Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
Nome histórico do PMDB, o ex-senador gaúcho Pedro Simon diz estar "chocado" com a movimentação do vice Michel Temer para formar um governo antes do impeachment de Dilma Rousseff. Ele é defensor da tese de novas eleições, assim como sua ex-colega de Senado Marina Silva, a quem apoiou em 2014. Naquele ano, Simon previu que a presidente não permaneceria quatro anos no cargo se vencesse a disputa.
A iminente falência da Usina São Fernando (do Bumlai amigo do Lula) deve deixar um rastro de quebradeira na Grande Dourados, com prejuízos calculados em cerca de R$ 50 milhões aos parceiros-proprietários. A última tentativa de evitar a insolvência repete os erros das anteriores, já que secou a torneira do dinheiro fácil do BNDES, para o pagamento das dívidas e o restabelecimento da capacidade plena de operações. É o fim do sonho dos canavieiros, e o retorno à sojicultora.
Delcídio do Amaral tem sua última chance de defesa nesta terça-feira, na Comissão de Ética do Senado, onde corre o processo de cassação de seu mandato por falta de decoro parlamentar, depois de preso por tentar atrapalhar as investigações da Lava Jato, a operação da PF em que ele e outas estrelas petistas estão enterradas até ao pescoço. Depos de várias protelações, inclusive com atestados médicos, se não comparecer hoje será julgado à revelia. E aí, babau mandato.
Os dois representantes do PMDB de Mato Grosso do Sul no Senado Federal, Waldemir Moka e Simone Tebet, citaram problemas econômicos do país para justificar a saída da presidente Dilma Rousseff (PT) e a instalação do governo do vice-presidente Michel Temer (PMDB-SP).
25/04/2016 - 13h45Ao discursar para dirigentes de partidos de esquerda, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva previu "momentos de combate democrático" no país....
Dizia um filósofo nascido no reino da Prússia, que os homens fazem a história, mas não a fazem como desejam, nem dentro das condições que gostariam, suas ações são condicionadas, assim, pelo contexto histórico em que vivem. Parto dessa ideia para analisar as difíceis saídas para a tragédia vivida pelo país.
25/04/2016 - 10h23Núcleo Industrial, obras de recapeamento e Hospital Regional envolvem investimentos de pelo menos R$ 121 milhõesHá um pacto por Dourados firmado entre...
O PT vai sobreviver às turbulências políticas, mas pode não ser mais o partido hegemônico da esquerda brasileira. "Vai ter que pensar mais o campo progressista do que o próprio partido", diz o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT). Em entrevista a Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo ele disse que a agenda que está colocada como condição de sustentabilidade de um eventual governo Temer tenta colocar o Brasil de hoje na República Velha e dificilmente vai prosperar.
A colunista Ester Figueiredo confirmando hoje no Correio do Estado o que o Blog havia antecipado há dias: que o retorno de Geraldo Resende ao PSDB faz parte de um "acordão" entre Reinaldo Azambuja e o antecessor André Puccinelli. Bem ao seu estilo, sem citar nomes, diz ela que se engana quem pensa que o italiano vá se contentar em cuidar dos netos, que ele está a pleno vapor nos bastidores e que um dos alvos é Dourados. "Só não percebe quem não quer, ou finge que não quer".
A janela de filiação partidária aberta no mês de março e a possibilidade de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) impulsionaram o movimento de debandada de prefeitos petistas para outros partidos políticos.
Cumprindo prisão domiciliar, o engenheiro José Antunes Sobrinho, um dos donos da Engevix, disse em proposta de delação premiada em negociação com a força tarefa da Lava-Jato ter pagado R$ 1 milhão a um emissário do vice-presidente Michel Temer, como forma de agradecimento por participar de uma licitação de R$ 162 milhões da Eletronuclear para operar na usina de Angra 3. Ele também cita na delação o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o tesoureiro da campanha do PT em 2014, Edinho Silva, além da ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra. As informações são da revista "Época".
Depois do ex-líder Delcídio do Amaral anunciar que (se ainda estiver senador) vai votar a favor do impeachment, hoje foi a vez dos dois vice-líderes do governo no Senado: Wellington Fagundes (PR-MT) e Hélio José (PMDB-DF), que até então não haviam dito como votariam no caso, fizeram discursos em que se mostraram a favor da admissibilidade do processo contra a presidente. Na comissão que vai analisar o processo o placar é 14 a 5 contra Dilma.
"O mensalão revelou a ponta do iceberg dessa organização criminosa que hoje estamos investigando." A frase sobre opetrolão –escândalo de corrupção na Petrobras revelado pela Operação Lava Jato foi dita nesta sexta-feira (22) pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, durante palestra em Cambridge, nos Estados Unidos.
A presidente Dilma Rousseff disse na manhã de hoje no plenário da Organização das Nações Unidas (ONU) que a sociedade brasileira conseguir superar o autoritarismo e construir uma democracia pujante e saberá "impedir quaisquer retrocessos". Dilma não fez referência direta ao processo de impeachment nem mencionou a palavra "golpe", mas disse que o país vive um "grave momento". Também agradeceu aos líderes mundiais que lhe manifestaram solidariedade.
Passados 516 anos do descobrimento do Brasil, comemorados neste 22 de abril, a importância de Pedro Álvares Cabral para a História do país segue incontestável. Mas sua figura não tem o mesmo peso em Portugal, país que ele ajudou a transformar em uma potência global há mais de cinco séculos.
Em uma entrevista de 24 minutos concedida na manhã desta quinta-feira ao jornal "The Wall Street Journal", o vice-presidente Michel Temer criticou a associação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff a um golpe de Estado e demonstrou incômodo com a acusação de ser traidor. A entrevista a veículos estrangeiros é parte da estratégia de comunicação para uma contraofensiva ao discurso de golpe adotado pela presidente e pelo PT. Aliados do peemedebista têm demonstrado grande preocupação com a fala de Dilma na ONU, marcada para sexta-feira, e com a possibilidade de que ela faça circular entre chefes de Estado a ideia de que é vítima de um processo forjado de impedimento. Há evidências de que, principalmente no exterior, essa versão tem ganhado adesões.
"Por mim, fica como está: com toda a força e liberdade que a lei e a Constituição lhe asseguram. Mas se você souber algum modo de dar mais força para a Polícia Federal, para o Ministério Público e para o juiz Moro pode me dizer". Do iminente presidente da República Michel Temer, respondendo a um inconveniente correligionário sobre os rumos da operação que está defenestrando o PT do poder, segundo o ex-deputado mato-grossense do Sul Antônio Carlos de Oliveira, no Facebook.
21/04/2016 - 18h22A rotina dos deputados em Brasília e da sociedade toda, nenhum povoado, distrito, cidade ou estado de fora, foi uma sessão extraordinária...
No Brasil, houve um tempo, em que vadiagem constituía contravenção penal e a polícia a reprimia. O costume de alguém não fazer nada e galopar livre de qualquer ocupação, era tido e havido como nocivo à sociedade, pelo mau exemplo; e ao País, pela omissão deliberada, de não se produzir algo aproveitável.