Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
02/01/2019 - 15h24Preso em Curitiba, ex-presidente defende que PT se coloque como defensor da soberania nacional para se contrapor ao atual governoO ex-presidente Luiz...
O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quarta-feira, durante cerimônia de transmissão de cargo, que é preciso aprofundar reformas para resolver o problema fiscal. Na avaliação dele, a crise fiscal é o principal entrave para o crescimento do país há pelo menos quatro décadas. Ele defendeu que a principal reforma é a da Previdência. Criticou ainda a aposta em um Estado que atue como motor do crescimento e defendeu a economia de mercado.
Com uma das menores estruturas administrativas e equilíbrio financeiro dentre as unidades federativas, Mato Grosso do Sul terá no segundo mandato do governador Reinaldo Azambuja um salto em qualidade e eficiência na educação e saúde e o enfrentamento à criminalidade, principalmente na fronteira, numa ação de segurança pública integrada com o governo federal. A infraestrutura também terá um olhar diferenciado.
Engana-se quem vê como aleatória a ida do vice-governador Murilo Zauith para a poderosa secretaria de Infraestrutura deste novo período do governo Azambuja. Estratégia bem pensada. E não apenas pelo grande volume de cúmulus nimbus (nuvens que derrubam aviões) que insiste em ameaçar o Parque dos Poderes. Da linguagem meteorológica para a gíria da caserna, em tempos bolsonarianos, esta é a melhor pasta para quem precisa estar em “QAP” – quando acionado, pronto!
Determinado a não ser um 'vice decorativo' na Esplanada, o vice-presidente, general Hamilton Mourão, não recebeu do presidente Jair Bolsonaro nenhuma atribuição no novo governo. A gestão Bolsonaro publicou nesta terça-feira uma medida provisória em que formaliza a estrutura da nova máquina federal, com 22 ministérios. A vice-presidência não é designada por Bolsonaro para atuar em nenhuma área, em nenhum programa e em nenhuma função no próprio Palácio do Planalto.
02/01/2019 - 08h17Durante cerimônia de transferência de cargo, novo ministro do GSI disse que a ex-presidente Dilma Rousseff derreteu o sistema de inteligência do...
01/01/2019 - 21h03Serviço Florestal Brasileiro também passa para a Pasta da ministra Tereza CristinaNo mesmo dia em que tomou posse como presidente da República,...
Em seu primeiro discurso após ser empossado no Congresso Nacional, o presidente Jair Bolsonaro defendeu um pacto entre a sociedade e os três poderes para a reconstrução do Brasil. O ex-capitão do Exército declarou que vai 'defender e revigorar' a democracia, romper com 'práticas que se mostraram nefastas' e livrar o Brasil da corrupção e da submissão ideológica.
Saúde e segurança foram apontadas como prioridades para o próximo mandato, conforme entrevista concedida pelo governador Reinaldo Azambuja antes da cerimônia de posse realizada há pouco na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul. Confira a íntegra da entrevista coletiva concedida por ele à imprensa no início do evento.
Após encerrar uma sequência de quatro vitórias do PT nas urnas, o presidente eleito, Jair Bolsonaro , fará na tarde de hoje, no primeiro discurso como chefe de Estado, um chamamento à união dos brasileiros e dirá que há esperança de dias melhores. Ele também fará defesa da austeridade na administração pública. Quando fizer o juramento perante o Congresso Nacional, por volta de 15h, Bolsonaro se tornará o 38º presidente do Brasil. Terá sob seu comando um país com mais de 200 milhões de habitantes, brasileiros de diferentes crenças, posições políticas e visões de comportamento. Para falar a todos pela primeira vez, o presidente preparou dois textos.
O pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus, ameaçou o presidente eleito Jair Bolsonaro neste domingo, dizendo que, caso ele não transfira a embaixada em Israel de Tel Aviv para Jerusalém, o governo que toma posse nesta terça-feira pode perder apoio da bancada evangélica. 'Eu avalio que ele vai perder crédito para caramba, muito. Ninguém pediu para ele fazer nada, ninguém pôs faca na garganta. Então, agora é melhor ele cumprir, ou então vai ficar chato. Vai ficar muito ruim para ele com a comunidade evangélica. Ele vai perder muita coisa', afirmou. São mais de 130 deputados evangélicos nesta nova legislatura. Ele tem que saber o que ele quer.
Imbróglio econômico e judicial para o governo de Mato Grosso do Sul, o Aquário do Pantanal, cuja obra se arrasta há cerca de seis anos, está entre as prioridades do futuro vice-governador e secretário de Estado de Infraestrutura, Murilo Zauith (DEM), a partir de 1º de janeiro de 2019. Além da conclusão da polêmica obra, o democrata também afirma que a continuidade de ações no setor da atual gestão –como recuperação de estradas e substituição de pontes de madeira pelas de concreto– serão realizadas.
De guardião máximo da Justiça a atual vidraça, o STF (Supremo Tribunal Federal) acumula 28 pedidos de impeachment de seus ministros, 23 deles protocolados de 2015 para cá. Dados levantados pelo jornal Folha de S. Paulo na página do Senado na internet mostram que a onda de protestos que dividiu o país, culminando na cassação de Dilma Rousseff, em 2016, turbinou as petições contra os principais representantes da mais alta corte.
29/12/2018 - 16h50O deputado assume a Secretaria de Saúde com a missão de continuar regionalização do setor em MSO deputado federal e futuro secretário...
Concluído o processo de reeleição de Reinaldo Azambuja, com a posse, neste primeiro de janeiro de 2019, voltam-se as atenções para a possibilidade de outra reeleição – da prefeita Délia Razuk. Além dela, de Geraldo Resende e de Renato Câmara, seus dois adversários da eleição passada, o deputado Barbosinha já se colocou no grid de largada. Agora presidente da Câmara, o vereador Alan Guedes também entra, automaticamente, neste seleto grupo. Com as bênçãos de Murilo Zauith.
Desconfio ser o profissional com mais passagens pela TV Morena, a que mais me orgulha quando assumi a direção de jornalismo da emissora no Estado a convite de 'seu Ueze Zahran', como era conhecido o empresário desencarnado ontem em São Paulo, deixando um inegável legado ao Brasil, não apenas aos dois Mato Grossos, onde, além da Copagaz, empresa âncora do Grupo Zahran, implantou a Rede Mato-grossense de Televisão – TV Morena aqui, TV Centro América lá.
O governo Bolsonaro vai dar certo? Não. Mas seria um erro concluir, a partir dessa resposta, que vai ser necessariamente malsucedido. Estamos falando de esferas distintas da experiência pública. Um liberal considera que um governo é eficiente quando consegue melhorar a vida da população, otimizando os recursos disponíveis, transferindo mais responsabilidades à sociedade, domando o Estado para que este regule as relações de troca, de modo a que esse ente estatal corrija, por meio da igualdade perante leis democráticas, o que desigualaram as circunstâncias que não foram escolhidas pelos indivíduos: em alguns casos, é preciso controlar os apetites; em outros, compensar as inapetências.
“Já passamos tantas crises/pra chegar à conclusão/que podemos ser felizes/sem vencido ou vencedor”. Enquanto poesia, este trechinho de uma composição da cantora Joana retrata bem o futuro secretariado de Reinaldo Azambuja, no que toca aos representantes de Dourados. Adversários viscerais, o vice-governador Murilo Zauith vai comandar a Infraestrutura, o deputado Geraldo Resende a Saúde. O problema é só a obsessão de Resende em tocar obras, uma atribuição de Zauith.
O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) anunciou, na manhã desta sexta-feira (28), o novo secretariado do Governo do Estado para sua nova gestão, que se inicia em 2019. Quatro nomes foram mantidos pelo mandatário estadual nas pastas: Antônio Carlos Videira segue à frente da Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública. Na Educação, Azambuja manteve como responsável Maria Cecília Amendola da Motta.