Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
19/12/2018 - 18h45Presidente do STF suspendeu os efeitos de uma decisão tomada pelo ministro Marco Aurélio, que soltaria cerca de 170 mil pressosO ministro...
19/12/2018 - 14h40O magistrado entendeu que é constitucional o artigo do Código Penal que considera inocente todos os condenados até que os processos tramitem...
19/12/2018 - 08h26Juízes provaram que têm pouco interesse em extinguir cultura de privilégiosA criação de novas regras para o pagamento de auxílio-moradia para juízes...
Depois de “esquecido” pela prefeita Délia Razuk, que, no início da administração rejeitou sua indicação (feita pelo do PPS) para a Agricultura, o vice-prefeito Marisvaldo Zeuli volta a ter o nome lembrado, agora pelo novo secretário de Governo, Celso Schuch, para o mesmo cargo. Não seria demais conjecturar: será que para um vice-prefeito que nunca antes na história esteve tão perto de virar titular, interessaria, agora, pegar o bonde andando, num momento tão delicado?
18/12/2018 - 16h02Ideia inicial era que decisões ficassem em secretaria comandada pelo presidente da UDR, Luiz Nabhan GarciaO governo Jair Bolsonaro fez mais um...
Da primeira vez que abriu a boca depois de anunciado secretário de governo Celso Schuch chamou vereadores oposicionistas de burros. Agora, nomeado, fala em levar o médico George Takimoto para a Secretaria de Saúde. Délia foi candidata a vice-prefeita de Takimoto em 2000, mas de lá para cá muita coisa mudou nessa relação política. Hoje o deputado é aliado de primeira hora do petista pra lá de encrencado Vander Loubet e do emedebista preso André Puccinelli. Fica a dica.
18/12/2018 - 15h00Presidente da União Democrática Ruralista (UDR) e futuro secretário, Nabhan Garcia receberá áreas que hoje estão com Funai, Incra e IbamaO governo...
Além de político matreiro o ex-prefeito Totó Câmara era também um mestre na arte do anedotário. Uma de suas piadas preferidas era aquela das duas freiras chegando esbaforidas pedindo carona ao piloto de um teco-teco que se preparava para decolar de uma cidadezinha, ouvindo que isto seria impossível dadas as péssimas condições meteorológicas. Mas, diante da emergência por elas alegadas e da ‘garantia’ de que Deus estaria no comando, lá se foram. Foi ganhar altura e o pequeno avião entrou numa tempestade. A queda parecia iminente. Só dois paraquedas! As freiras rezam fervorosamente. O piloto pergunta ao patrão, um fazendeiro da região: e as freiras? E ele: foda-se! ao que o piloto perguntou, será que dá tempo?
Os vereadores Idenor Machado, pastor Cirilo Ramão e Pedro Pepa, além do ex-vereador Dirceu Longhi, presos dia 5 deste mês acusados de envolvimento numa antiga ladroagem na Câmara Municipal foram soltos ontem, por conta de habeas corpus. A medida judicial, porém, não dá a eles o direito de retorno, ops!, ao Jaguaribe. Retorno, sim, segundo o rádio-peão, ao xilindró, talvez antes do Natal. E não só por causa das delações premiadas!
Primeiro, vieram o Brexit e a eleição de Donald Trump. Depois, em 2018, a vitória dos populistas e nacionalistas na Itália e de Jair Bolsonaro no Brasil. Em 2019, os cenários podem se repetir em eleições como a do Parlamento europeu. A democracia liberal não vive um bom momento. 'Cada vez mais cidadãos se afastam' dela, afirma em seu último best-seller 'O povo contra a democracia' o jovem cientista político americano Yascha Mounk.
Nem bem teve seu nome anunciado como novo secretário de governo da cambaleante administração Délia Razuk e o juiz aposentado Celso Schuch já criou o primeiro problema político para a prefeita. Em entrevista a uma emissora de rádio ele disse que o momento agora é de se unir por Dourados e não de manter essa “oposição burra”, referindo-se à Câmara de Vereadores. Decerto que inteligentes são os “situacionistas” – que queriam porque queriam eleger um presidiário presidente.
A prisão do vereador Idenor Machado, o número dois na hierarquia da 'república do Panambi', pode comprometer o projeto do irmão, o ex-deputado Valdemir Machado, de transformar em realidade seu sonho de virar prefeito de Dourados. Projeto, diga-se, já abalado com outra prisão, recentemente, do deputado Zé Teixeira – o patrono da candidatura do 'governador regional'. Não seria o caso de começar de novo, do zero, garantindo à família a cadeira, na Câmara, do irmão preso?
Com uma microestrutura e apenas dez funcionários registrados hoje, o PSL terá verba multiplicada a partir do próximo ano e pode assumir a condição de partido mais rico do país. A expressiva votação para a Câmara, que lastreia a divisão do fundo partidário na próxima legislatura, fará o partido receber cerca de R$ 110 milhões no próximo ano —em 2018 foram R$ 7 milhões.
Mais mulheres, celebridades, familiares de políticos tradicionais, indígenas, negros, jovens, youtubers, militares, policiais e lideranças evangélicas. É assim que o Congresso Nacional inicia 2019, com a maior taxa de renovação desde a redemocratização. Ao passo que as bancadas ganham um respiro em meio ao perfil da velha política, experientes articuladores que não conseguiram se reeleger deixam a Casa onde trabalharam por anos. Especialistas afirmam que, apesar do ponto de vista quantitativo de mudança, o Parlamento perde na qualidade, porque figuras importantes de negociação não mais estarão presentes. Destacam-se nesse grupo congressistas que têm um diferencial tanto no poder de interlocução quanto na bagagem de atuação política que carregam.
O pau comendo no plenário, com a frustrada tentativa da bancada de Délia Razuk de eleger um presidiário presidente da Câmara, e alguns dos mais atentos visitantes, diante do painel dos ex-presidentes, no saguão de entrada, tentando somar as penas dos atuais e ex-vereadores que comandaram a Casa, com passagem pelo xilindró. De Dorgival Ferreira, passando pelos uragânicos José Carlos Cimatti, Júnior Teixeira e Sidlei Alves, até Idenor Machado. Uma conta difícil de fechar.
Diplomado nesta sexta-feira (14.12) para um segundo mandato em Mato Grosso do Sul, o governador Reinaldo Azambuja citou conquistas do primeiro período de governo e garantiu gestão eficiente da máquina pública até 2022 – ano em que se encerrará o próximo mandato.
15/12/2018 - 06h24Preparação vem sendo feita sob tensão entre a atual e a próxima equipe, temendo-se atentados contra Bolsonaro e Mourão. Até equipamentos para...
“A democracia sai ferida”. O vereador Maurício Lemes Soares perdeu uma grande oportunidade de recomeçar sua vida parlamentar senão em grande estilo, pelo menos discretamente, como seria o recomendado num momento de tanta hostilidade para a classe política em geral, mais especificamente numa Casa com quatro de seus ilustres integrantes atrás das grades, acusados de corrupção. Totalmente fora de contexto, a frase, que nem é das mais criativas, serviu de deboche e só fez aumentar as vaias contra a bancada da prefeita Délia Razuk, que insistia em tomar de assalto (sim, na atual conjuntura não existe frase mais apropriada) a mesa diretora da Câmara Municipal para os cruciais dois últimos anos de seu mandato, se é que ela vai conseguir chegar lá.