Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
Afastado da campanha nas ruas há duas semanas, o deputado Jair Bolsonaro (PSL) manteve a liderança da corrida presidencial, de acordo com uma nova pesquisa feita pelo Datafolha. Conforme o levantamento, concluído nesta quarta (19), o capitão reformado do Exército oscilou dois pontos para cima e alcançou 28% das intenções de voto, mantendo a trajetória de crescimento observada desde o início da campanha.
Ou o deputado Paulo Siufi não captou a mensagem ou está se fazendo de desentendido. Duplamente desentendido, aliás. Primeiro defendendo bravamente a Assembleia dos insultos que viraram chacota nacional. Depois, na ilusão de agradar as funcionárias da Casa, dizendo que elas estão se sentindo ofendidas ante a ameaça de um candidato a deputado estadual que promete “Rola na Assembleia”. Rola, no caso, é apenas o inusitado apelido do indigitado pretendente a um das vagas.
O presidenciável do PDT, Ciro Gomes, rebateu durante entrevista à Rádio CBN nesta quarta-feira (19) a declaração do candidato Fernando Haddad (PT), dada no dia anterior à mesma emissora, de que tinha certeza que seria apoiado pelo pedetista no segundo turno das eleições. 'Nem a pau, Juvenal. Eu não cedo a instituto de pesquisa a minha responsabilidade com o meu país', disse Ciro ao ser questionado se já pensa na possibilidade.
O deputado Zé Teixeira não poderia ter sido mais infeliz na tentativa de explicar sua prisão pela Polícia Federal, na semana passada. Visivelmente abatido, mas garantindo que o episódio não abala seu mandato, ele usou a tribuna da Assembleia na manhã de hoje para se comparar a alguns dos “injustiçados” mais emblemáticos da política nacional. Citando Collor de Melo, Lula, Renan Calheiros e Delcídio do Amaral, reafirmou que mantém sua candidatura a reeleição.
Os mais de 36 anos de vida pública, as grandes transformações na política brasileira – desde o chamado regime de exceção – e os enormes desafios observados em um momento “marcante” para a população, são motivação para o senador Waldemir Moka (MDB) na disputa pela reeleição no pleito de 2018.
“Ajudei adversários, aliados ao longo de meus mandatos, estendi a mão sempre. Não fiz política com ranço, com perseguição ou ameaça”. Delcídio do Amaral, sonhando voltar ao Senado, em matéria no Correio do Estado cujo, título, entre aspas, é: “Vou atrapalhar muita gente”. Imagina se tivesse feito política com ranço! Atrapalha nada, e se sair candidato, como diz um jornalista contador de piadas, “vai ter só o voto do Antônio João”, do mesmo Correio.
O Ibope divulgou na noite desta terça-feira (18/9) uma nova pesquisa de intenção de voto para presidente da República. Jair Bolsonaro (PSL) mantém a ponta, com 28%. Em segundo lugar, aparece o candidato do PT, Fernando Haddad, com 20%, que cresceu 11 pontos em relação à última pesquisa.
O corregedor da Assembleia, Maurício Picarelli (PSDB), avisou que só vai emitir parecer sobre a situação do deputado Zé Teixeira (DEM), sobre possível quebra do decoro, depois que houver resultados na investigação do STJ (Superior Tribunal de Justiça). 'Não tem como adiantar ou fazer julgamento precipitado', disse o parlamentar.
O nome do candidato a deputado estadual é Hugo Rogério Santos, mas na urna eletrônica em Mato Grosso do Sul ele vai aparecer como 'Rola' do PMN. O apelido rendeu um dos jingles mais engraçados dessa campanha eleitoral e ganhou fama nacional. Com 10 mil compartilhamentos e 1 milhão de visualizações, a música foi publicada pela página de humor Ah Negão! e chegou ao programa da Band News FM, apresentado pelo jornalista Ricardo Boechat.
Não vai muito longe o tempo em que antes de serem tabulados e registrados na Justiça Eleitoral os números de conhecido Instituto de Pesquisas eram submetidos a respeitado cacique político com assento vitalício no Parque dos Poderes. Hoje este privilégio é de um jovem prefeito de um tradicionalíssimo clã eleitoreiro do estado. Uma mexidinha aqui, outra ali. Tira de um põe pra outro, e está montada a farsa! Daí a depressão, e a derrocada, quando chega a verdade das urnas.
