Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
Dispensando o tratamento conferido às autoridades durante interrogatório do escrivão Atilhinho Torraca, depois de detido numa batida policial na famosa ZBM de Dourados, o deputado estadual Alberto Monteiro se justificou dizendo que “lá (em Cuiabá) era deputado, mas, aqui, da putada”. Da segunda leva de douradenses na Assembleia Legislativa, Monteiro foi eleito estritamente pela Colônia Federal, da qual era funcionário, num tempo em que a eloquência do discurso era condição sine qua non para chegar lá, desde que o sujeito tivesse um bom par de botinas, disposição para acordar cedo e dormir tarde, além de estômago, não no sentido figurado, mas resistente, mesmo, principalmente a cafezinho. Sua historinha, diante de minha dificuldade de absorção de vitamina D nesses últimos dias, vem a propósito daquilo quê, mesmo se afigurando como uma verdadeira briga de foice no escuro, para alguns, parece não passar de passatempo no Facebook.
Diante da reprimenda do internauta Bruno Dauzacker, que outro dia questionou lá na sessão de comentários minha definição de Braz Melo como o prefeito mais popular da história, quando o corpo do tantas vezes aqui citado fenomenal Ari Valdecir Artuzi nem havia esfriado na sepultura, e, aproveitando a orquestração da bancada situacionista em defesa de Murilo Zauith durante a sessão de ontem no palácio Jaguaribe, aproveito para entrar na onda de um dos pupilos do prefeito, Maurício Lemes Soares, para quem “criticar enjoa”. Tanto enjoa que o sucessor de Sidlei Alves e representante de Vila Vargas naquela Casa de leis, Madson Valente, não ficou nem vermelho ao dizer que seu filho de doze anos não conhecia ainda uma motoniveladora, isto, ao criticar (neste caso não enjoa) o “empirismo” dos poucos colegas oposicionistas que insistem em apontar “eventuais” falhas da administração. Daí a pergunta do título deste *post*, para uma reavivada na memória dos douradenses, já que estamos na boca de um novo processo eleitoral.
28/10/2013 - 15h30Estrela condena leilão e alerta para riscos de conflito de interesses no consórcio com integrantes estrangeiros
As reservas de Libra são estratégicas e...
Depois de muito matutar e, mais uma vez, lamentando não ter comigo um bom chargista para ajudar-me na tarefa de transmitir da maneira mais didática possível as ações de nossos valorosos parlamentares, tanto municipais, estaduais como federais, resta-me o consolo da imagem do vereador Cido Medeiros em seu triunfal retorno, ops!, de Brasília, apeando de sua cavalgadura em frente ao prédio assobradado da Câmara Municipal com o alforje estufado, de um lado R$ 50 milhões, do outro, a papelada comprobatória de seu empenho por mais R$ 50 milhões. A maior parte da grana por ele conseguida, para asfaltar as ruas esburacadas de Dourados pelas quais ele gosta de bater pernas arvorando-se como sucessor do Valdecir, o prefeito fenomenal preso e obrigado a renunciar acusado como chefe da quadrilha Uragano.
24/10/2013 - 17h16Já é possível comprar passagem também pela Gol, de Dourados para dezenas de destinos no Brasil e no exteriorA Passaredo Linhas Aéreas...
Em 1992 ele foi imposto candidato pelo até então mais popular prefeito da história de Dourados, Antonio Braz Genelhu Melo. Mas no seu caminho havia uma pedra. Uma pedra chamada Valdenir Machado. E perdeu a eleição para Humberto Teixeira. Voltou à iniciativa privada, onde fora empreiteiro, desta vez, vislumbrando novos horizontes, em companhia do sempre parceiro Eduardo Serafim, para tocar uma leiteria. Sem jamais deixar de sonhar com a prefeitura. Não conseguindo entrar pela porta da frente, tentou a da lateral. Com perfil de tocador de obras, mas como a secretaria que ocupara na administração Braz Melo já tinha dono, tentou ser secretário de Planejamento na administração-tampão de Zauith, de onde, contrariando os interesses do deputado Zé Teixeira, com quem bateu de frente, foi obrigado a sair de fininho. Militante ativo do PMDB, até havia tentado sair candidato na eleição pós-Valdecir, mas encontrando resistência, principalmente da ala ligada ao deputado Geraldo Resende, outro que só pensa naquilo, ou seja, a prefeitura.
22/10/2013 - 08h13CONSELHEIRO DA EX-SENADORA, ECONOMISTA DEFENDE 'TRIPÉ' EM POLÍTICA AUSTERA E CONDENA CRESCIMENTO A QUALQUER PREÇOUm governo similar à segunda gestão de FHC...
