Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu aumentar os próprios salários nesta quarta-feira (8). Por 7 votos a 4, o plenário da corte resolveu enviar para apreciação do Congresso proposta de reajuste, já a partir de 2019, que eleva os rendimentos em 16%. Isso quer dizer que, caso parlamentares autorizem o aumento, o salário dos magistrados deixará de ser R$ 33,7 mil e passará a ser de R$ 39 mil.
Que tal Odilon de Oliveira visitando o ex-prefeito de Glória de Dourados, Arceno “Atlas”? Menos mal que tenha sido um mero erro de digitação da velha Folha de Dourados, porque se foi da assessoria do candidato pedetista a governador ele pode começar a perder votos, a exemplo do presidenciável Geraldo Alckmin, que, num evento, chamou a mulher do apresentador Luciano Huck, a também apresentadora global Angélica, de Eliana. Em tempo: o Arceno, de Glória, é Athas!
Os 33 partidos políticos atuantes em Mato Grosso do Sul e que vão disputar as eleições de 2018 aprovaram, juntos, 137 candidaturas a deputado federal e 357 a estadual. A quantidade, assim como o nome dos postulantes aprovados, constam nas atas das convenções realizadas até 5 de agosto e já protocoladas no TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul).
Apesar do discurso de que Dilma Rousseff foi vítima de um 'golpe', o PT se aliou em 15 estados a partidos que apoiaram o impeachment da presidente cassada em 2016 e integraram o governo Michel Temer. Levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo mostra que o PT será cabeça de chapa ao governo em seis estados em coligações com partidos que foram favoráveis ao impedimento. Na mão inversa, outros nove candidatos a governador de siglas que votaram pelo afastamento de Dilma vão ter o apoio do PT.
A longa matéria da repórter Cláudia Gaigher no Jornal Nacional desta terça-feira, mostrando três obras interminavelmente inacabadas e superfaturadas em Campo Grande não tem nada de aleatório. Muito menos essa coisa de matéria de gaveta. Tudo faz parte de uma estratégia de forças (não tão) ocultas para não deixar o eleitor desinformado nas próximas eleições. E, pelo jeito, foi só o começo. Vem mais chumbo grosso por aí. O Ministério Público facilitando tudo, claro!
O ministro Alexandre de Moraes ficará responsável por julgar no STF (Supremo Tribunal Federal) o habeas corpus impetrado pelas defesas do ex-governador André Puccinelli (MDB) e dos advogados André Puccinelli Junior e João Paulo Calves, presos desde 20 de julho dentro das investigações da Operação Papiros de Lama. Moraes foi o responsável pelo voto seguido pela maioria da 1ª Turma do STF que levou o ex-secretário Edson Giroto (Obras) e o empresário João Alberto Amorim, entre outros, novamente à prisão, em outra ação da Lama Asfáltica.
Candidato à Vice-Presidência da República na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), o general da reserva Hamilton Mourão disse, nessa segunda-feira (6/8), que o Brasil herdou a cultura de privilégios dos ibéricos, a indolência dos indígenas e a malandragem dos africanos. A declaração foi feita em um evento em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, quando Mourão falava sobre as condições de subdesenvolvimento do país e da América Latina.
O ex-prefeito de Campo Grande, Nelsinho Trad, candidato petebista a senador na coligação tucana, deve ficar esperto. Tal qual nas eleições passadas, quando viu seu padrinho político André Puccinelli facilitando as coisas para seu adversário Delcídio do Amaral, na eleição para governador, também agora terá outro petista em cola. Desta vez Zeca do PT, com promessa de apoio informal do patrão Reinaldo Azambuja. Basta ler, hoje, a guinada de emblemático chapa-branca da mídia local.
Com os vices definidos, presidenciáveis partem com tudo para a eleição. As coligações partidárias fechadas ajudam a entender o perfil do eleitorado e os próximos caminhos que os postulantes devem seguir no pleito. Além do fundo eleitoral, está em jogo a somatória do tempo de televisão. A dois meses das eleições, marcadas para 7 de outubro, candidatos tentam valorizar o discurso e rechaçar concorrentes na busca pelo Planalto.
