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quinta-feira, agosto 13, 2026

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Delação de ex-padre envolve sacerdotes da Igreja Católica na Lava Jato

28/02/2019 - 19h32Ex-padre Wagner Portugal confessou participação em desvio de R$ 52 milhõesDelação do ex-padre Wagner Portugal, que foi braço direito do cardeal arcebispo...

Do sucesso nas redes à briga com um dos filhos de Bolsonaro, Joice Hasselmann é a nova líder do governo

Quando alguém lembra à nova líder do governo no Congresso, a deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP), que muitos a comparam a um 'trator' na hora de lutar por seus objetivos, ela completa: 'Sim, trator, mas um trator com cérebro. Eu penso. E sei fazer conta', diz a parlamentar, mencionando seu principal objetivo para o primeiro semestre deste ano: somar e multiplicar apoios no Legislativo em torno da reforma da Previdência do governo Jair Bolsonaro, que espera ver aprovada até junho.

Executivos da OAS delatam pagamentos de R$ 125 milhões a 21 políticos

Uma das maiores empreiteiras do país, com contratos bilionários no Brasil e no exterior, a OAS distribuiu entre 2010 e 2014 cerca de R$ 125 milhões em propinas e repasses de caixa dois a pelo menos 21 políticos de oito partidos. A revelação foi feita por oito ex-funcionários que atuavam na 'Controladoria de Projetos Estruturados', o departamento clandestino da empreiteira, em delação homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no ano passado e que era mantida até agora em sigilo.

Onyx oficializa o toma lá, dá cá, do governo Bolsonaro

Na primeira reunião do presidente Jair Bolsonaro com os líderes na Câmara, coube ao ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, falar sobre as moedas mais tradicionais na negociação política: cargos e emendas. Onyx prometeu aos parlamentares que os espaços nos estados serão disponibilizados para indicações dos políticos e garantiu que não haverá contingenciamento das emendas parlamentares individuais.

Se a moda pega…

O ex-governador Sérgio Cabral (MDB-RJ) pode ter entrado para a história ontem, depois de confessar, na cara dura, perante um juiz, que meteu a mão sem dó nem piedade no dinheiro público. Deve ter deixado o ex-presidente Lula fulo da vida – “por que não pensei nisso primeiro? ”. Imagine se a moda pega no MS. Os operadores emedebistas de André Puccinelli, Edson Giroto e João Amorim; os vereadores presos Idenor Machado, Pastor Cirilo e Denise Portolann devem estar se coçando.

‘Esse foi meu erro, apego a poder, dinheiro… é um vício’, afirma Cabral sobre o acerto da propina

O ex-governador Sérgio Cabral disse em depoimento nesta terça-feira que o seu 'erro de postura' durante o período em que comandou o Estado do Rio foi se apegar ao poder e ao dinheiro. Em audiência na 7ª Vara Federal Criminal, do juiz Marcelo Bretas, Cabral afirma que as propinas se tornaram um 'vício'

O Congresso é aqui!

Campo Grande em pandarecos, um dilúvio caindo lá fora, e deputados estaduais discutindo perfumarias, como as decisões de Veléz Rodríguez, o colombiano ministro da Educação de Bolsonaro, que resolveu mandar filmar os alunos da rede pública cantando o hino nacional brasileiro – ainda bem! – depois de ter adotado o “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!” como slogan oficial. O ministro já havia até voltado atrás nesta última heresia, e o debate continuava comendo solto.

Ação de 3 milhões liga Desembargadora a suspeita de venda de sentença

26/02/2019 - 12h30há indícios de que a desembargadora influenciou no julgamento de um recurso na 1ª Câmara Cível, que pedia venda de gado em...

Puccinelli visita vereadores do MDB e não descarta candidatura

25/02/2019 - 15h07Ex-governador esteve na Câmara Municipal de Campo Grande na manhã de hojeEx-governador do Estado de Mato Grosso do Sul André Puccinelli (MDB)...

A torre que fez Jaime Lerner repensar seu retorno a Dourados

O vice-governador Murilo Zauith até que tentou disfarçar, pois não queria estragar a surpresa que faria à prefeita Délia Razuk, numa deferência ao agora assessor especial dela, ex-prefeito José Elias Moreira, mas, terminado o regabofe à base de fortaia encomendada à dona Gema, na cantina O Quatrilho, lá estávamos, inconvenientes, como sempre. Zauith não sabia que Cícero Faria era ‘da casa’ e que como tal costumava bater ponto ali comigo e com o sempre inquieto empresário gráfico Jairo de Osti.

