Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
20/11/2013 - 07h46No Brasil tem-se discutido e investido maciçamente em campanhas alertando para a combinação perigosa do álcool com a direção. O bordão “Se...
A Lei de Cotas ajuda a quebrar o mito da democracia racial. Essa é a avaliação de Eugenia Portela Siqueira, pesquisadora da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados). Para a professora, a implementação da política afirmativa reconhece a existência do preconceito racial na sociedade e a necessidade de fortalecer a identidade do negro e do indígena.
O ministro Marco Aurélio Mello, do STF, disse acreditar que Lula sabia da existência do mensalão. “Eu não posso imaginar que alguém atilado como é o ex-presidente Lula, safo como eu disse, não tivesse conhecimento do que estava ocorrendo na República”. Na versão do delator Roberto Jefferson, Lula teria vertido lágrimas ao ser comunicado por ele da existência do esquema. Em entrevista ao blog, Marco Aurélio levou o pé atrás: “Será que durante os oito anos [de mandato] ele delegou tanto a chefia do governo?”
Tenho plena consciência do quanto é chato bater nesta tecla, assim como fiz com a Owari, a Uragano e seus (in) consequentes *retornos* e não tenho como não dar razão aos leitores que desconfiam que estou querendo me vangloriar, mas como não acreditar que está cada vez mais próximo de se cumprir a “profecia” feita aqui durante as eleições passadas de que a eleição de Alcides Bernal em Campo Grande seria um repeteco do que aconteceu com a do Valdecir Artuzi em Dourados? Daí o propósito, pelo efeito *dèjá vu*, das fotos que ilustram este *post* e o título, mais curto – e mais direto – que coice de porco, poupando o leitor das divagações do blogueiro neste tão esplendoroso feriado da proclamação da Republica.
Pelas contas do ex-governador murtinhense e agora vereador campo-grandense Zeca do PT, em ampla reportagem no Correio do Estado desta segunda-feira, para virar governador do Estado o senador corumbaense radicado em Florianópolis Delcídio do Amaral não precisa ficar se oferecendo ao deputado tucano maracajuense Reinaldo Azambuja, muito menos ao PMDB do senador bela-vistense Waldemir Moka, do governador fátima-sulense André Puccinelli e de sua vice três-lagoense Simone Tebet.
A desobediência ao padrão estético da escrita com tantos gentílicos para explicar as conjecturas para 2014 foi o jeito mais fácil que encontrei para mostrar o quanto o barco douradense navega à deriva na longa viagem até o Parque dos Poderes, retardando o desembarque triunfal de sua tropa às margens do Prosa. Não bastasse o enfado do lead, a contradição do título: se o barco está à deriva, como aplicar à situação o conceito lulista transformado em piada depois do mensalão?
Além da mensagem nada subliminar de Zeca do PT a Delcídio e Cia., pela negativa de apoio à sua tentativa de retorno ao governo em 2010, a inserção de Reinaldo Azambuja neste contexto é um aviso a Murilo Zauith, pela responsabilidade que ele tem de honrar o segundo mais forte dos gentílicos - o douradense. Claro que, partindo-se da premissa de que Alcides Bernal faça jus à origem paraguaia que tanto diz honrar e que sua operação caça às bruxas na prefeitura de Campo Grande não fique apenas no gogó que tão bem soube usar para chegar aonde chegou, inviabilizando Nelsinho Trad.
11/11/2013 - 09h13Ex-prefeito responde a críticas de seu sucessor e nega ter relações com esquema de fraude no ISSDizendo-se obrigado a pagar na mesma...
10/11/2013 - 09h34Quase sempre avarento e professoral nos adjetivos de acusação, o prefeito Fernando Haddad (PT) subiu o tom contra a gestão de Gilberto...
09/11/2013 - 09h04"Não existe essa coisa de sociedade" --a frase célebre, de Margaret Thatcher, era a exposição da crença ultraliberal no individualismo. Situado no...
Dispensando o tratamento conferido às autoridades durante interrogatório do escrivão Atilhinho Torraca, depois de detido numa batida policial na famosa ZBM de Dourados, o deputado estadual Alberto Monteiro se justificou dizendo que “lá (em Cuiabá) era deputado, mas, aqui, da putada”. Da segunda leva de douradenses na Assembleia Legislativa, Monteiro foi eleito estritamente pela Colônia Federal, da qual era funcionário, num tempo em que a eloquência do discurso era condição sine qua non para chegar lá, desde que o sujeito tivesse um bom par de botinas, disposição para acordar cedo e dormir tarde, além de estômago, não no sentido figurado, mas resistente, mesmo, principalmente a cafezinho. Sua historinha, diante de minha dificuldade de absorção de vitamina D nesses últimos dias, vem a propósito daquilo quê, mesmo se afigurando como uma verdadeira briga de foice no escuro, para alguns, parece não passar de passatempo no Facebook.
