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sexta-feira, junho 12, 2026

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Ações contra congressistas que não se reelegeram devem perder foro especial

O novo entendimento do STF (Supremo Tribunal Federal) que restringiu o foro especial de parlamentares deverá levar para a primeira instância da Justiça Federal uma série de inquéritos e ações penais da Lava Jato contra políticos que não conseguiram se reeleger neste ano. A remessa não é automática. Depende de parecer da Procuradoria-Geral da República e de decisão do ministro relator em cada caso, o que só deverá ocorrer a partir de fevereiro de 2019, quando começa a nova legislatura e os não reeleitos ficarão sem mandato.

Ciro dá o troco no PT e mira o próprio futuro

Terceiro colocado no primeiro turno, com 13,3 milhões de votos, Ciro Gomes abandonou Fernando Haddad à própria sorte e decidiu embarcar para a Europa. Não é nada perto do que o PT fez com ele antes das eleições começarem, mas ainda assim é uma punhalada profunda na estratégia traçada pelo ex-presidente Lula.

Vingança e nepotismo

Coincidência ou não, nem bem digeridos os resultados das urnas, onde Dagoberto Nogueira suplantou seu filho Odilonzinho, para deputado federal, e o juiz Odilon de Oliveira demitiu, ad nutum, o coordenador de sua campanha, João Leite Schmidt, padrinho político do deputado reeleito. Pior, colocando no lugar do velho guru do Taquari o próprio filho, que é vereador de primeiro mandato em Campo Grande. Uma amostra não muito boa de como seria seu jeito de governar.

“Bolsonaro pode transformar o Brasil na Venezuela”, diz professora dos EUA

O deputado Jair Bolsonaro, candidato do PSL à Presidência da República, foi alvo de comentários negativos na imprensa da França e dos Estados Unidos. A líder da extrema direita francesa, Marine Le Pen, que disputa uma vaga no parlamento do país, disse em uma entrevista que 'Bolsonaro diz coisas desagradáveis'.

Derrota de Dilma fortalece ala moderada do PT

A derrota da ex-presidente Dilma Rousseff em Minas é usada por integrantes da ala moderada do PT para pregar o enterro do discurso do 'golpe' – e a virada de página do partido em relação à impopularidade deixada pela petista em seu governo – rumo a uma postura de maior diálogo com outras forças políticas e com eleitores que já tiveram simpatia pela legenda, mas se distanciaram nos últimos anos. Na avaliação de articuladores petistas, a reprovação de Dilma nas urnas, depois de passar a campanha se dizendo vítima do 'golpe', mostrou que, se esse grito de guerra já seduziu um dia, hoje não ajuda o partido especialmente no Sul e Sudeste, onde o presidenciável Fernando Haddad encontra maior dificuldade para ganhar o eleitorado.

Salto alto

Viralizando nas redes sociais a infeliz declaração do juiz Odilon de Oliveira na estreia de suas falas na TV para a arrancada do segundo turno. “Isso não significa que vou apoiar Jair Bolsonaro, significa que Jair Bolsonaro poderá vir a apoiar o juiz Odilon”, disse ele em entrevista “ao vivo” na TV Morena. Pior, partindo de um pedetista, cujo presidenciável no primeiro turno, Ciro Gomes, já anunciou que “nele (Bolsonaro) não”, sinalizando apoio ao petista Fernando Haddad.

Procuradoria investiga guru de Bolsonaro sob suspeita de fraude

O MPF (Ministério Público Federal) em Brasília investiga o economista Paulo Guedes, guru de Jair Bolsonaro (PSL), sob suspeita de se associar a executivos ligados ao PT e ao MDB para praticar fraudes em negócios com fundos de pensão de estatais. Em seis anos, ele captou ao menos R$ 1 bilhão dessas entidades. Guedes é o escolhido para assumir o Ministério da Fazenda em um eventual governo Bolsonaro.

Na fila

Muito mais pela confiança de que seria lembrado para o ministério da saúde do governo de seu colega Jair Bolsonaro, para quem andou dando algumas ideias sobre o setor, do que pela alegada dificuldade de reeleição, o deputado Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) desistiu de disputar o segundo mandato. Ele, que já havia sonhado ser ministro da saúde de Aécio Neves, agora perde a boquinha para Henrique Prata, presidente do hospital do câncer de Barretos, amigo do peito capitão.

Bolsonaro já tem nove nomes para ministérios em eventual governo

O capitão Jair Bolsonaro (PSL) já tem um esboço de pelo menos 9 dos 15 nomes para ocupar a Esplanada dos Ministérios. Além do economista Paulo Guedes, anunciado para assumir a Fazenda caso o capitão reformado seja eleito, o desenho inclui dois generais da reserva do Exército e um astronauta.

Salvação da lavoura

Embora admitindo que o melhor para o estado seria Reinaldo Azambuja ter liquidado a fatura no primeiro turno, muitos dos aliados concorrentes ao legislativo, principalmente os que, agora, ficaram pela estrada, lá no fundo, no fundo, torciam pelo segundo turno. É que veem nisso uma oportunidade de atalhar caminho para saldarem seus compromissos de campanha. Não que os eleitos também não tivessem o mesmo pensamento, mas, para esses o crédito é sempre garantido.

