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domingo, agosto 23, 2026

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A vida luxuosa e badalada de Delcídio e família antes da prisão na Lava-Jato

Férias em Ibiza, festa em Punta del Este, comemoração de aniversário no Copacabana Palace, viagens a São Paulo para comprar roupas de grifes famosas. Até ser preso pela Polícia Federal no último 25, sob acusação de atrapalhar as investigações da Operação Lava-Jato, o senador Delcídio Amaral (PT-MS) e a sua mulher, Maika, levavam uma vida de luxo e badalação.

Voto no impeachment de Dilma é sem retorno

Embora não tão desbragadamente aliado de Eduardo Cunha como seu colega Carlos Marun, o peemedebista douradense Geraldo Resende está consciente de que o voto contra o impeachment de Dilma Rousseff pode ser sem retorno. Mesmo assim, ele diz que quer dividir esta responsabilidade com seus eleitores. Em 1992 Zé Elias e Waldir Guerra foram a favor do impeachment de Collor de Melo e George Takimoto estava fazendo pipi e por isso não pôde votar.

Picaretagem oficial

Enquanto a coisa estava restrita a salões de festas particulares, para daí ganhar as páginas de jornais que sobreviveram ao longo do tempo explorando a vaidade de alpinistas sociais, até que dava para aguentar.. Mas daí a usar o plenário da Câmara Municipal para este tipo de picaretagem, já é demais. Com a palavra sua excelência, o presidente Idenor Machado.

Delcídio nunca foi flor que se cheire

Na busca de embasamento para o próximo post no Blog, olha só o que achei aqui na página do Ministério Público de Santa Catarina: “Diretor da Eletrosul é afastado do cargo por improbidade administrativa”. Data: 06/07/1999. O diretor larápio? Delcídio do Amaral Gómez. Isto, quando o hoje senador presidiário por envolvimento na Lava Jato nem havia se filiado, ainda, no PT, mas já de olho no rentável negócio da política.

Dagoberto pode ser vítima da praga do rabo de cavalo

Integrante da Comissão Especial que vai analisar a abertura ou não do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, Dagoberto Nogueira já busca uma justificativa para o voto que pode antecipar o fim de sua carreira política: “Pedaladas fiscais todos os governos já fizeram, Fernando Henrique, Lula, Itamar Franco; prefeitos e governadores, também, e ninguém foi penalizado por isso”. Ou o deputado pedetista se faz de bobo ou vai deixar crescer também seu rabo de cavalo.

Delcídio usava jatinho de João Amorim para viagens a Floripa

O que companheiros traídos por André Puccinelli em 2014 desconfiavam começa a vir a público agora, com a prisão de Delcídio do Amaral. A Folha de São Paulo deste domingo informa que o senador, acusado, entre outras coisas de sugerir a fuga de seu comparsa Nestor Cerveró em jato particular, usava para suas viagens “à sua residência” em Florianópolis. o jatinho de João Amorim, o empreiteiro das obras mal-acabadas e superfaturadas do governo companheiro do André.

Efeito Collor de Melo

A provocação de Dilma Rousseff, com o Palácio do Planalto iluminado de vermelho, assim que foi deflagrado o processo de impeachment (o que foi respondido por Eduardo Cunha iluminando o prédio do Congresso de verde e amarelo) lembra o apelo de Collor de Melo, também nos dias que antecederam ao seu afastamento da presidência, para que o povo saísse às ruas ou acenassem com o branco – da paz – de suas janelas. Como todos se lembram, foi ali que a coisa pretejou de vez.

Justiça nega prisão de Giroto, mas bloqueia bens de suspeitos de fraude

05/12/2015 - 09h37Força-Tarefa tentou, mas teve recusado o pedido para prender empreiteiro e ex-deputadoA Justiça negou dois pedidos de prisão contra os suspeitos de...

Por ora, ficou barato para Delcídio

A bancada petista do Senado recomendou à Executiva Nacional do PT que suspenda provisoriamente o senador do partido Delcídio Amaral (MS), preso na semana passada por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Em nota, os senadores pedem que a Executiva represente, na Comissão de Ética do partido, pela abertura de processo disciplinar contra Delcídio, "com vista a que sejam apuradas as acusações que lhe são imputadas".

De Jânio Quadros a Delcídio do Amaral

Mesmo com Dilma Rousseff e Eduardo Cunha já no centro do ringue para a grande final da interminável luta contra a corrupção brasileira agravada com ascensão do lulopetismo ao poder, não podemos nos esquecer de que há um senador da República nocauteado e, pior, abandonado pelos companheiros. Sobretudo porque é um senador do Mato Grosso do Sul, estado historicamente traumatizado pelos grandes fiascos de suas mais expressivas lideranças. Por tudo que já escrevi aqui, talvez sendo o caso de voltarmos a refletir sobre a possibilidade de uma reanexação ao velho Mato Grosso, já que parece ser mais maligna do que se pudesse imaginar a tal vingança dos cuiabanos, sempre contrários à divisão.

