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sexta-feira, junho 12, 2026

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Herança uragânica

Não bastassem os interesses maiores, pelo tanto que uma cadeira na mesa diretiva da Casa pode trazer de dividendos – não só políticos, evidentemente – e o constrangimento pela prisão de um candidato a presidente, forças (não tão) ocultas estariam por trás de toda a confusão na eleição da Câmara. É que até hoje fantasmas uragânicos mantém forte influência no Jaguaribe, com prepostos em cargos chaves. Um deles, inclusive, com direito a sala para “orientar” os herdeiros.

Abatido, Lula recebe menos visitas na cadeia após as eleições

09/12/2018 - 10h15Haddad esteve com o ex-presidente na última semana, e PT se mobiliza para dar fôlego à campanha por sua libertaçãoDepois da derrota...

Caciques políticos travam guerra pelo comando da Câmara e do Senado

Na noite da última quarta-feira, sentado na principal cadeira do plenário do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE) protagonizou uma rápida discussão com Lasier Martins (PSD-RS) para abrir as votações na Presidência da Casa. O cearense ganhou a batalha pela urgência do projeto que prevê o fim do segredo dos votos dos parlamentares, despachando o texto para as comissões. Por detrás da tensa tertúlia, estava a guerra de blefes estridentes pelo comando do Congresso e contou com um beneficiado direto: o emedebista Renan Calheiros (AL). Pré-candidato na disputa, o alagoano tenta ganhar apoios de políticos que se afastariam do cacique em uma sessão aberta.

Bolsonaro afirma que saques de ex-assessor são indícios que a Justiça vai analisar

O presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou que o volume de saques feitos pelo policial militar Fabiano Queiroz, ex-assessor de seu filho Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), é um indício a ser analisado pela Justiça. Ele evitou defender de forma enfática o ex-assessor, de quem é amigo há 34 anos. Afirmou que a detecção de movimentação atípica pelo Coaf não configura por si só uma ilegalidade. Mas atribuiu ao policial militar a necessidade de se explicar.

Juiz-estrela como foi Moro tende a ser parcial em seus julgamentos, diz advogado

Juiz-estrela, aquele que divulga tudo o que faz e alimenta o público em busca de apoio, comete um pecado mortal para o mundo do direito: tende a ser parcial, segundo o advogado Antonio Sérgio de Moraes Pitombo. A conclusão deriva da pesquisa que fez para o seu pós-doutorado, defendido na Universidade de Coimbra em 2012 e sintetizada no livro 'Imparcialidade da Jurisdição'.

Tradição

A “fuga” dos vereadores da base da prefeita Délia Razuk na tarde desta sexta-feira para sabotar a eleição da nova mesa diretora foi provocada pelo imponderável – a prisão, na véspera, do candidato deles à presidência, Pedro Pepa. Mas não chega a ser uma novidade. Sempre que os pleitos são assim, renhidos, adota-se a prática do confinamento para se evitar surpresas. Nada mais natural, numa cidade que ainda é um curral eleitoral, comandada por coronéis da política.

Evangélicos criticam nomeação de assessora de Malta para ministério

A indicação da pastora Damares Alves para o Ministério de Mulher, Família e Direitos Humanos não teve a bênção de parte da bancada evangélica. Deputados ligados ao bloco e aliados do senador Magno Malta (PR-ES) usaram expressões como 'passou a perna' para se referir à nova integrante da Esplanada de Jair Bolsonaro.

Agora ou nunca

Preso não vota, mas pode ser votado. O regimento interno da Câmara Municipal não impede que o vereador Pedro Pepa, preso ontem em Dourados, dispute a eleição para a presidência da Casa legislativa. Pelo menos foi o que informou hoje a presidente Daniela Hall. “Não podemos paralisar todo o trabalho da Câmara por causa da operação. Tecnicamente eles podem, sim, serem votados. Temos duas chapas aptas para disputar a eleição”. Será que Alan Guedes tem alguma chance?

‘Cala a boca, Mourão’: saiba como era a relação com o vice nas eras FH, Lula e Dilma

A mais recente 'lei do silêncio' que o presidente eleito Jair Bolsonaro impôs ao vice, General Mourão, reacende os holofotes sobre a relação entre o chefe do Executivo nacional e o 'números dois' com o qual divide o poder. Nos governos de Fernando Henrque Cardoso , Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff , a percepção sobre o comportamento dos vices mudou expressivamente: da discrição de Marco Maciel, segundo nome forte da gestão tucana, ao protagonismo do antes 'decorativo' Michel Temer , que assumiu o lugar da petista após o impeachment de 2016.

Insistência em receber propina leva vereadores pra cadeia em Dourados

Batizada de 'Cifra Negra', a operação que prendeu três vereadores de Dourados nesta quarta-feira à tarde mira fraude em licitação e pagamento de propinas a servidores públicos. São 10 mandados de prisão e um de busca e apreensão em Dourados e na Capital. Até o momento, a informação é de cinco detenções: Pedro Alves de Lima, o Pedro Pepa (DEM), atual candidato a presidente da Câmara, Cirilo Ramão Cardoso (MDB) e Idenor Machado (PSDB), todos vereadores. Amilton Salina, ex-funcionário da Casa de Leis de Dourados, investigado em operação anterior, e Dirceu Longhi, ex-vereador, também foram detidos

‘Minha vida não depende de Bolsonaro’, diz Magno Malta sobre cargo no governo

De volta ao Senado depois de alguns dias em uma espécie de retiro, o senador Magno Malta (PR) diz que não guarda mágoa do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), por não ter sido escolhido ministro de seu futuro governo. 'Minha vida não depende de Bolsonaro. Depende de Deus. Eu continuo orando para que Deus dê a ele a chance de fazer um país diferente', disse, na manhã desta quarta-feira.

