Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
A Folha de S. Paulo deixa de publicar seu conteúdo no Facebook nesta quinta (8). O jornal manterá sua página na rede social, mas não mais a atualizará com novas publicações. A decisão é reflexo de discussões internas sobre os melhores caminhos para fazer com que o conteúdo do jornal chegue aos seus leitores, preocupação que consta de seu novo Projeto Editorial divulgado no ano passado.
O polêmico deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ) desembarca hoje em Dourados para cumprir agenda como candidato a presidente da República. Com direito a carreata, fará palestra à classe produtora do Sindicato Rural hoje à noite e amanhã de manhã fala aos comerciantes no auditório da Associação Comercial. É o primeiro presidenciável a visitar a região. Vai repetir Brizola, Collor, Quércia, Dr. Guimarães, Lula e Aécio, que também desfilaram em carro aberto pela Marcelino Pires.
A se confirmar a informação do piadista de plantão Laureano Secundo em sua página hoje no Facebook de que o deputado José Carlos Barbosa seria o preferido do governador Reinaldo Azambuja para presidir a Assembleia Legislativa ano que vem, desde que ambos se reelejam, claro, seria a segunda vez que um douradense assume o cargo. Até aqui, e lá se vão dez legislaturas, só Walter Carneiro conseguiu este feito. É a mais latente prova da falta de prestígio da classe política local.
Os dois já foram políticos poderosos do PMDB e estavam entre os aliados mais próximos do presidente da República, Michel Temer, mas as investigações da Operação Lava-Jato mudaram tudo. Eles foram presos e, agora, o ânimo não é mais o mesmo. O ex-ministro Geddel Vieira Lima reclamou do abandono dos amigos, enquanto o advogado do também ex-ministro Henrique Alves relatou que ele está deprimido.
07/02/2018 - 09h59Deputado de 37 anos ganha projeção com resposta a Discurso do Estado da União de TrumpWASHINGTON - Quando o deputado americano Joe...
Se já existia uma queda pelo PT da prefeita Délia Razuk, que não consegue se desvencilhar da companheirada herdada das administrações Tetila-Murilo, muito mais agora, diante do projeto maior da família, de eleger o filho Neno (ainda no PR), deputado estadual. Nas últimas andanças pelo Jaguapiru de Zeca do PT e o primeiro-sobrinho Vander Loubet, Neno foi incorporado à comitiva, já de olho numa providencial dobradinha com o famoso e pragmático “Francês”, para federal.
Empossado na terça-feira presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para um mandato de seis meses, o ministro Luiz Fux afirma que, nas campanhas deste ano, não haverá espaço para candidatos que não cumpram os requisitos estipulados pela Lei da Ficha Limpa. Ele avisou, em entrevista ao jornal O Globo, que político condenado em segunda instância não poderá concorrer nem mesmo com uma liminar da Justiça
Em depoimento ao juiz Sergio Moro, o marqueteiro e delator João Santana afirmou, na tarde desta segunda-feira, que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva intermediou pagamentos da Odebrecht em 2009 para a campanha vitoriosa do presidente Mauricio Funes em El Salvador, na América Central. As declarações foram feitas no âmbito do processo em que o petista é acusado de receber propina da Odebrecht por meio de reformas num sítio em Atibaia. Lula nega as acusações.
Dos vinte e quatro deputados estaduais apenas 3 devem tentar trocar a Assembleia Legislativa pela Câmara Federal. É o que mostra hoje uma reportagem do Correio do Estado a propósito do retorno dos trabalhos no Palácio Guaicurus. Por um projeto político, o tucano Beto Pereira; para ficar perto de sua amada, senadora Simone Tebet, o emedebista Eduardo Rocha e em busca de uma aposentadoria mais gorda o pedetista douradense George Takimoto. São os reflexos da Lava Jato.
O estudante de direito Benedito Silva Junior, morador de Rolândia, no Paraná, era uma criança de nove anos em 2002 quando Luiz Inácio Lula da Silva se elegeu presidente da República pela primeira vez. Mais de 15 anos depois, mesmo não conhecendo Lula pessoalmente, ele é um dos seus mais ativos defensores no Supremo Tribunal Federal (STF). Até agora apresentou três habeas corpus - o mais recente deles é do dia 26 de janeiro - para evitar uma eventual prisão do ex-presidente, condenado por corrupção.
A propósito, ainda, da visitinha ‘de cortesia’ do Gaeco na secretaria de Educação e no Departamento de Recursos Humanos da prefeitura de Dourados na manhã desta segunda-feira, lembrando que foi exatamente por esses setores que começou o inferno astral de Ari Artuzi. Com a diferença de que antes de ser preso na Operação Uragano, em 2010, o Valdecir experimentou o ‘aperitivo’ da operação Owari, com a prisão de vereadores, secretários e de seu vice-prefeito Carlinhos Cantor.