Pastor “ex-gay”, herdeiros políticos e bolsonaristas encabeçam lista de campeões de votos na Câmara

Ao se reeleger com 1.843.735 votos, Eduardo Bolsonaro (PSL) entrou para a história da Câmara. Foi a maior votação já obtida por um deputado, superando o recorde alcançado em 2014 por Celso Russomanno (PRB-SP). Escrivão da Polícia Federal, o filho do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) carrega três marcas que distinguem muitos dos campeões de voto destas eleições: é de uma família de políticos, atua na área da segurança pública e apoiador do candidato mais bem colocado no primeiro turno da eleição presidencial, o seu pai, Jair Bolsonaro (PSL).

Boca maldita

Dourados perdeu seu único representante no Congresso Nacional, o deputado tucano Geraldo Resende, e tinha que ser – pelos votos de legenda – logo para o pedetista Dagoberto Nogueira, autor da célebre sentença de que o município precisa parar de crescer como rabo-de-cavalo. Resende caiu atirando, dizendo que foram lançadas várias candidaturas sem lastro apenas para minar sua votação. “Todo mundo sabe o endereço, sabe o DNA, o autor desse desserviço”. Na verdade, os autores.

Desde 1989, Brasil nunca teve virada no segundo turno da eleição presidencial

Desde 1989, na primeira eleição desde o processo de redemocratização do país, o eleitor brasileiro não viu viradas no segundo turno quando se trata de eleição presidencial. Foram cinco embates como o que veremos agora no segundo turno entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).

Ibope e Datafolha erram feio em quatro estados

08/10/2018 - 05h32No Rio, DF, em Minas Gerais e São Paulo, os resultados nas urnas destoaram dos últimos levantamentosA apuração dos votos das eleições...

Estrelas da política não conseguem se reeleger e ficam sem mandato

Nomes tradicionais da política brasileira, ex-ministros, ex-governadores e senadores que disputavam a reeleição, não se elegeram para o Senado este ano. É o caso da ex-presidente da República Dilma Rousseff (PT), que decidiu disputar uma vaga de senadora por Minas Gerais após seu impeachment. A petista aparecia disparada em primeiro lugar nas pesquisas de intenção de voto desde o início da campanha, mas as vagas do estado ficaram com Rodrigo Pacheco (DEM) e Carlos Viana (PHS).

Bolsonaro larga forte para segundo turno mas terá que se expor

O deputado Jair Bolsonaro chega ao segundo turno em situação numericamente muito semelhante à do ex-presidente Lula em 2006, quando, disputando a reeleição, teve 48,6% dos votos no primeiro turno. Há, no entanto, algumas diferenças. Ao contrário do que ocorria com o petista 12 anos atrás, a trajetória do candidato do PSL é claramente ascendente nas pesquisas , ainda que seus admiradores saiam frustrados por não terem conseguido encerrar a fatura neste domingo. Por outro lado, ele terá agora que se expor e dizer claramente o que pretende fazer caso seja eleito, tarefa da qual foi dispensado no primeiro turno em função do pouco tempo de TV e do atentado que sofreu.

Azambuja e Odilon decidem eleição no no segundo turno

A eleição em Mato Grosso do Sul será definida em segundo turno entre o atual governador, Reinaldo Azambuja (PSDB), e o juiz federal aposentado Odilon de Oliveira (PDT). A definição foi apontada no início da noite deste domingo (7), com a apuração no TRE (Tribunal Regional Eleitoral), após 99% das urnas serem apuradas. A votação também sugere mudanças no Senado: Nelsinho Trad (PTB) e Soraya Thronicke (PSL) aparecem à frente na briga pelas duas vagas.

Enfim, uma senadora!

Por vias tortas, mas o sonho se transforma em realidade. Depois de tentativas com Totó Câmara, João Derli, Egon Krakheche e Murilo Zauith, a advogada Soraya Thronicke emplaca como primeira senadora da terra de seu Marcelino. Pelo menos, douradense de nascimento. Como candidata de Jair Bolsonaro, ela está desbancou espetacularmente nas urnas o ex-governador Zeca do PT e o senador Waldemir Moka. Vai fazer companhia a Nelsinho Trad, também eleito neste domingo.

Eleição histórica mantém incertezas no 2º turno, com alta voltagem passional

Os dados divulgados neste sábado (6) pelo Datafolha não constituem previsão dos resultados da eleição. Revelam a intenção de voto dos brasileiros na véspera do pleito e não pretendem antecipar os números das urnas. Se algo ficou claro em disputa tão atípica como a deste ano foi o dinamismo do processo. Qualquer fato pode gerar impacto sobre a opinião pública e provocar mudanças no posicionamento do eleitor. Principalmente quando as atuais armas das campanhas, as redes sociais de mensagens instantâneas, produzem, por sua capilaridade e alcance, repercussão em tempo real.

IPEMS também dá vitória a Azambuja no primeiro turno

06/10/2018 - 22h03Instituto do MS prevê margem ainda maior que o IBOPE, apontando na mesma direçãoA eleição pode acabar hoje em Mato Grosso do...
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