Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
A produção e a divulgação de notícias falsas, as chamadas fake news, podem colocar em risco o processo democrático, a ponto de resultarem na anulação de algum pleito, caso tenham influenciado significativamente o resultado final. A afirmação foi feita hoje (20), em Brasília, pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luiz Fux, durante a abertura do seminário Impactos Sociais, Políticos e Econômicos das Fake News. O seminário é organizado pela Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abratel) com o objetivo de discutir o papel do jornalismo no combate à veiculação de informações falsas em ambientes como o das redes sociais, por exemplo.
Depois da derrapada quase que fatal de seu uninho vermelho na lama asfáltica esparramada estado afora pelo empreiteiro cheio de charme João Amorim, a mando de seu pupilo Edson Giroto (ambos, por isso, na cadeia), o ex-governador André Puccinelli insiste em falar em retorno, ops!, ao Parque dos Poderes. Para alguns dos mais chegados ex-assessores, todo esse circo para, no máximo, tentar se eleger deputado federal. Mais difícil de explicar ainda: na chapa de Reinaldo Azambuja.
Uma das principais lideranças do PT, fiel escudeira do ex-presidente Lula, a senadora Gleisi Hoffmann (PR), presidente nacional do partido, foi absolvida nesta terça-feira (19) da acusação de ter participado de esquema de corrupção e lavagem de dinheiro desviado da Petrobras. Seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo, e o empresário Ernesto Kugler também foram considerados inocentes das acusações da Lava Jato.
Lula, o 'filho do Brasil', sempre nos braços da multidão. Jair Bolsonaro, o trabalhador, um político em movimento, seja no Congresso, seja em atividades de pré-campanha. Marina Silva, a persistente, a mulher que dá entrevistas, participa de eventos e que gosta de produzir frases de efeito. Ciro Gomes, o 'Cirão da massa', o homem do povo. Geraldo Alckmin, o político que faz, o candidato com realizações concretas para mostrar.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a prorrogação, por mais 60 dias, de dois inquéritos envolvendo o senador Aécio Neves (PSDB-MG). As investigações são relatadas pelos ministros Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes.
“O Murilo é um excelente amigo e companheiro. Nos auxiliou muito quando foi vice, as missões que foram dadas a ele as fez a contento, saiu-se muito bem”. André Puccinelli, que fez de tudo para se livrar de seu vice-governador durante seu primeiro mandato, agora querendo repetir a chapa de 2006. Primeiro, na hercúlea tarefa de destronar Ari Artuzi para colocar Zauith na prefeitura; depois, deixando o “excelente amigo e companheiro’ dependurado na brocha como candidato ao Senado.
O pré-candidato à Presidência Ciro Gomes (PDT) afirmou nesta segunda-feira (18) que o Brasil precisa de um novo projeto industrial envolvendo o setor estatal e o privado para se desenvolver. Segundo Ciro, uma de suas prioridades é reindustrializar o país. As decisões erradas, segundo ele, atualmente são tomadas para manter os interesses de uma 'minoria agressivamente e organizada'.
André Puccinelli e Reinaldo Azambuja na expectativa do que pode rolar, ainda, nos bastidores do Judiciário, como desdobramentos da Lama Asfáltica e das delações da JBS. O imaculado Odilon de Oliveira torcendo para que ninguém quebre a banca do jogo do bicho do companheiro Canguru para que sobre uns trocados. Murilo Zauith, correndo por fora, fazendo figa pelo quanto pior melhor para que não precise arrombar o cofre de sua Unigran para virar, enfim, governador do Estado.
No mesmo ringue que o ex-boxeador Popó (PDT) enfrentará sua próxima luta, o cantor gospel Irmão Lázaro (PSC) empunhará seu violão e buscará votos com o gingado que aprendeu com os tambores do Olodum. O apresentador de televisão José Luiz Datena não mais questionará 'cadê as autoridades que não veem isso?'. Se eleito senador, ele mesmo será a autoridade.
Se dúvidas existem quanto à candidatura do ex-secretário Marcelo Miglioli ao Senado, não se pode dizer o mesmo de sua determinação para concretizar o projeto. Num recado aos que estão no trecho há mais tempo, o novato da política aproveita o embalo da estreia da seleção de Tite na copa do mundo para dar o tom da campanha nas redes sociais, neste domingo: “Pra cima deles! Nós acreditamos! Força Brasil”. Até parece recado aos “fominhas” que buscam o hexa da política.