21/10/2013 - 07h54A temporada pré-sucessória ainda não saiu da fase de ensaios, mas o ambiente já é aquecido pelas incursões iniciais dos agentes políticos...
20/10/2013 - 15h51Nós somos o que fizeram de nós, somado ao que, a nós mesmos, nos fizemos.Carências, conquistas, fracassos, vitorias, derrotas, somatizam-se em nosso...
19/10/2013 - 15h52Para descobrir quais são as reais prioridades dos governos, é mais instrutivo prestar atenção no destino dos gastos do que nas palavras...
18/10/2013 - 16h13Os Estados Unidos evitaram temporariamente o calote federal. Enquanto os republicanos lambem suas feridas, os democratas estão triunfantes. Mas ninguém deveria ficar...
Para quem está frustrado com o retorno, ops!, da pasmaceira política após a ameaça, apenas, de ebulição do caldeirão político em consequência do troca-troca partidário, uma notícia nada alvissareira: nestes tempos de tão lucrativos retornos, ops! de novo (que saco!), em que o idealismo dá lugar ao pragmatismo (na verdade business, na língua de tio Sam), novidades, mesmo, como tanto se anseia, só no começo de abril. Mais precisamente, dia 8, prazo fatal de desincompatibilização para ocupantes de cargos executivos que pretendam disputar as eleições de outubro, como, por exemplo, o governador André Puccinelli e o prefeito Murilo Zauith. Só então os netinhos do governador terão certeza da tão prometida dedicação por tempo integral e o vice-prefeito de Dourados, Odilon Azambuja, se pode ou não confirmar com o alfaiate Meireles o terno para posse em definitivo.
Neste feriadão em que mais uma vez estive ausente aqui no blog, desta vez por conta do calvário de meu sogro, Manoel Torquato, que, vítima de um câncer no esôfago, morreu na noite de domingo, um internauta me alertou para um artigo do colega blogueiro Nicardo Noblat, sobre a UFGD. Fui lá, imaginando tratar-se de algum comentário a respeito da posição da universidade que é o orgulho petista no mais recente ranking do setor. Na verdade, Noblat estava transcrevendo um artigo – ***As universidades do Brasil Maravilha são fábricas de lulas com diploma*** – de outro colega blogueiro, o jornalista Augusto Nunes, não propriamente sobre a universidade, mas sobre a demagogia que seu criador, Lula da Silva, faz com a coisa.
14/10/2013 - 08h19Em reunião na manhã desta segunda-feira (14) com o deputado federal Vander Loubet (PT-MS), em Campo Grande, a reitora da Universidade Federal...
12/10/2013 - 08h37Pesquisadores da Universidade de Leicester, na Grã-Bretanha, descobriram a primeira substância química capaz de prevenir a morte do tecido cerebral em casos...
11/10/2013 - 08h40Historiador americano afirma que a figura de Jesus foi usada como propaganda pelos romanos para acalmar os povos sob seu domínioO pesquisador...
O deputado Marçal Filho fez que foi, mas não foi. Com um pé no novo partido, o PROS, pesou os contra$, dando-se por satisfeito com uma impensável manchete de primeira página do jornal mais importante do país, a Folha de S. Paulo, depois, evidentemente, de um baita puxão de orelhas do patrão André Puccinelli. O colega Geraldo Resende mais uma vez ameaçou, ameaçou, mas quando lhe relembraram que a porta da rua é a serventia do “palácio” e que a saída do PMDB poderia dificultar seu retorno (ao Congresso) também sossegou o facho. E assim a vereadora Délia Razuk, peemedebista que, solidariedade por solidariedade, preferiu também continuar com a do governador. Decidido, (vejam que não tem L aí antes do C, para não enfear o adjetivo!) mesmo, só o deputado George Takimoto, que correndo o risco de perder o mandato, resolveu voltar à militância trabalhista ao lado de seu sempre paciente e amigo João Leite Schimidt.
09/10/2013 - 07h55A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) disse ontem que Marina Silva propaga preconceitos a respeito do setor do agronegócio. Por essa razão, seria...
O Correio do Estado de ontem trouxe em sua manchete: primeiro as placas. E lá estava uma placa maior que uma “obra” do pra lá de encrencado prefeito campo-grandense Alcides Bernal. Na edição desta terça, lá está, de novo, na capa do jornal do todo-poderoso e temido Antônio João Hugo Rodrigues: “Hoje é o dia – cassa ou não cassa? O Bernal, claro, aquele mesmo a respeito de quem escrevi aqui, ainda durante a eleição, que poderia ser um Artuzi melhorado. Melhorado? O Valdecir pelo menos aguentou mais de um ano e só caiu... bem, vamos deixar isso para a hora certa.