Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
Apesar da polarização na qual o país se encontra às vésperas das eleições, a terceira via, com a escolha de um candidato de centro, ainda pode encontrar terreno. Especialistas afirmam que, mesmo com poucas chances, não é impossível que chegue ao topo um presidenciável mais moderado, como Ciro Gomes (PDT) ou Geraldo Alckmin (PSDB). Contudo, a probabilidade é pequena. Candidatos de centro tiveram o espaço encolhido por Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). Segundo análise da Prospectiva Consultoria, há cerca de 30% de possibilidade de um nome de centro subir nas pesquisas. Isso porque há ainda um alto número de indecisos e outros eleitores que podem mudar o voto na última hora.
Pesquisa de intenções de voto do Ibope para o governo do Estado, contratada pela TV Morena e divulgada ontem à noite, aponta vitória de Reinaldo Azambuja (PSDB) no primeiro turno. Segundo o levantamento, Azambuja aparece com 50% dos votos válidos. Em segundo aparece o candidato do PDT, o juiz aposentado Odilon de Oliveira com 35%. Junior Mochi (MDB) soma 7% das intenções de voto. Humberto Amaducci, candidato do PT, tem 5%. Marcelo Bluma (PV) e João Alfredo (PSOL) aparecem com 2% e 1%, respectivamente.
Ao consolidar o apoio das bancadas ruralista e evangélica, e já contando desde sempre com o engajamento majoritário da bancada da bala, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) segue o caminho do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB) na formação de uma eventual base parlamentar para um futuro governo. Sem negociar com cúpulas partidárias, Bolsonaro vem conseguindo angariar apoiadores no baixo clero e no varejo. O coordenador dessa estratégia é o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), que já tinha anunciado antes de começar a campanha a adesão de mais de cem deputados ao candidato, mas sem divulgar uma lista.
Ausente do debate presidencial promovido pela TV Globo alegando recomendações médicas, o candidato pelo PSL, Jair Bolsonaro, concedeu entrevista à TV Record nesta quinta-feira (4/10). A gravação foi transmitida às 22h, no mesmo horário do sétimo e último debate do primeiro turno entre os presidenciáveis. O candidato apresentou um perfil mais conciliador.
A penúltima pesquisa Datafolha do primeiro turno das eleições presidenciais mostrou que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) avançou para 35% das intenções de voto. Fernando Haddad (PT) aparece em segundo, com 22%. Na sequência, Ciro Gomes (PDT) tem 11%, enquanto Geraldo Alckmin (PSDB), 8%. Na pesquisa anterior, divulgada na terça-feira, Bolsonaro tinha 32% das intenções de voto. Ele cresceu, portanto, três pontos percentuais na pesquisa.
O ex-governador do Estado e ex-candidato ao cargo, André Puccinelli (MDB), teve mais um pedido de liberdade negado pela Justiça. Preso desde o dia 20 de julho, esse foi o quarto habeas corpus negado e o mesmo deve continuar no Centro de Triagem do Complexo Penitenciário de Campo Grande, no Jardim Noroeste. A negativa, desta vez, foi do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
O Ministério Público Federal (MPF) apresentou na tarde desta quinta-feira (4) as alegações finais da ação penal envolvendo o Instituto Lula e um apartamento em São Bernardo do Campo. Os procuradores da Força-Tarefa da Operação Lava Jato pedem a condenação de Lula, seu advogado Roberto Teixeira, o ex-ministro Antonio Palocci, Marcelo Odebrecht e outras quatro pessoas envolvidas, informa Bruna Narcizo.
Durante a visita de correligionários do MS à sua residência no Rio, onde está convalescendo, o candidato Jair Bolsonaro gravou uma fala de apoio ao seu amigo e companheiro de Congresso Nacional, senador Waldemir Moka. No curto pronunciamento, que está viralizando nas redes sociais, e que pode mexer na disputa para o Senado no Estado, Bolsonaro lembra os três anos em que morou no Estado e deseja boa sorte a Moka, dizendo que ‘é de extrema importância’ que ele retorne ao Senado.
Às vésperas da eleição, pouco mais de 48% dos eleitores de Geraldo Alckmin (PSDB) cogitam mudar de voto, segundo o último levantamento da pesquisa DataFolha. Enquanto a indefinição da cúpula petista pairava sobre as candidaturas de Luiz Inácio Lula da Silva e de Fernando Haddad, o PT chegou a ser “desconsiderado” nas pesquisas de intenção de voto. Nesse cenário, Marina Silva (Rede) e Ciro Gomes (PDT) chegaram a ocupar, respectivamente, o segundo e o terceiro lugares entre os eleitores. Logo após, aparecia Alckmin. Ao longo das pesquisas eleitorais, a postulante da Rede e o tucano perderam espaço e devem sair da disputa menores do que entraram.