Muito mais que falta de confiança no taco, ante o chapão tucano, o que está por trás de uma possível desistência de Henrique Mandeta do projeto de reeleição são novas oportunidades no horizonte da política nacional. Por exemplo, ser ministro da saúde de Jair Bolsonaro, ele que já era cotado para o mesmo cargo caso Aécio Neves tivesse sido eleito em 2014. Na pior das hipóteses, cuidar da saúde dos goianos, num eventual governo de seu amigo Ronaldo Caiado.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decidiu retirar do STF (Supremo Tribunal Federal) seu pedido de soltura, por entender que seria embutida, a contragosto da defesa, uma discussão sobre sua elegibilidade. Foi o que informou seu vice, Fernando Haddad, e a senadora Gleisi Hoffmann, que o visitaram na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba (PR), na tarde desta segunda-feira (6).
O que deveria ser uma decorrência natural de um processo político, quando não uma cortesia, por se tratar de Simone Tebet, uma mulher de fino trato, além da estratégia, por ser o primeiro suplente, Celso Dal Lago, representante de segundo maior colégio eleitoral do Estado, se acontecer, será por imposição do diretório municipal do MDB. Ainda assim, se quiser ser senador, e só por cento e vinte dias, que se diga!, Dal Lago certamente terá que meter a mão no bolso, de novo!
Com aval do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o PT decidiu oficializar neste domingo (5) o nome do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad como vice na chapa do partido ao Planalto. Com a decisão, o PT deflagrou o chamado plano B, admitindo, mesmo que nos bastidores, que Lula deve ser impugnado antes do primeiro turno, e então poderá ser substituído na cabeça de chapa pelo próprio Haddad.
Sob o lema 'Brasil acima de tudo, Deus acima de todos', o capitão reformado Jair Bolsonaro (PSL), 63, e o general da reserva Antonio Hamilton Mourão (PRTB), 64, selaram a chapa verde-oliva destas eleições, como candidatos a presidente e vice do Brasil. Após uma procura pelo vice que envolveu outro general (Augusto Heleno), um pastor (o senador Magno Malta), uma das autoras do impeachment de Dilma Rousseff (Janaina Paschoal) e até um príncipe (Luiz Philippe de Orleans e Bragança), a parceria entre os dois egressos do Exército foi fechada neste domingo (5), na convenção nacional do PRTB (Partido Renovador Trabalhista Brasileiro).
'O juiz tem uma história de vida fantástica, de coragem, de honestidade e justiça, e creio que ele vai levar esse perfil para o comando do Estado. Esse histórico é essencial. Se o justo governa o povo prospera'. Bispo Marcos Antonio Camargo Vitor, da Igreja Sara Nossa Terra, de Dourados, indicado pelo PRB candidato a vice-governador de Odilon de Oliveira. Pelo jeito, já andou também fazendo uma ‘fezinha’ nas bancas de Jamil Name, o bicheiro que controla a campanha do imaculado juiz.
Líderes na corrida eleitoral nos cenários sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) e a ex-ministra Marina Silva (Rede Sustentabilidade) terão, juntos, menos de 5% do espaço da propaganda de TV e rádio, que começa no próximo dia 31. Sem perspectiva de alianças relevantes e também com palanques fracos nos estados, os dois candidatos serão obrigados a tentar suprir na internet a fragilidade estrutural de suas campanhas.
O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) aposta na vida limpa e no legado da sua gestão para buscar a reeleição. 'Eu tenho a obrigação de defender o nosso legado', afirmou Reinaldo durante entrevista coletiva neste sábado (dia 4). Ele destacou que tem 20 anos de vida pública. 'Uma vida limpa, sem condenações e com investigações arquivadas', declarou.
Com um discurso pelo fim dos privilégios, redução do Estado e contra a chamada velha política, o Novo oficializa neste sábado (4) em São Paulo a candidatura de João Amoêdo à Presidência. Engenheiro civil e administrador de empresas, Amoêdo fez carreira no setor bancário. Foi vice-presidente do Unibanco, diretor executivo do BBA e integrou o conselho de administração do Itaú.