Franco atirador

Vereador lá atrás, deputado federal por quatro mandatos (dois como suplente), vereador de novo até o ano passado, deputado estadual mais votado nas últimas eleições; usando melhor que ninguém o microfone mais popular da cidade; tucano, como Azambuja e, o que conta mais, adversário da atual administração municipal. É com essas credenciais que Marçal Filho desponta como favorito para se eleger prefeito de Dourados no ano que vem. Se não negociar, como fez das vezes anteriores.

‘Hoje, o maior latifundiário do país é o índio’

O secretário especial de Assuntos Fundiários, Luiz Antonio Nabhan Garcia, afirmou nesta sexta-feira (22/2) que o governo de Jair Bolsonaro precisa enfrentar uma espécie de 'maldição de viés político e ideológico', arraigada nas instituições, se não quiser fracassar. Nabhan citou como decisão ideológica a desapropriação de uma área de 500 mil hectares, em Mato Grosso, com base em estudo antropológico que indicava a presença de 'seis a dez índios' no local.

Governo aceita proposta de ruralistas para renegociação de dívidas

22/02/2019 - 18h10Dirigentes da FPA cobraram agilidade no atendimento das demandas do setor produtivo.Em meio às discussões da reforma da Previdência, o governo Jair...

O toma lá, dá cá, de Bolsonaro

O governo federal está definindo um conjunto de critérios que deverão ser seguidos para o preenchimento de funções de confiança na administração federal. A medida será anunciada como prova de coerência com a promessa do presidente Jair Bolsonaro de pôr fim ao 'toma lá dá cá', isto é, à prática de oferecer aos parlamentares nomeações de afilhados políticos e outras benesses em troca do compromisso de votar a favor das propostas do governo no Congresso Nacional.

Lição

Dois erros do ex-prefeito Braz Melo quando foi vice-governador do Estado que Murilo Zauith não deve repetir. Primeiro, por uma questão de índole, não vai secar o governo do titular; segundo, para alegria de Alan Guedes, José Carlos Barbosa e Renato Câmara, que sonham ser por ele abençoados como candidatos a prefeito, não deve voltar a disputar a prefeitura de Dourados. Daqui por diante, ou é o governo, o senado ou um confortável retorno à sua Unigran.

Pesquisa sinaliza que Planalto tem 20 votos de sobra para aprovar reforma

22/02/2019 - 07h10Com "gordura" para queimar, Executivo pode ter 333 parlamentares a seu favor, segundo pesquisa. Oposição só contaria com 176O governo apresentou uma...

Azambuja diz que denúncias contra o PSDB não vão para debaixo do tapete

Em entrevista ao programa Jornal Em Pauta, da GloboNews, na manhã desta quinta-feira(21), o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) comentou sobre a decisão da Executiva do partido do qual ele é filiado em arquivar os pedidos de exclusão de alguns integrantes da legenda. Para o chefe do Executivo Estadual, 'Fizeram o que tinha de ser feito'.

Jean Wyllys faz giro no exterior e diz que vírus da burrice atinge parte do Brasil

Quase um mês após renunciar a seu cargo político e deixar o país sob ameaças, o ex-deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) corre a Europa dando palestras sobre a situação política nacional. Começou em Berlim, cidade onde afirma estar morando com a ajuda de amigos, e diz já ter sido convidado a falar em Portugal, França, Suécia e Canadá.

Reabilitados

Preso na operação Owari, em 2009, em Dourados, o secretário de governo de Ari Artuzi, Darci Caldo, volta ao serviço público, como chefe de gabinete de Jamilson Namme. Preso um ano depois, já na Operação Uragano, ex-vereador Aurélio Bonato também está tendo sua chance, como chefe de gabinete de Neno Razuk. Além desta coincidência, a de que os deputados empregadores, que são primos, integram a bancada do jogo bicho e das máquinas caça-níqueis na Assembleia Legislativa.

Militares se queixam de filhos e de desarticulação do governo Bolsonaro

O agravamento da crise política levou três expoentes da ala militar do governo ao encontro de Jair Bolsonaro (PSL) para expressarem a queixa do setor sobre a influência dos filhos do presidente e sobre a inoperância da articulação com o Congresso. Segundo relatos, os generais da reserva e ministros Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Fernando Azevedo (Defesa) e Carlos Alberto dos Santos Cruz (Secretaria de Governo) pediram um freio de arrumação.
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