Dançou! O TSE indeferiu (5x2) na noite desta quarta-feira a candidatura a deputado federal do ex-prefeito (por um tempo) cassado de Campo Grande, Alcides Bernal. Mais uma vingança do emedebista André Puccinelli, cuja coligação, agora encabeçada por Júnior Mochi, havia pedido a impugnação de seu registro junto ao TRE/MS. Enfiado entre demos e tucanos, ao lado do petebista Fábio Trad, o progressista era um dos favoritos para as cinco vagas dadas como da turma de Azambuja.
A quatro dias das eleições, os candidatos à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) oscilaram dentro da margem de erro e ampliaram a distância em relação aos concorrentes, mostra pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira. Segundo a sondagem, Bolsonaro tem 32% das intenções de voto (contra 31% registrados no último levantamento, de segunda-feira). Já Haddad aparece com 23% (ante 21% do relatório anterior).
Pesquisa Ibrape, divulgada nesta quarta-feira (3), é a segunda nesta semana que aponta a possibilidade de Reinaldo Azambuja (PSDB) ser reeleito no 1º turno. Pelo levantamento, o governador terá 51% dos votos – mais da metade dos válidos – no domingo, 7 de outubro.
Jair Bolsonaro (PSL) voltou a abrir distância em relação a seus adversários na nova pesquisa do Datafolha, mas ainda não se aproximou de uma vitória em primeiro turno. Por enquanto, o cenário é considerado improvável, mas pode mudar na reta final e dependerá da resistência dos outros candidatos. O presidenciável do PSL atingiu 38% dos votos válidos. Para chegar a 50% e fechar a disputa no domingo (7), Bolsonaro precisaria esvaziar o eleitorado de seus rivais.
O vereador Cido Medeiros sempre foi visto como uma cópia mal-acabada de Ari Artuzi. Sem o pique natural do ex-prefeito para a política, tenta vender seu peixe com um megafone pedalando pelos bairros. Agora, candidato a deputado federal, assim como Artuzi quando candidato a prefeito, vem um ‘atentado’. O ex-prefeito conseguiu sair ileso depois de ter seu veículo alvejado por uma espingarda calibre doze. O vereador, apenas enlameado depois de um mergulho numa poça de lama.
Com uma tropa de generais da reserva com forte influência sobre o Alto Comando do Exército participando de sua campanha presidente, Jair Bolsonaro (PSL) venceu o grosso da resistência que sofria entre oficiais-generais da Força. O jornal Folha de S. Paulo apurou junto a oficiais superiores da ativa e da reserva, além de políticos com interlocução na área, que o capitão reformado é hoje o preferido da maioria dos 17 generais de quatro estrelas da corporação —o topo da hierarquia. Nem sempre foi assim.
Após meses de aproximação, o setor do agronegócio deu mais um passo em direção à candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência. A FPA (Frente Parlamentar da Agropecuária), braço congressual do setor, declarou apoio nesta terça (2) ao deputado. 'Certos de nosso compromisso com os próximos anos de uma governabilidade responsável e transparente, uniremos esforços para evitar que candidatos ligados à esquemas de corrupção e ao aprofundamento da crise econômica brasileira retornem ao comando do nosso país', disse em nota a deputada Tereza Cristina (DEM-MS), presidente da frente.
Na pesquisa Ibope divulgada na noite de ontem, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) subiu quatro pontos percentuais e chegou aos 31% das intenções de votos contra 21% de Fernando Haddad (PT), que manteve o número do levantamento de cinco dias atrás. Em terceiro lugar, aparece o pedetista Ciro Gomes, que oscilou um ponto percentual, dentro da margem de erro, e apresenta 11%. O tucano Geraldo Alckmin, por sua vez, registrou os mesmos 8%. Marina Silva, da Rede, tem 4%; João Amoêdo, do Novo, 3%; e Alvaro Dias (Pode) 2%, empatado com Henrique Meirelles (MDB) e Cabo Daciolo (Patri). Os demais não pontuaram.
Ninguém entendeu quando André Puccinelli, de dentro da cadeia, mandou avisar que um de seus candidatos ao Senado seria o ex-petista cassado Delcídio do Amaral. Muito mais que a paixonite pelo pantaneiro, o ex-governador pode estar matando dois coelhos com uma cajadada só, recolocando as coisas em seus devidos lugares, ao assegurar a reeleição do companheiro emedebista Waldemir Moka e mandando para as cucuias o ‘traidor’ Nelsinho Trad. Ou, o figadal adversário Zeca do PT.
02/10/2018 - 07h45Governador conseguiria mais da metade dos votos válidos, conforme cálculo do IpemsFaltando 5 dias para o 1º turno das eleições 2018, a...