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sábado, junho 13, 2026

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Nariz empinado

Depois de deixar o MDB na mão no momento em que os companheiros mais precisavam dela, a senadora Simone Tebet pode estar antecipando o final de uma trajetória que parecia promissora, honrando o grande legado pai, Ramez Tebet, além de grande tribuno um exímio negociador político. Ainda mais diante das sombrias perspectivas de seu padrinho político André Puccinelli, que, de dentro da cadeia, tem mandado recados nada otimistas quanto à sua tão almejada liberdade.

Mochi abre mão da reeleição para disputar o governo pelo MDB

Depois de um fim de semana intenso de negociações o MDB confirmou o presidente da Assembleia Legislativa, Junior Mochi para disputar o governo do Estado em substituição a Simone Tebet, que havia sido a escolhida apos a prisão de André Puccinelli. O nome do vice ainda não está definido, segundo foi informado nesta tarde após reunião no diretório do partido, em Campo Grande. Um dos nomes cotados é o da ex-secretária de Assistência Social do Estado, Tânia Garib.

“Quase igual”

Antes mesmo da prisão de André Puccinelli, diante da boataria interminável de que o futuro de Reinaldo Azambuja não seria diferente e, alguns, apostando que Odilon de Oliveira é pura enganação, a expectativa no PT já era de que o ex-prefeito de Mundo Novo Humberto Amaducci pode repetir agora o feito do azarão Zeca do PT em 1998. A diferença é que o PT vivia seus áureos tempos de oposição e Lula e sua caterva não haviam sentido ainda o tão inebriante gostinho do poder.

Simone garante a Harfouche que ele será aceito como candidato ao governo

O procurador de Justiça Sérgio Harfouche (PSC), cogitado para ser candidato a governador do Estado no lugar de Simone Tebet do MDB, declarou que as tratativas dele foram feitas com a senadora e com o seu colega Waldemir Moka. “Simone me garantiu que não tem resistência dentro do MDB quanto a indicação do meu nome”, declarou Harfouche.

Reinaldo abre onze pontos na frente de Odilon

Nova rodada de pesquisa do Instituto Ranking divulgada pela FM Capital no Programa Tribuna Livre e repercutida no site Conjuntura Onlinemostra o crescimento da candidatura do governador e Reinaldo Azambuja (PSDB) à reeleição. Na amostragem ele aparece em primeiro lugar, com mais de 11 pontos percentuais à frente do segundo colocado, o juiz aposentado Odilon de Oliveira (PDT) e 22,91 pontos percentuais à frente de Simone Tebet (MDB), esta última fora da disputa desde a noite de ontem, quando oficializou a desistência.

Crítica do PT, socióloga diz que inventou Ursal em 2001 como ironia

A Ursal (União das Repúblicas Socialistas da América Latina), sigla virtualmente desconhecida que virou piada nas redes sociais na semana passada após ser citada por Cabo Daciolo (Patriota) no primeiro debate na TV, é uma 'ficção' criada há 17 anos. A afirmação é da socióloga e professora universitária aposentada Maria Lucia Victor Barbosa, que diz ter inventado o termo Ursal em 2001 como uma ironia, uma crítica a um encontro do Foro de São Paulo em Havana que ocorreu naquele ano.

C’est fini?

Em princípio a amarelada da senadora Simone Tebet parece o empurrão final que Reinaldo Azambuja precisava para consolidar seu projeto de reeleição. Ainda mais diante de outra renúncia prevista para hoje, a do senador Pedro Chaves – um sem-votos mas com muito café para fazer transbordar o bule do juiz Odilon de Oliveira. Mas – e, neste caso, haja vírgulas! –, do jeito que as coisas andam, nesses tempos de delações a rodo, tudo pode acontecer. Inclusive, uma difinição por W. O.

Simone Tebet desiste de candidatura ao governo do Estado

Durou apenas 15 dias a candidatura da senadora Simone Tebet (MDB) ao governo de Mato Grosso do Sul. Na noite deste domingo, ela desistiu de sua tentativa de concorrer ao cargo máximo do Estado nas eleições de outubro. A senadora alegou “pressão familiar” para desistir do pleito. É a segunda troca de candidatos no MDB em menos de 30 dias. Até então, o ex-governador André Puccinelli era o pré-candidato do partido, mas sua prisão, em 20 de julho último, inviabilizou os planos da legenda.

Tradição é tradição

Vereadora de primeiro mandato, Daniela Hall é a nova integrante do sempre questionável grupo de lideranças douradenses que emprestam seus nomes como coadjuvantes do processo político estadual. Ela ganhou a queda de braço com seu colega e antecessor na presidência do legislativo municipal Idenor Machado e vai figurar como segunda suplente na chapa de Marcelo Migliolli na coligação tucana encabeçada pelo governador e candidato a reeleição Reinaldo Azambuja.

PT está dividido sobre a saída imediata de Lula da disputa presidencial

Com o candidato oficial do partido preso em Curitiba e ausente do primeiro debate entre os presidenciáveis, o PT reavalia a estratégia para a campanha. A sigla continua decidida a registrar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em 15 de agosto, mas repensa o que fazer a partir de então. Com base em levantamentos internos, a direção do PT já avalia que a próxima pesquisa eleitoral vai mostrar uma queda na intenção de votos em Lula — reflexo da ausência no debate e sintoma da necessidade de uma mudança de rumos.

