.

Chantagem emocional

Em entrevista ao vivo nesta terça-feira ao portal Midiamax André Puccinelli disse não acreditar num eventual voo do deputado emedebista Renato Câmara para o ninho dos tucanos, como condição para disputar a prefeitura de Dourados com apoio da máquina administrativa estadual. O ex-governador lembrou sua amizade com o pai de Renato, ex-prefeito de Ivinhema e ex-deputado Nelito Câmara, garantindo que seu pupilo não seria capaz do que para ele seria uma ignomínia.

Senado recua e aprova fundo eleitoral sem pontos polêmicos

Os senadores cederam às pressões de um grupo de colegas e de entidades civis e retiraram do Projeto de Lei nº 5.029/2019 — que muda as regras para financiamento de campanhas eleitorais — os trechos que flexibilizavam a lei e abriam margem para a prática de caixa 2 nas eleições. Com as modificações, o plenário da Casa aprovou o PL nesta terça-feira (17/9) à noite. Mais cedo, em menos de meia hora, o texto passou por votação simbólica na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa. Como foi modificado, segue agora para uma segunda avaliação da Câmara.

Para Collor, Bolsonaro ganharia muito se retirasse a ideologia de seu governo

O senador e ex-presidente Fernando Collor de Mello (Pros-AL), 70, disse à Folha de S. Paulo que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) 'ganharia muito se retirasse o aspecto ideológico da construção das suas linhas de governo'. Collor criticou a política externa conduzida por Bolsonaro e a retórica agressiva adotada pelo mandatário ao se referir a alguns líderes internacionais. 'Meu Deus! É algo que me deixa assustado.'

Retorno antecipado de Bolsonaro tem relação com movimentação de Mourão

Contrariando previsões, o presidente Jair Bolsonaro confessou a interlocutores que retorna nesta terça-feira (17/9) aos despachos da Presidência porque não quer prolongar a estadia do vice, Hamilton Mourão, por mais tempo no comando. A expectativa era de que ele voltasse ao cargo apenas na quinta-feira. Nesta segunda-feira (16/9), Mourão esteve no Rio Grande do Norte onde se encontrou com a governadora do estado, Fátima Bezerra (PT). No Planalto, fontes comentam que Bolsonaro não se sente confortável com a agenda política do vice e que o próprio Mourão havia recebido a sugestão de cancelar a agenda no Rio Grande do Norte.

Pau na mula

Nem João Totó Câmara, prefeito tido como grande liderança regional; nem José Elias Moreira, seu sucessor, até hoje lembrado pelas grandes obras estruturantes; nem o popularíssimo Braz Melo, nem o fenomenal Ari Artuzi ou Murilo Zauith, que fez uma administração para quebrar paradigmas. Para o radialista e ex-deputado Sérgio Cruz, em entrevista com um cordato Marçal Filho, pré-candidato a sucessão de Délia Razuk, Dourados só teve prefeitos medíocres ao longo de sua história.

‘Jamais apoiei ou fiz empenho pelo golpe’, diz Temer sobre impeachment de Dilma

Em entrevista ao programa Roda Viva , o ex-presidente Michel Temer negou, na noite desta segunda-feira, que tenha se empenhado para dar um golpe durante o processo que levou ao afastamento da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). 'O pessoal dizia 'o Temer é golpista' e que eu teria apoiado o golpe. Diferente disso, eu jamais apoiei ou fiz empenho pelo golpe', disse Temer.

OAS afirma que assumiu obra deficitária na Bolívia por exigência de Lula

Ao negociar acordo de delação, o empresário Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, mencionou o ex-presidente Lula (PT) como intermediador de negócios da empresa com governos na Costa Rica e no Chile e afirmou que a construtora assumiu uma obra na Bolívia para agradar ao petista. O então presidente, segundo Léo Pinheiro, queria evitar um estremecimento nas relações do Brasil com o governo de Evo Morales.

Uau!

O deputado petista Pedro Kemp usou dinheiro público para bancar rodadas de cerveja, chope e vinho para sua equipe de gabinete em uma pizzaria de Campo Grande. A conta de quase R$ 1,8 mil foi paga com recursos da verba indenizatória, dinheiro público destinado a cobrir despesas exclusivas de mandato. Fato ocorrido em dezembro de 2017 só agora vem a público, assim mesmo por conta de denúncia da ONG Operação Política Supervisionada, OPS! Como se isso fosse novidade!

Preço do petróleo volta a disparar e chega a atingir maior alta desde a Guerra do Golfo

O preço do petróleo disparou nesta segunda-feira, em Londres, após os ataques do fim semana contra instalações petroleiras na Arábia Saudita . A ofensiva reduziu à metade a produção do maior exportador mundial de petróleo. Na abertura do mercado, a cotação do barril disparou quase 20% em Londres , chegando a quase US$ 72, a maior alta em uma sessão desde a Guerra do Golfo, em 1991.

Com receio de traição, Bolsonaro troca núcleo duro do governo

Enquanto integrantes do que era considerada a cúpula da campanha eleitoral foram alijados do governo, o presidente Jair Bolsonaro se cercou de amigos de longa data, assessores dos tempos da Câmara ou auxiliares que contam com a bênção de seus filhos, principalmente a do vereador Carlos Bolsonaro . O novo núcleo duro, segundo interlocutores do Palácio do Planalto, reflete o constante receio de Bolsonaro de ser traído por aliados de ocasião.
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