‘A história do café frio é uma verdade absoluta’, diz Temer sobre fim de governo

A menos de um mês de passar o bastão para Jair Bolsonaro , o presidente Michel Temer disse, em evento na noite desta terça-feira, em Brasília, que quando o governo de um mandatário está na reta final, 'ninguém mais te procura'. Quando o governo começa a acabar, ninguém mais te procura. A história do café frio é uma verdade absoluta', afirmou Temer, que disse, em tom de brincadeira, que em seu gabinete o café ainda é servido quente:

Quem dá mais?

Esta é a pergunta que predominará pelos gabinetes e corredores da Assembleia Legislativa daqui para fevereiro, quando acontece a eleição da nova mesa diretora. A decisão de ontem do PSDB, de indicar o deputado Paulo Corrêa, não significa absolutamente nada. A menos, claro, que o governador Reinaldo Azambuja entre na parada. Não é à toa que a imprensa vem batendo tanto na tecla do voto de minerva do novato e sempre vacilente tucaninho douradense Marçal Filho.

PSDB indica Paulo Corrêa para a presidência da Assembleia em 2019

Sem conseguir o consenso esperado em sua futura bancada na Assembleia Legislativa, o PSDB anunciou na tarde desta terça-feira (4) a indicação do deputado estadual Paulo José Araújo Corrêa para disputar a presidência da Casa para o biênio 2019/2021. O parlamentar reuniu três dos cinco votos possíveis em uma disputa que acabou concentrada entre ele e o colega Onevan de Matos, que insistiu até a última hora e teve apenas o próprio apoio. Felipe Orro não participou do encontro por cumprir compromissos no interior do Estado.

Governo Bolsonaro confirma 22 ministérios, sete a mais do que o prometido

O governo de Jair Bolsonaro terá 22 ministérios, sete a mais do que os 15 prometidos durante a campanha eleitoral. Na tarde desta segunda-feira (3), o futuro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, apresentou uma projeção da estrutura que será adotada na Esplanada no ano que vem. Dos atuais 29 ministérios, sete deixaram de existir: Segurança Pública, Desenvolvimento Social, Trabalho, Cultura, MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), Planejamento, Esporte, Integração Nacional e Cidades.

Campeão de votos, Contar admite disputar comando da Assembleia

03/12/2018 - 17h11Deputado afirma que não iniciou construção de projeto, porém, aponta desejo de renovação do eleitorado entre credenciais para concorrer ao comando da...

Antes da posse na Casa Civil, Onyx Lorenzoni já tem autoridade posta à prova

Há duas semanas, em uma reunião noturna no apartamento do pastor e deputado Paulo Freire (PR-SP), o futuro ministro da Casa Civil , Onyx Lorenzoni , sugeriu que os deputados evangélicos indicassem um nome para o Ministério da Educação. A ideia foi recebida com desconfiança. Sem botar fé nos poderes de Onyx e pensando que o tiro poderia sair pela culatra, a bancada decidiu aguardar uma sinalização do presidente eleito, Jair Bolsonaro .

Cardeal

O Correio do Estado faz hoje projeções sobre a eleição para a presidência da Assembleia. Embora a bancada governista tenha maioria folgada, a matéria foca em incógnitas como o fenômeno eleitoral bolsonarista capitão Contar, e até no voto “de minerva” de outro novato, o sempre “vacilante” tucano douradense Marçal Filho. O texto só esqueceu o principal: que Londres Machado está de volta! Será que – os novatos, principalmente – já foram pedir a bênção?

Bolsonaro deverá ter base aliada instável no Congresso Nacional

O critério de escolha de ministros e o modelo de articulação política adotado pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), devem fazer com que o próximo governo entre em campo com uma coalizão instável no Congresso Nacional. Metade dos principais partidos do país diz que pretende colaborar com o presidente eleito, mas só 3 das 15 maiores siglas da Câmara dos Deputados dizem estar dispostas a integrar oficialmente a base governista.

Sérgio Moro faz pressão para ‘endurecer’ lei antiterror

Em 2015, o governo Dilma Rousseff aprovou a lei 13.170, que adequou boa parte das leis às exigências internacionais para desarticular o trânsito de dinheiro ilegal pelo mundo. Mas sanções decorrentes de resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas ficaram em aberto. O projeto 10.431/2018 foi apresentado ao Congresso para sanar essa lacuna. Urgência Nomeado coordenador do grupo técnico de Justiça, Segurança e Combate à Corrupção do Gabinete de Transição no dia 20, Moro iniciou sem alarde os trabalhos nos bastidores para convencer o Congresso da importância da aprovação da lei ainda este ano. No mesmo dia, a Câmara aprovou requerimento de urgência de plenário para o projeto. O Estado apurou que um dos interlocutores de Moro foi o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Além dessa proposta, os dois conversaram sobre outros temas polêmicos, como alterações nas leis de execução da pena. A costura política com o Congresso envolve ainda a aprovação do projeto no Senado, sem emenda, para que não tenha de passar mais uma vez pela Câmara e a sanção pelo presidente da República. Moro tem reforçado os riscos para a economia e para os negócios no Brasil, caso o GAFI promova sanções ao País. Se for suspenso do grupo e receber uma classificação de país de alto risco ou não cooperativo, operações de bancos estrangeiros poderiam ser suspensas, com o registro de fuga de recursos internacionais, sanções em negócios internacionais e aumento do prêmio do chamado risco-país, entre outras.
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