“Aos 45 do segundo tempo”. Assim o senador cassado Delcídio do Amaral anunciou ao blog do jornalista Dante Filho ontem à noite o registro de sua candidatura ao Senado. Mas, ele ainda fica no aguardo do deferimento do pedido. Daí as aspas no retorno, no título, já que Delcídio, como delator da Lava Jato tem muito ainda o que explicar à Justiça, sem contar as pendências por seu envolvimento na escandalosa compra da Usina de Pasadena, nos Estados Unidos, pela Petrobrás.
17/09/2018 - 21h03Inquérito vai apurar denúncia de venda de sentenças judiciais, manipulação e escutas telefônicasO juiz federal aposentado, Odilon de Oliveira, e candidato a...
O Tribunal de Justiça do MS deferiu na tarde desta segunda-feira, por unanimidade, a candidatura a senador do deputado federal Zeca do PT, que estava pendente por causa de uma condenação, anulada há uma semana, no processo da farra da publicidade de seu segundo período de governo. Desde o início dessa corrida eleitoral, segundo todas as pesquisas, Zeca divide com o petebista Nelsinho Trad a dianteira da corrida pelas duas vagas que estão em disputa.
17/09/2018 - 15h50Presidenciáveis tentam atrair eleitores de Bolsonaro e Haddad; PT fala em 'diálogo'Com as pesquisas indicando uma consolidação de votos a favor de...
17/09/2018 - 14h27Dois levantamentos divulgados nesta segunda-feira colocam o candidato do PSL à frente e o petista em segundoDuas pesquisas de intenções de voto...
Foi por pouco, mas os emedebistas de Dourados viveram momentos de tensão nas últimas horas. O candidato do partido à Presidência da República, ministro de Lula e de Temer, Henrique Meirelles, que patina, patina e não chega nem perto dois dígitos nas pesquisas eleitorais, vai hoje de Campo Grande direto para uma caminhada na Avenida Internacional, em Ponta Porã. Pior ainda se ele viesse a Dourados e trouxesse de carona o ministro do partido, Carlos Marun.
André Puccinelli, um dos mais fortes candidatos ao governo, preso às vésperas das convenções, depois de um deslize fatal na lama asfáltica. Odilon de Oliveira, o imaculado e um dia tão temido juiz que renunciou à toga para dar um tom de moralidade às eleições, tendo que explicar, aonde vai, seu envolvimento com a contravenção penal e, mais, denúncias de corrupção na própria vara que usou para cutucar sem dó nem piedade a bandidagem do Estado. Reinaldo Azambuja, o governador que busca a reeleição, tendo seu gabinete e sua residência vasculhados pela Polícia Federal na operação que investiga o envolvimento de seu governo com a quadrilha da JBS e que levou um de seus filhos e aliados de primeira hora, como o deputado Zé Teixeira e seu ex-secretário de Fazenda e Conselheiro do Tribunal de Contas Márcio Monteiro para trás das grades.
Um clima de insegurança dificulta o trabalho de juízes eleitorais pelo país neste ano. Os problemas envolvem a guerra de facções criminosas em áreas de votação, a falta de policiais para proteger urnas eletrônicas e cartórios com sistema de vigilância precária. As histórias se repetem em várias localidades e, em algumas delas, já afetam o funcionamento da Justiça Eleitoral, como ocorreu no Acre.
Sem a prorrogação da prisão temporária de 5 dias, foram soltos neste domingo 13 presos na operação Vostok, realizada na semana passada pela Polícia Federal. A ordem de soltura veio do mesmo ministro que ordenou as prisões, Felix Fisher, segundo informaram as defesas dos envolvidos. ao Campo Grande News. Dos 14 alvos da operação, só o corretor José Carlos Guitti Guimaro não se apresentou. A promessa é que isso ocorresse entre hoje e amanã, em Brasília, como afirmou o advogado dele, José Roberto da Rosa.
16/09/2018 - 11h43Alckmin cumpriu agenda de campanha na manhã deste domingo, no bairro do Campo Limpo, na periferia da zona Oeste da capital paulistaO...