Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
Jair Messias Bolsonaro, 63, é o novo presidente do Brasil —o 42º da história e o 8º desde o fim do regime militar (1964-85) que ele admira e cujo caráter ditatorial relativiza. O deputado do PSL-RJ derrotou neste domingo (28) o ex-prefeito paulistano Fernando Haddad, do PT, segundo projeção do Datafolha sobre os resultados já apurados.
A vitória de Reinaldo Azambuja deve marcar o encerramento das atividades de um dos mais respeitados conselheiros da política estadual – o ex-deputado João Leite Schmidt. Braço direito dos ex-governadores Pedro Pedrossian e Marcelo Miranda, articulador da eleição de Zeca do PT, tentou encerrar a carreira como guru de Odilon de Oliveira. Menos mal que foi defenestrado pelo juiz poucos dias antes da eleição. Não leva esta culpa para seu pesqueiro à beira do Taquari.
Reeleito governador com 52,35% votos, Reinaldo Azambuja (PSDB) vai prosseguir por mais quatro anos no comando de Mato Grosso do Sul. A vitória do tucano, que liderou coligação Avançar com Responsabilidade, veio após disputa no segundo turno contra o juiz Odilon de Oliveira (PDT). Na reta final, pesquisa Ibope mostrava Reinaldo à frente, mas empatado tecnicamente com o adversário. Até o momento, 98,12% das urnas apuradas, considerando Reinaldo eleito.
A proposta do candidato Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência da República de adotar uma meta para dólar, caso eleito neste domingo, 28, repercutiu negativamente na área econômica do governo federal. A avaliação corrente é que a sugestão do líder das pesquisas de controle do câmbio, apresentada em entrevista ao site Poder360, pode dificultar a formação de equipe com reconhecida experiência técnica não só no BC como no restante da área econômica.
Dirigentes do PT admitem que a rejeição ao partido precisa ser encarada, depois das eleições deste domingo, e que o resultado vai obrigá-los a responder a esse fenômeno. Com Jair Bolsonaro no poder, a aposta é a de um longo inverno para Lula na cadeia. A meta para Fernando Haddad é se firmar como líder da oposição, ainda que parte da legenda resista. É o que informa hoje a coluna “Painel”, da Folha de S. Paulo.
Senadora do MDB, Simone Tebet disse na manhã deste domingo de eleição que independente do resultado das eleições presidenciais, se começa um novo amanhã com o desafio de pacificar a população. Simone votou na Escola Estadual Lúcia Martins Coelho, no bairro Jardim dos Estados, em Campo Grande. 'A gente espera dos vencedores não só palavras, mas gestos. Palavras vão ser insuficientes para pacificar a rua', defende a senadora Simone Tebet (MDB).
A última pesquisa do Ipems (Instituto de Pesquisas de Mato Grosso do Sul), divulgada neste sábado (27), aponta a liderança do governador Reinaldo Azambuja (PSDB) com 58,4% dos votos em Mato Grosso do Sul. O candidato do PDT ao Parque dos Poderes, Odilon de Oliveira, surge com 41,6% das intenções de voto. É o mesmo - e o único - instituto que acertou o resultado das eleições em 2014.
Pesquisa do Ibrape divulgada neste sábado (27), véspera do segundo turno das eleições para o governo do Estado, aponta que o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) lidera a preferência dos eleitores em Mato Grosso do Sul. O tucano aparece com seis pontos percentuais de vantagem sobre o adversário, o juiz aposentado Odilon de Oliveira, em um cenário de 1.240 eleitores consultados.
Efeito Bolsonaro? Apoio do MDB de Júnior Mochi e Cia. ao um dia imaculado Odilon de Oliveira? Operação Vostok? Seja lá o que for o fato é que o governador Reinaldo Azambuja chega ao final desta campanha eleitoral vendo escorrer pelos dedos uma reeleição que parecia das mais tranquilas. Claro que a esta altura do campeonato o que importa é ganhar e os últimos números do Ibope apontam para uma vitória apertadíssima. Desde que aqui, claro, também não dê a louca no eleitorado!
Criticado por de ter perdido sua conexão com a periferia, o PT encerra hoje a campanha presidencial com uma caminhada do candidato Fernando Haddad na maior favela de São Paulo, a Heliópolis. Lá, retomará o discurso da virada, mote que tem usado nos últimos dias, quando as pesquisas sinalizaram diminuição da vantagem, ainda significativa, de Jair Bolsonaro (PSL).