As voltas que o mundo dá

O senador Delcídio do Amaral foi incansável e implacável em suas ações contra este Blog, só porque me antecipei uns cinco anos na convicção de que ele era um dos maiores enganadores da política pantaneira. Recorreu à censura, perdeu em primeira e segunda instâncias. Inconformado, recorreu ao STF. A questão, agora, é saber se os ministros da Suprema Corte vão priorizar as ações para que ele saia logo ou continue mofando na cadeia ou os recursos contra o blog.

Por que Delcídio está preso e Eduardo Cunha não?

Fato raro na história da República brasileira, a prisão de um senador em exercício de seu mandato, na semana passada, surpreendeu o mundo político e jurídico do país. Delcídio do Amaral (PT-MS) foi acusado de tentar atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato, e, por isso, encontra-se detido preventivamente, em Brasília. Até o último dia 25, ele era o líder do governo no Senado.

PT desiste de ação contra impeachment no STF

Deputados do PT desistiram de uma ação junto ao Supremo Tribunal Federal pedindo o trancamento do trâmite do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff aceito ontem pelo presidente da Câmara Eduardo Cunha. A decisão foi tomada depois que o Ministro Gilmar Mendes, tido como desafeto do Planalto, foi sorteado para analisar a questão. Na Câmara, acabou agora há pouco a leitura do processo.

Petistas de MS lamentam por Delcídio, Thaís e Dilma

O Partido dos Trabalhadores (PT) de Mato Grosso do Sul não tem muito o que comemorar nesta quinta-feira. Os vereadores petistas lamentaram durante sessão da Câmara da Capital as recentes perdas do partido na esfera municipal e federal. Com publicação do acórdão que confirma cassação da vereadora Thais Helena e também com recebimento da denúncia contra Dilma Rousseff (PT) que pede impeachment da presidente, além da prisão do senador Delcídio do Amaral (PT), o partido não desfruta de momento tranquilo na política.

Câmara dá inicio ao ritual do impeachment

O primeiro passo para a abertura ou não do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff está sendo realizada neste momento, com a leitura do pedido no plenário da Câmara dos Deputados. Em seguida, o pedido será entregue a uma comissão especial, com 65 parlamentares, que deverá ser instalada na próxima segunda-feira (7).

Se Dilma não é ladra, Cunha também não é ladrão!

O presidente da Câmara aceitou o pedido impeachment contra Dilma Rousseff com base nas pedaladas fiscais de 2015, não as do mandato anterior. Uma questão técnica, como argumentou. Mas o buraco é mais embaixo, nas camadas do pré-sal do petrolão. Dilma reagiu dizendo que não é ladra. Sendo assim, Cunha, mesmo com uns troquinhos na Suíça, também não é ladrão, portanto tem legitimidade para presidir o processo, que é político.

TSE sacramenta cassação de vereadores da capital

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicou no Diário Oficial desta quinta-feira (3) o acórdão da decisão proferida no dia 17 de novembro deste ano que cassou mandato de três vereadores de Campo Grabde. Com Paulo Pedra (PDT), Thais Helena (PT) e Delei Pinheiro (PSD) não podem mais, a partir desta quinta-feira (3), exercer mandato de vereador. No caso de Pedra, que ocupa cargo de secretário municipal de governo, ele deve também ser afastado devido à Lei da Ficha Limpa, aprovada em 2014 pela Câmara de Vereadores da Capital.

O desabafo da presidenta: “não sou ladra”

Dilma Rousseff discutia a votação da nova meta fiscal. Percebendo algo ruim no ar, nem almoçar em casa, decisão rara desde que a mãe ficou doente. Tudo indicava que o dia terminaria bem. Até Eduardo Cunha surgir na TV. Após minutos reflexiva, rompeu o silêncio. “Vou falar hoje”, disse, ordenando que um assessor buscasse no Alvorada a muda de roupa que usaria no pronunciamento. Na volta, desabafou: “Todos conhecem meus defeitos. Sabem que não sou ladra”.(Painel/FSP)

Dilma nega ‘atos ilícitos’ e se diz indignada com decisão de Cunha

Em pronunciamento, a presidente DIlma Rousseff disse que recebeu com indignação a decisão do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de acatar o pedido de impeachment contra ela. Em referência indireta ao peemedebista, ela afirmou que não tem conta no exterior, que não pesam contra ela denúncias de práticas de atos ilícitos nem de desvio de dinheiro público. Com uma cara bastante séria, Dilma prosseguiu, dizendo que nunca coagiu pessoas nem instituições em busca de satisfazer seus interesses pessoais. Segundo ela, são inconsistentes e improcedentes as razões que embasaram o pedido de impeachment.

Eduardo Cunha aceita pedido de impeachment contra Dilma Rousseff

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), aceitou o pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff (PT) feito pelos juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Jr. e Janaina Paschoal. O peemedebista disse a aceitação do pedido tem "natureza técnica" e que não havia como postergar mais a decisão sobre a questão. "Não ficaria com isso na gaveta sem decidir", afirmou, ressaltando que "nunca na história de um mandato" houve tantos pedidos para afastamento do presidente.
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