A quase seis meses da passagem da faixa presidencial, o Palácio do Planalto desistiu de propostas antes prioritárias, não consegue evitar que medidas provisórias caduquem, passou a ser menos frequentado por aliados e corre o risco de perder funcionários comissionados. Com uma impopularidade histórica e um esvaziamento do apoio congressual, o mandato de Michel Temer apresenta os primeiros sinais de um desfecho prematuro.
16/06/2018 - 13h14Juízes e desembargadores estão proibidos de usar as redes sociais, inclusive grupos de WhatsApp, para criticar ou apoiar candidatos nas eleições deste...
“Penso que o brasileiro está precisando confiar em alguém. As pesquisas mostram que a população não encontrou um líder em que possa confiar”. Murilo Zauith, que pensou que liderava os demos do MS, agora que viu que o buraco é mais embaixo e que precisa ter uma conversinha de pé de orelha com os subordinados de André Puccinelli para que, aí sim, a política do Estado possa se mover, preferencialmente na direção do retorno de Reinaldo Azambuja.
Instalado numa quina do quarto andar do Palácio do Planalto, o ministro Carlos Marun (Secretaria de Governo) tornou-se a face mais visível do primeiro escalão do governo. Onde houver uma encrenca, lá estará o rosto redondo do deputado sul-mato-grossense. Oficialmente, é coordenador político do governo. Na prática, atua como general sem farda da tropa do presidente. Em entrevista ao blog do jornalista Josias de Souza, Marun manifestou em voz alta inquietações sobre o futuro penal de Michel Temer — tema que auxiliares e aliados do presidente costumam abordar apenas longe dos refletores, aos sussurros.
15/06/2018 - 09h19O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou nessa sexta-feira que o montante total do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) será de...
Por meio de nota (íntegra abaixo), o presidente Michel Temer (MDB) voltou a tentar desqualificar nesta quinta-feira (14) o conteúdo do diálogo com o empresário Joesley Batista (J&F), gravado em março de 2017 no subsolo do Palácio do Jaburu. Na conversa, gravada por Joesley sem Temer saber, em encontro secreto, o emedebista ouve o interlocutor dizer que mantém boa relação com o deputado cassado Eduardo Cunha (MDB-RJ), preso e condenado na Operação Lava Jato e de quem se esperava uma delação premiada. Nesse instante da conversa, Temer sugere que Joesley mantenha a situação sob controle, o que foi interpretado como forma de calar o presidiário.
Em relatório final da Operação Cui Bono, que investiga irregularidades na Caixa Econômica Federal, a Polícia Federal (PF) afirma que há 'indícios suficientes de materialidade e autoria' de que o presidente Michel Temer tentou comprar o silêncio do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha e do operador Lúcio Funaro.
O advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, que defende pelo menos 18 congressistas na mira da Operação Lava Jato, não vê no horizonte a possibilidade de o Supremo Tribunal Federal (STF) rever a decisão sobre a prisão após condenação em segunda instância. Nem mesmo com a posse do ministro Dias Toffoli na presidência da corte, em setembro, isso será possível, opina Antônio Carlos.
Primeiro o governador Reinaldo Azambuja manda seu lugar-tenente Sérgio de Paula dizer que Marcelo Miglioli tem ‘legitimidade” e que Murilo Zauith tem ‘musculatura’ como candidatos ao senado na chapa tucana. Agora, o próprio Azambuja manda seu ex-secretário e o deputado Geraldo Resende disputarem a vaga no palitinho, dando a entender que, de repente, nem pra num pra outro, porque o que importa é acomodar os aliados. Tudo, claro, por sua reeleição.
A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu julgar, na próxima terça-feira (19), um processo contra a senadora Gleisi Hoffmann (PR), presidente nacional do PT, e o seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo. A Procuradoria Geral da República pede a condenação de Gleisi e Paulo Bernardo à prisão, por corrupção e lavagem de dinheiro, sob a acusação de que ela recebeu R$ 1 milhão do esquema de corrupção na Petrobras para sua campanha ao Senado em 2010. A procuradora-geral, Raquel Dodge, cobra ainda o pagamento de R$ 4 milhões em ressarcimento aos cofres públicos.