Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
03/02/2015 - 08h55Tereza Cristina acredita que o Estado não será penalizado porque o agronegócio é a grande alavanca da economiaOs horizontes políticos não estão...
Ao ver a senadora Simone Tebet toda atrapalhada ontem na cabine “indevassável” da eleição para a presidência do Senado, disparou o dispositivo de busca no escaninho da memória para encontrar um texto que publiquei em 27 de setembro de 2002, quando – a propósito da ascensão de Ramez Tebet à mesma cadeira que a filha preferiu deixar com Renan Calheiros – falei da conformação de Dourados com sua condição de província, aceitando passivamente as determinações do caciquismo político do Estado e engolindo, já naquela época, mais um candidato a vice-governador. Doze anos se passaram e, agora, nem isso. Sequer, um carguinho de segundo escalão no governo Azambuja.
Deputados federais e estaduais de Mato Grosso do Sul tomaram posse neste domingo (1º) para quatro anos, seja na Assembleia Legislativa ou na Câmara Federal. Porém, a depender deles, este mandato pode durar apenas dois anos. Isso porque o novo mandato mal começou e eles já estão de olho na disputa por prefeituras no ano que vem.
A Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul empossou na manhã deste domingo os 24 deputados estaduais que exercerão mandato de quatro anos nesta 10ª legislatura desde a criação do Poder Legislativo.
Eleito presidente da Mesa Diretora por unanimidade dos votos, o deputado Júnior Mochi (PMDB) não se conteve e fez um discurso emocionado ao lembrar a população do município de Coxim, onde foi prefeito por dois mandatos consecutivos antes de chegar ao Parlamento Estadual.
O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) e o deputado estadual Júnior Mochi (PMDB) não combinaram, mas chegaram praticamente juntos agora há pouco para a sessão de abertura do ano político na Assembleia Legislativa. Ambos afirmaram ao MS Notícias que o consenso que uniu todos os partidos para garantir chapa única na Mesa Diretora e evitar uma disputa foi demonstração de maturidade política e responsabilidade com as expectativas da população.
Com a posse dos novos deputados estaduais, saem de cena importantes lideranças que fizeram história na política de Mato Grosso do Sul. A mais expressiva é Londres Machado (PR). Ele bateu recorde nacional exercendo onze mandatos consecutivos, sendo 44 anos de atividade na Assembleia Legislativa. Londres nunca perdeu eleição para deputado estadual. Mas quando desistiu de concorrer ao 12º mandato parlamentar para ser vice-governador, ficou fora com a derrota do senador Delcídio do Amaral (PT), candidato a governador. Ele abriu caminho para a filha, Grazielle Machado (PR).
É raro achar um político que goste de Helio Telho Corrêa Filho. Eles têm razão de não ter muita afeição pelo procurador da República: além de já passado pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) deixando estragos em várias candidaturas com gastos suspeitos nas eleições de 2004 e 2006, ele não costuma “alisar” com a classe. O fato agravante é que ele usa as redes sociais para dizer o que pensa — e geralmente o que ele pensa é o antônimo do que um questionável ocupante de cargo público consideraria um elogio.
Em fevereiro, logo após as férias forenses (31 de janeiro), o Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, vai apresentar ao Supremo Tribunal Federal (STF), suas indicações para abertura de investigações ou denúncias contra políticos envolvidos em corrupção na Petrobras. Afinal, as investigações da operação Lava Jato rastrearam a “mão grande” de desvio de dinheiro na Petrobras colocando parte de altos funcionários dessa estatal na condição de réus em ações penais. Além deles, estão presos proprietários e executivos de grandes empreiteiras que atuaram nos episódios do que o povo costumou chamar, jurídica e inapropriadamente de roubo do Petrolão.
29/01/2015 - 20h59Engenheiro agrônomo da Embrapa deve ser empossado ainda esta semanaO governador Reinaldo Azambuja anunciou hoje à tarde o novo secretário de produção...
Derrotado em sucessivos pleitos, incluindo a prefeitura de Campo Grande e o governo de Mato Grosso do Sul, o PMDB deve ganhar sobrevida a partir da ascensão do deputado estadual Júnior Mochi, na iminência de assumir o comando da Assembleia Legislativa.
As discussões entre deputados e governo sobre eleição da mesa diretora da Assembleia Legislativa se estenderam durante todo dia de ontem, e ao que tudo indica, hoje às 9h os deputados deverão selar acordo e confirmar o deputado Junior Mochi (PMDB) como novo presidente da Assembleia.
O deputado estadual Zé Teixeira (DEM) confirmou na tarde desta segunda-feira (26), a existência de consenso na composição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, cuja eleição ocorrerá em 1º de fevereiro, logo após a posse dos parlamentares que atuarão na legislatura que começa este ano.
O pecuarista e empresário sul-mato-grossense José Carlos Bumlai, influente e amigo pessoal do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), foi citado como peça-chave do esquema de corrupção na Petrobras, o chamado Petrolão. Bumlai tinha acesso livre ao gabinete da presidência e há indícios de envolvimento com empresas investigadas.
25/01/2015 - 09h46Ivando Fonseca, ex-secretário de Saúde na gestão Alcides Bernal, vem a público esclarecer os fatos e refutar veementemente as acusações infundadas feitas...
24/01/2015 - 15h49Inquérito civil público, instaurado a partir de um relatório da Secretaria de Saúde encaminhado ao MPE (Ministério Público Estadual), apura eventuais atos...
Como Dagoberto Nogueira está de volta à cena política, neste seu retorno ao Congresso Nacional, que Dourados se curve às evidências e dê a mão à palmatória, pela advertência não levada a sério lá atrás. Quando, na festa de lançamento da candidatura de Ari Artuzi à prefeitura, o deputado pedetista falava que Dourados precisava parar de crescer como rabo de cavalo, ele se referia à perda de investimentos, ante a inércia da administração petista de então. Agora, pelo desdém com que Reinaldo Azambuja trata os douradenses, tudo indica que está para começar um longo período de estagnação política.
21/01/2015 - 20h17“Governar é dividir responsabilidades e assumir, e executar, juntos, os compromissos assumidos”, disse o governador Reinaldo Azambuja (PSDB), ao discursar durante cerimônia...
O deputado estadual José Carlos Barbosa (PSB) é categórico: não há possibilidade de assumir a presidência da Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul (Sanesul). Ele desmente estar analisando suposto convite do governador Reinaldo Azambuja (PSDB). “Eu torço para que essa escolha seja acertada e à altura do tamanho e da importância da Sanesul”, acentua. “Conversei, sim, com o governador e chegamos a discutir a questão. Mas, além de um impedimento legal, eu também quero cumprir o mandato de deputado, para o qual me preparei com afinco e não vou quebrar o elo construído com os meus eleitores”, acrescenta.