Vice de Bolsonaro defende intervenção militar caso Lula saia candidato

O general da reserva Antonio Hamilton Mourão (PRTB), vice de Jair Bolsonaro (PSL) disse, em entrevista ao Valor Econômico, que a tentativa do PT de impor a candidatura de Lula justificaria uma ação militar, caso haja uma revolta popular. 'Lula candidato é um coisa que está correndo nas redes sociais. Se Lula pode ser candidato, então Fernandinho Beira-Mar pode, Marcola pode. Ressalvadas as devidas diferenças', disse.

República do Panambi

Há mais de um ano em stand by para assumir a secretaria municipal de educação, o vereador Idenor Machado pode ser premiado com uma suplência de senador. De Marcelo Migliolli. O outro representante do Panambi, Valdenir Machado, que desistiu de tentar, mais uma vez, voltar à Assembleia Legislativa, sonha com um prêmio maior – suceder Délia Razuk na prefeitura como recompensa, com o prestígio de ‘governador regional’, ao projeto de reeleição do demo Zé Teixeira.

Primeiro debate presidencial tem tom morno e poucos ataques

Em um primeiro debate morno, promovido pela Bandeirantes, os candidatos à Presidência evitaram, com algumas exceções, ataques diretos e trazer temas polêmicos à tona na noite desta quinta (9). Presidenciáveis como Geraldo Alckmin (PSDB) e Ciro Gomes (PDT) não foram confrontados com seus pontos fracos, como o escândalo da Dersa, no caso do ex-governador de São Paulo, ou o temperamento explosivo do ex-governador do Ceará.

Mais um retorno

O ex-deputado estadual (à época petebista) Paulo Estevão Cruz e Souza, aposentado já há algum tempo, está de volta à lida política. Agora, como candidato a deputado federal pelo Podemos, do ex-governador do Paraná e candidato a presidente Álvaro Dias. Paulo Estevão é filho do também ex-deputado estadual e Conselheiro do Tribunal de Contas, Horácio Cersósimo de Souza. Douradense, mora em Campo onde mantém escritório advocacia.

Em Dourados, Odilon lamenta prisão de André Puccinelli

Em visita ao jornal Folha de Dourados na manhã desta quinta-feira (09), o pré-candidato do PDT ao Governo do Estado, Odilon de Oliveira, disse lamentar a prisão do ex-governador André Puccinelli (MDB). 'É muito ruim para a democracia que lideranças como a dele se encontram nessa situação, envolvidos em corrupção', disse o juiz federal aposentado ressaltando, contudo, ser justa a detenção de Puccinelli há mais de 20 dias em Campo Grande.

Ministros do STF elevam os próprios salários para R$ 39 mil no próximo ano

A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu aumentar os próprios salários nesta quarta-feira (8). Por 7 votos a 4, o plenário da corte resolveu enviar para apreciação do Congresso proposta de reajuste, já a partir de 2019, que eleva os rendimentos em 16%. Isso quer dizer que, caso parlamentares autorizem o aumento, o salário dos magistrados deixará de ser R$ 33,7 mil e passará a ser de R$ 39 mil.

Síndrome de Alckmin

Que tal Odilon de Oliveira visitando o ex-prefeito de Glória de Dourados, Arceno “Atlas”? Menos mal que tenha sido um mero erro de digitação da velha Folha de Dourados, porque se foi da assessoria do candidato pedetista a governador ele pode começar a perder votos, a exemplo do presidenciável Geraldo Alckmin, que, num evento, chamou a mulher do apresentador Luciano Huck, a também apresentadora global Angélica, de Eliana. Em tempo: o Arceno, de Glória, é Athas!

MS tem 137 candidatos a deputado federal e 357 à Assembleia

Os 33 partidos políticos atuantes em Mato Grosso do Sul e que vão disputar as eleições de 2018 aprovaram, juntos, 137 candidaturas a deputado federal e 357 a estadual. A quantidade, assim como o nome dos postulantes aprovados, constam nas atas das convenções realizadas até 5 de agosto e já protocoladas no TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul).

PT se alia a partidos que apoiaram impeachment

Apesar do discurso de que Dilma Rousseff foi vítima de um 'golpe', o PT se aliou em 15 estados a partidos que apoiaram o impeachment da presidente cassada em 2016 e integraram o governo Michel Temer. Levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo mostra que o PT será cabeça de chapa ao governo em seis estados em coligações com partidos que foram favoráveis ao impedimento. Na mão inversa, outros nove candidatos a governador de siglas que votaram pelo afastamento de Dilma vão ter o apoio do PT.

Pauta conjunta

A longa matéria da repórter Cláudia Gaigher no Jornal Nacional desta terça-feira, mostrando três obras interminavelmente inacabadas e superfaturadas em Campo Grande não tem nada de aleatório. Muito menos essa coisa de matéria de gaveta. Tudo faz parte de uma estratégia de forças (não tão) ocultas para não deixar o eleitor desinformado nas próximas eleições. E, pelo jeito, foi só o começo. Vem mais chumbo grosso por aí. O Ministério Público facilitando tudo, claro!
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