As mudanças de tom na campanha do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), que por vezes tem tentado moderar o discurso radical para conquistar mais seguidores, têm influenciado em suas promessas eleitorais. O candidato já recuou em diversas propostas que o colocaram no centro de controvérsias desde o início da campanha eleitoral.
26/10/2018 - 19h18Último levantamento do instituto para governador de Mato Grosso do Sul foi divulgado nesta sexta-feiraPesquisa Ibope para o governo de Mato Grosso...
26/10/2018 -18h43Procedimentos são sobre infrações a deveres funcionais, Jedeão de Oliveira e destinação de bens apreendidosCandidato ao governo de Mato Grosso do Sul, o...
A redução da diferença entre Jair Bolsonaro e Fernando Haddad na reta final da campanha adiciona mais emoção a um resultado que parecia já estar dado. O PT tem a fama de mobilizar seus militantes em o que chamavam de 'onda vermelha', mas não se sabe exatamente se essa capacidade continua ativa. Jair Bolsonaro, que continua liderando a pesquisa Datafolha em todas as regiões do país, menos no Nordeste, onde Fernando Haddad vence por 56% a 30%, tem também uma capacidade de convocação de seus adeptos que já se mostrou eficiente nas manifestações organizadas pelos novos meios de comunicação, e não se sabe se essa força se mostrará na ida às urnas, e no proselitismo de última hora para impedir que a boca do jacaré se feche em favor do petista.
Pena (para Reinaldo Azambuja) que precisou a coisa enfear, no final da campanha, para que sua equipe de marketing descobrisse o óbvio: alguém que falasse a linguagem do tal do povão para melhor vender o peixe do governo. E foi assim que o popularíssimo apresentador Tatá Marques pegou Odilon de Oliveira na maior de suas contradições. Afinal, qual a diferença entre a visita que o filho do juiz fez a André Puccinelli na cadeia e a de Fernando Haddad a Lula, preso em Curitiba?
Frente a frente no último debate da corrida pelo governo do Estado, o juiz Odilon de Oliveira (PDT) e Reinaldo Azambuja (PSDB) polarizaram entre muitas denúncias, que deixaram pouco espaço para propostas; discursos inflamados e disputa pela predileção do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL). Menções ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) marcaram o debate de 1h30, realizado pela TV Morena, da TV Globo, do começo ao fim. Logo no início, Reinaldo, que disputa a reeleição, destacou que foi inocentado em julgamento ontem (dia 24).
O ex-governador André Puccinelli (MDB) e o filho André Júnior, presos por lavagem de dinheiro dia 20 de julho passado, não conquistaram a liberdade no meio desta semana (22, terça-feira), feito obtido pelo advogado João Paulo Calves, por uma razão: documentos apreendidos pela Polícia Federal, ano passado, numa quitinete no núcleo industrial, em Campo Grande.
Depois da desastrada ideia de mandar o filho buscar apoio de André Puccinelli na cadeia, Odilon de Oliveira vê, a contragosto, a declaração de “apoio” de Carlos Marun. Além de preposto do ex-governador acusado de chefiar a quadrilha da Lama Asfáltica, Marun carrega o fardo como arauto do Planalto e, pior, homem de confiança, também, de outro presidiário ilustre: o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha. Era tudo o que o um dia imaculado juiz não precisava na reta de chegada.
Jair Bolsonaro (PSL) já prepara uma mexida grande na Esplanada dos Ministérios, caso vença a eleição para presidente da República no próximo domingo, cenário mais provável de acordo com as pesquisas de intenção de voto. O primeiro alvo são os cargos de primeiro e segundo escalão. A ideia é remover dessas posições todas as pessoas que foram indicadas nas gestões petistas de Luiz Inácio Lula da Silva e de Dilma Rousseff.
O governador e candidato à reeleição Reinaldo Azambuja (PSDB) comemorou a decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça) de arquivar denúncia de suposto pagamento de propina ao ex-chefe da extinta Casa Civil, Sérgio de Paula, e disse que a verdade prevalece. 'Estou extremamente feliz. A gente sempre falou que a verdade ia prevalecer, ficaram batendo na tecla que seria condenado, que teria problemas. Nunca neguei que iria prestar contas', comentou Azambuja.