Policiais do Gaeco que fazem neste momento uma visitinha de cortesia à secretaria municipal de educação bem que poderiam aproveitar para um teretetê de pé-de-orelha com alguns dos contratados indicados pela base aliada da prefeita Délia Razuk. Numa dessas vai que descobrem, por exemplo, que além da insegurança pelo sempre iminente chute no traseiro alguns desses pobres coitados ainda podem estar sendo obrigados a pagar pedágio aos nobres edis encarregados de suas indicações.
Com os olhares voltados para a reforma da Previdência, prevista para ser discutida e votada a partir do dia 19 de fevereiro, a Câmara deve se debruçar sobre outros temas sensíveis durante os primeiros meses de 2018, antes que a eleição passe a ser o foco central da agenda política no país.
Três anos depois de receber os primeiros inquéritos da Operação Lava-Jato, o Supremo Tribunal Federal (STF) se prepara para bater o martelo sobre os primeiros processos. O relator do caso, ministro Edson Fachin, quer marcar ainda para este semestre o julgamento da senadora paranaense Gleisi Hoffmann, a presidente do PT, e do deputado Nelson Meurer (PP-PR). O veredicto será dado pelos cinco ministros da Segunda Turma da Corte. Na sexta-feira, Fachin enviou o processo para o colega Celso de Mello, que é o ministro revisor da Lava-Jato. Ele tem a responsabilidade de analisar o caso mais detidamente que os outros integrantes da Segunda Turma e votar logo depois do relator. Assim que o decano do STF elaborar o voto, Fachin poderá agendar o julgamento. Os dois ministros já alinharam que o caso ficará por pouco tempo no gabinete do revisor.
A pauta do Supremo Tribunal Federal este ano está recheada de temas de forte impacto político, inclusive nas eleições presidenciais de outubro.Enquanto o Congresso já inicia uma mobilização pelas eleições de outubro e o governo está engessado com a pauta da reforma da Previdência, o STF vai mobilizar a opinião pública em 2018 com uma longa lista de julgamentos polêmicos que estão pendentes. Vários deles podem influenciar decisivamente o ano em que será realizada a eleição mais imprevisível dos últimos tempos. Foi nesse contexto que a presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, abriu o ano judiciário com um forte discurso em defesa da Justiça.
Pela forma reiterada como se proclama candidato a governador, Odilon de Oliveira acaba levantando suspeitas. Tanto que agora corre a informação, nas bancas da capital, de onde sairia o dinheiro para a campanha, de que a aposta mais forte ultimamente é a de que o um dia temido juiz terá que se contentar com uma suplência do senador Pedro Chaves, que já vislumbra substituir Marquinhos Trad quando, lá na frente, já reeleito, o prefeito renunciaria para disputar o governo do Estado.
Na abertura dos trabalhos do Supremo Tribunal Federal (STF) em 2018, a presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, condenou o que chamou de maus exemplos. Na cerimônia, além dos ministros do STF e de outras figuras do mundo jurídico, havia também alguns investigados na Operação Lava-Jato, como o presidente da República, Michel Temer (PMDB), o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).
Começando agora, pra valer, o processo sucessório estadual. O governador Reinaldo Azambuja analisou os prós e os contras e resolveu ponderar à sua mãezinha (que, no Natal passado havia pedido para ele abandonar a política) a necessidade de sua bênção para que ele continue cuidando, também, dos interesses maiores do estado. Vai ser pra lá de interessante o duelo com o todo enrolado antecessor André Puccinelli e com o imaculado juiz aposentado Odilon de Oliveira.
O Palácio do Planalto já não trabalha mais com a hipótese de ter o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, ou o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), como o candidato à Presidência da República com apoio do governo. Nos resultados da pesquisa divulgados na quarta-feira, ambos marcaram apenas 1% das intenções de votos. O desempenho é pior até do que o do ex-presidente Fernando Collor, rejeitado por 44% do eleitorado, mas que aparece com apoio de 3% dos eleitores em pelo menos três cenários analisados. Até meados do segundo semestre do ano passado, a ideia de ter Meirelles defendendo o legado presidencial chegou a empolgar o presidente Michel Temer.
O presidente Michel Temer atribuiu, nesta quarta-feira, parte da rejeição ao seu governo ao fato de que algumas pessoas 'não vão com a sua cara'. A declaração foi feita durante entrevista à Rádio Metrópole, de Salvador, enquanto Temer comentava sobre políticos que, segundo ele, são beneficiados pelas decisões do Planalto, mas mesmo asism podem deixar de apoiar o governo nas eleições.