Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
Não tem como não lembrar. É como se um filminho passasse na cabeça dos douradenses, ainda traumatizados com as sirenes ao amanhecer dos tempos uragânicos, logo após o Owari – a operação concebida sob inspiração da milenar cultura oriental para ser o começo do fim da corrupção na terra de seu Marcelino. Toda vez que Willian Bonner, no JN, ou Renato Boechat, na Band, anunciam novas prisões da companheirada petista, o que virou rotina na Lava Jato (até aqui a maior operação contra a corrupção no Orbe terrestre) o primeiro nome que vem à memória é o de Bráulio Cesar Galloni.
O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) passou, em evento realizado na manhã de hoje (15) no Espaço Yotedy, o comando do Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul (Codesul) ao governador do Rio Grande do Sul, Ivo Sartori (PMDB). Participaram do evento a vice-governador Rose Modesto (PSDB); o presidente da Assembleia Legislativa, Junior Mochi (PMDB); os governadores de Santa Catarina, João Raimundo Colombo (PSD); Paraná, Beto Richa (PSDB); o diretor de operações do Banco de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Neuto de Conto e o vice-presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, Paschoal Carmelo Leandro.
O reverendo Sun Myung Moon nem deve ter tido tempo para uma prosa mais detalhada com Jesus Cristo, cuja obra pretendia concluir em sua última passagem terrena, tamanha foi a bagagem com assuntos pendentes que levou lá pra cima. Tanto é que já chegam informações de seus projetos reencarnatórios na pele de um temível juiz adepto da lei mosaica, começando o julgamento, já que virou moda no Brasil, pela bandidagem da política do Mato Grosso do Sul que deitou, rolou e extrapolou na exigência de retornos para aprovar seu projeto de implantação da sede de sua Igreja da Unificação na microrregião do Alto Pantanal mato-grossense do Sul.
14/04/2015 - 08h57O balanço dos trabalhos realizados pela Caravana da Saúde, do Governo Estadual, foi apresentado na tarde de ontem (13), na governadoria pelo...
O ex-governador André Puccinelli e o senador Waldemir Moka garantiram, em reunião da executiva municipal do PMDB, nesta segunda-feira (13), que não serão candidatos à Prefeitura de Campo Grande. A cúpula do partido, por sua vez, pretende estabelecer até julho critérios em torno de nome forte para não repetir derrota nas urnas ocorrida em 2012.
Quase dois terços dos brasileiros (63%) afirmam que, considerando tudo o que se sabe até agora a respeito da Operação Lava Jato, deveria ser aberto um processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff.
O desconhecimento a respeito do que aconteceria depois disso, porém, é grande.
Convidado pela Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul) a expor aos prefeitos os pontos principais da proposta de reforma política em tramitação no Congresso Nacional, o senador Waldemir Moka (PMDB-MS) disse não acreditar na aprovação da prorrogação do mandato dos atuais gestores públicos.
“Esqueçam a prorrogação de mandato, não há legitimidade para isto, vocês foram eleitos por quatro anos”, avisou o senador, durante assembleia-geral de prefeitos, em Campo Grande, na última sexta-feira.
Criada no dia 31 de março deste ano a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Enersul, que agora se chama CPI da Enersul/Energisa promete desvendar um suposto esquema de mensalão pago a políticos de Mato Grosso do Sul para favorecer a empresa. No entanto, a composição da Comissão levanta suspeita não só na população, mas também em alguns parlamentares sobre a imparcialidade de certos membros da CPI na condução dos trabalhos, como é o caso do próprio presidente deputado Paulo Corrêa (PR), que foi apontado esta semana, por parlamentares da Casa, como possível beneficiário do esquema.
10/04/2015 - 10h00A Polícia Federal prendeu nesta sexta-feira (10) os ex-deputados federais André Vargas (ex-PT-PR e hoje sem partido), Luiz Argôlo (ex-PP e hoje...
08/04/2015 - 16h13O vice-presidente Michel Temer, novo responsável pela articulação política do governo com o Congresso, afirmou nesta quarta-feira (8) que os problemas entre...
Ao leitor mais esclarecido pode soar como piada de mau gosto a informação do título deste post, já que os membros do “colendo” Tribunal de Justiça – ali do ladinho e a quem caberia este papel – fizeram o papel de Pilatos diante do Cristo no madeiro ao ter em mãos o processo do maior escândalo de corrupção da história do Mato Grosso do Sul – o mensalão pago pela Assembleia a deputados e seus vizinhos
Era tudo o que não queriam Londres Machado e seus colegas das legislaturas anteriores à eleita em 2010, os comparsas dos Tribunais de Justiça, de Contas e de setores do Ministério Público. Com a aposentadoria da impoluta Corregedora Nacional de Justiça, ministra Eliane Calmon, e o processo contendo o maior escândalo de corrupção da história do Mato Grosso do Sul (que passou incólume pelo TJ/MS) se arrastando no STJ, pelo menos enquanto houver espaço para chicanas jurídicas (há quem calcule cerca de cem mil, por mês!) todos podem dormitar sossegados. Ou, podiam, até que, na semana passada, o governador Reinaldo Azambuja voltou a pôr lenha na fogueira.
Só mesmo quem teve o privilégio de conviver mais de perto e conhecer a determinação daquela mesticinha tímida (moradora do Jardim Ouro Verde, filha de um dentista e de uma professora do colégio Menodora) que redigia textos prolixos para os releases da assessoria de imprensa da prefeitura nos tempos de Júlio Marques de Almeida, para apostar que Brenda Lee Fukuta da Silva iria tão longe.
Preocupado com os novos protestos previstos para o dia 12, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva intensificou as cobranças sobre o governo e quer que Dilma Rousseff mude com urgência a articulação política do Palácio do Planalto, sob pena de trilhar um caminho sem volta.
O jornalista Graciliano Ramos é mais um "douradense" ou dos muitos profissionais que por aqui atuaram, como Montezuma Cruz e Oscar Ramos Gaspar a brilhar nas páginas do maior e mais importante jornal do Brasil, a **Folha de S. Paulo*. O caminho foi aberto na década de 1970, por este blogueiro, como correspondente da Agência Folhas.
Veja a matéria de hoje da **Folha de S. Paulo**, de nosso "Graça", que além da atuação em vários órgãos de imprensa trabalhou também na assessoria de comunicação da prefeitura de Dourados:
O maior ajuste fiscal da era petista está gerando apreensão na equipe da presidente Dilma Rousseff. O receio é que o tamanho do corte em estudo pela equipe econômica paralise o Executivo.Segundo ministros da área política ouvidos pela Folha, um bloqueio de gastos entre R$ 70 bilhões e R$ 80 bilhões, previsto num dos cenários técnicos, vai parar o governo e frear ainda mais a economia brasileira. Eles preferem algo perto de R$ 60 bilhões.
Os afoitos são os que se queimam, os prudentes aguardam, assim é na política. Enquanto buscam entender como o eleitor reagirá às modificações das regras eleitorais, políticos lançam balões de ensaio apenas para não cair no ostracismo. Portanto esqueçam aqueles que são lançados pelos cardeais da política sul-mato-grossense como eventuais candidatos. Servem apenas para medir a temperatura dos adversários.