Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
No início da tarde deste sábado (4), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi aprovado por militantes e dirigentes do PT como o candidato do partido ao Planalto. Há quatro meses, Lula está preso em Curitiba, condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, mas tem coordenado as principais movimentações da pré-campanha para abrir espaço a uma candidatura competitiva de seu partido na disputa de outubro.
Com André Puccinelli preso e o juiz Odilon de Oliveira batendo cabeça atrás de um candidato a vice-governdor, as convenções partidárias marcaram as tendências das intensas negociações dos últimos dias, com a senadora Simone Tebet aceitando ir para o sacrifício como cabeça de chapa no MDB e o DEM, depois de tanta firulas, fechando, mesmo, com o governador Reinaldo Azambuja. E assim, a manhã deste sábado era aguardada com grande ansiedade, pela realização de convenções dos partidos PSDB, PTB, PTC, DEM, PCdoB, MDB, PSD e PSL, em Campo Grande.
04/08/2018 - 11h57
Em convenção, tucano diz que não precisa de pimenta para ser presidenteOficializado neste sábado (4) candidato a presidente, Geraldo Alckmin (PSDB) criticou...
O PT vai indicar o nome de um vice para compor a chapa com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso na Lava-Jato, no encontro nacional do partido que ocorre neste sábado (4/8), em São Paulo. Um dos nomes cogitados é o do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad. Existem outras opções. A escolha de Haddad, segundo dirigentes, seria um indicativo de que ele é o favorito para substituir Lula na disputa ao Planalto caso o ex-presidente seja barrado pela Lei da Ficha Limpa.
A candidatura a deputado federal de Odilon de Oliveira Junior, filho do juiz candidato a governador, pode ter o mesmo efeito da de José Azevedo, o Zé da Mala, que na década de 1970 se elegeu prefeito de Glória de Dourados depois de sair candidato numa das sublegendas da ARENA apenas para ajudar o líder das pesquisas, Yassuo Morishita. Dessa vez o ajudado seria Dagoberto Nogueira. Numa dessas, Odilon, o pai, pode fazer barba, cabelo e bigode.
O ex-governador paulista Geraldo Alckmin deu um passo largo à direita ao escolher Ana Amélia (PP) como vice em sua chapa presidencial. A senadora gaúcha se incorpora ao esforço dos tucanos para retomar um eleitorado conservador que votava no PSDB, mas migrou para Jair Bolsonaro (PSL).
Murilo Zauith com Reinaldo Azambuja, Renato Câmara com Simone Tebet, Antônio Neres ou Keliana Fernandes com Odilon de Oliveira. E, assim, Dourados consolida sua condição de vice-capital política do estado. Essa a tendência hoje. Os martelos devem ser batidos nas convenções deste final de semana. A única reviravolta seria uma contraordem de dentro da cela de André Puccinelli, com Renato Câmara trocando de lugar com Simone Tebet, que não empolgou nem os emebedistas.
Chancelado candidato do MDB ao Planalto, Henrique Meirelles fez um discurso nesta quinta-feira (2) em que se colocou como o único nome capaz de resolver os problemas do país e disse que o mundo não se divide entre apoiadores e críticos de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Michel Temer (MDB). Segundo ele, a separação se dá entre quem trabalha e não trabalha quando o Brasil precisa —e seu perfil está no primeiro grupo.
02/08/2018 - 10h31Candidato ao senado, ex-governador foi condenado em segunda instância pela farra da propagandaO deputado federal Zeca do PT foi declarado inelegível segundo...
Bons tempos aqueles em que um dos requisitos para alguém ser indicado candidato a vice-governador era a garantia, mínima, de que o estado não ficaria acéfalo em caso de impedimento do titular. Agora, basta o partido indicante ter tempo de televisão. Toma lá, dá cá, simples assim. Pena que o velho cacique João Leite Schmidt não tenha levado em conta o caráter compulsório de sua aposentadoria. Assim, evitaria tanto constrangimento ao imaculado juiz Odilon de Oliveira.
Apadrinhado pelo presidente Michel Temer, o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles será oficializado nesta quinta-feira (2/8) candidato à Presidência da República na convenção nacional do MDB, preveem caciques do partido, embora sua candidatura não seja unanimidade na legenda, e ele tente se associar à imagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), condenado e preso na Lava-Jato.
“A política é como uma nuvem, você olha para o céu ela está de um jeito, olha de novo e já mudou”. Mais atual que nunca, para o MS, a frase do antológico político mineiro Magalhães Pinto. André Puccinelli ou Simone Tebet? Quem será o candidato a governador do MDB? Keliana Fernandes, até quando, vice de Odilon de Oliveira? E Zeca do PT, enfim, vetado, mesmo, pela Justiça como candidato ao Senado por causa da farra da propaganda? Pelo jeito, vêm mais e fortes emoções por aí.
Sem excluir a possibilidade de uma composição com o PT ou o PDT, o PC do B oficializou nesta quarta-feira (1º) a candidatura presidencial de Manuela D'Ávila ainda insistindo na tentativa de consenso para o lançamento de um único nome do campo da esquerda.
A campanha do juiz Odilon de Oliveira anunciando neste final de tarde o nome de sua nova companheira de chapa: a radialista douradense Keliana Fernandes. A notícia deve ter sido recebida com festas, nos comitês de campanhas de Reinaldo Azambuja, André Puccinelli (ou Simone Tebet), Humberto Amaducci e até dos nanicos!
O ex-governador André Puccinelli atrás das grades, mesmo que abusando do jus sperniandi praticamente carta fora do baralho; o um dia temido e imaculado juiz Odilon de Oliveira caindo nas pesquisas. Enquanto isso o governador Reinaldo Azambuja contabiliza o que talvez seja o mais importante dos apoios: o do prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad. Mais, aliançado com os demos, ou seja, sem riscos de uma campanha infernizada, em que pese o espectro JBS.
01/08/2018 - 15h19É importante não deixar dúvida em matéria eleitoral, afirmou o ministroQuestionado por jornalistas sobre o julgamento de um pedido de soltura feito...
A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, enviou nesta quarta-feira (1º) manifestação contrária ao habeas corpus apresentado pelo ex-governador do Mato Grosso do Sul, André Puccinelli, o seu filho, André Puccinelli Júnior, e o advogado João Paulo Calves, ao STF (Supremo Tribunal Federal). No texto, a procuradora argumenta que pedidos de liberdade semelhantes foram negados pelo TRF3 (Tribunal Regional Federal) da 3ª Região e pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça). Na manifestação, Raquel Dodge destaca que 'decidiu agir preventivamente, em razão da gravidade do caso', ou seja, antes de uma decisão liminar.
Depois de um breve momento de lucidez, com um “limpa” em suas páginas sociais, a assessoria do ex-governador André Puccinelli retomou o #Volta André, com novos vídeos, não só de familiares como também de aliados. Mais uma clara demonstração de que a esperança continua e que o lançamento de Simone Tebet como substituta na chapa que vai concorrer ao governo do Estado foi só uma estratégia para ganhar tempo. Pelo menos até que o STF se manifeste, antes da convenção.
01/08/2018 - 07h38Nos estados, entretanto, lideranças começam a fechar alianças contrastantes para pressionar o partido durante a convenção nacional de 5 de agostoDepois de...