Diante da reprimenda do internauta Bruno Dauzacker, que outro dia questionou lá na sessão de comentários minha definição de Braz Melo como o prefeito mais popular da história, quando o corpo do tantas vezes aqui citado fenomenal Ari Valdecir Artuzi nem havia esfriado na sepultura, e, aproveitando a orquestração da bancada situacionista em defesa de Murilo Zauith durante a sessão de ontem no palácio Jaguaribe, aproveito para entrar na onda de um dos pupilos do prefeito, Maurício Lemes Soares, para quem “criticar enjoa”. Tanto enjoa que o sucessor de Sidlei Alves e representante de Vila Vargas naquela Casa de leis, Madson Valente, não ficou nem vermelho ao dizer que seu filho de doze anos não conhecia ainda uma motoniveladora, isto, ao criticar (neste caso não enjoa) o “empirismo” dos poucos colegas oposicionistas que insistem em apontar “eventuais” falhas da administração. Daí a pergunta do título deste *post*, para uma reavivada na memória dos douradenses, já que estamos na boca de um novo processo eleitoral.
28/10/2013 - 15h30Estrela condena leilão e alerta para riscos de conflito de interesses no consórcio com integrantes estrangeiros
As reservas de Libra são estratégicas e...
Depois de muito matutar e, mais uma vez, lamentando não ter comigo um bom chargista para ajudar-me na tarefa de transmitir da maneira mais didática possível as ações de nossos valorosos parlamentares, tanto municipais, estaduais como federais, resta-me o consolo da imagem do vereador Cido Medeiros em seu triunfal retorno, ops!, de Brasília, apeando de sua cavalgadura em frente ao prédio assobradado da Câmara Municipal com o alforje estufado, de um lado R$ 50 milhões, do outro, a papelada comprobatória de seu empenho por mais R$ 50 milhões. A maior parte da grana por ele conseguida, para asfaltar as ruas esburacadas de Dourados pelas quais ele gosta de bater pernas arvorando-se como sucessor do Valdecir, o prefeito fenomenal preso e obrigado a renunciar acusado como chefe da quadrilha Uragano.
24/10/2013 - 17h16Já é possível comprar passagem também pela Gol, de Dourados para dezenas de destinos no Brasil e no exteriorA Passaredo Linhas Aéreas...
Em 1992 ele foi imposto candidato pelo até então mais popular prefeito da história de Dourados, Antonio Braz Genelhu Melo. Mas no seu caminho havia uma pedra. Uma pedra chamada Valdenir Machado. E perdeu a eleição para Humberto Teixeira. Voltou à iniciativa privada, onde fora empreiteiro, desta vez, vislumbrando novos horizontes, em companhia do sempre parceiro Eduardo Serafim, para tocar uma leiteria. Sem jamais deixar de sonhar com a prefeitura. Não conseguindo entrar pela porta da frente, tentou a da lateral. Com perfil de tocador de obras, mas como a secretaria que ocupara na administração Braz Melo já tinha dono, tentou ser secretário de Planejamento na administração-tampão de Zauith, de onde, contrariando os interesses do deputado Zé Teixeira, com quem bateu de frente, foi obrigado a sair de fininho. Militante ativo do PMDB, até havia tentado sair candidato na eleição pós-Valdecir, mas encontrando resistência, principalmente da ala ligada ao deputado Geraldo Resende, outro que só pensa naquilo, ou seja, a prefeitura.
22/10/2013 - 08h13CONSELHEIRO DA EX-SENADORA, ECONOMISTA DEFENDE 'TRIPÉ' EM POLÍTICA AUSTERA E CONDENA CRESCIMENTO A QUALQUER PREÇOUm governo similar à segunda gestão de FHC...
21/10/2013 - 07h54A temporada pré-sucessória ainda não saiu da fase de ensaios, mas o ambiente já é aquecido pelas incursões iniciais dos agentes políticos...
20/10/2013 - 15h51Nós somos o que fizeram de nós, somado ao que, a nós mesmos, nos fizemos.Carências, conquistas, fracassos, vitorias, derrotas, somatizam-se em nosso...
19/10/2013 - 15h52Para descobrir quais são as reais prioridades dos governos, é mais instrutivo prestar atenção no destino dos gastos do que nas palavras...
18/10/2013 - 16h13Os Estados Unidos evitaram temporariamente o calote federal. Enquanto os republicanos lambem suas feridas, os democratas estão triunfantes. Mas ninguém deveria ficar...